O interruptor nas células que explica por que os humanos não são noturnos - Seleção biométrica de Edson Ecks 


Estudo revela mecanismo celular que pode esclarescer a evolução dos mamíferos — e por que humanos são ativos durante o dia - Seleção biométrica de Edson Ecks 



Diferenças na atividade das vias celulares alteram o ciclo da atividade noturna para a diurna e explicam uma importante mudança evolutiva pela qual os humanos passaram — Foto: Pexels


Um novo estudo publicado na revista Science em 26 de fevereiro identificou um mecanismo celular que ajuda a explicar por que os humanos são ativos durante o dia e não à noite. A pesquisa mostra que um tipo de “interruptor celular” influencia o momento do dia em que as células realizam certas atividades biológicas, o que pode determinar se uma espécie é diurna ou noturna.


De acordo com os pesquisadores, durante a era dos dinossauros, os primeiros mamíferos eram, em sua maioria, noturnos. Essa característica permitia que os animais evitassem predadores e competissem menos por recursos durante o dia.


Os astros são satélites da Vida, coordenam os ritmos biológicos, hábitos como a alimentação, humores, em conjunto com o Planeta Terra.

Origens da Vida, Amazon e-book, Edson X , 2021


Edson X: Nosso relógio biosomático se relaciona não somente com a duração do dia, mas com toda a sua sequencia de eventos, da luz solar, como vivencio  esse dia,  das estrelas, com as alternâncias climáticas desse mesmo dia, semana, ano. E isso tudo é importante para fazer o corpo trabalhar em vários níveis. Porque se o dia, a noite tivessem exatamente a mesma regulação em seus processos, nosso corpo perderia muito da sua elasticidade biosomática. 


Terceira lei , a lei do corpo e cérebro  de Edson Ecks


Fenômenos abstratos desenvolvem fenômenos bio- fisioquimicos biofisioquímicos (emoções, doenças, dormir, ações...), como fenômenos biofisioquímicos desenvolvem fenômenos abstratos (Ler, musica, escrever...): Tanto o cérebro depende do corpo, como o corpo depende do cérebro e do Universo ao seu redor.


3. Lei do Corpo e Cérebro (Segunda Menção)


Explicação: Esta lei enfatiza a relação bidirecional entre fenômenos abstratos (como emoções, pensamentos, doenças) e fenômenos biofísico-químicos (como a leitura, a música, a escrita, ou processos biológicos). Ou seja, o cérebro afeta o corpo e vice-versa, e ambos são interdependentes do universo ao redor. Há uma circularidade e interdependência entre o abstrato e o concreto, o mental e o físico. Edson Ecks, Generanalise, Amazon ebook, 2022


Seleção Biométrica


Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio fisioquimico (espacial-Terrestre- artificial) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo. 


A vida funciona através de biomas dentro de biomas: 

A evolução Biométrica é múltipla, funciona de forma lenta, rápida , acelerada 

Cada ser ser vivo, humano é uma fórmula psico-biofisioquimica, , e conforme cada fórmula , ela desenvolvera determinadas formas, cor da pele, estrutura corporal , tendências, inclinação , jeitos , aptidões... Em consonância também com seu tipo de alimentação .


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Vamos estruturar esse debate focando no confronto direto entre a descoberta científica dos interruptores moleculares (2026) e a Teoria da Seleção Biométrica (2021/2022) de Edson Ecks.

O Debate: O Despertar dos Mamíferos


Participantes:


Edson Ecks: Autor e proponente da Generanálise e Seleção Biométrica.

Matthew Christmas: Pesquisador da Universidade de Uppsala (Suécia) e coautor do estudo na Science.

Giovana (Representando o LAPAN): Especialista em ritmos biológicos e neurovisão.


Sarah Macedo: Mediadora e jornalista científica.


Sarah Macedo: Bom dia. Estamos aqui para discutir o estudo publicado em 26 de fevereiro de 2026 na Science, que identifica o "interruptor" celular da nossa diurnidade. Dr. Matthew, como esse mecanismo funciona na prática?


