A evolução humana não acabou – e pode estar mudando de rumo - Lei do cérebro e corpo e a seleção Biométrica de Edson Ecks 


Estudo sugere que a cultura está substituindo a genética como principal força evolutiva e pode transformar sociedades em “superorganismos”


A clássica imagem da “Marcha do Progresso” sugere que a evolução humana terminou conosco, mas essa visão está incorreta. Segundo um novo estudo da Universidade do Maine, nos Estados Unidos, a humanidade pode estar no meio de uma grande transição evolutiva, na qual a cultura se torna o principal motor de adaptação.




“A evolução humana parece estar mudando de marcha”, explica Tim Waring, professor associado da universidade.


Imagem representando homo sapiens caminhando juntos, em alusão à evolução humana


Cientistas revelaram que estamos no meio de uma grande mudança evolutiva 

Waring e o coautor Zachary Wood defendem que os humanos estão evoluindo de organismos genéticos individuais para grupos culturais que funcionam como superorganismos, semelhantes a formigueiros ou colmeias.


Eventos como a pandemia de Covid-19, em que sociedades inteiras atuaram coletivamente, seriam exemplos desse comportamento emergente.


Da genética à evolução cultural


Os pesquisadores argumentam que, ao longo da história, avanços como agricultura, infraestrutura, vacinas e hoje edição genética mostram que a evolução cultural supera a genética em velocidade e impacto.


“A cultura resolve problemas muito mais rapidamente do que a evolução genética”, diz Waring.


Eles também apontam que nossas sociedades já previnem ou neutralizam pressões seletivas naturais – óculos, cesarianas e tecnologia médica permitem que genes antes limitantes deixem de ser um obstáculo.


Isso reforça a ideia de que o bem-estar humano depende cada vez mais dos sistemas culturais, não apenas da biologia.


Pesquisadores afirmam que a humanidade está migrando de indivíduos genéticos para grupos culturais cada vez mais cooperativos...





ARTIGO 2


Humanos ainda estão evoluindo? Estudo genético de Harvard respondeu - Lei do cérebro e corpo e a seleção Biométrica de Edson Ecks 


Centenas de genes que acompanham nossa espécie há milhares de anos possuem relação com características físicas e doenças herdadas atualmente; entenda


16/04/2026 

 


A seleção natural moldou os genomas humanos modernos muito mais do que se pensava


A seleção natural moldou os genomas humanos modernos muito mais do que se pensava National Human Genome Research Institute/Flickr


Nossa espécie continua evoluindo? Ainda que mudanças na nossa espécie não sejam sempre tão visíveis, o fato é que, desde que humanos passaram da caça e da coleta para a agricultura, a evolução humana tem acelerado continuamente. Quem indica isso é uma nova pesquisa liderada pela Universidade Harvard, nos Estados Unidos e publicada nesta quarta-feira (15) na revista Nature.


Os pesquisadores analisaram o material genético de quase 16 mil pessoas que viveram na Eurásia Ocidental ao longo de 10 mil anos. Até então, estudos de DNA humano antigo tinham identificado cerca de 21 casos de seleção direcional – isto é, de seleção natural que ocorre quando uma versão de um gene confere uma característica que acaba por ser vantajosa o suficiente para que o indivíduo sobreviva e se reproduza.


A escassez de evidências sugeria que a seleção direcional era rara desde que os humanos modernos surgiram no continente africano, há 300 mil anos. O que a nova análise mostra é que, na verdade, esse processo de evolução e adaptabilidade das características humanas impulsionou a disseminação ou o declínio de centenas de variantes genéticas na Eurásia Ocidental desde o fim da Era do Gelo.


DO LIVRO ORIGENS DA VIDA, DE EDSON ECKS 


Seleção natural é o mecanismo evolutivo proposto por Alfred Wallace e Charles Darwin, que afirmou que o meio ambiente atua como um selecionador de características, perpetuando os organismos mais aptos a sobreviver em determinado local....


Terceira lei , a lei do corpo e cérebro  de Edson Ecks


Fenômenos abstratos desenvolvem fenômenos bio- fisioquimicos biofisioquímicos (emoções, doenças, dormir, ações...), como fenômenos biofisioquímicos desenvolvem fenômenos abstratos (Ler, musica, escrever...): Tanto o cérebro depende do corpo, como o corpo depende do cérebro e do Universo ao seu redor.


