Cogumelos ajudaram humanos da Idade da Pedra a sobreviver - Terceira Lei do cérebro e corpo e a seleção Biométrica de Edson Ecks
Há 75 anos, arqueólogos fizeram uma descoberta surpreendente nas profundezas de um pântano de turfa em Yorkshire, no Reino Unido: os restos perfeitamente preservados de dezenas de cogumelos com cerca de 11 mil anos de idade. As informações são da NewScientist.
Os fungos haviam sido cuidadosamente cortados e apresentavam sinais de queimadura deliberada. A hipótese dos pesquisadores é que esses poliporos eram usados por caçadores-coletores nômades do período Mesolítico como material inflamável durante suas viagens, funcionando como uma espécie de kit portátil de fogo, possivelmente o mais antigo já identificado...
Edson Ecks
Nada fez o ser humano evoluir mais do que sua percepção indutiva. Observando a natureza, até aprimora a percepção dedutiva (agricultura).
Provavelmente, o homo ...sapiens habilis, poderia, por exemplo, furar uma árvore, com um pedra pontiaguda, ou num corpo de uma de suas presas, ou mesmo vendo um animal chifrar e ferir outro com seus chifres, e foi induzido por esses eventos, a criar suas primeiras ferramentas, agora a presa do leão estava ali ao alcance de suas mãos, era só ele lapidar uma pedra e ele poderia morder como um leão‘.
O caçador se aprimorou por essa nova tecnologia que daria origem no futuro a espada, ao rifle, aos misseis.
A partir daqui o homem primitivo passara cada vez mais a se alimentar de carne, peixe. Basicamente passou a comer tudo que se movia‘. Agora era chegada a hora dele assar, cozinhar... sua comida. Provavelmente, vendo arvores queimando ao serem atingidas por raios, vendo animais queimados em áreas de queimadas caucionadas por períodos de aquecimentos e secas. Ele se sentiu induzido pela a cena de um animal queimado, assado. Sentiu que o cheiro e o sabor eram bons, e resolveu come-lo.
Agora o caçador também vira cozinheiro, pois percebeu, foi induzido a dar uma de Prometeus primitivo‘, dominou o fogo, pois aquele negocio alaranjado e ardido podia assar sua comida, dando lhe mais cheiro, sabor.
Assim, ele perdeu mais tempo no prepara da sua alimentação, mas ganhou em prazer, e em tempo de mastigação, assado, seu alimento demorava mais a ser mastigado, como também demorava mais a ser digerida por seu intestino, prolongando sua satisfação alimentar por mais tempo, aguçando cada vez mais seu paladar, e a assimilação de aromas, e sabores de cada tipo de alimentos, o que o induziu cada vez mais a experimentar novos cardápios, o que lhe aumentava a satisfação pela a comida assada, adeus carne... crua.
Isso tudo estimulou cada vez mais seu cérebro, a comida assada, cozida, foi nossa primeira droga natural‘, pois mudava a química dos elementos ao assa-los, cozi-los.
Ele saia para caçar já sonhando com o retorno, onde iria saborear seu doce 'maná alimentar', apenas a ideia da comida lhe excitava o cerebelo, e o córtex frontal iluminava‘, sua percepção de tempo aumentou em demasia, entre o tempo da caça e de retornar para assar-cozinhar a caça, do tempo de dia, do tempo de noite, seu cérebro nesse momento já estava induzido com todo aquele processo, seu cérebro funcionava em bloco, como costuma acontecer, com os usuários de drogas, como eles mesmos relatam.
Isso tudo culminando também com o próprio estimulo da caça em si, principalmente de caças de animais grandes ou mais perigosos.
Mas, também era possível ele olhar para o animal ainda vivo, e o imaginar assado-cozido suculento, assim ele era assado-cozido antes de chegar na cozinhar, e essa imaginação lhe fazia ingerir‘ antes até mesmo de caçar o animal, só em vê-lo em passar pela a relva.
E esse fenômeno aumentou cada vez mais em que ele adquiriu mais massa corporal e gordura. E aumentou sua memoria calórica-alimentar. Isso fez com que cada vez mais ele variasse as espécies de animais que caçava, comparando suas carnes, seus sabores, o que lhe aumentou a dieta de pequenos animais, a animais selvagens aos mamutes.
