O que significa uma smart city na perspectiva da neuroarquitetura?
Primeira lei , a lei da psicologia
Austis são ‗mundos criados‘ em nós por nós mesmos, ou pelos os outros em nós, ou quando temos a mente ‗capturadas‘ por processos fisioquímicos (drogas...).
Explico através do mecanismo Autis, que cada pessoa, povo , é uma construção Universal (pais, alimentação , família, bairro, exercícios físicos e mentais , clima, cultura, ideologias, genética...). Porque a mente (Cérebro) e corpo estão interligados com Universo ao seu redor.
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Terceira lei , a lei do cérebro-corpo-universo.
Fenômenos abstratos (imagens, sentimentos, cores, geometria, ideias, ler , música ...) desenvolvem fenômenos bio- fisioquimicos, e fenômenos bio- fisioquimicos (genética , alimentação,termodinâmica,saúde, doença, ambiente...) desenvolvem fenômenos abstratos:
Tanto o cérebro depende do corpo , como o corpo depende do cérebro, e do Universo ao seu ao redor . 3
Cada pessoa é uma construção universal (pais, bairro, casa, clima, biologia, física, cultura, química , ideologias, genética...).
Edson X, Amazon e-book, Origens da Vida, 2021
EDSON X
janeiro 30, 2023
Neuroarquitetura: cidade e cérebro estão ligados. E essa relação pode ser melhor
Ambiente urbano pode ser feito a favor da saúde física e mental dos cidadãos. A fundadora da NeuroAU Andrea de Paiva explica como.
4 de outubro de 2022 - 9 minutos de leitura
Autor: Redação
Primeiramente vamos ao que diz a GenerAnalise de Edson X sobre essa questão:
Tanto a mente (cérebro) depende do corpo, como o corpo depende da mente, e do Universo ao seu redor . Edson X, 2005, Ciensofia
No meu trabalho Ciensofia (2006), afirmo que o abstrato (palavras, cores, imagens...) pode desenvolver processos fisioquimicos, e os bioquímicos, os abstratos:
Como também explico através do mecanismo Autis, que cada pessoa é uma construção Universal (pais, bairro, clima, cidade, cultura, ideologias, genética...): Porque a mente (Cérebro) e corpo estão interligados entre si e com Universo ao seu redor.
Capturar a ‘essência’ de uma cidade, objeto... só pode ser possível pelo o conhecimento direto adquirido a partir da intuição e da analise. A intuição e a analise fez-me sentir, dimensionalizar a cidade pela a conexão direta e indireta. Edson X, Ciensofia, Amazon e-book de 2019.
A cidade afeta nosso dia a dia prático, nosso corpo e os nossos cérebros. São essas relações que a neuroarquitetura estuda, analisando como os ambientes podem ser construídos e refeitos para promover mais bem-estar para quem vai usá-los. “A cidade é a sua casa, querendo ou não. Tudo dela afeta você, mesmo quando está em casa de janelas fechadas”, afirma a fundadora da NeuroAU Andrea de Paiva.
neuroarquitetura
A gente pode não perceber, mas questões como a luz, os barulhos e os formatos das calçadas afetam nosso inconsciente, indica Andrea. “E uma série de fatores ambientais contribuem para o estresse, como o excesso de barulhos e de estímulos visuais. E não importa que a gente ‘se acostume’, porque continuamos escutando”, disse a arquiteta. Para ela, esse é o ponto de cuidado que os urbanistas devem ter: observar se os espaços estão estressando as pessoas.
“A cidade é a sua casa, querendo ou não. Tudo dela afeta você, mesmo quando está em casa de janelas fechadas.”
GenerAnalise de Edson X
No dia-a-dia lidamos com os fenômenos Autis, no campo físico, ondas de ar, ondas sonoras, de energia, luz, frequências diversas (de rádio...), ruídos, oscilações de temperaturas, ondas abstratas que geram os fonemas que nos atinge, positiva, negativamente...
No campo abstrato, uma imagem, um momento, palavras, gestos, objetos, símbolos... desencadeiam as Autis. Edson X, Ciensofia, 2019.
Em entrevista exclusiva ao Habitability, a arquiteta e urbanista, especializada em Neuroarquitetura e professora da FAAP e da FGV, ponderou sobre como unir a complexidade humana com a complexidade do ambiente urbano.