3. Lei do Corpo e Cérebro (Segunda Menção)


Explicação: Esta lei enfatiza a relação bidirecional entre fenômenos abstratos (como emoções, pensamentos, doenças) e fenômenos biofísico-químicos (como a leitura, a música, a escrita, ou processos biológicos). Ou seja, o cérebro afeta o corpo e vice-versa, e ambos são interdependentes do universo ao redor. Há uma circularidade e interdependência entre o abstrato e o concreto, o mental e o físico. Edson Ecks, Generanalise, Amazon ebook, 2022


Seleção Biométrica


Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio fisioquimico (espacial-Terrestre- artificial) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo.


A vida funciona através de biomas dentro de biomas:


A evolução Biométrica é múltipla, funciona de forma lenta, rápida , acelerada.


Cada ser ser vivo, humano é uma fórmula psico-biofisioquimica, , e conforme cada fórmula , ela desenvolvera determinadas formas, cor da pele, estrutura corporal , tendências, inclinação , jeitos , aptidões... Em consonância também com seu tipo de alimentação .


Edson Ecks, ORIGENS da Vida, Amazon ebook, 2021


Na Biométrica não há  'acaso‘, há incógnitas. A base da teoria do caos de Henry Poincoré diz que uma tempestade se forma através de processos absolutamente aleatórios, porem, a complexidade de uma tempestade só pode ser formada através de procedimentos combinatórios-complementares‘ (Ciensofia l), se não a tempestade jamais se formaria.. O 'mesmo‘ ocorre com os fenômenos biológicos, que chamamos de aleatórios‘, acasos‘, há ali leis ainda incógnitas para nós, vamos descobri-las.


Principalmente a biométrica humana, se desenvolveu mais rapidamente, por causa de sua estrutura corpórea, que se tornou mais 'transmorfa‘ que a das outras espécies, e o fator alimentação e movimentação, o desenvolveu cada vez mais, no decorrer  dos milênios. O  'uso e desuso‘ de suas capacidades psiorganicas, foram primordiais para sua sobrevivência ou extinção (Erectus, neandertal), nisso a linhagem dos homo sapiens se sobressaiu, em relação aos outros grupos, que são hoje apenas imagens da história‘.       


                            Porem, os seres micro biométricos estão mais diretamente expostos aos fenômenos fisioquímicos, por isso em seu reino há muito mais variações, recombinações e mutações, do que as do plano macro biométrico.


Na Biométrica não há 'acaso‘, há incógnitas. A base da teoria do caos de Henry Poincore diz que uma tempestade se forma através de processos absolutamente aleatórios, porem, a complexidade de uma tempestade só pode ser formada através de procedimentos combinatórios-complementares‘ , se não a tempestade jamais se formaria.. O mesmo‘ ocorre com osfenômenos biológicos, que chamamos de aleatórios‘, acasos‘, há ali leis ainda incógnitas para nós, vamos descobri-las.


A Seleção Biométrica trabalha em pacotes, herança, ambiental, cultural, genética, epigenética... Tudo é extremamente importante para o desenvolvimento do ser humano (e seres), e entre essas influencias conforme seus espaços-tempos se unem, se separam.


Os fenômenos biométricos agem de forma diferente tanto em espécies como em indivíduos. Muitas são as variações, o que faz uma abelha ser diferente da outra, um ser humano ser diferente do outro, um cachorro ser diferente do outro. Por isso, por exemplo, um ser mais determinado a uma doença do que outro, um gato ser mais inteligente que o outro. Edson Ecks




DEBATE ENTRE EDSON ECKS E PESQUISADORES 


Este debate técnico-ciensófico coloca em cena as bases da biologia evolutiva moderna frente à cosmovisão de Edson Ecks, buscando os pontos de intersecção entre a genética populacional de Harvard, a antropologia evolutiva do Maine e a Seleção Biométrica Edson Ecks.


 O Grande Debate: Evolução, Biometrica e a Lei do Corpo-Cérebro


Participantes:


Edson Ecks: Autor de Origens da Vida e Ciensofia, 2021.

Ali Akbari (Harvard): Autor principal de "Pervasive signatures of directional selection in the last 10,000 years of human history" (BioRxiv/Genetics, 2024).

