Seleção natural é o mecanismo evolutivo proposto por Alfred Wallace e Charles Darwin, que afirmou que o meio ambiente atua como um selecionador de características, perpetuando os organismos mais aptos a sobreviver em determinado local....


Terceira lei , a lei do corpo e cérebro  de Edson Ecks


Fenômenos abstratos desenvolvem fenômenos bio- fisioquimicos biofisioquímicos (emoções, doenças, dormir, ações...), como fenômenos biofisioquímicos desenvolvem fenômenos abstratos (Ler, musica, escrever...): Tanto o cérebro depende do corpo, como o corpo depende do cérebro e do Universo ao seu redor.


Cada pessoa é uma construção universal (pais, bairro, clima, biologia, física, cultura, química , ideologias, genética...). 


3. Lei do Corpo e Cérebro (Segunda Menção)


Explicação: Esta lei enfatiza a relação bidirecional entre fenômenos abstratos (como emoções, pensamentos, doenças) e fenômenos biofísico-químicos (como a leitura, a música, a escrita, ou processos biológicos). Ou seja, o cérebro afeta o corpo e vice-versa, e ambos são interdependentes do universo ao redor. Há uma circularidade e interdependência entre o abstrato e o concreto, o mental e o físico. Edson Ecks, Generanalise, Amazon ebook, 2022


Seleção Biométrica


Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio fisioquimico (espacial-Terrestre- artificial) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo. 


A vida funciona através de biomas dentro de biomas: 

A evolução Biométrica é múltipla, funciona de forma lenta, rápida , acelerada.

Cada ser ser vivo, humano é uma fórmula psico-biofisioquimica, , e conforme cada fórmula , ela desenvolvera determinadas formas, cor da pele, estrutura corporal , tendências, inclinação , jeitos , aptidões... Em consonância também com seu tipo de alimentação .


Edson Ecks, ORIGENS da Vida, Amazon ebook, 2021


Na Biométrica não há  'acaso‘, há incógnitas. A base da teoria do caos de Henry Poincoré diz que uma tempestade se forma através de processos absolutamente aleatórios, porem, Ecks afirma que a complexidade de uma tempestade só pode ser formada através de procedimentos aleatórios,  mas por processos combinatórios-complementares‘ , se não a tempestade jamais se formaria.. O 'mesmo‘ ocorre com os fenômenos biológicos, que chamamos de aleatórios‘, acasos‘, há ali leis ainda incógnitas para nós, vamos descobri-las.


Principalmente a biométrica humana, se desenvolveu mais rapidamente, por causa de sua estrutura corpórea, que se tornou mais 'transmorfa‘ que a das outras espécies, e o fator alimentação e movimentação, o desenvolveu cada vez mais, no decorrer  dos milênios. O  'uso e desuso‘ de suas capacidades psiorganicas, foram primordiais para sua sobrevivência ou extinção (Erectus, neandertal), nisso a linhagem dos homo sapiens se sobressaiu, em relação aos outros grupos, que são hoje apenas imagens da história‘.        


                            Porem, os seres micro biométricos estão mais diretamente expostos aos fenômenos fisioquímicos, por isso em seu reino há muito mais variações, recombinações e mutações, do que as do plano macro biométrico.


EVOLUÇÃO HUMANA E A EVOLUÇÃO BIOMÉTRICA HUMANA DE EDSON X

 


 


Para Evolução Biométrica de Edson X,  a evolução Humana não foi gradual, ou de espécies humanas , como proposto pela a seleção darwiniana, mas expansiva biométrica. 


Ou seja, o homo habilis, o neardertal... e o homo sapiens são os 'mesmos", essa variações corporais se deram no decorrer dos milênios, através da seleção Biométrica de Edson X, através dos processos fisioquimicos por onde onde os grupos iniciais de homo habilis sapiens, se espalharam pelas várias Regiões do continente. 


E conforme os grupos de famílias desse gênero se diversificou, e se espalhou pela a Terra.  O homo neandertal, é um filho dos  habilis sapiens... mais robusto, mais adaptável a Regiões frias. 


                          Para a Evolução Biométrica de Edson X, não há dúvida que o principal fenômeno de sobrevivência humana, vem do campo abstrato, a imaginação, a capacidade de identificação geométrica, simetria, identificação de sequências na natureza, o trouxeram até qui, e ao espaço sideral.


                             ... A partir do homo habilis sapiens o homem conquistará o espaço sideral.  Na verdade podemos chamar o homo habilis, de homo habilis sapiens, o homo de neardertal, já é um homo sapiens sapiens, já possuíam 'alta' cultura, inclusive eram religiosos, como estudos recentes apontam.


 


A seleção mental é o mecanismo que atua com o


espaço tempo, selecionando informações e perpetuando os organismos mais aptos a usá-las em sua sobrevivência individualcoletiva. Foi a seleção mental que trousse o homo sapiens até aqui, em contrário dos outros homo sapiens como os Neandertais.


POR QUE SOMOS A ÚNICA ESPÉCIE HUMANA DO PLANETA


 4 DE JULHO DE 2021


Três descobertas nos últimos dias acabam de mudar o que sabíamos sobre a origem da raça humana e da nossa própria espécie, Homo sapiens. Talvez − dizem alguns especialistas − precisemos abandonar esse conceito para nos referir a nós mesmos, pois as novas descobertas sugerem que somos uma criatura de Frankenstein com partes de outras espécies humanas com as quais, não muito tempo atrás, compartilhamos planeta, sexo e filhos.


As descobertas da última semana indicam que cerca de 200.000 anos atrás havia até oito espécies ou grupos humanos diferentes. Todos faziam parte do gênero Homo, que nos engloba. Os recém-chegados apresentam uma interessante mistura de traços primitivos − arcos enormes acima das sobrancelhas, cabeça achatada − e modernos. O “homem dragão” da China tinha uma capacidade craniana tão grande quanto a dos humanos atuais, ou até superior. O Homo de Nesher Ramla, encontrado em Israel, pode ter sido o que deu origem aos neandertais e aos denisovanos que ocuparam, respectivamente, a Europa e a Ásia e com quem nossa espécie teve repetidos encontros sexuais, dos quais nasceram filhos mestiços que foram aceitos em suas respectivas tribos como mais um.


Agora sabemos que devido àqueles cruzamentos todas as pessoas de fora da África têm 3% de DNA neandertal, ou que os habitantes do Tibete têm genes transmitidos pelos denisovanos para poder viver em grandes altitudes. Algo muito mais inquietante foi revelado pela análise genética das populações atuais da Nova Guiné: é possível que os denisovanos − um ramo irmão dos neandertais − tenham vivido até apenas 15.000 anos atrás, uma distância muito pequena em termos evolutivos.


A terceira grande descoberta dos últimos dias é quase detetivesca. Na análise de DNA conservado no solo da caverna de Denisova, na Sibéria, foi encontrado material genético dos humanos autóctones, os denisovanos, de neandertais e de sapiens em períodos tão próximos que poderiam até se sobrepor. Lá foram encontrados há três anos os restos do primeiro híbrido entre espécies humanas que se conhece: uma menina filha de uma neandertal e de um denisovano.


O paleoantropólogo Florent Detroit descobriu para a ciência outra dessas novas espécies humanas: o Homo luzonensis, que viveu em uma ilha das Filipinas há 67.000 anos e que apresenta uma estranha mistura de traços que poderiam ser o resultado de sua longa evolução em isolamento durante mais de um milhão de anos. É um pouco parecido com o que experimentou seu contemporâneo Homo floresiensis, ou “homem de Flores”, um humano de um metro e meio que viveu em uma ilha indonésia. Tinha um cérebro do tamanho do de um chimpanzé, mas se for aplicado a ele o teste de inteligência mais usado pelos paleoantropólogos, podemos dizer que era tão avançado quanto o sapiens, pois suas ferramentas de pedra eram igualmente evoluídas.


Imagem radiográfica da mandíbula do ‘Homo’ de Nesher Ramla descoberta em Israel.