Matthew Christmas: Olá, Sarah. Descobrimos que a transição do hábito noturno para o diurno nos mamíferos depende de dois sistemas: o mTOR e o WNK. Eles agem como um interruptor molecular. Em animais diurnos, as células respondem de forma oposta aos sinais de temperatura e fluidos em comparação aos noturnos. Quando reduzimos o mTOR em camundongos (que são noturnos), eles começaram a agir como seres diurnos. É uma mudança puramente biológica e evolutiva.


Edson Ecks: É um achado valioso, Matthew, mas minha teoria da Seleção Biométrica vai além da célula isolada. Eu defendo que o meio físico-químico — seja ele terrestre ou espacial — é ativo no processo. Os astros são satélites da Vida; eles coordenam esses ritmos. O que você chama de "interruptor molecular", eu chamo de uma peça da nossa elasticidade biosomática.


Matthew Christmas: Mas Edson Ecks, nossos dados mostram que esses genes evoluíram mais rápido justamente para permitir que sobrevivêssemos ao dia após a extinção dos dinossauros. É uma resposta genética a uma oportunidade ambiental.


Edson Ecks: Exato, mas veja minha Terceira Lei (Lei do Corpo e Cérebro): fenômenos abstratos desenvolvem fenômenos biofísico-químicos e vice-versa. O cérebro depende do corpo, e ambos dependem do Universo ao redor. Vocês dizem que as células NSQ mantêm o ritmo in vitro, mas eu afirmo: só não receberiam sinais externos se estivessem fora do espaço-tempo. No vidro, elas ainda sentem o Cosmo.


Giovana (LAPAN): Se me permitem intervir, a luz é a principal pista para o nosso relógio biológico. A enzima NAT, que sintetiza a melatonina, é destruída pela luz. Isso é o que "acerta" o relógio. Mas, como o Edson Ecks mencionou, pistas sociais e o ambiente também são cruciais para essa sincronização.


Edson Ecks: Perfeito, Giovana. Cada ser humano é uma fórmula psico-biofísico-química. Por isso, não podemos chamar alguém de "preguiçoso". Se uma pessoa tem uma inclinação cultural — como um adepto da Wicca que se sente revigorado pela Lua — isso altera o ânimo e o relógio biosomático dela. A cultura e a crença são fenômenos abstratos que geram reações físicas.


Matthew Christmas: Entendo seu ponto sobre a subjetividade, mas o estudo foca na mecânica. Se o clima mudar drasticamente devido ao aquecimento global, as temperaturas podem confundir esses sistemas mTOR/WNK, forçando mamíferos diurnos a voltarem a ser noturnos para sobreviver ao calor.


Edson Ecks: Isso é a própria Seleção Biométrica em curso! O ambiente-organismo é interdependente. Na luta pela existência, o sistema seleciona e desprende caracteres, perpetuando quem for biometricamente mais apto a esse novo "espaço-tempo". A vida funciona através de biomas dentro de biomas.


Sarah Macedo: Em resumo, a ciência encontrou as "engrenagens" (mTOR e WNK), enquanto Edson Ecks propõe que o "combustível" e o "maquinista" são uma mistura de ambiente, cosmos e mente.


Edson Ecks: Precisamente, Sarah. Cada um com seu relógio biosomático, em eterna troca com o Universo.


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 Vamos mergulhar no detalhe técnico e teórico desse embate. De um lado, a precisão molecular do mTOR e do WNK; do outro, a visão sistêmica da Seleção Biométrica e das Leis de Edson Ecks.


O Embate: Engrenagens Moleculares vs. Leis Biosomáticas


Sarah Macedo (Mediadora): Retomamos o debate. Dr. Matthew, vamos direto ao ponto: o que são exatamente esses sistemas que vocês descobriram e como eles "mandam" no nosso corpo?


