Uma pesquisa conduzida por cientistas da RMIT University, na Austrália, revelou que abelhas são capazes de realizar operações matemáticas simples, como adição e subtração  - Biometrismo de Edson Ecks

O que aconteceu


A descoberta ajuda a ampliar o entendimento sobre como cérebros muito pequenos ainda podem desenvolver habilidades cognitivas consideradas complexas. Os resultados do estudo foram publicados na revista científica Science Advances e se baseiam em experimentos que avaliaram a capacidade desses insetos de aprender regras numéricas e aplicá-las em diferentes situações.


Experimentos indicaram que até o cérebro minúsculo de uma abelha pode lidar com problemas matemáticos, que envolve processos cognitivos complexos. Segundo os pesquisadores, essas habilidades, que exigem o uso da memória e a manipulação mental de informações, normalmente requisitam do cérebro uma retenção de regras e o trabalho com números ao mesmo tempo.


Uma pesquisa conduzida por cientistas da RMIT University, na Austrália, revelou que abelhas são capazes de realizar operações matemáticas simples, como adição e subtração.


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Hominídeo recém-descoberto desafia o que se acredita que nos torna humanos - Biometrismo de Edson Ecks 


Ancestral humano descoberto há pouco tempo, o Homo naledi tinha hábitos que não se esperava de uma espécie com cérebro tão pequeno


Uma espécie de hominídeo descoberta há pouco tempo vem desafiando o entendimento da ciência sobre o que nos torna humanos. Agora, paleontólogos encontraram indícios em um sistema de cavernas na África do Sul que revelam algo surpreendente sobre o Homo naledi, primata descrito pela primeira vez em 2015.


De acordo com o artigo que relata a pesquisa, disponibilizado na segunda-feira (5) no servidor de pré-impressão bioRxiv e aguardando revisão por pares, esse nosso ancestral de cérebro pequeno apresentava hábitos que, até então, tinham sido detectados pela primeira vez apenas nos neandertais e nos Homo sapiens.


Os autores do estudo afirmam que os achados na caverna ilustram um dos primeiros exemplos de rituais de sepultamento e oferecem as primeiras evidências de múltiplos enterros e ações funerárias. Além disso, o Homo naledi pode ter sido o primeiro grupo de hominídeos a fazer uso de simbologias – o que prova que essa capacidade não está relacionada ao tamanho do cérebro, como se pensava.


Quando garoto, lembro que no colégio me ensinaram que os animais eram irracionais, mas eu sempre gostei de bicho, então observei que, quando chamava meu cachorro, ou meu gato, papagaio... Eles viam em minha direção, ficava pensando que de alguma forma, eles sabiam que eu estava a chamar por eles, tinha também as brincadeiras, pensava: "Tem algo errado".


                              Anos depois vou definir a Transformação Biométrica, pela a qual defendo que os seres vivos , possuem vários níveis de inteligências, só há  diferenças em seus  graus, do homem até chimpanzé, do chimpanzé até o golfinho, o corvo, a orca, a abelha ... Até mesmos seres como lesmas tem inteligência, porem, infima,  instintiva.


1. Raciomocional - Seres humanos ...


2 - Extracientes - Corvos, golfinhos, orcas...


2. Sencientes. - Cachorros, gatos , cavalos, abelhas, baratas...


3. Infracientes. -  Crocodilos, aranhas , cobras, borboletas, tubarão...


4. Monocientes. - lesmas terrestres, células, plantas ,  minhocas...


Origens da Vida, Edson X, Amazon e-book, fev 2021


..mesmo cérebros menores podem possuir mais capacidade cognitiva do que cérebros grandes  sendo menor pode ter adquirido grande capacidade neural, cognitiva. Peguemos por exemplo, o corvo, é considerada a ave mais inteligente das aves (e um dos mais inteligentes do reino animal), e tem um cérebro bem pequeno (ao contrario do golfinho que tem um cérebro grande), porem, os estudos recentes sobre essas magnificas aves (os corvos), os cientistas estão concluindo que elas possuem até mesmo intuição, infra sensibilidade Origens da Vida, Amazon ebook, Edson Ecks, 2021


Seleção natural é o mecanismo evolutivo proposto por Alfred Wallace e Charles Darwin, que afirmou que o meio ambiente atua como um selecionador de características, perpetuando os organismos mais aptos a sobreviver em determinado local....


Terceira lei , a lei do corpo e cérebro  de Edson Ecks


Fenômenos abstratos desenvolvem fenômenos bio- fisioquimicos biofisioquímicos (emoções, doenças, dormir, ações...), como fenômenos biofisioquímicos desenvolvem fenômenos abstratos (Ler, musica, escrever...): Tanto o cérebro depende do corpo, como o corpo depende do cérebro e do Universo ao seu redor.


3. Lei do Corpo e Cérebro (Segunda Menção)


Explicação: Esta lei enfatiza a relação bidirecional entre fenômenos abstratos (como emoções, pensamentos, doenças) e fenômenos biofísico-químicos (como a leitura, a música, a escrita, ou processos biológicos). Ou seja, o cérebro afeta o corpo e vice-versa, e ambos são interdependentes do universo ao redor. Há uma circularidade e interdependência entre o abstrato e o concreto, o mental e o físico. Edson Ecks, Generanalise, Amazon ebook, 2022


Seleção Biométrica


Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio fisioquimico (espacial-Terrestre- artificial) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo. 


A vida funciona através de biomas dentro de biomas: 


A evolução Biométrica é múltipla, funciona de forma lenta, rápida , acelerada 


Cada ser ser vivo, humano é uma fórmula psico-biofisioquimica, , e conforme cada fórmula , ela desenvolvera determinadas formas, cor da pele, estrutura corporal , tendências, inclinação , jeitos , aptidões... Em consonância também com seu tipo de alimentação .