Imagem radiográfica da mandíbula do ‘Homo’ de Nesher Ramla descoberta em Israel. – Foto: ARIEL POKHOJAEV


A esses dois habitantes insulares se soma o Homo erectus, o primeiro Homo viajante que saiu da África há cerca de dois milhões de anos. Ele conquistou a Ásia e lá viveu até pelo menos 100.000 anos atrás. O oitavo passageiro desta história seria o Homo daliensis, um fóssil encontrado na China com uma mistura de erectus e sapiens, embora seja possível que acabe sendo incluído na nova linhagem do Homo longi.


“Não me surpreende que houvesse várias espécies humanas vivas ao mesmo tempo”, afirma Detroit. “Se considerarmos o último período geológico que começou há 2,5 milhões de anos, sempre houve diferentes gêneros e espécies de hominídeos compartilhando o planeta. A grande exceção é a atualidade, nunca havia existido apenas uma espécie humana na Terra”, reconhece. Por que nós, os sapiens, somos os únicos sobreviventes?


Para Juan Luis Arsuaga, paleoantropólogo do sítio arqueológico de Atapuerca, no norte da Espanha, a resposta é que “somos uma espécie hipersocial, os únicos capazes de construir laços além do parentesco, ao contrário dos demais mamíferos”. “Compartilhamos ficções consensuais como pátria, religião, língua, times de futebol; e chegamos a sacrificar muitas coisas por elas”, assinala. Nem mesmo a espécie humana mais próxima de nós, os neandertais, que criavam adornos, símbolos e arte, tinham esse comportamento. Arsuaga resume assim: “Os neandertais não tinham bandeira”. Por razões ainda desconhecidas, essa espécie se extinguiu há cerca de 40.000 anos.


Os sapiens não eram “estritamente superiores” a seus congêneres, opina Antonio Rosas, paleoantropólogo do Conselho Superior de Pesquisas Científicas da Espanha. “Agora sabemos que somos o resultado de hibridações com outras espécies, e o conjunto de características que temos foi o perfeito para aquele momento”, explica. Uma possível vantagem adicional é que os grupos sapiens eram mais numerosos que os neandertais, o que significa menos endogamia e melhor saúde das populações.


Detroit acredita que parte da explicação está na própria essência da nossa espécie sapiens, “sábio” em latim. “Temos um cérebro enorme que devemos alimentar, por isso precisamos de muitos recursos e, portanto, de muito território”, assinala. “O Homo sapiens teve uma expansão demográfica enorme e é bem possível que a disputa pelo território fosse muito dura para as demais espécies”, acrescenta.


María Martinón-Torres, diretora do Centro Nacional de Pesquisa sobre Evolução Humana, com sede em Burgos, acredita que o segredo seja a “hiperadaptabilidade”. “A nossa é uma espécie invasiva, não necessariamente mal-intencionada, mas somos como o cavalo de Átila da evolução”, compara. “Por onde passamos, e com nosso estilo de vida, diminui a diversidade biológica, incluindo a humana. Somos uma das forças ecológicas de maior impacto do planeta e essa história, a nossa, começou a se delinear no Pleistoceno [o período que começou há 2,5 milhões de anos e terminou há cerca de 10.000, quando o sapiens já era a única espécie humana que restava no planeta]”, acrescenta.


As descobertas dos últimos dias voltam a expor um problema crescente: os cientistas estão denominando cada vez mais espécies humanas. Tem sentido fazer isso? Para o paleoantropólogo israelense Israel Hershkovitz, autor da descoberta do Homo de Nesher Ramla, não. “Há muitas espécies”, afirma. “A definição clássica diz que duas espécies diferentes não podem ter filhos férteis. O DNA nos diz que sapiens, neandertais e denisovanos tiveram, por isso deveriam ser considerados a mesma espécie”, aponta.


“Se somos sapiens, então essas espécies que são nossos ancestrais por meio da miscigenação também são”, reforça João Zilhão, professor da Instituição Catalã de Pesquisa e Estudos Avançados na Universidade de Barcelona.


Essa questão é objeto de discórdia entre especialistas. “A hibridação é muito comum em espécies atuais, especialmente no mundo vegetal”, lembra José María Bermúdez de Castro, codiretor das pesquisas em Atapuerca. “Pode-se matizar o conceito de espécie, mas acho que não podemos abandoná-lo, porque é muito útil para podermos nos entender”, ressalta.


Escavações no sítio arqueológico de Nesher Ramla. 


Escavações no sítio arqueológico de Nesher Ramla. – Foto:  ZAIDNER


Muitas nuances entram em jogo nessa questão. A evidente diferença entre sapiens e neandertais não é a mesma coisa que a identidade como espécie do Homo luzonensis, do qual só conhecemos alguns poucos ossos e dentes, ou dos denisovanos, dos quais a maioria das informações vem do DNA extraído de fósseis minúsculos.


“Curiosamente, apesar dos cruzamentos frequentes, tanto os sapiens como os neandertais foram espécies perfeitamente reconhecíveis e distinguíveis até o fim”, destaca Martinón-Torres. “Os traços do neandertal tardio são mais marcados que os dos anteriores, em vez de terem se apagado como consequência do cruzamento. Houve trocas biológicas, e talvez culturais também, mas nenhuma das espécies deixou de ser ela, distintiva, reconhecível em sua biologia, seu aspecto, suas adaptações específicas, seu nicho ecológico ao longo de sua história evolutiva. Acredito que esse é o melhor exemplo de que a hibridação não colide necessariamente com o conceito de espécie”, conclui. Seu colega Hershkovitz alerta que o debate continuará: “Estamos fazendo escavações em outras três cavernas em Israel onde encontramos fósseis humanos que nos darão uma nova perspectiva sobre a evolução humana”.


 


Neandertais se diferenciaram dos humanos há cerca de 400 mil anos/ comprovam cada vez a evolução Biométrica de Edson X 


SELEÇÃO NATURAL DE WALLACE-DARWIN E A SELEÇÃO BIOMÉTRICA DE EDSON X


 Seleção natural é o mecanismo evolutivo proposto por Alfred Wallace e Charles Darwin, que afirmou que o meio ambiente atua como um selecionador de características, perpetuando os organismos mais aptos a sobreviver em determinado local.


Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio fisioquimico (espacial-Terrestre) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo.


                       Para Evolução Biométrica de Edson X, a evolução Humana não foi gradual, como proposto pela a seleção Wallace-darwiniana, mas expansiva biométrica. Ou seja, o ...homo habilis, o neandertal, e o homo sapiens são os 'mesmos", essa variações corporais se deram no decorrer dos milênios, através da seleção Biométrica de Edson X, através dos processos fisioquimicos por onde onde os grupos iniciais de homo habilis sapiens, se espalharam pelas várias Regiões do continente.


                          E conforme os grupos de famílias desse gênero se diversificou, e se espalharam pela a Terra.  O homo neandertal é um filho dos  habilis sapiens, mais robusto, mais adaptável a Regiões frias. 


                           Para a Evolução Biométrica de Edson X, não há dúvida que o principal fenômeno de sobrevivência humana, vem do campo abstrato, a imaginação, a capacidade de identificação geométrica, simetria, identificação de sequências na natureza, o trouxeram até qui, e ao espaço sideral.


                           A partir do ...homo habilis sapiens , o homem conquistará o espaço sideral.  Na verdade podemos chamar o homo habilis, de homo habilis sapiens, o homo de neandertal, já é um homo sapiens sapiens, já possuíam 'alta' cultura, inclusive eram religiosos, como estudos recentes apontam.  Edson X,


Origens da Vida, Amazon e-book, fev 2021


Neandertais se diferenciaram dos humanos há cerca de 400 mil anos


Estimativas matemáticas congruentes com pesquisas arqueológicas mostram que o ancestral comum entre Homo sapiens e neandertais viveu há apenas 400 mil anos


Estudos recentes têm indicado que os humanos modernos e os neandertais se separaram geneticamente mais tarde do que se acreditava, fazendo com que nosso parentesco com a extinta espécie seja mais próximo — na verdade, muito mais, com centenas de milhares de anos de diferença. Uma estimativa matemática feita neste ano calcula que os neandertais teriam se separado há apenas 408.000 anos atrás, ao contrário de estudos anteriores, que chegavam a 800.000 anos ou mais.


