Som, eletricidade e até luta de fedor: como animais e plantas se comunicam? - Terceira Lei, a lei do cérebro e corpo e a seleção Biométrica de Edson Ecks



A comunicação entre os seres vivos é essencial para a sobrevivência das espécies. Mesmo sem ter a capacidade de articular palavras ou dizer coisas que façam sentido para nós, plantas e animais usam canais sensoriais próprios em sua comunicação. O objetivo pode ser chamar a atenção do sexo oposto na época de reprodução, defender um território, identificar animais da mesma espécie ou até conversar com membros do grupo.


Bichos de hábitos diurnos, por exemplo, são ótimos na transmissão e no recebimento de sinais visuais. O macho do tordo-sargento, pássaro nativo das Américas do Norte e Central, possui manchas avermelhadas no canto das asas. Essas manchas, que podem ser avistadas de longe, servem como demarcação de território. Em 1972, depois que o biólogo Douglas G. Smith pintou as penas dos pássaros de preto, o território deles foi invadido por animais da mesma espécie que não tinham sido pintados.


Seleção natural é o mecanismo evolutivo proposto por Alfred Wallace e Charles Darwin, que afirmou que o meio ambiente atua como um selecionador de características, perpetuando os organismos mais aptos a sobreviver em determinado local....


Terceira lei , a lei do corpo e cérebro  de Edson Ecks


Fenômenos abstratos desenvolvem fenômenos bio- fisioquimicos biofisioquímicos (emoções, doenças, dormir, ações...), como fenômenos biofisioquímicos desenvolvem fenômenos abstratos (Ler, musica, escrever...):


Tanto o cérebro depende do corpo, como o corpo depende do cérebro e do Universo ao seu redor.


3. Lei do Corpo e Cérebro (Segunda Menção)


Explicação: Esta lei enfatiza a relação bidirecional entre fenômenos abstratos (como emoções, pensamentos, doenças) e fenômenos biofísico-químicos (como a leitura, a música, a escrita, ou processos biológicos). Ou seja, o cérebro afeta o corpo e vice-versa, e ambos são interdependentes do universo ao redor. Há uma circularidade e interdependência entre o abstrato e o concreto, o mental e o físico. Edson Ecks, Generanalise, Amazon ebook, 2022


Seleção Biométrica


Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio fisioquimico (espacial-Terrestre- artificial) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo. 


A vida funciona através de biomas dentro de biomas: 


A evolução Biométrica é múltipla, funciona de forma lenta, rápida , acelerada 


Cada ser ser vivo, humano é uma fórmula psicofisioquimica, , e conforme cada fórmula , ela desenvolvera determinadas formas, cor da pele, estrutura corporal , tendências, inclinação , jeitos , aptidões... 


Em consonância também com seu tipo de alimentação .


Edson Ecks, ORIGENS da Vida, Amazon ebook, 2021





Este é um debate simulado entre Edson Ecks (autor das teorias de Generanálise e Seleção Biométrica) e o grupo de pesquisadores citados no artigo do UOL (Erin Gillam, Edward Vajda, Dara Stanley, Karin Steijven, Monica Gagliano e Michael Renton).


O DEBATE: Evolução, Biometrica e a Interdependência da Vida


Mediador: Bem-vindos. Discutiremos hoje as forças que moldam a vida. De um lado, a visão clássica e expandida da Seleção Natural e Comunicação; de outro, as leis de Edson Ecks sobre Seleção Biométrica e a relação Corpo-Cérebro.


1: Seleção Natural vs. Seleção Biométrica


Edson Ecks: A Seleção Natural, como proposta por Darwin e Wallace, foca muito no organismo sendo selecionado pelo meio. Na minha Seleção Biométrica, eu proponho que o meio bio-fisioquímico é um agente ativo. Não é apenas o bicho que muda; o ambiente e o organismo são interdependentes. A luta pela existência ocorre entre ambientes-organismos. Se o espaço-tempo muda, a "fórmula bioofisioquímica" do ser tem que se ajustar biometricamente para sobreviver.


Erin Gillam & Edward Vajda: Concordamos com a interdependência, Edson Ecks. Nossos estudos sobre comunicação animal mostram que a "aptidão" não é apenas força bruta. Quando um tordo-sargento exibe manchas vermelhas ou uma mariposa libera feromônios, eles estão usando o "meio" (luz e química) para garantir a sobrevivência. A seleção natural atua justamente na eficácia desse sinal. Se o sinal falha no ambiente, o gene não passa adiante.


Edson Ecks: Exato, mas eu vou além. Digo que a evolução é múltipla: lenta, rápida ou acelerada. Cada ser é uma fórmula. Se a alimentação muda ou o bioma dentro do bioma se altera, a estrutura corporal e as inclinações mudam. A comunicação que vocês estudam é a prova de que o organismo "desprende caracteres" para se ajustar ao espaço-tempo biométrico.


2: A Terceira Lei (Corpo, Cérebro e Universo)


Edson Ecks: Minha Lei do Corpo e Cérebro afirma que fenômenos abstratos (como interpretar um sinal) desenvolvem fenômenos biofisioquímicos (ações, doenças), e vice-versa. O cérebro depende do corpo, que depende do Universo. É uma circularidade.


Monica Gagliano & Michael Renton: Isso ressoa fortemente com nossa pesquisa sobre plantas. No nosso experimento, o manjericão ajudou a pimenta a germinar sem contato físico ou químico, possivelmente através de vibrações nanomecânicas. Isso mostra que a "intenção" de crescimento ou a vizinhança (fenômeno abstrato de presença) gera uma resposta física (germinação acelerada). As plantas não têm cérebro como os humanos, mas demonstram essa interdependência biológica com o Universo ao redor que você menciona.


Dara Stanley & Karin Steijven: Vemos isso também nas flores Desmodium setigerum. Elas mudam de cor após a polinização. É uma resposta bio-fisioquímica a um evento externo. A "comunicação" altera a forma física da planta. O "corpo" da flor reage ao sistema de sinais do ambiente para otimizar a energia.


3: A Luta pela Existência e Cooperação


Edson Ecks: Na Seleção Biométrica, a luta ocorre em níveis: ambientes-ambientes e organismos-organismos. É uma busca pela perpetuação do mais "biometricamente apto".


Pesquisadores (Consenso): O artigo que publicamos reforça que essa "luta" muitas vezes é, na verdade, uma rede complexa de sinais. Os lêmures em "lutas de fedor" ou golfinhos usando assobios personalizados mostram que a biometrica do som e do cheiro define quem domina o espaço.


Edson Ecks: Sim! E como eu escrevi em Origens da Vida (2021), cada ser humano ou animal desenvolve cor de pele, estrutura e aptidões conforme sua fórmula. Se o ambiente aquático exige pulsos elétricos (como nos peixes Mormyridae), a fórmula biofisioquímica daquela espécie se estabiliza nessa característica para sobreviver naquele espaço-tempo.


Conclusão do Debate


Edson Ecks: Fico satisfeito em ver que as evidências de vocês sobre vibrações em plantas e sinais elétricos em peixes validam minha tese de que o meio e o organismo são uma unidade indissociável. A biometrica é a métrica dessa sobrevivência mútua.


Pesquisadores: O diálogo entre a teoria da Seleção Biométrica e os dados empíricos da ecologia comportamental revela que a vida é, acima de tudo, um sistema de troca constante de informação. Seja por feromônios, cores ou vibrações, o "abstrato" da comunicação e o "físico" da biologia caminham juntos.S

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