Cientistas descobrem estruturas no interior da Terra que afetam o campo magnético do planeta
Formações quentes no manto influenciam o núcleo e o magnetismo do planeta
Estruturas profundas no manto moldam o campo magnético da Terra (Imagem: Fala Ciência via Gemini)
Muito além do alcance de qualquer tecnologia de perfuração, existem regiões do interior da Terra que exercem um papel decisivo sobre o funcionamento do planeta. Pesquisas recentes revelam a presença de enormes massas rochosas aquecidas, comparáveis em tamanho a continentes, que interferem diretamente na dinâmica do campo magnético terrestre, um dos principais mecanismos de proteção da vida na superfície.
Um trabalho científico publicado na revista Nature Geoscience, conduzido por A. J. Biggin e sua equipe, apontou que duas dessas estruturas estão localizadas a aproximadamente 2.900 quilômetros de profundidade, sob as regiões da África e do Oceano Pacífico. Elas se encontram na transição entre o manto e o núcleo, considerada uma das zonas mais complexas e estratégicas da geologia planetária. Essas formações internas afetam principalmente...
Para uma uma formiga existir, faz-se necessário que exista o próprio Universo. Edson X
________Para o planeta manter nosso atual movimento de rotação e de translação. Várias causas agem para manter esses dois efeitos, inclui-se, por exemplo, as rajadas solares que chegam a até a Terra de oito em oito minutos. Hipoteticamente se o Sol aumentasse sua intensidade para, 7 em 7 minutos, 6 em 6 minutos, 5 em 5 minutos... Aumentaria gradativamente a incidência de calor sobre o planeta, o ciclo da água, entraria em colapso, o núcleo da Terra aumentaria muito sua temperatura, que prejudicaria a térmica em suas placas tectônicas. E afetaria o campo magnético da Terra, e seus movimentos de rotação e translação seriam transformados em outras mediadas (E aumentando esses fenômenos, ela até sairia de orbita do sistema solar).
A órbita da Terra depende não apenas da força solar agindo sobre ela , mas também das forças dos planetas , Lua, núcleo da Via Láctea , galáxia et
As marés são causadas tanto pela Lua, quanto pelo o Sol, da Terra em posição aos outros planetas e núcleo galático .
Na Terra soma-se processos termodinâmicos... entre o núcleo da Terra, placas tectônica, massa D'água atmosfera terrestre.
Não apenas o Sol e a Lua influenciam os movimentos de rotação e translação da Terra, mas também seus planetas circundantes, estrelas , galáxia ...
Isso acontece porque para a Teoria X a gravidade é formada por todas as quatro forças conhecidas até então , e mesmo que encontremos os gravitons que formariam a gravidade, mesmo assim , é apenas mais um elo nesse ciclo dos movimentos universais.
Edson Ecks, Ciensofia Amazon ebook 2019
Este é um debate fictício baseado nos conceitos da Ciensofia de Edson Ecks (do ebook Ciensofia Amazon, 2019) e nas descobertas científicas apresentadas no artigo da Nature Geoscience, liderado pelo pesquisador Andrew J. Biggin e sua equipe (publicado originalmente em 2012 e citado em discussões recentes em 2026).
O Debate: A Conexão entre o Micro e o Macro
Participantes:
Edson Ecks: Autor, proponente da "Teoria X" e do conceito de que a existência de uma formiga exige a existência de todo o Universo.
Andrew J. Biggin: Pesquisador líder da Universidade de Liverpool (representando a equipe do artigo da Nature Geoscience).
1: A interdependência do Universo
Edson Ecks: Minha premissa é clara: "Para uma formiga existir, faz-se necessário que exista o próprio Universo". Há uma cadeia ininterrupta de causalidade. Se o Sol alterasse sua intensidade, o ciclo da água colapsaria, o núcleo da Terra aqueceria e o campo magnético seria afetado, jogando o planeta para fora de órbita. Existe uma dependência total entre o núcleo da Terra e o espaço sideral.
Andrew J. Biggin: Concordamos com a ideia de sistemas acoplados, Edson Ecks. Nosso estudo foca exatamente nessa "conversa" entre as camadas. Descobrimos que estruturas enormes no manto, sob a África e o Pacífico, controlam o calor que sai do núcleo. Isso dita o ritmo do ferro líquido lá embaixo. Sem essa regulação térmica interna, o "geodínamo" falharia e perderíamos o escudo magnético que protege a vida — incluindo a sua formiga — da radiação espacial.
2: O Campo Magnético e as Forças Externas
Edson Ecks: Exato! Mas eu vou além das fronteiras geológicas. Na Teoria X, a gravidade é a soma de todas as quatro forças fundamentais. Os movimentos de rotação e translação não dependem apenas do magnetismo interno, mas das forças da Lua, dos planetas vizinhos e até do núcleo da Via Láctea. Se o equilíbrio de forças externas muda, o interno responde. O campo magnético não é um evento isolado da Terra.
Andrew J. Biggin: Do ponto de vista geofísico, focamos no mecanismo interno. O que mostramos é que o campo magnético não é aleatório; ele é moldado por estruturas estáveis no manto que duram centenas de milhões de anos. Embora forças externas como a Lua causem marés e influenciem a precessão da Terra, nosso trabalho prova que a estabilidade do campo magnético — o que nos mantém habitáveis — depende crucialmente da distribuição de energia térmica nas profundezas do planeta. É um equilíbrio termodinâmico delicado.