Foto: Charles R. Knight/Domínio Público / Canaltech


Neandertais cruzaram com linhagem humana desconhecida antes de nos encontrar


Reconstrução facial de neandertal de 56 mil anos desfaz estereótipos da espécie


A antiga e extinta espécie humana Homo neanderthalensis viveu entre a Ásia e a Europa até cerca de 40.000 anos atrás, com seus fósseis indicando uma diferença física considerável em relação a nós, os Homo sapiens. Eles eram mais baixos, largos, com pélvis maiores e ossos mais pesados. Apesar disso, a espécie têm mostrado uma semelhança maior conosco do que se pensava ao demonstrar habilidades artísticas, maior adaptabilidade e inteligência através de diversas descobertas genéticas e arqueológicas.


Estas artes rupestres foram feitas por neandertais antes mesmo dos humanos surgirem, mostrando grande inteligência e capacidade artística (Imagem: 


Algumas pesquisas já mostraram que os neandertais enterravam seus mortos com especial cuidado, o que mostra sensibilidade emocional e, talvez, uma noção de sua própria mortalidade. A questão de quando a espécie se diferenciou da nossa vem sendo debatida há décadas, com pouca certeza das datas. Aos poucos, estamos definindo melhor esse espaço de tempo.


Quando nos separamos dos neandertais?


Através do software BEAST2, cientistas estatísticos da Universidade de Tel-Aviv estudaram o genoma de H. sapiens e neandertais para determinar o que se chama de TMRCA, sigla em inglês para "Tempo Até o Ancestral Comum mais Recente". A simulação indicou que a separação genética teria acontecido há 408.000 anos, surpreendentemente tarde para a ciência.


O genoma dos neandertais mostra que eles se separaram da nossa espécie muito mais tarde do que se imaginava (Imagem: Neanderthal-Museum, Mettmann/CC-BY-4.0)


O genoma dos neandertais mostra que eles se separaram da nossa espécie muito mais tarde do que se imaginava (Imagem: Neanderthal-Museum, Mettmann/CC-BY-4.0)


Foto: Canaltech


O dado é matemático e não envolveu o trabalho de arqueólogos ou paleoantropólogos, mas ainda assim concorda com os resultados de outros estudos envolvendo essas áreas que também jogam a data mais para a frente. Evidências fósseis e DNA, separadamente, também mostraram evidências de uma separação entre os humanos acontecendo entre 500.000 anos atrás e 650.000 anos atrás. Anteriormente, acreditava-se que o evento teria sido muito mais antigo, acontecendo há mais de 800.000 anos.


Mesmo com essa separação, ambas as espécies ainda compartilham 99,7% dos genes e seguiram acasalando entre si, gerando híbridos por milhares de anos. Atualmente, os europeus são os que mais carregam genes neandertais, com até 2% de seu genoma vindo dos extintos ancestrais. As influências disso podem ser vistas no tamanho dos narizes dos humanos modernos e até mesmo em sua vulnerabilidade à covid-19 e resistência a remédios.


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Fonte: BMC Genomic Data


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EVOLUÇÃO HUMANA E A EVOLUÇÃO BIOMÉTRICA HUMANA DE EDSON X

 


 


Para Evolução Biométrica de Edson X,  a evolução Humana não foi gradual, ou de espécies humanas , como proposto pela a seleção darwiniana, mas expansiva biométrica. 


Ou seja, o homo habilis, o neardertal... e o homo sapiens são os 'mesmos", essa variações corporais se deram no decorrer dos milênios, através da seleção Biométrica de Edson X, através dos processos fisioquimicos por onde onde os grupos iniciais de homo habilis sapiens, se espalharam pelas várias Regiões do continente. 


E conforme os grupos de famílias desse gênero se diversificou, e se espalhou pela a Terra.  O homo neandertal, é um filho dos  habilis sapiens... mais robusto, mais adaptável a Regiões frias. 


                          Para a Evolução Biométrica de Edson X, não há dúvida que o principal fenômeno de sobrevivência humana, vem do campo abstrato, a imaginação, a capacidade de identificação geométrica, simetria, identificação de sequências na natureza, o trouxeram até qui, e ao espaço sideral.


                             ... A partir do homo habilis sapiens o homem conquistará o espaço sideral.  Na verdade podemos chamar o homo habilis, de homo habilis sapiens, o homo de neardertal, já é um homo sapiens sapiens, já possuíam 'alta' cultura, inclusive eram religiosos, como estudos recentes apontam.


 


POR QUE SOMOS A ÚNICA ESPÉCIE HUMANA DO PLANETA


 4 DE JULHO DE 2021


Três descobertas nos últimos dias acabam de mudar o que sabíamos sobre a origem da raça humana e da nossa própria espécie, Homo sapiens. Talvez − dizem alguns especialistas − precisemos abandonar esse conceito para nos referir a nós mesmos, pois as novas descobertas sugerem que somos uma criatura de Frankenstein com partes de outras espécies humanas com as quais, não muito tempo atrás, compartilhamos planeta, sexo e filhos.


As descobertas da última semana indicam que cerca de 200.000 anos atrás havia até oito espécies ou grupos humanos diferentes. Todos faziam parte do gênero Homo, que nos engloba. Os recém-chegados apresentam uma interessante mistura de traços primitivos − arcos enormes acima das sobrancelhas, cabeça achatada − e modernos. O “homem dragão” da China tinha uma capacidade craniana tão grande quanto a dos humanos atuais, ou até superior. O Homo de Nesher Ramla, encontrado em Israel, pode ter sido o que deu origem aos neandertais e aos denisovanos que ocuparam, respectivamente, a Europa e a Ásia e com quem nossa espécie teve repetidos encontros sexuais, dos quais nasceram filhos mestiços que foram aceitos em suas respectivas tribos como mais um.


Agora sabemos que devido àqueles cruzamentos todas as pessoas de fora da África têm 3% de DNA neandertal, ou que os habitantes do Tibete têm genes transmitidos pelos denisovanos para poder viver em grandes altitudes. Algo muito mais inquietante foi revelado pela análise genética das populações atuais da Nova Guiné: é possível que os denisovanos − um ramo irmão dos neandertais − tenham vivido até apenas 15.000 anos atrás, uma distância muito pequena em termos evolutivos.


A terceira grande descoberta dos últimos dias é quase detetivesca. Na análise de DNA conservado no solo da caverna de Denisova, na Sibéria, foi encontrado material genético dos humanos autóctones, os denisovanos, de neandertais e de sapiens em períodos tão próximos que poderiam até se sobrepor. Lá foram encontrados há três anos os restos do primeiro híbrido entre espécies humanas que se conhece: uma menina filha de uma neandertal e de um denisovano.


O paleoantropólogo Florent Detroit descobriu para a ciência outra dessas novas espécies humanas: o Homo luzonensis, que viveu em uma ilha das Filipinas há 67.000 anos e que apresenta uma estranha mistura de traços que poderiam ser o resultado de sua longa evolução em isolamento durante mais de um milhão de anos. É um pouco parecido com o que experimentou seu contemporâneo Homo floresiensis, ou “homem de Flores”, um humano de um metro e meio que viveu em uma ilha indonésia. Tinha um cérebro do tamanho do de um chimpanzé, mas se for aplicado a ele o teste de inteligência mais usado pelos paleoantropólogos, podemos dizer que era tão avançado quanto o sapiens, pois suas ferramentas de pedra eram igualmente evoluídas.


Imagem radiográfica da mandíbula do ‘Homo’ de Nesher Ramla descoberta em Israel.


Imagem radiográfica da mandíbula do ‘Homo’ de Nesher Ramla descoberta em Israel. – Foto: ARIEL POKHOJAEV


A esses dois habitantes insulares se soma o Homo erectus, o primeiro Homo viajante que saiu da África há cerca de dois milhões de anos. Ele conquistou a Ásia e lá viveu até pelo menos 100.000 anos atrás. O oitavo passageiro desta história seria o Homo daliensis, um fóssil encontrado na China com uma mistura de erectus e sapiens, embora seja possível que acabe sendo incluído na nova linhagem do Homo longi.


“Não me surpreende que houvesse várias espécies humanas vivas ao mesmo tempo”, afirma Detroit. “Se considerarmos o último período geológico que começou há 2,5 milhões de anos, sempre houve diferentes gêneros e espécies de hominídeos compartilhando o planeta. A grande exceção é a atualidade, nunca havia existido apenas uma espécie humana na Terra”, reconhece. Por que nós, os sapiens, somos os únicos sobreviventes?