Edson Ecks, ORIGENS da Vida, Amazon ebook, 2021


Este é um debate estruturado entre o autor Edson Ecks e os dados apresentados pelos pesquisadores Adrian Dyer, Scarlett Howard, John Hawks e Lee Berger, com base nos artigos e obras citados.


Painel de Debate: Inteligência, Biometria e a Desconstrução do Tamanho Cerebral


Participantes:


Edson Ecks: Autor de Origens da Vida (2021) e Generanalise (2022). Defende a "Transformação Biométrica" e a "Lei do Corpo e Cérebro".


Adrian Dyer & Scarlett Howard: Pesquisadores da RMIT University (Austrália). Autores do estudo sobre aritmética em abelhas publicado na Science Advances (2019/2026).


Lee Berger & John Hawks: Paleoantropólogos. Autores da pesquisa sobre o Homo naledi no sistema de cavernas "Estrela Ascendente", publicada no servidor bioRxiv (2023).


1: A Capacidade Cognitiva vs. Tamanho do Cérebro


Edson Ecks:


"Minha hipótese propõe que cérebros menores não significam menor capacidade cognitiva. Peguemos o corvo: tem um cérebro pequeno, mas possui intuição e infra-sensibilidade. Defino isso na Transformação Biométrica: há níveis de inteligência do homem à abelha, mudando apenas o grau. O 'Homo sapiens sapiens' é um mito vitoriano de superioridade; todos os hominídeos eram sapiens, incluindo o Homo habilis, cujo cérebro menor já possuía grande capacidade neural."


Adrian Dyer & Scarlett Howard (RMIT):


"Nossos dados corroboram essa visão de que o tamanho não é destino. Em nossos experimentos no BIDS-Lab, treinamos abelhas individualmente em labirintos em Y. Elas realizaram operações de adição e subtração. Usamos azul para somar e amarelo para subtrair. Após 100 tentativas (4 a 7 horas de treino), elas aprenderam conceitos abstratos, manipulando números na memória de curto prazo e retendo regras na de longo prazo. Isso prova que processos complexos não exigem necessariamente um cérebro enorme."


John Hawks (Univ. Wisconsin-Madison):


"Exato. No caso do Homo naledi, estamos olhando para uma espécie com um cérebro de um terço do tamanho do nosso — comparável ao de um chimpanzé (tamanho de uma laranja). No entanto, o comportamento que encontramos na África do Sul contradiz a ideia de que o volume cerebral nos tornou humanos."


2: Complexidade Comportamental e Simbolismo


Lee Berger (National Geographic):


"Os dados que coletamos no sistema 'Estrela Ascendente' mostram que o Homo naledi, que viveu entre 241.000 e 335.000 anos atrás, realizava rituais de sepultamento. Encontramos mais de 1.500 ossos e pelo menos 15 esqueletos parciais em câmaras de difícil acesso (300 metros de profundidade). Eles cavavam buracos intencionalmente para cobrir seus mortos. Mais ainda: encontramos gravuras em formato de '#' (hashtag) nas paredes, feitas com ferramentas pontiagudas. O simbolismo não depende de um cérebro grande."


Edson Ecks:


"Isso confirma minha 'Lei do Corpo e Cérebro'. O fenômeno abstrato (o ritual, o símbolo) desenvolve o biofisioquímico e vice-versa. Chamar o antigo de 'primitivo' é um erro anacrônico. O homem atual do século XXI, embora tenha um cérebro 'sapiens', está atrofiado: vive no mundo virtual, não pratica exercícios mentais e consome 'veneno'. A tecnologia está transformando humanos em 'roborganicos', enquanto espécies ditas inferiores ou ancestrais demonstram o auge de sua aptidão biométrica para o seu espaço-tempo."


3: A Classificação da Inteligência (Transformação Biométrica)


Edson Ecks (Apresentando seus dados):


"Classifico os seres em níveis de consciência baseados na Biometria:


Raciomocional: Seres humanos.


Extracientes: Corvos, golfinhos, orcas.


Sencientes: Cachorros, gatos, cavalos, abelhas.


Infracientes: Crocodilos, aranhas, tubarões.


Monocientes: Lesmas, células, plantas. A inteligência da abelha, que vocês provaram ser matemática, eu classifico como Senciente. O meio ambiente atua como um selecionador biométrico onde o organismo e o espaço são interdependentes."


Adrian Dyer (RMIT):


"Nossa conclusão tecnológica é que, se a matemática não exige um cérebro grande, podemos criar Inteligências Artificiais mais eficientes inspiradas nesses sistemas biológicos compactos. A abelha usa a 'fórmula' que você cita, Ecks, para resolver problemas complexos com o mínimo de energia."


John Hawks:


"O que o Homo naledi e as abelhas nos mostram é que a 'narrativa do excepcionalismo humano' baseada no volume craniano caiu por terra. O comportamento cultural humano existia em cérebros 'minúsculos' muito antes do que previam os seguidores estritos de Darwin."


Dados Consolidados do Debate


ReferênciaDescoberta/TeoriaDado ConcretoEdson Ecks (2021)Transformação BiométricaInteligência em graus; corvo com intuição.RMIT University (2026)Aritmética em AbelhasAdição e subtração após 100 tentativas.Lee Berger/Hawks (2023)Homo nalediCérebro = 1/3 do Sapiens; presença de rituais e símbolos.Edson Ecks (2022)Lei do Corpo e CérebroInterdependência entre o mental e o físico.Datação NalediCronologia241 mil a 335 mil anos atrás.

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