Aqui o estimulo de caçador também o induziu cada vez mais a novos desafios de caçar animais cada vez maiores, assim como saciava um grupo maior , mais rapidamente, que os animais de pequenos portes fariam. Assim trabalhavam a demanda alimentícia, e de tempo mais satisfatoriamente, a comida assada-cozida durava mais, em lugares frios viram que animais congelados não apodreçiam , e utilizaram o gelo como conservador de seus alimentos..
Aqui seu sistema límbico imperava mais que seu cortex frontal, mas novas ramificações neurais cresciam em ambos.
Nesse novo processo alimentar, o intestino do homem primitivo teve acesso cada vez mais a novas bactérias, vírus... que o auxiliavam cada vez mais em sua digestão, porem, também houve também aumento em muito exemplares aumento de parasitas, bactérias... que prejudicaram sua saúde. Aqui muitos grupos foram extintos.
Talvez induzido por passar próximo de pequenos rios, bacias, fontes que foram aquecidas por lavas vulcânicas, ou outros fenômenos que causaram aquecimentos dessas aguas, encontraram animais ali mortos que foram cozidos por essas causas, e retirando esses animais dessas aguas , como por exemplo, através de galhos de arvores, observaram, cheiraram, experimentaram, perceberam que o aroma, o sabor era diferente dos animais assados, uma nova droga‘ esta a caminho, suas sinapses nervosas não negam, e assim, foram induzidos a experimentar a aquele alimento que veio da água quente do fogo‘. Entraram em êxtase, nascia a comida cozida pela a agua aquecida pelo o fogo, esse fogo é realmente mágico‘.
Eles serão os primeiros alquimistas‘, surgira os temperos, aumenta cada vez mais a química na comida, consequentemente o cérebro se adequar cada vez mais a novas informações.
Entre perdas e ganhos, sendo que, claro, os ganhos foram maiores, pelo menos no que concerne aos outros grupos humanos, que se transformou em homo sapiens sapiens, e que ao saírem da África, e se encontrarem com o homo sapiens neandertal na Europa, o subjugou facilmente, e incorporando muitos deles a sua genética, por onde são lembrados.
O ser humano hoje mais do que nunca morre quem nem peixe pela a boca‘, come e bebe doença‘.
O cozi e o azar, trouxe foi mais malefícios para o ser humano do que beneficio, e quando ele unificou isso com a agricultura, que trouxe comodidade local, unificou a má alimentação com a inercia do exercício físico. Ate chegamos na maior população obesa da historia, e com altíssimos graus de mal de Parkinson, Alzeihmer, demência etc.
Terceira lei , a lei do corpo e cérebro de Edson Ecks
Fenômenos abstratos desenvolvem fenômenos bio- fisioquimicos biofisioquímicos (emoções, doenças, dormir, ações...), como fenômenos biofisioquímicos desenvolvem fenômenos abstratos (Ler, musica, escrever...): Tanto o cérebro depende do corpo, como o corpo depende do cérebro e do Universo ao seu redor.
3. Lei do Corpo e Cérebro (Segunda Menção)
Explicação: Esta lei enfatiza a relação bidirecional entre fenômenos abstratos (como emoções, pensamentos, doenças) e fenômenos biofísico-químicos (como a leitura, a música, a escrita, ou processos biológicos). Ou seja, o cérebro afeta o corpo e vice-versa, e ambos são interdependentes do universo ao redor. Há uma circularidade e interdependência entre o abstrato e o concreto, o mental e o físico. Edson Ecks, Generanalise, Amazon ebook, 2022
Seleção Biométrica
Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio fisioquimico (espacial-Terrestre- artificial) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo.
A vida funciona através de biomas dentro de biomas:
A evolução Biométrica é múltipla, funciona de forma lenta, rápida , acelerada
Cada ser ser vivo, humano é uma fórmula psico-biofisioquimica, , e conforme cada fórmula , ela desenvolvera determinadas formas, cor da pele, estrutura corporal , tendências, inclinação , jeitos , aptidões... Em consonância também com seu tipo de alimentação .
Edson Ecks, ORIGENS da Vida, Amazon ebook, 2021
Este é um debate simulado entre o pensador Edson Ecks (baseado em seus textos sobre a "Seleção Biométrica" e a "Lei do Corpo e Cérebro") e os pesquisadores citados na reportagem do portal iG (12/03/2026), que analisa o papel dos fungos na Idade da Pedra.