3: O Risco de Exclusão do Sistema Solar
Edson Ecks: Vocês mencionam que o que acontece a milhares de quilômetros abaixo determina as condições de vida. Eu afirmo que essa interdependência é tão vasta que, se as rajadas solares variassem em intervalos menores (de 5 em 5 minutos, por exemplo), o efeito cascata no núcleo e nas placas tectônicas seria tão severo que a Terra poderia ser lançada para fora do sistema solar. Há uma independência física que une o núcleo ao vácuo.
Andrew J. Biggin: Embora a ejeção de um planeta do sistema solar seja um cenário extremo e estatisticamente improvável em termos astronômicos imediatos, você toca em um ponto importante: a sensibilidade. Mudanças drásticas na radiação solar alterariam a térmica da superfície e da atmosfera, mas a "saída de órbita" exigiria uma alteração colossal na massa ou na velocidade orbital, geralmente causada por encontros gravitacionais com outros corpos celestes. Contudo, nossa pesquisa reforça sua ideia de "ciclos": a Terra é um motor térmico onde o manto, o núcleo e o espaço estão trocando energia o tempo todo.
Conclusão: Convergência de Ideias
Ponto de VistaEdson Ecks (Ciensofia)Equipe de A. J. Biggin (Ciência Geológica)ConexãoTudo está conectado, da formiga às galáxias.O interior da Terra está conectado à proteção da vida na superfície.Causa do MagnetismoCiclo de movimentos universais e quatro forças.Geodínamo influenciado por estruturas térmicas no manto.EquilíbrioSe o Sol muda, o núcleo da Terra e a órbita colapsam.A distribuição de calor interno dita a estabilidade magnética milenar.
Síntese Final
O debate revela que, enquanto a Teoria X de Ecks busca uma visão integrada da física (onde o macro e o micro são um só organismo), a ciência de Biggin fornece a evidência mecânica: a Terra não é uma bola de rocha inerte, mas um sistema complexo onde o calor profundo decide o destino magnético da superfície.
Para a seleção Biométrica, de Edson Ecks, o meio fisioquimico (Espacial-Terrestre- artificial) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo.
Esta é uma adição fascinante ao debate. Ao introduzir a Seleção Biométrica de Edson Ecks, expandimos a discussão da geofísica e da astrofísica para o campo da biologia evolutiva sistêmica.
A Seleção Biométrica sugere que não é apenas o organismo que evolui, mas o conjunto Ambiente-Organismo como uma unidade única e indissociável. Abaixo, integro este conceito ao debate entre Ecks e Biggin, focando na interdependência entre as entranhas da Terra e a sobrevivência das espécies.
4: A Seleção Biométrica e o "Ambiente-Organismo"
Edson Ecks: Precisamos entender que a evolução não é um evento isolado no DNA. A Seleção Biométrica dita que o meio fisioquímico (espacial, terrestre e artificial) é um agente ativo. O ambiente e o organismo são interdependentes. Se as estruturas no manto que o Dr. Biggin estuda alterarem o campo magnético, o "ambiente-organismo" precisará se adaptar ou será desprendido do processo. A vida funciona como biomas dentro de biomas. Se o bioma "Núcleo da Terra" falha, o bioma "Superfície" colapsa, e a seleção biométrica dita quem sobrevive a essa nova realidade espaço-temporal.
Andrew J. Biggin: Essa perspectiva de "biomas dentro de biomas" é uma analogia geofísica interessante. O que chamamos de habitabilidade é, essencialmente, o resultado de um equilíbrio térmico. Se as formações rochosas no manto que descobrimos não estivessem lá para regular o fluxo de calor do núcleo, o campo magnético poderia ser instável demais para a vida complexa. A "Seleção Biométrica" que você propõe enfrentaria um ambiente hostil de radiação cósmica constante. Portanto, o "organismo mais apto" só existe porque o "ambiente profundo" é estável.
Comparativo Atualizado: A Visão Sistêmica
ConceitoSeleção Biométrica (Ecks)Geodinâmica (Biggin/Nature)Unidade de EvoluçãoO conjunto Ambiente-Organismo.O sistema acoplado Núcleo-Manto.Agente SeletivoO meio fisioquímico (Espacial-Terrestre).O fluxo térmico e o escudo magnético.RitmoLento, rápido ou acelerado.Escalas de milhões de anos (estabilidade).InterdependênciaSe o Sol ou o Núcleo mudam, a vida muda.O magnetismo protege a atmosfera da erosão solar.
Síntese da Seleção Biométrica no Debate
A inclusão deste conceito transforma o debate em uma análise de consequências biológicas das causas geológicas:
O Organismo Espelha o Planeta: Se a Terra possui "massas rochosas do tamanho de continentes" no manto afetando o magnetismo, a Seleção Biométrica afirma que a fisiologia da formiga (ou do ser humano) é um reflexo direto dessa estabilidade magnética.
Luta pela Existência Espacial: A luta pela sobrevivência não ocorre apenas na floresta, mas na capacidade do conjunto vida-planeta de se manter coeso diante das flutuações das rajadas solares e das marés galácticas.
Aceleração Evolutiva: Ecks menciona que a evolução pode ser "acelerada". No contexto do estudo da Nature, uma inversão do campo magnético (causada por mudanças no núcleo) seria um gatilho para uma pressão seletiva biométrica acelerada, forçando o ambiente-organismo a se reconfigurar para sobreviver.
Nota das visões de Edson Ecks: "A vida não está sobre a Terra, ela é uma extensão das dinâmicas termodinâmicas que começam no núcleo e se estendem até as estrelas."



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