O que significa a neuroarquitetura?
Andrea Paiva – Ela é usada para pensar desde o design de interiores até o planejamento das cidades. O propósito da neuroarquitetura é entender como o ambiente físico, em qualquer escala e em qualquer tipo de ambiente, pode nos afetar.
neuroarquitetura
A ideia mais macro de neuroarquitetura é a combinação de neurociência e arquitetura. Mas esse nome limita um pouco nosso entendimento, porque a neuroarquitetura vai além da neurociência. A gente engloba tudo que ajuda a entender o ser humano, desde a medicina até as ciências sociais, como antropologia e psicologia. É preciso ver também o sistema endócrino, que influencia nosso comportamento. A luz do ambiente, por exemplo, influencia diretamente nos nossos hormônios. Ou seja, a neuroarquitetura não analisa só como um espaço vai afetar o nosso sistema nervoso, e sim como vai afetar nosso comportamento e a interação com todos os sistemas.
E quais áreas esse “guarda-chuva” abrange?
Andrea Paiva – Muitas áreas do ambiente podem nos afetar: podemos olhar a iluminação; a navegação espacial, ou seja, como a organização da cidade pode fazer com que a gente se sinta inseguro e se perca nos lugares; tem a parte que estuda a natureza, isto é, o efeito da ausência e da presença de natureza na vida. Em resumo, engloba o estudo de todos os nossos sentidos, como os cheiros e as texturas do ambiente podem afetar nossa saúde. Se esse ambiente gera convívio social ou isolamento, se aumenta ou diminui a sensação de pertencimento… a gente consegue analisar tudo isso em um espaço.
Sob a perspectiva da arquitetura que preza o bem-estar: quais são os problemas das cidades?
neuroarquitetura
Andrea Paiva – Muitas coisas que podemos considerar em nossas cidades acabam afetando bastante nossa experiência, desde aspectos diretamente relacionados à sensação de segurança e também ao bem-estar mental. A cidade é sua casa, querendo ou não. Você mora na cidade, mesmo quando está dentro da sua casa. Você sente o cheiro da cidade e escuta os sons mesmo de janela fechada. Quando abre a janela, lá está a vista da cidade. A primeira coisa que a gente precisa sentir na nossa casa é segurança. E não falo aqui da questão do assalto, mas de se sentir seguro andando na rua. Em cidades que priorizam o transporte de carro, andar nas calçadas dá uma sensação de insegurança: os carros passam em uma velocidade muito rápida, fazem um som alto e o movimento afeta a visão periférica quando a pessoa está andando. Por mais que a pessoa saiba que está na calçada e o carro na rua, inconscientemente, a experiência acaba sendo de insegurança.
Aliás, a neuroarquitetura observa para além do que a gente nota conscientemente. Muitos dos efeitos do ambiente decorrem daquilo que a gente não percebe. Não se trata de analisar o ambiente por conta do gosto ou não.
Na sua visão, uma cidade que privilegia o transporte de carros traz menos bem-estar para as pessoas?
Andrea Paiva – Se a pessoa tem que pegar o carro para ir ao mercado ou para fazer qualquer pequeno trajeto, ela se conecta menos com a cidade. No carro, se anda em uma velocidade que é incompatível com a conexão com o espaço. Essa velocidade também afeta a conexão com as pessoas e o senso de comunidade. O senso de comunidade é afetado tanto por essa velocidade, quanto pelo fato da gente morar em lugares muito altos. Não podemos ver o que está acontecendo na rua, não vemos quem passa na rua. A altura dos prédios acaba isolando muito mais a gente. Quando as pessoas estão andando de carro, elas não se encontram.
A conexão, de certa forma, se junta à ideia de identidade dos espaços e das pessoas. Como é seu diagnóstico para a identidade nas grandes cidades brasileiras?
Andrea Paiva – As cidades estão perdendo muito a identidade. A mudança está ocorrendo muito rapidamente e isso nos faz perdermos a sensação de pertencimento. As cidades precisam acolher os elementos que nos reconectam com as nossas memórias, pois elas são fundamentais para termos uma conexão afetiva com o lugar e se sentir em casa. Antes, cada bairro tinha uma cara e até um cheiro próprio. Hoje em dia, em São Paulo, principalmente, estão se perdendo as identidades. E você se perde na cidade, porque não sabe em que lugar está: estão todos iguais. O senso de direção fica muito prejudicado, porque não tem referências para se localizar.