Para Juan Luis Arsuaga, paleoantropólogo do sítio arqueológico de Atapuerca, no norte da Espanha, a resposta é que “somos uma espécie hipersocial, os únicos capazes de construir laços além do parentesco, ao contrário dos demais mamíferos”. “Compartilhamos ficções consensuais como pátria, religião, língua, times de futebol; e chegamos a sacrificar muitas coisas por elas”, assinala. Nem mesmo a espécie humana mais próxima de nós, os neandertais, que criavam adornos, símbolos e arte, tinham esse comportamento. Arsuaga resume assim: “Os neandertais não tinham bandeira”. Por razões ainda desconhecidas, essa espécie se extinguiu há cerca de 40.000 anos.


Os sapiens não eram “estritamente superiores” a seus congêneres, opina Antonio Rosas, paleoantropólogo do Conselho Superior de Pesquisas Científicas da Espanha. “Agora sabemos que somos o resultado de hibridações com outras espécies, e o conjunto de características que temos foi o perfeito para aquele momento”, explica. Uma possível vantagem adicional é que os grupos sapiens eram mais numerosos que os neandertais, o que significa menos endogamia e melhor saúde das populações.


Detroit acredita que parte da explicação está na própria essência da nossa espécie sapiens, “sábio” em latim. “Temos um cérebro enorme que devemos alimentar, por isso precisamos de muitos recursos e, portanto, de muito território”, assinala. “O Homo sapiens teve uma expansão demográfica enorme e é bem possível que a disputa pelo território fosse muito dura para as demais espécies”, acrescenta.


María Martinón-Torres, diretora do Centro Nacional de Pesquisa sobre Evolução Humana, com sede em Burgos, acredita que o segredo seja a “hiperadaptabilidade”. “A nossa é uma espécie invasiva, não necessariamente mal-intencionada, mas somos como o cavalo de Átila da evolução”, compara. “Por onde passamos, e com nosso estilo de vida, diminui a diversidade biológica, incluindo a humana. Somos uma das forças ecológicas de maior impacto do planeta e essa história, a nossa, começou a se delinear no Pleistoceno [o período que começou há 2,5 milhões de anos e terminou há cerca de 10.000, quando o sapiens já era a única espécie humana que restava no planeta]”, acrescenta.


As descobertas dos últimos dias voltam a expor um problema crescente: os cientistas estão denominando cada vez mais espécies humanas. Tem sentido fazer isso? Para o paleoantropólogo israelense Israel Hershkovitz, autor da descoberta do Homo de Nesher Ramla, não. “Há muitas espécies”, afirma. “A definição clássica diz que duas espécies diferentes não podem ter filhos férteis. O DNA nos diz que sapiens, neandertais e denisovanos tiveram, por isso deveriam ser considerados a mesma espécie”, aponta.


“Se somos sapiens, então essas espécies que são nossos ancestrais por meio da miscigenação também são”, reforça João Zilhão, professor da Instituição Catalã de Pesquisa e Estudos Avançados na Universidade de Barcelona.


Essa questão é objeto de discórdia entre especialistas. “A hibridação é muito comum em espécies atuais, especialmente no mundo vegetal”, lembra José María Bermúdez de Castro, codiretor das pesquisas em Atapuerca. “Pode-se matizar o conceito de espécie, mas acho que não podemos abandoná-lo, porque é muito útil para podermos nos entender”, ressalta.


Escavações no sítio arqueológico de Nesher Ramla. 


Escavações no sítio arqueológico de Nesher Ramla. – Foto:  ZAIDNER


Muitas nuances entram em jogo nessa questão. A evidente diferença entre sapiens e neandertais não é a mesma coisa que a identidade como espécie do Homo luzonensis, do qual só conhecemos alguns poucos ossos e dentes, ou dos denisovanos, dos quais a maioria das informações vem do DNA extraído de fósseis minúsculos.


“Curiosamente, apesar dos cruzamentos frequentes, tanto os sapiens como os neandertais foram espécies perfeitamente reconhecíveis e distinguíveis até o fim”, destaca Martinón-Torres. “Os traços do neandertal tardio são mais marcados que os dos anteriores, em vez de terem se apagado como consequência do cruzamento. Houve trocas biológicas, e talvez culturais também, mas nenhuma das espécies deixou de ser ela, distintiva, reconhecível em sua biologia, seu aspecto, suas adaptações específicas, seu nicho ecológico ao longo de sua história evolutiva. Acredito que esse é o melhor exemplo de que a hibridação não colide necessariamente com o conceito de espécie”, conclui. Seu colega Hershkovitz alerta que o debate continuará: “Estamos fazendo escavações em outras três cavernas em Israel onde encontramos fósseis humanos que nos darão uma nova perspectiva sobre a evolução humana”.


 


Paleontólogos revelam novos dados sobre a evolução do crânio dos hominídeos


Por Julio Batista -set 15, 20220


Representação fotográfica dos quatro novos crânios de hominídeos analisados ​​no paper. (Créditos: Universidade de Málaga)


Traduzido por Julio Batista


Original de R. L. para a Universidade de Malága


Para Evolução Biométrica de Edson X, a evolução Humana não foi gradual, como proposto pela a seleção Wallace-darwiniana, mas expansiva biométrica. Ou seja, o homo habilis, o neardertal, e o homo sapiens são os 'mesmos", essa variações corporais se deram no decorrer dos milênios, através da seleção Biométrica de Edson X, através dos processos fisioquimicos por onde onde os grupos iniciais de homo habilis sapiens, se espalharam pelas várias Regiões do continente. E conforme os grupos de famílias desse gênero se diversificou, e se espalharam pela a Terra.  O homo neandertal é um filho dos  habilis sapiens, mais robusto, mais adaptável a Regiões frias. 


                          

                              A partir do homo habilis sapiens o homem conquistará o espaço sideral.  Na verdade podemos chamar o homo habilis, de homo habilis (Erectus) sapiens, o homo de neardertal, já é um homo sapiens sapiens, já possuíam 'alta' cultura, inclusive eram religiosos, como estudos recentes apontam.


                             


O  cérebro do homo sapiens habillis, mesmo sendo menor pode ter adquirido grande capacidade neural, cognitiva. Peguemos por exemplo, o corvo, é considerada a ave mais inteligente das aves (e um dos mais inteligentes do reino animal), e tem um cérebro bem pequeno (ao contrario do golfinho que tem um cérebro grande), porem, os estudos recentes sobre essas magnificas aves (os corvos), os cientistas estão concluindo que elas possuem até mesmo intuição, infra sensilidade. Edson X  -  Origens da Vida, Amazon, Fevereiro de 2021.


Esta pesquisa demonstra exatamente o que o livro Origens da Vida (Edson X, fev-2021, Amazon) afirma, que os tamanhos dos crânios dos hominideos não limitavam suas capacidades cognitivas, assim o  crânio do Homo naledi, apesar de ser uma espécie relativamente recente no registro fóssil da evolução humana — menos de 300.000 anos — apresenta proporções semelhantes às dos primeiros representantes da espécie humana, o Homo habilis, com mais de 2 milhões de anos.


“A trajetória de desenvolvimento do gênero Homo se transformou em um novo ponto de partida, onde os adultos mantiveram as características dos crânios infantis da espécie ancestral”, disseram eles.


Paleontólogos revelam novos dados sobre a evolução do crânio dos hominídeos. 


Uma nova pesquisa conduzida por dois paleontólogos da Universidade de Málaga acaba de revelar que a evolução humana combina de forma única um aumento no tamanho do cérebro com a aquisição de uma forma craniana cada vez mais juvenil.


Este paper, que foi publicado na revista PeerJ, é o resultado de uma linha de pesquisa que a UMA iniciou em 2015 complementada com a análise de quatro novos crânios de hominídeos de espécimes que foram descobertos posteriormente: Australopithecus anamensis, Australopithecus prometheus, Homo naledi e Homo longi. Além disso, a pesquisa adiciona amostras juvenis de espécies modernas de grandes símios.


Esta pesquisa também traz uma abordagem inovadora para a interpretação da hominização em termos de desenvolvimento embrionário, que se refere a mudanças no momento inicial ou final dos processos de desenvolvimento, bem como diferenças no ritmo desses processos entre uma espécie ancestral e outra espécie derivada.


