Cientistas descobrem que tubarões-brancos desenvolvem novo tipo de dente apenas para cortar ossos quando envelhecem /. Seleção Biométrica de Edson Ecks 


Forma como sistema de alimentação dessa espécie é finamente ajustada ao longo da vida ajuda a explicar seu sucesso como predadora, indica novo estudo



 


Seleção Natural 



 Seleção natural é o mecanismo evolutivo proposto por Alfred Wallace e Charles Darwin, que afirmou que o meio ambiente atua como um selecionador de características, perpetuando os organismos mais aptos a sobreviver em determinado local...



Seleção Biométrica



Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio fisioquimico (espacial-Terrestre- artificial) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo. Edson Ecks, Origens da Vida, Amazon ebook,2021


Leis científicas consolidam padrões observados, funcionando como "regras" fundamentais que a natureza segue.





Este é um debate simulado entre Edson Ecks (propositor da Seleção Biométrica) e os pesquisadores Emily Hunt, David Raubenheimer e Ezequiel Marzinelli (autores do estudo sobre os dentes dos tubarões-brancos).


Debate: Evolução, Dentes e Espaço-Tempo


Local: Simpósio Virtual de Ecologia Evolutiva

Pauta: O desenvolvimento dentário do tubarão-branco como evidência biológica ou biométrica.

Abertura: Emily Hunt, David Raubenheimer e Ezequiel Marzinelli


Emily Hunt: "Nossa pesquisa demonstra como a Seleção Natural é meticulosa. O tubarão-branco não nasce pronto para o topo da cadeia; ele se transforma. Os dentes juvenis, com cúspides laterais para segurar peixes, dão lugar a lâminas serrilhadas que cortam ossos quando o animal atinge 3 metros. É a adaptação clássica: o fenótipo mudando para garantir a sobrevivência conforme o nicho alimentar se expande."


Ezequiel Marzinelli: "Exato. A 'esteira rolante' de dentes é uma resposta evolutiva ao ambiente. Se o tubarão precisa de gordura de mamíferos para crescer, a seleção natural preserva aqueles que desenvolvem dentes de 'impacto' e 'cisalhamento'. É a vitória do mais apto no ambiente marinho."


A Contraproposta: Edson Ecks


Edson Ecks: "É um trabalho fascinante, mas vocês estão olhando apenas para o 'selecionado' e esquecendo a mecânica do 'selecionador'. Na Seleção Biométrica, não vemos apenas um animal se adaptando, mas uma relação de interdependência absoluta entre o ambiente fisioquímico e o organismo. O tubarão não muda apenas porque 'precisa' comer focas; ele muda porque o meio (espacial-terrestre-artificial) exerce uma pressão ativa que desprende esses novos caracteres."


Ecks (continua): "Vocês mencionam que os dentes mudam conforme o tubarão atinge 3 metros. Isso é uma métrica de espaço-tempo. O ambiente-organismo é uma unidade. O dente que corta ossos não é apenas uma ferramenta de caça, é uma resposta biométrica à densidade do meio e à resistência da matéria que o tubarão ocupa naquele estágio da vida. O organismo mais 'biometricamente apto' é aquele que ressoa com a física do seu espaço atual."


O Embate: Adaptação vs. Interdependência


David Raubenheimer: "Edson Ecks, você fala em 'meio ativo', mas a biologia tradicional já entende que o ambiente seleciona. A diferença é que chamamos isso de pressão seletiva. Os dentes que encontramos são registros de uma história de vida. O tubarão é uma 'obra-prima da engenharia' porque a seleção natural descartou o que não funcionava ao longo de milênios."


Edson Ecks: "Mas a Seleção Natural de Darwin e Wallace foca na luta pela sobrevivência dos indivíduos. A Seleção Biométrica propõe a luta pela existência dos ambientes-organismos. Quando o dente do tubarão muda para cortar ossos, é o próprio meio fisioquímico exigindo uma nova distinção de espécie. O tubarão de 3 metros e o oceano em que ele caça são um sistema único. Se a biometrica desse sistema falha, o organismo não apenas 'morre', ele se desintegra da lógica espacial."


Emily Hunt: "Nossos dados mostram que os dentes centrais são mais espessos para absorver o impacto. Isso é física pura aplicada à biologia. Você diria que isso é uma prova da sua teoria?"


Edson Ecks: "Com certeza. A espessura da base dos dentes centrais é a prova de que o organismo está 'ajustado' ao impacto cinético do seu espaço-tempo. Não é apenas uma mutação aleatória que deu certo; é o desprendimento de caracteres guiado pela divisão do meio. O tubarão-branco é, essencialmente, um 'organismo biométrico' em constante atualização."


Conclusão do Debate


Ezequiel Marzinelli: "Embora usemos linguagens diferentes, concordamos em um ponto: o tubarão-branco é um organismo dinâmico. Nossas descobertas mostram que a evolução não para na maturidade, ela continua em cada novo dente que surge na mandíbula."


Edson Ecks: "E eu finalizo dizendo que essa 'esteira rolante' de dentes é o relógio biométrico da espécie. O sucesso do predador é o sucesso da sua integração com o espaço-tempo."





Quanto vale esse trabalho de Edson X?
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Nathalia Maquine Gonçalves 


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EDSON ECKS , escritor e compositor, membro da Academia de Letras, Ciências e Culturas da Amazônia (ALCAMA),


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