O que fazer para a arquitetura não desumanizar mais o espaço urbano?
Andrea Paiva – Acho que o primeiro passo fundamental é entender quem é o ser humano. O que acontece é que os arquitetos e urbanistas hoje em dia focam muito no ambiente. O máximo que se chega da pessoa quando se pensa no ambiente é pensar na funcionalidade e na parte estética. Mas a gente não entende quem são as pessoas, como funciona o organismo delas, não entende a neurociência, que indica que os seres humanos têm necessidades primitivas que o ambiente ajuda a suprir, como em uma dieta variada. Assim como precisamos de proteínas, vitaminas e hidratação dos alimentos, nós precisamos de natureza e luz do ambiente.
Existe uma série de estudos que mostram que as pessoas se recuperam mais rapidamente quando o quarto do hospital tem vista para uma paisagem natural. Alguns indicam que as pessoas sentem menos dor nesse ambiente. Olha só como vai a nossa percepção. Precisamos de natureza. A ausência dela, por outro lado, prejudica nossa saúde mental – ficamos mais estressados e agressivos.
Quais outras necessidades o ser humano tem em relação ao espaço em que vive?
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Andrea Paiva – A ideia da smart city é a de um espaço que recorre às tecnologias para melhorar a experiência da cidade. Até aí eu sou super a favor. O que eu acho que falta é combinar esse entendimento de tecnologia com o do ser humano. Não podemos esquecer que não somos máquinas! Somos seres humanos e temos uma relação muito profunda com o ambiente. E o ambiente precisa nos ajudar a atingir nosso melhor estado, nossos melhores comportamentos, melhores hábitos, o nosso bem-estar e a nossa saúde mental.
Algumas tecnologias, como o metaverso, devem ser usadas com equilíbrio. E ter um aspecto humanizado é fundamental. A gente pode não se dar conta agora, e ficar feliz com algumas soluções tecnológicas, mas lá na frente a gente vai sentir os efeitos. E isso é um ponto em que as cidades precisam pensar: quais efeitos no organismo dos cidadãos no longo prazo?
Pensar em longo prazo é também falar de longevidade: como as cidades, por meio da neuroarquitetura, podem contribuir para a longevidade das pessoas?
Andrea Paiva – Os ambientes onde passamos mais tempo são aqueles que têm o potencial de gerar efeitos mais duradouros e de longo prazo. E quando falamos da cidade, estamos falando da nossa casa. Existem pesquisas que mostram que os ambientes onde a gente passa mais tempo tem potencial de afetar plasticamente o nosso cérebro, alterando a sua estrutura. O que significa que ambientes enriquecidos têm potencial de estimular o nosso cérebro a criar mais conexões entre neurônios. Isso muda a nossa cognição, ficamos com raciocínio melhor. Por outro lado, o caminho inverso também se aplica: um ambiente empobrecido tem o efeito oposto, ou seja, ele enfraquece nosso cérebro e faz a gente perder conexões. E quando falamos no envelhecimento, isso tudo impacta. Se lá na frente eu tiver meu cérebro mais estimulado e fortalecido, isso vai diminuir a rapidez do declínio cognitivo. Alguns cientistas observam que em questões de doenças como Alzheimer, ter uma reserva cognitiva, criada pela combinação de hábitos saudáveis e ambientes enriquecidos, aumenta a resistência cerebral. ...
Ciensofia, 2005 - Generanalise, Edson Ecks, Amazon ebook, agosto de 2022
Diálogo: Neuroarquitetura, Smart Cities e Longevidade
A seguir está um diálogo baseado no texto fornecido, envolvendo Edson Ecks e a pesquisadora Andrea Paiva, com a identificação da fonte e data do artigo.
Fonte e Data do Artigo
Pesquisadora: Andrea Paiva
Entrevistador/Autor (Implícito): Edson Ecks
Fonte (Portal): Abrainc (Conteúdo na seção "Impacto Positivo", possivelmente de uma entrevista intitulada "Neuroarquitetura: cidade e cérebro estão ligados. E essa relação pode ser melhor", conforme pesquisa).
Data de Publicação: 5 de Outubro de 2022
Ciensofia, 2005 - Generanalise, Edson Ecks, Amazon ebook, agosto de 2022


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