Plantas são capazes de enumerar eventos, descobre pesquisa inédita - Terceira Lei do cérebro e corpo e a seleção Biométrica de Edson Ecks
Estudo que avaliou ciclos de luz e escuridão em plantas dormideiras aponta que neurônios podem não ser necessários para o processamento complexo de informações
O psicólogo do desenvolvimento Peter Vishton iniciou seu projeto atual sobre plantas de Mimosa pudica durante a pandemia de Covid-19 — Foto: Stephen Salpukas
Divulgada nesta sexta-feira (13), uma pesquisa publicada na revista Cognitive Science indica que as plantas podem ser capazes de contar. O estudo avaliou exemplares de dormideira (Mimosa pudica) e encontrou as primeiras evidências científicas de que essas criaturas conseguem enumerar eventos.
No meu livro Origens da Vida, Amazon ebook, 2021,.expus uma visão radical sobre a inteligência na natural, tudo tem inteligência, uma lesma,.uma célula,.plantas...
E as dividir em cinco categorias ,.as plantas as coloquei na categoria de Monocientes.
Porque na minha visão tudo têm,.ou é cerebral ,.um corpo de.uma planta pode ser.um cérebro extendido por todo o corpo
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Seleção natural é o mecanismo evolutivo proposto por Alfred Wallace e Charles Darwin, que afirmou que o meio ambiente atua como um selecionador de características, perpetuando os organismos mais aptos a sobreviver em determinado local....
Terceira lei , a lei do corpo e cérebro de Edson Ecks
Fenômenos abstratos desenvolvem fenômenos bio- fisioquimicos biofisioquímicos (emoções, doenças, dormir, ações...), como fenômenos biofisioquímicos desenvolvem fenômenos abstratos (Ler, musica, escrever...): Tanto o cérebro depende do corpo, como o corpo depende do cérebro e do Universo ao seu redor.
3. Lei do Corpo e Cérebro (Segunda Menção)
Explicação: Esta lei enfatiza a relação bidirecional entre fenômenos abstratos (como emoções, pensamentos, doenças) e fenômenos biofísico-químicos (como a leitura, a música, a escrita, ou processos biológicos). Ou seja, o cérebro afeta o corpo e vice-versa, e ambos são interdependentes do universo ao redor. Há uma circularidade e interdependência entre o abstrato e o concreto, o mental e o físico. Edson Ecks, Generanalise, Amazon ebook, 2022
Seleção Biométrica
Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio fisioquimico (espacial-Terrestre- artificial) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo.
A vida funciona através de biomas dentro de biomas:
A evolução Biométrica é múltipla, funciona de forma lenta, rápida , acelerada
Cada ser ser vivo, humano é uma fórmula psico-biofisioquimica, , e conforme cada fórmula , ela desenvolvera determinadas formas, cor da pele, estrutura corporal , tendências, inclinação , jeitos , aptidões... Em consonância também com seu tipo de alimentação .
Edson Ecks, ORIGENS da Vida, Amazon ebook, 2021
Este é um debate simulado entre o escritor e teórico Edson Ecks e os pesquisadores Peter Vishton e Paige Bartosh (do Departamento de Ciências Psicológicas da Faculdade de William e Mary), com base nos textos fornecidos.
O Debate: A Inteligência sem Cérebro e a Evolução Biométrica
Mediador: Estamos reunidos para discutir as fronteiras da cognição vegetal. De um lado, Edson Ecks, que em suas obras propõe uma visão radical da inteligência natural e leis de interdependência corpo-cérebro. Do outro, os pesquisadores Peter Vishton e Paige Bartosh, autores de um estudo recente que sugere que plantas podem contar e aprender padrões.
1: A Natureza da Inteligência
Edson Ecks: Minha visão, exposta em Origens da Vida (2021), é que a inteligência não é um privilégio de seres com sistema nervoso central. Tudo tem inteligência. Classifiquei as plantas como "Monocientes". Para mim, o corpo de uma planta pode ser considerado um cérebro estendido por todo o organismo. O que vocês descobriram com a Mimosa pudica apenas corrobora minha tese de que o "cérebro" e o "corpo" são fenômenos interdependentes.
Peter Vishton: Concordo que os resultados são desafiadores. Nosso estudo mostrou que a Mimosa pudica consegue enumerar eventos de luz e escuridão e antecipar o "amanhecer" mesmo na ausência de luz. Isso indica que neurônios podem não ser estritamente necessários para o processamento complexo de informações.
Paige Bartosh: Exato. Ao observarmos a curva logarítmica de aprendizado nas plantas — a mesma que vemos em ratos ou outros animais — percebemos que a "aprendizagem" é um processo biológico mais amplo. No entanto, evitamos termos metafísicos. Preferimos focar na evidência de que elas monitoram a quantidade de eventos, e não apenas o tempo.
2: A Terceira Lei de Ecks e a Biometrica
Edson Ecks: É aqui que entra minha Lei do Corpo e Cérebro. Eu afirmo que fenômenos abstratos (como a memória de contagem que vocês observaram) desenvolvem fenômenos biofisioquímicos, e vice-versa. A planta não está apenas "reagindo"; ela está em uma relação bidirecional com o Universo ao redor. Além disso, isso se encaixa na minha teoria da Seleção Biométrica. A planta e o ambiente (luz/escuridão) são interdependentes. Ela se torna "biometricamente apta" ao prever o ciclo, otimizando sua sobrevivência no espaço-tempo.
Peter Vishton: O conceito de interdependência é interessante. Em nossos experimentos, quando alteramos o ciclo para 20 horas ou criamos durações aleatórias, o padrão de aprendizado da planta se desfez. Isso mostra que existe uma "janela de processamento" e um limite de memória.
Paige Bartosh: De certa forma, o que o Edson Ecks chama de "fórmula psico-biofisioquímica" ressoa com o que observamos: a planta altera sua estrutura de movimento (fenômeno físico) baseada em uma contagem de eventos (fenômeno abstrato/cognitivo). A alimentação e o meio físico-químico realmente moldam essas aptidões.
3: Evolução e Mecanismos
Edson Ecks: A seleção natural clássica de Darwin e Wallace foca no meio como selecionador. Na minha Seleção Biométrica, o meio é ativo. A evolução é múltipla — lenta, rápida ou acelerada. O fato de vocês terem visto uma mudança "quase imediata" no movimento das plantas quando o ciclo mudou para 20 horas prova que a evolução e a adaptação podem ser muito mais rápidas do que a biologia tradicional sugere.
Peter Vishton: De fato, a rapidez com que a Mimosa pudica ajustou seu comportamento ao novo padrão de luz foi surpreendente. Não estamos falando de mutações genéticas ao longo de gerações, mas de uma plasticidade comportamental imediata que desafia a ideia de que plantas são seres passivos.
Edson Ecks: Exatamente. Como escrevi em Generanalise (2022), há uma circularidade entre o mental e o físico. A planta "saber" que a luz virá é um fenômeno abstrato que gera o movimento físico das folhas.
Conclusão do Debate
Edson Ecks defende que a ciência está finalmente alcançando a compreensão de que a vida funciona em "biomas dentro de biomas" e que a inteligência é onipresente, dispensando a necessidade de um cérebro cefálico.
Vishton e Bartosh fornecem a prova empírica: plantas não apenas reagem ao sol por instinto circadiano, mas são capazes de aprender, lembrar e contar, exibindo padrões de aprendizagem idênticos aos dos animais.


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