Evolução craniana: humanos e grandes símios


Graças a essas novas análises, eles puderam verificar que os representantes do gênero Homo, assim como os australopitecíneos – nossos parentes próximos na evolução – compartilham com orangotangos, gorilas e chimpanzés um crescimento negativo do neurocrânio – a abóbada craniana, que serve de medida do desenvolvimento do cérebro e cresce a um ritmo mais lento do que o resto do crânio – e positivo no esplancnocrânio – as dimensões da face, que se correlacionam com o tamanho da dentição e crescem mais rapidamente ao longo do desenvolvimento.


Comparação do desenvolvimento de cérebros humanos e chimpanzés. (Créditos: Universidade de Málaga)


“Isso significa que crânios maiores apresentam tamanhos relativos maiores na face e tamanhos mais reduzidos na abóbada craniana”, explicaram os professores da Faculdade de Ciências Juan Antonio Pérez Claros e Paul Palmqvist, autores deste paper.


Maior desenvolvimento cerebral


Ambos os especialistas apontam que enquanto a evolução craniana dos australopitecíneos seguiu a mesma escala durante o desenvolvimento dos grandes símios, nos humanos também ocorreu uma série de transposições laterais.


“A trajetória de desenvolvimento do gênero Homo se transformou em um novo ponto de partida, onde os adultos mantiveram as características dos crânios infantis da espécie ancestral”, disseram eles.


Como explicam, essas mudanças acarretaram uma “juvenilização” de proporções cranianas, processo conhecido como pedomorfose (“formato de criança”), que possibilitou um maior desenvolvimento cerebral em nossa linhagem evolutiva em comparação com outras espécies.


Por fim, esta pesquisa demonstrou que o crânio do Homo naledi, apesar de ser uma espécie relativamente recente no registro fóssil da evolução humana — menos de 300.000 anos — apresenta proporções semelhantes às dos primeiros representantes da espécie humana, o Homo habilis, com mais de 2 milhões de anos.

estudos recentes sobre os neandertais          +7                  Estudos recentes sobre os neandertais revolucionaram nossa visão sobre eles, deixando de retratá-los como brutos primitivos. Pesquisas de ponta revelam que eles tinham alta capacidade cognitiva, falavam por meio de voz, produziam arte, sofriam de vírus antigos (como herpes) e se cruzaram tanto com Homo sapiens quanto com denisovanos.Abaixo estão as principais descobertas recentes agrupadas por tema:🧬 Miscigenação e Dinâmica de CruzamentoPadrões de acasalamento: Um estudo publicado na revista Science revelou que, quando neandertais e Homo sapiens se reproduziram, os casais eram formados predominantemente por homens neandertais e mulheres humanas.Ausência de extinção total: Pesquisas antropológicas recentes levantam a hipótese de que os neandertais podem nunca ter desaparecido totalmente, mas sim sido absorvidos pelos humanos modernos através de cruzamentos ao longo de milênios. Como resultado, grande parte da população atual possui em torno de 3% de DNA neandertal no genoma.🧠 Capacidade Cognitiva e ComportamentoInteligência equiparável: Segundo pesquisas recentes, os neandertais eram tão inteligentes quanto os humanos modernos, com estruturas cerebrais avançadas voltadas à socialização, planejamento de caça e ritos funerários.Comunicação: Análises da estrutura auditiva neandertal indicam que eles tinham a capacidade física e cognitiva para se comunicar através da fala na vida diária.Crescimento acelerado: Dados publicados na Current Biology demonstraram que crianças neandertais cresciam e se desenvolviam mais rápido na primeira infância do que os humanos modernos, uma provável adaptação de sobrevivência aos ambientes hostis e frios da época.🦠 Vulnerabilidade a DoençasVírus pré-históricos: Análises genéticas de fósseis encontrados na Caverna Chagyrskaya, na Sibéria, revelaram a infecção viral humana mais antiga já documentada. Eles carregavam patógenos como adenovírus e herpesvírus. Acredita-se que a menor diversidade genética da espécie os deixou muito vulneráveis a novos micróbios circulantes na época.🌍 Encontros entre EspéciesHíbridos de primeira geração: Evidências de escavações na Sibéria comprovaram a existência de um fóssil de uma menina de 13 anos que era filha direta de uma mãe neandertal com um pai denisovano (outra espécie de hominídeo extinto).Para entender melhor como essas informações sobre os neandertais estão codificadas no nosso DNA hoje em dia:02:27:04Antropólogos fizeram uma descoberta sobre o Neandertal que reescreve a ...YouTube · INCRÍVELAs descobertas que estão mudando o que sabemos sobre os neandertais13 de dez. de 2024 — Pesquisas recentes sobre a sua audição, por exemplo, sustentam a ideia de que os neandertais se comunicavam pela voz na sua vida diária. E a arqueologia, que é ...G1Doenças mataram os neandertais? : Revista Pesquisa Fapesp29 de mai. de 2024 — Isso porque os neandertais estudados, que se revelaram portadores de adenovírus, herpesvírus e papilomavírus – até hoje circulantes entre seres humanos–, vivera...Revista Pesquisa FapespA nova história dos neandertais | Super - Superinteressante20 de jul. de 2023 — “Esses estudos mostram de maneira bastante convincente que, de forma geral, os neandertais viviam em populações menores, com menos diversidade genética [que as ...SuperinteressanteSeriam os homens de Neandertal os "Romeus" do mundo pré-histórico ...3 de mar. de 2026 — Os homens Neandertais podem ter tido uma queda por mulheres humanas modernas, mulheres Homo sapiens, ou talvez tivessem algo, algum “charme”, a que as mulheres ...Brasil | National Geographic2:27:04Antropólogos fizeram uma descoberta sobre o Neandertal que reescreve a ...YouTube·INCRÍVELCientistas descobrem que crianças neandertais cresciam mais rápido22 de abr. de 2026 — Cientistas descobrem que crianças neandertais cresciam mais rápido. Padrões de crescimento em crianças neandertais eram mais acelerados; pesquisadores apontam q...Aventuras na História0:58Um novo estudo publicado na revista Scientific Reports sugere que os ...Instagram·Canal History BrasilOs neandertais eram tão inteligentes quanto os Homo sapiens, segundo ...30 de abr. de 2026 — Os neandertais eram tão inteligentes quanto os Homo sapiens, segundo um estudo surpreendente.National Geographic Portugal



A evolução humana não acabou – e pode estar mudando de rumo - Lei do cérebro e corpo e a seleção Biométrica de Edson Ecks 


Estudo sugere que a cultura está substituindo a genética como principal força evolutiva e pode transformar sociedades em “superorganismos”


A clássica imagem da “Marcha do Progresso” sugere que a evolução humana terminou conosco, mas essa visão está incorreta. Segundo um novo estudo da Universidade do Maine, nos Estados Unidos, a humanidade pode estar no meio de uma grande transição evolutiva, na qual a cultura se torna o principal motor de adaptação.


“A evolução humana parece estar mudando de marcha”, explica Tim Waring, professor associado da universidade.


Imagem representando homo sapiens caminhando juntos, em alusão à evolução humana


Cientistas revelaram que estamos no meio de uma grande mudança evolutiva 


Waring e o coautor Zachary Wood defendem que os humanos estão evoluindo de organismos genéticos individuais para grupos culturais que funcionam como superorganismos, semelhantes a formigueiros ou colmeias.


Eventos como a pandemia de Covid-19, em que sociedades inteiras atuaram coletivamente, seriam exemplos desse comportamento emergente.


Da genética à evolução cultural


Os pesquisadores argumentam que, ao longo da história, avanços como agricultura, infraestrutura, vacinas e hoje edição genética mostram que a evolução cultural supera a genética em velocidade e impacto.


“A cultura resolve problemas muito mais rapidamente do que a evolução genética”, diz Waring.


Eles também apontam que nossas sociedades já previnem ou neutralizam pressões seletivas naturais – óculos, cesarianas e tecnologia médica permitem que genes antes limitantes deixem de ser um obstáculo.


Isso reforça a ideia de que o bem-estar humano depende cada vez mais dos sistemas culturais, não apenas da biologia.


