Cérebro menor do que o das aves não impediu que os pterossauros se tornassem os primeiros vertebrados a desenvolver a capacidade de voo, há 215 milhões de anos / Seleção Biométrica de Edson Ecks
...mesmo cérebros menores podem possuir mais capacidade cognitiva do que cérebros grandes sendo menor pode ter adquirido grande capacidade neural, cognitiva. Peguemos por exemplo, o corvo, é considerada a ave mais inteligente das aves (e um dos mais inteligentes do reino animal), e tem um cérebro bem pequeno (ao contrario do golfinho que tem um cérebro grande), porem, os estudos recentes sobre essas magnificas aves (os corvos), os cientistas estão concluindo que elas possuem até mesmo intuição, infra sensibilidade Origens da Vida, Amazon ebook, Edson Ecks, 2021
Terceira lei , a lei do corpo e cérebro de Edson Ecks
Fenômenos abstratos desenvolvem fenômenos bio- fisioquimicos biofisioquímicos (emoções, doenças, dormir, ações...), como fenômenos biofisioquímicos desenvolvem fenômenos abstratos (Ler, musica, escrever...):
Tanto o cérebro depende do corpo, como o corpo depende do cérebro e do Universo ao seu redor.
3. Lei do Corpo e Cérebro (Segunda Menção)
Explicação: Esta lei enfatiza a relação bidirecional entre fenômenos abstratos (como emoções, pensamentos, doenças) e fenômenos biofísico-químicos (como a leitura, a música, a escrita, ou processos biológicos). Ou seja, o cérebro afeta o corpo e vice-versa, e ambos são interdependentes do universo ao redor. Há uma circularidade e interdependência entre o abstrato e o concreto, o mental e o físico. Edson Ecks, Generanalise, Amazon ebook, 2022
Leis científicas consolidam padrões observados, funcionando como "regras" fundamentais que a natureza segue.
Cérebro menor do que o das aves não impediu que os pterossauros se tornassem os primeiros vertebrados a desenvolver a capacidade de voo, há 215 milhões de anos
Estudo com participação de docente da Unesp refuta o entendimento de paleontólogos de que o grupo de animais alados apresentaria adaptações neurológicas semelhantes às das aves. Os resultados revelaram que os gigantes voadores possuíam uma estrutura cerebral de estabilização da imagem mais desenvolvida entre todos os animais conhecidos, provavelmente como herança de seus parentes terrestres...
Esta é uma simulação de debate acadêmico entre o autor Edson Ecks e os pesquisadores Mario Bronzati e Felipe Montefeltro, baseada no artigo "Neuroanatomical convergence between pterosaurs and non-avian paravians in the evolution of flight" (Current Biology) e na obra Generanalise (2022).
Debate: A Eficiência da Massa Cerebral vs. Complexidade Sensorial
Participantes:
Edson Ecks: Autor da "Lei do Corpo e Cérebro".
Mario Bronzati: Paleontólogo e pesquisador na Universidade de Tübingen.
Felipe Montefeltro: Docente da Unesp e pesquisador de paleobiologia.
1: O Tamanho do Cérebro e a Capacidade Cognitiva
Edson Ecks: Meus cumprimentos aos pesquisadores. Minha tese defende que o tamanho absoluto do cérebro não é o único determinante da capacidade cognitiva. Cito o exemplo do corvo: um cérebro pequeno com uma capacidade neural e intuitiva imensa. Na minha "Lei do Corpo e Cérebro", explico que o cérebro e o corpo são interdependentes e influenciados pelo universo ao redor. Como vocês veem essa relação no caso dos pterossauros, que voavam com cérebros menores que os das aves?
Felipe Montefeltro: Ecks, os nossos dados corroboram a sua percepção de que "menor pode ser mais". No estudo, observamos que o cérebro dos pterossauros era relativamente pequeno se comparado ao das aves, mas isso não impediu a conquista do voo há 215 milhões de anos. Isso prova que, do ponto de vista neurológico, a complexidade da tarefa (voar) não exige necessariamente uma massa cerebral gigantesca, mas sim adaptações específicas.
Mario Bronzati: Exatamente. No entanto, é importante notar que, embora o cérebro total fosse menor, partes específicas eram hiper-desenvolvidas. O flóculo dos pterossauros, por exemplo, era maior do que o de qualquer animal conhecido. Isso nos mostra que a "capacidade" que você menciona, Ecks, se manifesta em arquiteturas neurais otimizadas para funções vitais.
2: A Lei da Interdependência (Abstrato vs. Físico)
Edson Ecks: Interessante. Minha terceira lei afirma que fenômenos abstratos e biofisioquímicos são circulares. O cérebro afeta o corpo e o corpo afeta o cérebro. No artigo, vocês mencionam que as asas membranosas dos pterossauros enviavam estímulos constantes ao cérebro, possivelmente forçando o desenvolvimento do flóculo. Isso não seria uma prova física da minha teoria de interdependência?
Mario Bronzati: Sim, há uma convergência clara aqui. Propomos que as asas dos pterossauros não eram apenas ferramentas mecânicas (como as penas das aves), mas órgãos sensoriais. Essa "experiência física" do voo enviava informações ao cérebro, que por sua vez se adaptou para processar a estabilização da imagem de forma nítida. É o corpo moldando a evolução da estrutura cerebral.
Felipe Montefeltro: E o inverso também ocorreu. O cérebro "inventou" o recurso do flóculo expandido para permitir que o corpo realizasse a caça em alta velocidade. O que você chama de "fenômeno abstrato" ou intuitivo, na paleontologia nós vemos como integração sensorial: o animal precisa de uma resposta rápida e nítida para sobreviver no ambiente aéreo.
3: Evolução Gradual vs. Saltos Adaptativos
Edson Ecks: Minha obra sugere que essa relação com o universo é contínua. Porém, o estudo de vocês indica que, nos pterossauros, essa adaptação "surgiu do nada", de forma rápida, ao contrário do processo gradual das aves. Como isso se encaixa na visão de interdependência?
Mario Bronzati: A descoberta do fóssil Ixalerpeton polesinensis no Rio Grande do Sul foi o "elo perdido". Ele já tinha o lobo óptico grande antes de voar. Isso sugere que o cérebro começou a se preparar para o ambiente (vida em árvores) antes mesmo da função física do voo estar completa.
Edson Ecks: Isso reforça meu ponto: a relação com o Universo ao redor (o habitat) molda a biologia antes mesmo da ação se concretizar. O ambiente "exige" a mudança biofisioquímica.
Resumo do Debate
Ponto de VistaEdson Ecks (Generanalise)Pesquisadores (Current Biology)Massa CerebralO tamanho não define inteligência ou capacidade.Confirmado: pterossauros voavam com cérebros menores que os de aves.Relação Corpo/CérebroInterdependência bidirecional e circular.Confirmado: estímulos das asas membranosas influenciaram o crescimento do flóculo.Influência ExternaO cérebro depende do Universo ao redor.Confirmado: adaptações visuais surgiram de necessidades ambientais (árvores/voo).
Conclusão: O debate demonstra que a lei sistêmica de Edson Ecks encontra eco nas descobertas da paleoneurologia moderna. Enquanto Ecks propõe uma lei geral de interdependência, Bronzati e Montefeltro fornecem a evidência física de como essa interdependência moldou os primeiros senhores dos céus.
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EDSON ECKS , escritor e compositor, membro da Academia de Letras, Ciências e Culturas da Amazônia (ALCAMA),
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AS 15 LEIS UNIVERSAIS E A TEORIA X DE EDSON ECKS
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