Debate: A Evolução Humana e o Reino dos Fungos
Mediador: Sejam bem-vindos. Discutimos hoje a descoberta de cogumelos de 11 mil anos em Yorkshire e como isso altera nossa visão sobre a evolução. De um lado, temos a ciência arqueológica e biológica; de outro, a visão filosófica e sistêmica de Edson Ecks.
1: A Tecnologia do Fogo e a Sobrevivência
Arthur Felipe Farias (Jornalista/Relator): A pesquisa indica que caçadores-coletores mesolíticos usavam poliporos como "kits de fogo" portáteis. Isso mostra uma organização social avançada e manejo de recursos naturais.
Edson Ecks: Exatamente o que chamo de percepção indutiva. O Homo sapiens não apenas encontrou o fogo; ele o dominou ao observar a natureza — como o raio atingindo a árvore. Ao transformar o cogumelo em combustível, ele se tornou um "Prometeu primitivo". Mas vejam: isso não é apenas sobrevivência, é o início de uma mudança química. O fogo permitiu assar, e a comida assada foi nossa "primeira droga natural". Ela mudou a química do cérebro, iluminando o córtex frontal e aumentando a percepção de tempo entre a caça e o banquete.
Hannah O’Regan (Univ. Nottingham): É uma perspectiva interessante, Edson Ecks, mas meu foco é na invisibilidade desse registro. Os fungos são 90% água e desaparecem. O que vemos em Yorkshire é uma raridade que prova que o conhecimento sobre o ambiente era muito mais profundo do que supúnhamos. Não era apenas "indução" visual, era um conhecimento técnico herdado sobre quais espécies mantinham a brasa viva.
2: A Conexão Biométrica e a Mudança Cerebral
Li Liu (Univ. Stanford): Nossas novas tecnologias de microvestígios revelam que os fungos ajudaram as comunidades neolíticas a desenvolver uma compreensão profunda da terra. Eles não eram apenas ferramentas, eram parte da estrutura social e da conexão com o ambiente.
Edson Ecks: Concordo plenamente, pesquisadora Liu. Isso se encaixa na minha Seleção Biométrica. O meio físico-químico é ativo no processo evolutivo. O ambiente e o organismo são interdependentes. Quando o homem primitivo passou a usar esses fungos para cozinhar e se alimentar, ele alterou sua "fórmula psico-biofisioquímica". O intestino teve acesso a novas bactérias e o cérebro ganhou massa. Mas cuidado: essa "droga" do cozimento também trouxe o sedentarismo e, futuramente, as doenças da modernidade como o Alzheimer, pela inércia do exercício físico e má alimentação.
Laura Weyrich (Univ. Pensilvânia): Minha pesquisa com DNA antigo mostra que a diversidade de fungos consumidos era enorme. Eles serviam como remédio e alimento. Edson Ecks, você menciona que "comemos e bebemos doença" hoje, mas na Idade da Pedra, essa interação com os fungos pode ter sido o que fortaleceu nosso sistema imunológico original, antes da agricultura industrial.
3: A Lei do Corpo e Cérebro
Edson Ecks: Minha Terceira Lei diz que fenômenos abstratos desenvolvem fenômenos biofisioquímicos e vice-versa. O caçador que imaginava a carne suculenta antes de caçar já estava sofrendo uma alteração química no cerebelo. Os cogumelos, ao facilitarem o fogo e a medicina, permitiram que o homem tivesse tempo para o abstrato — para a cultura e a organização social que vocês, pesquisadores, agora detectam em laboratório. O cérebro depende do universo ao redor, e os fungos faziam parte desse universo ativo.
Arthur Felipe Farias: Em resumo, os pesquisadores trazem a prova material de que os fungos foram pilares da civilização, enquanto Edson Ecks argumenta que essa interação moldou não apenas a cultura, mas a própria biologia e as patologias da nossa espécie.
Conclusão do Debate
Os pesquisadores e Edson Ecks convergem em um ponto: os humanos antigos eram muito mais sofisticados do que a ciência acreditava há 50 anos. Seja através da análise de microvestígios (Ciência) ou da análise da percepção indutiva e seleção biométrica (Ecks), o cogumelo deixa de ser um detalhe da natureza para se tornar uma peça-chave na construção do que somos hoje.




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