Timothy Waring (University of Maine): Autor de "Long-term gene–culture coevolution and the human evolutionary transition" (Proceedings of the Royal Society B, 2021).


Eixo 1: O Fim do "Acaso" e a Complexidade Combinatória


Ali Akbari (Harvard): Nossos estudos em Harvard demonstram que a seleção natural em humanos nos últimos 10 mil anos não é aleatória; ela é direcional. Identificamos variantes genéticas para altura e resistência a patógenos que se espalham porque oferecem vantagem. Mas ainda operamos sob a lógica de mutações genéticas que surgem e são filtradas pelo meio.


Edson Ecks: O que vocês chamam de "direcional", eu chamo de procedimento combinatório-complementar. Na Seleção Biométrica, não há espaço para o acaso puro de Poincaré. Assim como uma tempestade não se forma por sorte, mas por condições físicas exatas, a vida é uma incógnita que estamos decifrando. O meio físico-químico é ativo. O organismo não apenas "sofre" a seleção; o ambiente-organismo é um pacote único. Se o espaço-tempo muda, a fórmula se altera.


Ali Akbari: "Nossas pesquisas mostram que a seleção natural não parou. Identificamos variantes genéticas que se espalharam por milênios de forma gradual, como a resistência a doenças. O meio ambiente impõe um filtro, e o DNA responde lentamente."


Edson Ecks: "Concordo que o DNA responde, mas minha proposta de Seleção Biométrica vai além do gradualismo clássico de Darwin. O meio físico-químico — seja ele espacial, terrestre ou artificial — é um agente ativo. Não é apenas o organismo que é filtrado, é a relação ambiente-organismo que se seleciona em conjunto. 


Zachary Wood: "Observamos que, desde o surgimento da agricultura, a evolução parece ter acelerado em certos nichos culturais. Mas Darwin era enfático: a evolução não dá saltos, ela é lenta."


Edson Ecks: "Darwin via o macro. Na Biométrica, a evolução é múltipla: lenta, rápida ou acelerada. No Plano Micro Biométrico, onde os seres estão diretamente expostos ao meio físico-químico, as mutações são frenéticas. No plano macro, somos mais 'transmorfos'. O ser humano se sobressaiu porque sua estrutura corpórea permitiu o uso e desuso de capacidades psiorgânicas e uma mudança na alimentação que acelerou nossa linhagem em relação a outros hominídeos. O espaço-tempo em que o ser é inserido dita a velocidade do seu relógio evolutivo."


Eixo 2: A Lei do Corpo e Cérebro vs. Evolução Cultural


Timothy Waring (Maine): Ecks, concordamos que o ambiente mudou, mas em nossa pesquisa no Maine, argumentamos que a cultura agora dirige a evolução mais do que a genética. Grupos que desenvolvem tecnologias (como vacinas ou métodos agrícolas) sobrevivem mais. A cultura é o novo motor adaptativo.


Edson Ecks: A cultura é o que chamo de Fenômeno Abstrato. Minha Terceira Lei (Lei do Corpo e Cérebro) explica que vocês não podem separar isso da biologia. Quando o humano lê ou cria música (físico), ele altera sua estrutura psíquica (abstrato). Quando o estresse de um ambiente briguento (abstrato) atua sobre um indivíduo, ele envelhece fisicamente mais rápido que seu gêmeo em paz. A cultura não "substitui" a genética; elas se retroalimentam em uma circularidade biofisioquímica. O cérebro depende do Universo, e o corpo depende dessa interpretação mental.


Eixo 3: O Paradoxo dos Gêmeos e a Biometrica Individual


Ali Akbari (Harvard): Analisamos grandes populações para ver como genes de 10 mil anos atrás, como os de resistência à hanseníase, persistem. É uma visão macroscópica.


Edson Ecks: E eu proponho o olhar sobre a fórmula individual. Peguemos meu estudo sobre os Gêmeos sem Paradoxo. Se um gêmeo corre por 10 anos e o outro caminha, ou se um dorme e o outro vive em estresse, o tempo biológico deles dilata de forma diferente. A evolução é múltipla: 'lenta' para o macro (nossa espécie), mas acelerada no micro (nossas células e bactérias). Cada ser é uma fórmula única de alimentação e movimento. O "uso e desuso" psiorgânico é o que separou o Sapiens do homo hominídeos como o homo habilis. Nós nos tornamos "transmorfos".


