Cientistas alertam que a Terra pode ser lançada para fora do Sistema Solar / Teoria X de Edson Ecks 





Para uma uma formiga existir, faz-se necessário que exista o próprio Universo. Edson X


________Para o planeta manter nosso atual movimento de rotação e de translação. Várias causas agem para manter esses dois efeitos, inclui-se, por exemplo, as rajadas solares que chegam a até a Terra de oito em oito minutos. Hipoteticamente se o Sol aumentasse sua intensidade para, 7 em 7 minutos, 6 em 6 minutos, 5 em 5 minutos... Aumentaria gradativamente a incidência de calor sobre o planeta, o ciclo da água, entraria em colapso, o núcleo da Terra aumentaria muito sua temperatura, que prejudicaria a térmica em suas placas tectônicas. E afetaria o campo magnético da Terra, e seus movimentos de rotação e translação seriam transformados em outras mediadas (E aumentando esses fenômenos, ela até sairia de orbita do sistema solar).



A órbita da Terra depende não apenas da força solar agindo sobre ela , mas também das forças  dos planetas , Lua, núcleo da Via Láctea , galáxia et

Cientistas alertam que a Terra pode ser lançada para fora do Sistema Solar


Você já imaginou a Terra sendo arrancada de sua órbita e vagando sozinha pelo espaço? Apesar de parecer coisa de filmes de ficção científica, esse cenário extremo é considerado possível por cientistas ainda que com chances sejam bastante pequenas.



Um Sistema Solar instável



Um estudo recente publicado na revista científica Icarus indica que o Sistema Solar pode ser mais instável do que modelos anteriores sugeriam. De acordo com os pesquisadores, simulações antigas foram excessivamente otimistas ao analisar os efeitos gravitacionais causados pela passagem de estrelas próximas ao nosso sistema ao longo de bilhões de anos.








Este debate coloca frente a frente a visão de Edson Ecks, que foca na interdependência sistêmica e nos efeitos imediatos da radiação solar, e os pesquisadores Sean Raymond, Nathan Kaib e seus colaboradores, responsáveis pelo estudo mencionado no artigo da revista Icarus.


O Debate: Estabilidade Orbital e Interdependência Universal


Edson Ecks: Minha premissa é clara: para uma formiga existir, o Universo inteiro precisa estar em equilíbrio. Se o Sol aumentar a frequência de suas rajadas de calor — reduzindo o intervalo de oito para cinco minutos, por exemplo — o ciclo da água colapsa, o núcleo terrestre superaquece e o campo magnético falha. O resultado? A Terra perde seu equilíbrio térmico e pode até ser lançada para fora do sistema. A órbita não é um trilho fixo; ela depende de um ajuste fino de forças que inclui desde o núcleo da Via Láctea até a Lua.


Pesquisadores (Raymond & Kaib): Edson, concordamos com a sua ideia de "interdependência", mas nossos dados mostram que a ameaça à órbita da Terra não vem necessariamente de uma mudança na frequência das rajadas solares, mas sim da instabilidade gravitacional externa. Em nossas simulações, o perigo real são os "encontros estelares". Calculamos que o Sol passa por cerca de 19 estrelas a cada milhão de anos. São esses vizinhos cósmicos que podem "puxar" Júpiter ou a Terra, desequilibrando o sistema.


Edson Ecks: Sim, mas vocês focam no macro e no longo prazo (bilhões de anos). Eu chamo a atenção para o mecanismo imediato de manutenção. Se a radiação solar flutuar drasticamente agora, o efeito térmico nas placas tectônicas alteraria a distribuição de massa do planeta e, consequentemente, sua rotação e translação. Vocês estimam 0,2% de chance da Terra ser ejetada em 5 bilhões de anos, mas e a fragilidade do equilíbrio térmico que mantém a vida hoje?


Pesquisadores (Raymond & Kaib): O ponto é que o sistema é mais caótico do que pensávamos. Embora a chance de ejeção da Terra seja pequena (1 em 500), Mercúrio tem 80% de chance de instabilidade. Se Mercúrio ou Júpiter forem perturbados por uma estrela passante, ocorre um "efeito dominó". Você fala da formiga precisar do Universo; nós provamos matematicamente que a Terra precisa que Júpiter permaneça exatamente onde está, e que nenhuma estrela massiva passe perto demais para desajustar essa coreografia.


Edson Ecks: Exatamente. Se o planeta se tornar "errante", como vocês sugerem, sem a energia solar, a vida acaba. Isso reforça minha tese: o movimento de translação e a vida são subprodutos de uma máquina perfeitamente ajustada. Se a "peça" solar mudar seu ritmo, ou se uma "peça" externa intervir, a formiga deixa de existir instantaneamente.