Pesquisadores afirmam que a humanidade está migrando de indivíduos genéticos para grupos culturais cada vez mais cooperativos...


ARTIGO 2


Com 140 mil anos, menino pode ser híbrido mais antigo de Homo sapiens e neandertais


Para Evolução Biométrica de Edson X, a evolução Humana não foi gradual, como proposto pela a seleção Wallace-darwiniana, mas expansiva biométrica. Ou seja, o homo habilis, o neandertal, e o homo sapiens são os 'mesmos", essa variações corporais se deram no decorrer dos milênios, através da seleção Biométrica de Edson X, através dos processos fisioquimicos por onde onde os grupos iniciais de homo habilis sapiens, se espalharam pelas várias Regiões do continente. E conforme os grupos de famílias desse gênero se diversificou, e se espalharam pela a Terra.  O homo neandertal é um filho dos  habilis sapiens, mais robusto, mais adaptável a Regiões frias. 


                          Para a Evolução Biométrica de Edson X,  não há dúvida que o principal fenômeno de sobrevivência humana, vem do campo abstrato, a imaginação, a capacidade de identificação geométrica, simetria, identificação de sequências na natureza, o trouxeram até qui, e ao espaço sideral.


                              A partir do ...homo habilis sapiens o homem conquistará o espaço sideral.  Na verdade podemos chamar o homo habilis, de homo habilis sapiens, o homo de neandertal, já é um homo sapiens sapiens, já possuíam 'alta' cultura, inclusive eram religiosos, como estudos recentes apontam.


O Biométrismo considera todos os hominídeos  sapiens, todos tinhas seus níveis  psicorganicos , culturais , logo , muitos desses grupos trocaram informações e se misturaram geneticamente. Essa foi nossa primeira 'proto civilização ' :


'Todos somos um'


Origens da Vida, Amazon e-book, Edson X, 2021


Com 140 mil anos, menino pode ser híbrido mais antigo de Homo sapiens e neandertais


Crânio de criança que viveu há 140 mil anos foi descoberto em uma caverna de Israel, e pode revolucionar o que se sabe da evolução da nossa espécie


Publicado em 24/11/2025, às 18h00


Crânio descoberto em caverna em Israel / Crédito: Divulgação/Universidade de Tel Aviv/Centro Dan David de Evolução Humana


Até o fim da década de 1990, era consenso na comunidade científica que os neandertais (Homo neanderthalensis) e os humanos modernos (Homo sapiens) não poderiam ter se cruzado, visto que eram duas espécies distintas. Hoje, no entanto, sabemos que não é bem essa a verdade: em vez de os humanos modernos terem dizimado os neandertais através da violência, na verdade, as duas espécies se misturaram até que se tornassem uma coisa só — e hoje temos uma herança genética neandertal que varia entre 1% e 5%.


Porém, os detalhes dessa miscigenação ainda são incertos para muitos cientistas; como, por exemplo, quando ela teve início. Em 1998, foi descoberto um esqueleto de um menino em Lapedo, Portugal, que viveu há cerca de 19 anos mil anos e tinha características mistas entre sapiens e neandertais, evidenciando uma hibridização — o que foi confirmado na década de 2010, quando foi sequenciado o primeiro genoma neandertal.


Mas há quase um século, em 1931, a arqueóloga britânica Dorothy Garrod e o antropólogo físico americano Theodore McCown exploraram a região noroeste de Israel, e em uma das cavernas do Monte Carmelo realizaram uma descoberta que pode ser revolucionária para a compreensão da evolução da nossa espécie: o crânio de uma criança que viveu há 140 mil anos, cuja morfologia, segundo uma pesquisa recente, pode ser a evidência mais antiga de miscigenação entre os neandertais e os humanos modernos.


“O que dizemos agora, na verdade, é revolucionário”, explica o paleoantropólogo israelense Israël Hershkovitz, professor do Departamento de Anatomia e Antropologia da Universidade de Tel Aviv, em Israel, e líder da pesquisa, à BBC News Mundo. “Nós demonstramos que o primeiro encontro entre os neandertais e o Homo sapiens não ocorreu há cerca de 50 mil anos, como se imaginava, mas sim pelo menos cerca de 100 mil anos antes, há 140 mil anos, o que é extremamente significativo.”


Skhūl 1°


Denominado Skhūl 1° — porque foi o primeiro fóssil encontrado por Garrod e McCown quando exploraram a região —, o que os pesquisadores puderam determinar foi que ele morreu de causas naturais, e com pouca idade. Infelizmente, não se sabe muito sobre como ele viveu, e nem é possível determinar seu sexo biológico ou a doença que pode ter causado sua morte tão jovem.


Mas o que se sabe é que ele foi enterrado ao lado de outras crianças e adultos, no que os pesquisadores consideraram ser um cemitério coletivo — sendo este considerado o cemitério mais antigo conhecido. No novo estudo, publicado na revista L’Anthropologue, a morfologia de seu crânio e de sua mandíbula (que acabou se separando do esqueleto durante a escavação) foi reavaliada através de imagens de tomografia computadorizada e reconstruções em 3D.


E foi quando o crânio foi comparado ao de outras crianças, tanto Homo sapiens quanto neandertais, que os cientistas observaram “uma natureza em mosaico das suas características morfológicas” e uma “dicotomia morfogenética”, de acordo com Hershkovitz. A estrutura craniana tinha traços bastante próprios do Homo sapiens, enquanto a mandíbula tinha “forte afinidade” com o grupo dos neandertais, o que causou grande impacto nos estudiosos.


“A combinação de traços observada em Skhūl 1° pode indicar que a criança era um híbrido“, segundo o estudo. Antes disso, a criança era simplesmente classificada como um Homo sapiens comum, mas o que os pesquisadores sugerem agora é que é “quase impossível” classificá-lo em apenas um dos grupos...


Título da Matéria: "Com 140 mil anos, menino pode ser híbrido mais antigo de Homo sapiens e neandertais".


Nome do Autor da Matéria: Éric Moreira.


Data de Publicação da Matéria: 24/11/2025.


Os pesquisadores principais citados no estudo são:


Israel Hershkovitz (Professor do Departamento de Anatomia e Antropologia da Universidade de Tel Aviv, líder da pesquisa).


Antonio Rosas (Professor de pesquisa do Departamento de Paleobiologia do Museu Nacional de Ciências Naturais da Espanha, um dos cientistas que expressa dúvidas sobre a conclusão).


Os descobridores originais dos fósseis em 1931:


Dorothy Garrod (Arqueóloga britânica).


Theodore McCown (Antropólogo físico americano).


Diálogo hipotético, baseado nas ideias de Edson Ecks (do Origens da Vida, Amazon e-book, 2021) e nas informações dos pesquisadores Israel Hershkovitz e Antonio Rosas (com base na matéria de Éric Moreira de 24/11/2025).


Diálogo: Evolução Biométrica vs. Hibridização Arcaica


Participantes:


Edson Ecks: Proponente da Evolução Biométrica.


Israel Hershkovitz: Paleoantropólogo da Universidade de Tel Aviv, líder da pesquisa Skhūl 1°.


Antonio Rosas: Professor de Paleobiologia do Museu Nacional de Ciências Naturais da Espanha, crítico da conclusão de Skhūl 1°.


Edson Ecks: Boa tarde, Doutores. Para a minha perspectiva da Evolução Biométrica, o achado do Skhūl 1° com 140 mil anos e suas características em mosaico não é uma surpresa. Desde o início, os hominídeos eram o "Homo habilis sapiens." O que vocês chamam de Homo neanderthalensis e Homo sapiens são, fundamentalmente, o "mesmo", apenas variações corporais dadas por processos físico-químicos das regiões onde se espalharam, conforme minha tese de seleção Biométrica.


Israel Hershkovitz: Professor Ecks, é intrigante o seu conceito de Evolução Biométrica, mas nossa descoberta em Skhūl, que denominamos como uma população com introgressão, corrobora parcialmente essa ideia de continuidade, embora por um mecanismo diferente da sua "seleção biométrica". O que o Skhūl 1° nos mostra é que o cruzamento e a assimilação entre neandertais e humanos modernos não começou há 50 mil anos, mas sim pelo menos 100 mil anos antes! Isso sugere uma coexistência e mistura progressiva, em vez de aniquilação.


