O Paradoxo do Avô (Viagem no tempo) é possível?


Em especulações acerca de viagens no tempo, o paradoxo do avô refere-se às inconsistências que podem vir a surgir no presente caso o passado seja mudado. Por exemplo, uma viagem ao passado pode impedir que esta mesma viagem seja possível, ou mesmo que o viajante exista. O nome deste paradoxo vem de uma das suas primeiras descrições: uma pessoa viaja para o passado e mata o seu avô antes de ele conhecer a sua esposa, que é a avó dessa pessoa. Dessa maneira, a existência do pai ou mãe dessa pessoa, e consequentemente dela própria, torna-se impossível. Surge então um paradoxo temporal e um conflito lógico de existência a partir do momento que se altera os acontecimentos do passado responsáveis pela sua existência.


Os críticos a esta teoria sustentam que o tempo já foi pré-determinado e por isso, ao voltar no tempo, não se pode mudá-lo, isso nos traz a possibilidade de que ao voltar no tempo, o viajante não estará no mesmo universo real, e sim em um universo paralelo também com seu tempo pré-determinado onde já estaria descrito a sua viagem a esse universo. Esse universo seria como espelho e seus habitantes são os mesmos do nosso universo, quer dizer que, ao matar seu avô nesse outro universo, o viajante não causaria mal algum à existência de seus pais e à sua existência, pois seu avô da sua realidade não sofreu dano algum, mas, nesse universo paralelo ele não existiria. Levando em conta todas essas explicações, não existiria o ciclo de existência e não-existência das pessoas envolvidas nessa viagem.


Teoria X  - Paradoxo do Avô e Viagens no Tempo.


Não posso viajar para o passado e encontrar meu avô lá, porque a energia e a massa que formavam a estrutura do meu avô estão aqui e agora , naquilo que chamo de: Presente Constante. 


O que chamamos de Passado e futuro são , para o primeiro memórias , para o futuro perspectivas dessas memórias com os dados atuais da nossa massa-energia atual e suas transformações : teu corpo tem bilhões de anos, e suas transformações em nossa perspectiva chamamos de 'jovem/velho', e existirá enquanto o Universo for do jeito que é . 


                  Edson X, Ciensofia, 2019

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