Eixo 4: Biomas dentro de Biomas - O Futuro da Espécie


Timothy Waring (Maine): Nossa conclusão é que estamos nos tornando um "superorganismo" cultural.


Edson Ecks: Sim, mas esse superorganismo funciona através de biomas dentro de biomas. O ser micro-biométrico (vírus, bactérias) muda rápido porque está "na pele" do ambiente físico-químico. Nós, no plano macro, criamos biomas artificiais. A Seleção Biométrica nos diz que a sobrevivência futura não depende apenas de genes resistentes, mas da harmonia entre o que comemos, como nos movimentamos e como gerenciamos as tensões do ambiente-organismo. Se desequilibramos a alimentação ou a mente, a fórmula desanda, e o envelhecimento acelera.


O Homem como Fórmula: O Paradoxo dos Gêmeos


Pesquisadores de Harvard: "Analisamos características poligênicas como altura e inteligência, vendo-as como um conjunto de alelos distribuídos na população."


Edson Ecks: "Eu prefiro ver o indivíduo como uma fórmula psico-biofisioquímica. Cada ser é único devido ao seu pacote de herança, ambiente e cultura. Peguem o meu exemplo dos Gêmeos sem Paradoxo: se um gêmeo dorme dez anos e o outro corre, ou se um vive com uma parceira estressante e o outro em paz, eles envelhecerão de formas diferentes. O estresse é um fenômeno abstrato que destrói o físico. A alimentação desbalanceada altera a fórmula. A dilatação espaço-tempodimensional ocorre na massa animada: o estilo de vida dita a velocidade da biometrica individual."


Conclusão do Debate


O diálogo revela que enquanto a ciência de Harvard e Maine fornece as evidências estatísticas da mudança (o "como"), a Seleção Biométrica de Edson Ecks oferece a mecânica integrada (o "porquê").


Para a Academia: A evolução é um rastro no DNA.


Para Ecks: A evolução é um processo vivo, presente em cada escolha alimentar, em cada emoção e em cada interação entre o corpo físico e o universo abstrato.


A vida, portanto, não é um acidente de percurso, mas uma fórmula físico-química em constante calibração com o espaço-tempo.


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Tabela Comparativa: Visões em Debate


Tema Pesquisadores (Harvard/Maine) Seleção Biométrica (Edson Ecks)


Cultura Uma força que substitui a genética. Fenômeno abstrato que altera o físico (Lei 3).


Velocidade Gradualismo com aceleração cultural. Múltipla (Lenta, rápida ou acelerada).


O Indivíduo Um portador de genes do grupo. Uma fórmula única em biomas sobrepostos.


Envelhecimento Processo biológico programado. Resultado do uso/desuso e ambiente (Teoria X).


Veredito do Debate: Enquanto a ciência acadêmica busca evidências estatísticas no passado genético, a Seleção Biométrica de Edson Ecks propõe uma visão sistêmica e integrada.


 Para Ecks, a biologia não é apenas o que herdamos, mas como nossa mente (abstrato), nossa comida (físico) e nosso ambiente (espaço-tempo) interagem para recalibrar a fórmula da vida a cada instante.




QUANTO VALE ESSE TRABALHO DE EDSON X?
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luminadox@gmail.com
Nathalia Maquine Gonçalves 


PEÇA O LIVRO OBSERVADOR... De Edson X pelo o e-mail luminadox@gmail.com Nathalia Maquine Gonçalves 

EDSON ECKS , escritor e compositor, membro da Academia de Letras, Ciências e Culturas da Amazônia (ALCAMA),

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CIENSOFIA l e ll - ORIGENS DA VIDA  -  GENERANALISE -PENSAMENTOS SOBRE PENSAMENTOS l e ll - CONTOS, PARÁBOLAS E FABULAS DE EDSON ECKS - XDeus - Depois do Futuro (sci-fi)


AS 15 LEIS UNIVERSAIS E A TEORIA X DE EDSON ECKS 

Física , psicologia, RELATIVIDADE, neurociência, biologia, Isaac Newton, cosmologia, astronomia, quântica,. cosmologia, antropologia...

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