Edson Ecks: Exatamente! Essa coexistência e mistura é a chave. Para o Biométrismo, todos os hominídeos eram sapiens, todos com seus níveis psicorgânicos e culturais. Eles se misturaram geneticamente e trocaram informações. Essa foi a nossa primeira 'proto civilização'. O menino de Skhūl, com sua mandíbula neandertal e crânio sapiens, é a prova material de que as diferenças são apenas variações de um único gênero que se adaptou, tornando o Neandertal um "filho dos habilis sapiens" mais robusto.


Antonio Rosas: Com todo respeito, Professor Ecks, e Professor Hershkovitz, a interpretação morfológica de Skhūl 1° como um híbrido de 140 mil anos é metodologicamente arriscada. Dizer que a base do crânio é Homo sapiens e a mandíbula é neandertal, e que isso indica hibridização, tem pouco sentido biológico. A determinação genética da anatomia não se distribui de forma tão hermética.


Israel Hershkovitz: Professor Rosas, nós observamos uma "natureza em mosaico das suas características morfológicas" e uma "dicotomia morfogenética." Embora reconheçamos as dúvidas, a combinação é sugestiva. Classificá-lo em apenas um grupo é "quase impossível." Não estamos dizendo que ele é o filho direto de um neandertal e um sapiens, mas o fruto de uma miscigenação progressiva que levou à introgressão genética na população.


Edson Ecks: Em outras palavras, Professor Rosas, se a variação é a regra, como propõe a Evolução Biométrica, então a dificuldade em classificar o indivíduo é a prova de que ele pertence à mesma linha expansiva. E, como vocês mencionaram, o fato de ele ter sido sepultado em um cemitério coletivo, com oferendas, reforça minha tese: o principal fenômeno de sobrevivência humana vem do campo abstrato, da imaginação e da cultura. Eles eram religiosos e tinham um senso de pertencimento, como meus estudos apontam.


Antonio Rosas: A presença de um enterro não é exclusiva do Homo sapiens, e isso é um ponto importante para entender que as capacidades culturais eram compartilhadas. No entanto, para comprovar a hibridização e o momento do primeiro encontro, a única coisa que irá dirimir a dúvida metodológica será uma análise de DNA mais completa e detalhada do Skhūl 1°.


Fonte e Data do Artigo/Matéria:


Fonte: Revista Aventuras na História (do Grupo Perfil).


Título: Com 140 mil anos, menino pode ser híbrido mais antigo de Homo sapiens e neandertais.


Autor: Éric Moreira.


Data de Publicação: 24 de novembro de 2025.



Humanos ainda estão evoluindo? Estudo genético de Harvard respondeu - Lei do cérebro e corpo e a seleção Biométrica de Edson Ecks 


Centenas de genes que acompanham nossa espécie há milhares de anos possuem relação com características físicas e doenças herdadas atualmente; entenda


16/04/2026 


 


A seleção natural moldou os genomas humanos modernos muito mais do que se pensava


A seleção natural moldou os genomas humanos modernos muito mais do que se pensava National Human Genome Research Institute/Flickr


Nossa espécie continua evoluindo? Ainda que mudanças na nossa espécie não sejam sempre tão visíveis, o fato é que, desde que humanos passaram da caça e da coleta para a agricultura, a evolução humana tem acelerado continuamente. Quem indica isso é uma nova pesquisa liderada pela Universidade Harvard, nos Estados Unidos e publicada nesta quarta-feira (15) na revista Nature.


Os pesquisadores analisaram o material genético de quase 16 mil pessoas que viveram na Eurásia Ocidental ao longo de 10 mil anos. Até então, estudos de DNA humano antigo tinham identificado cerca de 21 casos de seleção direcional – isto é, de seleção natural que ocorre quando uma versão de um gene confere uma característica que acaba por ser vantajosa o suficiente para que o indivíduo sobreviva e se reproduza.


A escassez de evidências sugeria que a seleção direcional era rara desde que os humanos modernos surgiram no continente africano, há 300 mil anos. O que a nova análise mostra é que, na verdade, esse processo de evolução e adaptabilidade das características humanas impulsionou a disseminação ou o declínio de centenas de variantes genéticas na Eurásia Ocidental desde o fim da Era do Gelo.


DO LIVRO ORIGENS DA VIDA, DE EDSON ECKS 


Seleção natural é o mecanismo evolutivo proposto por Alfred Wallace e Charles Darwin, que afirmou que o meio ambiente atua como um selecionador de características, perpetuando os organismos mais aptos a sobreviver em determinado local....


Terceira lei , a lei do corpo e cérebro  de Edson Ecks


Fenômenos abstratos desenvolvem fenômenos bio- fisioquimicos biofisioquímicos (emoções, doenças, dormir, ações...), como fenômenos biofisioquímicos desenvolvem fenômenos abstratos (Ler, musica, escrever...): Tanto o cérebro depende do corpo, como o corpo depende do cérebro e do Universo ao seu redor.


3. Lei do Corpo e Cérebro (Segunda Menção)


Explicação: Esta lei enfatiza a relação bidirecional entre fenômenos abstratos (como emoções, pensamentos, doenças) e fenômenos biofísico-químicos (como a leitura, a música, a escrita, ou processos biológicos). Ou seja, o cérebro afeta o corpo e vice-versa, e ambos são interdependentes do universo ao redor. Há uma circularidade e interdependência entre o abstrato e o concreto, o mental e o físico. Edson Ecks, Generanalise, Amazon ebook, 2022


Seleção Biométrica


Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio fisioquimico (espacial-Terrestre- artificial) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo.


A vida funciona através de biomas dentro de biomas:


A evolução Biométrica é múltipla, funciona de forma lenta, rápida , acelerada.


Cada ser ser vivo, humano é uma fórmula psico-biofisioquimica, , e conforme cada fórmula , ela desenvolvera determinadas formas, cor da pele, estrutura corporal , tendências, inclinação , jeitos , aptidões... Em consonância também com seu tipo de alimentação .


Edson Ecks, ORIGENS da Vida, Amazon ebook, 2021


Na Biométrica não há  'acaso‘, há incógnitas. A base da teoria do caos de Henry Poincoré diz que uma tempestade se forma através de processos absolutamente aleatórios, porem, a complexidade de uma tempestade só pode ser formada através de procedimentos combinatórios-complementares‘ (Ciensofia l), se não a tempestade jamais se formaria.. O 'mesmo‘ ocorre com os fenômenos biológicos, que chamamos de aleatórios‘, acasos‘, há ali leis ainda incógnitas para nós, vamos descobri-las.


Principalmente a biométrica humana, se desenvolveu mais rapidamente, por causa de sua estrutura corpórea, que se tornou mais 'transmorfa‘ que a das outras espécies, e o fator alimentação e movimentação, o desenvolveu cada vez mais, no decorrer  dos milênios. O  'uso e desuso‘ de suas capacidades psiorganicas, foram primordiais para sua sobrevivência ou extinção (Erectus, neandertal), nisso a linhagem dos homo sapiens se sobressaiu, em relação aos outros grupos, que são hoje apenas imagens da história‘.       


                            Porem, os seres micro biométricos estão mais diretamente expostos aos fenômenos fisioquímicos, por isso em seu reino há muito mais variações, recombinações e mutações, do que as do plano macro biométrico.


Na Biométrica não há 'acaso‘, há incógnitas. A base da teoria do caos de Henry Poincore diz que uma tempestade se forma através de processos absolutamente aleatórios, porem, a complexidade de uma tempestade só pode ser formada através de procedimentos combinatórios-complementares‘ , se não a tempestade jamais se formaria.. O mesmo‘ ocorre com osfenômenos biológicos, que chamamos de aleatórios‘, acasos‘, há ali leis ainda incógnitas para nós, vamos descobri-las.


A Seleção Biométrica trabalha em pacotes, herança, ambiental, cultural, genética, epigenética... Tudo é extremamente importante para o desenvolvimento do ser humano (e seres), e entre essas influencias conforme seus espaços-tempos se unem, se separam.


