Eis que olhei debaixo do Céu‟, e vi que tudo era vaidade, ‘vaidade por vaidade tudo é vaidade', porém, em minha ínfima sabedoria conclui que há vaidades e vaidades, a que derriba e a que edifica; a vaidade do asceta e a vaidade do hedonista, a vaidade do exuberante e a vaidade do simplório, a vaidade do tolo e a vaidade do sábio. Vi a boa vaidade dos que amam a Natureza, e a má vaidade dos que a vilipendiam; a boa vaidade de beneficiar, e a má vaidade de prejudicar; a vaidade paradoxal dos que dizem ‘amar a Deus... ’, porém, desprezam seus semelhantes, e a má vaidade dos descrentes em socorrê-los; vi a boa vaidade dos que zelam o corpo ao mesmo tempo com a má vaidade de não zelar a alma (mente), e vi a excelentíssima vaidade dos que zelam a alma e o corpo, a vaidade suspeita dos que 'desprezam' os bens materiais, mas vivem e morrem agarrados a eles, mas a mais mortífera das vaidades é a vaidade da ignorância, e a mais lapidada das vaidades, é a vaidade da sabedo...
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Edson X