Pesquisadores (Raymond & Kaib): De fato. Nossa conclusão na Icarus é de que o Sistema Solar não é um relógio eterno e imutável. Ele é vulnerável. A diferença é que, enquanto você foca na mecânica solar e térmica, nós destacamos que o destino da Terra está ligado à vizinhança galáctica. Somos um sistema aberto, sujeito a "puxões" de estrelas que sequer vemos como ameaça imediata.


Resumo dos Pontos de Vista


ArgumentoEdson EcksPesquisadores (Icarus)Causa da InstabilidadeAlteração na intensidade/frequência solar e calor interno.Encontros estelares e perturbações de Júpiter.ProbabilidadeFocada na fragilidade sistêmica imediata (ajuste fino).0,2% para a Terra em um horizonte de 5 bilhões de anos.ConsequênciaColapso térmico, tectônico e mudança orbital.Transformação da Terra em um "planeta errante" e congelado.Visão de MundoInterdependência total: da formiga ao Universo.Caos gravitacional: o sistema é mais instável do que se pensava.


Seleção Biométrica



Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio fisioquimico (espacial-Terrestre- artificial) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo. Edson Ecks, ORIGENS da Vida, Amazon ebook, 2021




Este é um debate simulado entre Edson Ecks, autor da teoria da Seleção Biométrica, e o jornalista científico Jhonatan Muniz, baseando-se no artigo publicado em 08/02/2026 sobre a instabilidade do Sistema Solar e a ejeção da Terra.


Debate: O Destino do Organismo-Ambiente


Edson Ecks: A Dependência Biométrica


"Minha tese sobre a Seleção Biométrica estabelece que o meio físico-químico não é apenas um cenário, mas um agente ativo. O que chamamos de 'vida' é, na verdade, um complexo ambiente-organismo interdependente. Se o sistema planetário é instável, como aponta o seu artigo, a própria definição de 'apto' muda. No momento em que a Terra é deslocada, o equilíbrio biométrico é rompido. Não é apenas a vida que morre; é o ambiente que deixa de sustentar a estrutura que ele mesmo ajudou a criar através do espaço-tempo."


Jhonatan Muniz: O Caos Gravitacional


"Exato, Edson Ecks. O estudo que reportei, publicado na revista Icarus, reforça justamente esse papel do meio 'ativo' que você menciona, mas em uma escala cósmica e violenta. Os pesquisadores indicam que o Sol enfrenta 19 encontros estelares a cada milhão de anos. Se um desses encontros ejetar a Terra, como preveem 0,2% das simulações, o 'meio físico-químico' terrestre mudaria instantaneamente de um berço solar para o vácuo gelado de um planeta errante. A luta pela existência que você propõe terminaria em segundos, pois o ambiente-organismo não teria tempo de se adaptar a uma mudança tão drástica de caráter espacial."


Edson Ecks: O Caráter Espacial e a Perpetuação


"Mas perceba: a Seleção Biométrica afirma que o ambiente-organismo mais apto é aquele que sobrevive em determinado espaço-tempo. Se a Terra se tornar um planeta errante, a 'biometrica' da vida terrestre atual torna-se nula. O que você chama de 'apocalipse' ou 'extinção' em seu texto, eu chamo de um desprendimento de caracteres. Se a temperatura cai drasticamente, o organismo que não possui o caráter biométrico para processar energia sem o Sol é descartado pelo próprio meio. O ambiente (agora espacial e gélido) seleciona o fim da vida biológica como a conhecemos."


Jhonatan Muniz: A Instabilidade como Regra


"O ponto central dos cientistas é que fomos otimistas demais no passado. A instabilidade é a regra, não a exceção. Mercúrio, por exemplo, tem 80% de chance de perturbação. Se aplicarmos sua lógica, Mercúrio é um 'ambiente-organismo' em constante risco de desintegração biométrica. O que o artigo traz de novo é que o equilíbrio gravitacional, que sustenta a sua 'interdependência', é muito mais frágil do que imaginávamos. Júpiter pode causar um efeito dominó que desfaz toda a seleção feita em bilhões de anos."


Edson Ecks: Conclusão


"Isso apenas valida que a seleção não é um processo fixo, mas uma dinâmica contínua entre o espaço e a matéria. Se a Terra for ejetada, o 'espaço-tempo' solar termina para nós. A vida é uma expressão do ambiente; se o ambiente se torna errante, a vida, para continuar existindo, teria que se tornar algo que hoje não conseguimos sequer medir biometricamente."


Pontos de Convergência do Debate


TópicoVisão de Edson EcksVisão do Artigo (J. Muniz)O MeioAtivo e determinante na evolução.Instável e capaz de ejetar o planeta.InterdependênciaOrganismo e ambiente são indissociáveis.Sem o Sol (ambiente), a vida (organismo) congela.ProbabilidadeSobrevive o mais apto no espaço-tempo.0,2% de chance da Terra ser ejetada em 5 bilhões de anos.Causa da MudançaMudanças físico-químicas e espaciais.Encontros estelares e perturbações de Júpiter.


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