Os fenômenos biométricos agem de forma diferente tanto em espécies como em indivíduos. Muitas são as variações, o que faz uma abelha ser diferente da outra, um ser humano ser diferente do outro, um cachorro ser diferente do outro. Por isso, por exemplo, um ser mais determinado a uma doença do que outro, um gato ser mais inteligente que o outro. Edson Ecks


DEBATE ENTRE EDSON ECKS E PESQUISADORES 


Este debate técnico-ciensófico coloca em cena as bases da biologia evolutiva moderna frente à cosmovisão de Edson Ecks, buscando os pontos de intersecção entre a genética populacional de Harvard, a antropologia evolutiva do Maine e a Seleção Biométrica Edson Ecks.


 O Grande Debate: Evolução, Biometrica e a Lei do Corpo-Cérebro


Participantes:


Edson Ecks: Autor de Origens da Vida e Ciensofia, 2021.


Ali Akbari (Harvard): Autor principal de "Pervasive signatures of directional selection in the last 10,000 years of human history" (BioRxiv/Genetics, 2024).


Timothy Waring (University of Maine): Autor de "Long-term gene–culture coevolution and the human evolutionary transition" (Proceedings of the Royal Society B, 2021).


Eixo 1: O Fim do "Acaso" e a Complexidade Combinatória


Ali Akbari (Harvard): Nossos estudos em Harvard demonstram que a seleção natural em humanos nos últimos 10 mil anos não é aleatória; ela é direcional. Identificamos variantes genéticas para altura e resistência a patógenos que se espalham porque oferecem vantagem. Mas ainda operamos sob a lógica de mutações genéticas que surgem e são filtradas pelo meio.


Edson Ecks: O que vocês chamam de "direcional", eu chamo de procedimento combinatório-complementar. Na Seleção Biométrica, não há espaço para o acaso puro de Poincaré. Assim como uma tempestade não se forma por sorte, mas por condições físicas exatas, a vida é uma incógnita que estamos decifrando. O meio físico-químico é ativo. O organismo não apenas "sofre" a seleção; o ambiente-organismo é um pacote único. Se o espaço-tempo muda, a fórmula se altera.


Ali Akbari: "Nossas pesquisas mostram que a seleção natural não parou. Identificamos variantes genéticas que se espalharam por milênios de forma gradual, como a resistência a doenças. O meio ambiente impõe um filtro, e o DNA responde lentamente."


Edson Ecks: "Concordo que o DNA responde, mas minha proposta de Seleção Biométrica vai além do gradualismo clássico de Darwin. O meio físico-químico — seja ele espacial, terrestre ou artificial — é um agente ativo. Não é apenas o organismo que é filtrado, é a relação ambiente-organismo que se seleciona em conjunto. 


Zachary Wood: "Observamos que, desde o surgimento da agricultura, a evolução parece ter acelerado em certos nichos culturais. Mas Darwin era enfático: a evolução não dá saltos, ela é lenta."


Edson Ecks: "Darwin via o macro. Na Biométrica, a evolução é múltipla: lenta, rápida ou acelerada. No Plano Micro Biométrico, onde os seres estão diretamente expostos ao meio físico-químico, as mutações são frenéticas. No plano macro, somos mais 'transmorfos'. O ser humano se sobressaiu porque sua estrutura corpórea permitiu o uso e desuso de capacidades psiorgânicas e uma mudança na alimentação que acelerou nossa linhagem em relação a outros hominídeos. O espaço-tempo em que o ser é inserido dita a velocidade do seu relógio evolutivo."


Eixo 2: A Lei do Corpo e Cérebro vs. Evolução Cultural


Timothy Waring (Maine): Ecks, concordamos que o ambiente mudou, mas em nossa pesquisa no Maine, argumentamos que a cultura agora dirige a evolução mais do que a genética. Grupos que desenvolvem tecnologias (como vacinas ou métodos agrícolas) sobrevivem mais. A cultura é o novo motor adaptativo.


Edson Ecks: A cultura é o que chamo de Fenômeno Abstrato. Minha Terceira Lei (Lei do Corpo e Cérebro) explica que vocês não podem separar isso da biologia. Quando o humano lê ou cria música (físico), ele altera sua estrutura psíquica (abstrato). Quando o estresse de um ambiente briguento (abstrato) atua sobre um indivíduo, ele envelhece fisicamente mais rápido que seu gêmeo em paz. A cultura não "substitui" a genética; elas se retroalimentam em uma circularidade biofisioquímica. O cérebro depende do Universo, e o corpo depende dessa interpretação mental.


Eixo 3: O Paradoxo dos Gêmeos e a Biometrica Individual


Ali Akbari (Harvard): Analisamos grandes populações para ver como genes de 10 mil anos atrás, como os de resistência à hanseníase, persistem. É uma visão macroscópica.


Edson Ecks: E eu proponho o olhar sobre a fórmula individual. Peguemos meu estudo sobre os Gêmeos sem Paradoxo. Se um gêmeo corre por 10 anos e o outro caminha, ou se um dorme e o outro vive em estresse, o tempo biológico deles dilata de forma diferente. A evolução é múltipla: 'lenta' para o macro (nossa espécie), mas acelerada no micro (nossas células e bactérias). Cada ser é uma fórmula única de alimentação e movimento. O "uso e desuso" psiorgânico é o que separou o Sapiens do homo hominídeos como o homo habilis. Nós nos tornamos "transmorfos".


Eixo 4: Biomas dentro de Biomas - O Futuro da Espécie


Timothy Waring (Maine): Nossa conclusão é que estamos nos tornando um "superorganismo" cultural.


Edson Ecks: Sim, mas esse superorganismo funciona através de biomas dentro de biomas. O ser micro-biométrico (vírus, bactérias) muda rápido porque está "na pele" do ambiente físico-químico. Nós, no plano macro, criamos biomas artificiais. A Seleção Biométrica nos diz que a sobrevivência futura não depende apenas de genes resistentes, mas da harmonia entre o que comemos, como nos movimentamos e como gerenciamos as tensões do ambiente-organismo. Se desequilibramos a alimentação ou a mente, a fórmula desanda, e o envelhecimento acelera.


O Homem como Fórmula: O Paradoxo dos Gêmeos


Pesquisadores de Harvard: "Analisamos características poligênicas como altura e inteligência, vendo-as como um conjunto de alelos distribuídos na população."


Edson Ecks: "Eu prefiro ver o indivíduo como uma fórmula psico-biofisioquímica. Cada ser é único devido ao seu pacote de herança, ambiente e cultura. Peguem o meu exemplo dos Gêmeos sem Paradoxo: se um gêmeo dorme dez anos e o outro corre, ou se um vive com uma parceira estressante e o outro em paz, eles envelhecerão de formas diferentes. O estresse é um fenômeno abstrato que destrói o físico. A alimentação desbalanceada altera a fórmula. A dilatação espaço-tempodimensional ocorre na massa animada: o estilo de vida dita a velocidade da biometrica individual."


Conclusão do Debate


O diálogo revela que enquanto a ciência de Harvard e Maine fornece as evidências estatísticas da mudança (o "como"), a Seleção Biométrica de Edson Ecks oferece a mecânica integrada (o "porquê").


Para a Academia: A evolução é um rastro no DNA.


Para Ecks: A evolução é um processo vivo, presente em cada escolha alimentar, em cada emoção e em cada interação entre o corpo físico e o universo abstrato.


A vida, portanto, não é um acidente de percurso, mas uma fórmula físico-química em constante calibração com o espaço-tempo.


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Tabela Comparativa: Visões em Debate


Tema Pesquisadores (Harvard/Maine) Seleção Biométrica (Edson Ecks)


Cultura Uma força que substitui a genética. Fenômeno abstrato que altera o físico (Lei 3).


Velocidade Gradualismo com aceleração cultural. Múltipla (Lenta, rápida ou acelerada).


O Indivíduo Um portador de genes do grupo. Uma fórmula única em biomas sobrepostos.


Envelhecimento Processo biológico programado. Resultado do uso/desuso e ambiente (Teoria X).


Veredito do Debate: Enquanto a ciência acadêmica busca evidências estatísticas no passado genético, a Seleção Biométrica de Edson Ecks propõe uma visão sistêmica e integrada.


 Para Ecks, a biologia não é apenas o que herdamos, mas como nossa mente (abstrato), nossa comida (físico) e nosso ambiente (espaço-tempo) interagem para recalibrar a fórmula da vida a cada instante.

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