Estudo mostra que miopia é influenciada pela forma como usamos nossos olhos em ambientes internos / Terceira Lei, a lei do cérebro e corpo de Edson Ecks 



Trabalho foi publicado na revista científica Cell Reports






Por muito tempo, a comunidade científica atribuiu o aumento dos casos de pessoas com miopia, que causa dificuldade em enxergar de longe com clareza, a um hábito comum em ambientes internos: o foco prolongado em objetos próximos em ambientes com pouca luz, o que limita a quantidade de luz que chega à retina.


É sabido que, para o surgimento da miopia, a genética desempenha um papel importante, mas o rápido crescimento da incidência da condição em apenas algumas gerações sugere que fatores ambientais também são cruciais.



A nova pesquisa, publicada na revista científica Cell Reports, vai de encontro à teoria de que o problema estaria no tempo gasto em frente às telas, especialmente entre crianças e jovens adultos, que seria o principal motivo para os novos casos de miopia.



"A miopia atingiu níveis quase epidêmicos em todo o mundo, mas ainda não entendemos completamente o porquê. Nossos resultados sugerem que um fator subjacente comum pode ser a quantidade de luz que atinge a retina durante o trabalho prolongado de perto particularmente em ambientes internos", explica Jose-Manuel Alonso, professor da Universidade Estadual de Nova York (SUNY, abreviada em inglês) e autor sênior do estudo.



Terceira lei , a lei do corpo e cérebro  de Edson Ecks



Fenômenos abstratos desenvolvem fenômenos bio- fisioquimicos biofisioquímicos (emoções, doenças, miopia,  dormir, ações...), como fenômenos biofisioquímicos desenvolvem fenômenos abstratos (Ler, musica, escrever...):



Tanto o cérebro depende do corpo, como o corpo depende do cérebro e do Universo ao seu redor.



3. Lei do Corpo e Cérebro (Segunda Menção)



Explicação: Esta lei enfatiza a relação bidirecional entre fenômenos abstratos (como emoções, pensamentos, doenças) e fenômenos biofísico-químicos (como a leitura, a música, a escrita, ou processos biológicos). Ou seja, o cérebro afeta o corpo e vice-versa, e ambos são interdependentes do universo ao redor. Há uma circularidade e interdependência entre o abstrato e o concreto, o mental e o físico. Edson Ecks, Generanalise, Amazon ebook, 2022


Este é um debate simulado entre a teoria da Generanálise de Edson Ecks e os pesquisadores da SUNY Optometry (Universidade Estadual de Nova York), com base no artigo publicado na Cell Reports em 18 de fevereiro de 2026.


Debate: A Interdependência entre o Abstrato e o Biológico e vive e versa


Mediador: "Sejam bem-vindos. Hoje discutimos a origem da miopia e a relação corpo-mente. De um lado, temos Edson Ecks, autor da 'Lei do Corpo e Cérebro', que defende uma circularidade entre o abstrato e o físico. De outro, os pesquisadores Jose-Manuel Alonso e Urusha Maharjan, que trazem novas evidências sobre como o comportamento visual em ambientes internos altera a fisiologia ocular. Edson Ecks, como sua lei interpreta esses novos achados sobre a miopia?"


1. A Visão de Edson Ecks


Edson Ecks: "Obrigado. Minha terceira lei afirma que fenômenos abstratos desenvolvem fenômenos biofísico-químicos e vice-versa. A pesquisa da equipe do Dr. Alonso é uma prova viva disso. Quando o artigo diz que a miopia é influenciada pela 'forma como usamos nossos olhos', estamos falando de um comportamento (abstrato/ação) moldando uma patologia física. O cérebro foca no celular ou no livro — uma busca por informação, algo mental — e isso força o corpo a uma reação química e física (contração pupilar, acomodação do cristalino). Há uma interdependência: o universo ao redor (ambiente interno/pouca luz) dita como o cérebro opera o corpo."


2. A Resposta dos Pesquisadores (SUNY Optometry)


Jose-Manuel Alonso: "É uma perspectiva interessante, Edson Ecks. Nosso foco é a 'fisiologia mensurável'. Identificamos que a miopia não é apenas genética ou 'tempo de tela', mas sim a iluminação da retina. Quando o olho foca de perto em ambientes escuros, a pupila se contrai excessivamente para dar nitidez. Essa baixa luminosidade constante impede uma atividade retiniana robusta, o que sinaliza ao olho para crescer de forma míope. É, de fato, uma resposta física a um estímulo ambiental e comportamental."


Urusha Maharjan: "Exato. E complementando o que você chama de 'circularidade', observamos que uma vez que o olho se torna míope, a constrição pupilar torna-se ainda mais acentuada. O físico (o olho já doente) passa a ditar a intensidade da reação biológica. Isso se alinha ao que você descreve como o corpo dependendo do cérebro e do ambiente."


3. O Embate: Causa ou Consequência?


Mediador: "Doutores, Edson Ecks afirma que 'emoções e pensamentos' são fenômenos abstratos que geram doenças. Vocês diriam que o estresse de estudar ou o desejo de consumir conteúdo digital (abstrato) é a causa primária da miopia?"


Jose-Manuel Alonso: "Nós preferimos o termo 'hábito visual'. O desejo de ler (abstrato) leva à acomodação ocular (físico). Se esse desejo ocorre sob luz fraca, o mecanismo falha. Não diria que a 'emoção' causa a miopia, mas a necessidade de foco prolongado — que é uma função cerebral — certamente altera a estrutura do olho."


Edson Ecks: "Mas o 'hábito' nasce do abstrato! O que eu defendo em Generanalise é que não há separação. O ato de 'Ler' (mencionado na minha lei) é um fenômeno que desenvolve a miopia se o sistema corpo-cérebro-universo estiver em desequilíbrio. O estudo de vocês confirma que o 'concreto' (luz solar, pupila) e o 'mental' (foco, leitura) são uma via de mão dupla."


Conclusão do Mediador


"Parece haver um consenso: a biologia não é isolada. Seja pela 'Lei do Corpo e Cérebro' de Ecks ou pela 'Hipótese da Iluminação Retiniana' de Alonso e Maharjan, a conclusão é que o ambiente em que escolhemos viver e a forma como decidimos usar nossa atenção (cérebro) redesenham fisicamente nossos órgãos (corpo)."


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