Matthew Christmas (Pesquisador): O mTOR (Alvo Mecanístico da Rapamicina) é o mestre do metabolismo celular; ele decide quando a célula deve crescer e produzir proteínas. Já o WNK (Quinase Sem Lisina) controla o equilíbrio de sais e fluidos. Descobrimos que, nos mamíferos diurnos, o aumento da temperatura corporal durante o dia ativa esses sistemas, sinalizando que é hora de estar desperto. Nos noturnos, o sinal é invertido. É uma engrenagem bioquímica rígida.


Edson Ecks: Entendo a engrenagem, Matthew, mas ela não é isolada. Minha 3ª Lei do Corpo e Cérebro diz que fenômenos abstratos — como o estresse de um predador ou a alegria de um festival — desenvolvem fenômenos biofisioquímicos. Se você injetar um pensamento de medo em um humano diurno às 3h da manhã, o mTOR e o WNK dele vão reagir imediatamente, independentemente do "interruptor" solar. O cérebro e o corpo são interdependentes do Universo ao redor.


Matthew Christmas: Mas Edson Ecks, nossos testes com camundongos mostraram que ao manipularmos geneticamente o mTOR, mudamos o comportamento do animal de forma previsível. Não houve "abstração", apenas química.


Edson Ecks: Aí entra a minha Seleção Biométrica. O camundongo não mudou "apenas" por química; ele foi forçado a uma nova adaptação em seu espaço-tempo. Para mim, o meio físico-químico é ativo. A vida funciona através de "biomas dentro de biomas". Quando você mexe no mTOR, você altera a fórmula psico-biofisioquímica desse ser. Ele desenvolve novas inclinações e aptidões porque a biometrica dele foi recalibrada para o novo ambiente artificial que vocês criaram no laboratório.


Giovana (LAPAN): Isso explicaria por que algumas pessoas sofrem tanto com o horário de verão?


Matthew Christmas: Exatamente, Giovana. Se o seu sistema WNK não se ajusta rápido à nova rotina de hidratação e temperatura matinal, seu relógio biológico "enguiça". É uma falha na sincronia molecular.


Edson Ecks: Ou, como eu diria, uma perda de elasticidade biosomática. Se o dia e a noite fossem quimicamente iguais, nosso corpo perderia a capacidade de se adaptar. A saúde está na alternância. O perfil cronobiosomático de cada um — seja ele matutino ou um praticante de rituais noturnos — é estabelecido por uma herança que vai desde a genética até a origem regional e a cultura.


Matthew Christmas: Você está sugerindo que a cultura pode "vencer" o interruptor molecular?


Edson Ecks: Estou dizendo que eles são um só. A evolução biométrica é múltipla: lenta, rápida ou acelerada. Se a cultura exige que sejamos noturnos, nossa biometrica tentará se moldar. Mas, se ignorarmos as pistas dos astros — que são os satélites da vida — nossa fórmula entra em colapso. O segredo não está só no interruptor, mas em quem ou o que aperta o botão.


Sarah Macedo: Concluímos que o mTOR e o WNK são o mecanismo, mas as Leis de Edson Ecks sugerem que o contexto universal é o operador desse mecanismo.


Resumo Técnico do Debate


Conceito Científico (Science 2026)Conceito de Edson Ecks (2021/2022)Ponto de ConvergênciamTOR / WNK: Interruptores que regulam metabolismo e fluidos conforme a luz/temperatura.Relógio Biosomático: Ritmo integrado que depende de luz, estrelas, clima e mente.Ambos concordam que o corpo reage a pistas ambientais para ditar a atividade.Evolução Genética: Mudança rápida nos genes após a extinção dos dinossauros.Seleção Biométrica: O ambiente é ativo e seleciona organismos-ambientes mais aptos.A transição do noturno para o diurno foi uma estratégia de sobrevivência vital.Mecanismo Celular: Respostas opostas em células diurnas vs. noturnas.3ª Lei (Corpo e Cérebro): Interdependência entre o físico (química) e o abstrato (emoção/cultura).O estado físico altera o mental, e o ambiente dita o ritmo de ambos.

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