Ar parado no quarto reduz o sono profundo e aumenta despertares /.A lei do cérebro e corpo e seleção Biométrica de Edson Ecks
Dormir com a porta do quarto fechada pode prejudicar significativamente a qualidade do sono ao permitir que os níveis de dióxido de carbono expirado durante a noite se acumulem no ambiente, ultrapassando os limites recomendados. Estudos científicos publicados entre 2018 e 2025 demonstram que quando duas ou mais pessoas dormem em um quarto fechado sem ventilação adequada, os níveis de CO₂ podem exceder mil e trezentas partes por milhão, concentração associada a sono mais superficial, mais despertares noturnos, menor duração do sono profundo, aumento de cortisol ao acordar e pior desempenho cognitivo no dia seguinte.
Como o CO₂ acumulado durante o sono prejudica o descanso?
Durante o sono, uma pessoa adulta expira em média duzentos e cinquenta mililitros de dióxido de carbono por minuto. Em um quarto pequeno com a porta completamente fechada, esse gás se acumula progressivamente ao longo da noite, elevando a concentração de CO₂ de níveis normais de quatrocentas partes por milhão para valores muito acima do recomendado. Estudos controlados em laboratório demonstram que níveis acima de mil partes por milhão já reduzem a eficiência do sono, e acima de mil e trezentas partes por milhão reduzem significativamente o tempo em sono profundo.
O mecanismo pelo qual o CO₂ afeta o sono é duplo: em níveis elevados, o dióxido de carbono irrita levemente os receptores quimiossensíveis do tronco encefálico que monitoram a composição do ar, aumentando a ativação do sistema nervoso simpático. Isso eleva os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, e aumenta a frequência de microdespertares que fragmentam o sono sem que a pessoa necessite acordar completamente. Pesquisas confirmam que o CO₂ do quarto foi o fator mais fortemente associado à eficiência reduzida do sono dentre múltiplos parâmetros ambientais avaliados, superando temperatura, partículas finas e ruído...
Terceira lei , a lei do corpo e cérebro de Edson Ecks
Fenômenos abstratos desenvolvem fenômenos bio- fisioquimicos biofisioquímicos (emoções, doenças, dormir, ações...), como fenômenos biofisioquímicos desenvolvem fenômenos abstratos (Ler, musica, escrever...):
Tanto o cérebro depende do corpo, como o corpo depende do cérebro e do Universo ao seu redor.
3. Lei do Corpo e Cérebro (Segunda Menção)
Seleção Natural
Seleção natural é o mecanismo evolutivo proposto por Alfred Wallace e Charles Darwin, que afirmou que o meio ambiente atua como um selecionador de características, perpetuando os organismos mais aptos a sobreviver em determinado local...
Seleção Biométrica
Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio fisioquimico (espacial-Terrestre- artificial) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo.
A vida funciona através de biomas dentro de biomas
A evolução Biométrica é múltipla, funciona de forma lenta, rápida , acelerada
Edson Ecks, ORIGENS da Vida, Amazon ebook, 2021
Explicação: Esta lei enfatiza a relação bidirecional entre fenômenos abstratos (como emoções, pensamentos, doenças) e fenômenos biofísico-químicos (como a leitura, a música, a escrita, ou processos biológicos). Ou seja, o cérebro afeta o corpo e vice-versa, e ambos são interdependentes do universo ao redor. Há uma circularidade e interdependência entre o abstrato e o concreto, o mental e o físico. Edson Ecks, Generanalise, Amazon ebook, 2022
Este é um debate simulado entre Edson Ecks, autor das obras Origens da Vida (2021) e Generanálise (2022), e os pesquisadores citados no artigo técnico sobre qualidade do ar e sono, como o Dr. William Lu (especialista em medicina do sono) e o Professor Pawel Wargocki (Universidade Técnica da Dinamarca).
Debate: A Interdependência entre o Ambiente e a Biologia
1: A Causa e o Efeito (Fenômenos Abstratos vs. Biofísicos)
Edson Ecks: "Minha Terceira Lei, a Lei do Corpo e Cérebro, propõe que fenômenos abstratos desenvolvem fenômenos biofisioquímicos e vice-versa. Quando olhamos para o sono prejudicado por uma porta fechada, vemos a aplicação exata disso. O 'dormir' é um fenômeno biofisioquímico que é alterado pelo ambiente. Se o ambiente (o Universo ao redor) está saturado de CO2, ele altera o bioma interno do indivíduo. O corpo e o cérebro não estão isolados; eles dependem da troca constante com o espaço-tempo em que estão inseridos."
Dr. William Lu: "Concordo com a interdependência, Edson Ecks. Meus estudos mostram que o acúmulo de dióxido de carbono não é apenas um detalhe 'externo'. Ele irrita os receptores quimiossensíveis no tronco encefálico. Isso desencadeia uma resposta física real: o aumento do cortisol. O que você chama de 'interdependência do universo ao redor', nós quantificamos como a relação entre partes por milhão (ppm) de CO2 e a fragmentação da arquitetura do sono."
2: Seleção Biométrica e Adaptação Espacial
Edson Ecks: "Exatamente. Na minha teoria da Seleção Biométrica, afirmo que o meio fisioquímico — seja ele natural ou artificial, como um quarto fechado — é ativo no processo evolutivo. O ambiente e o organismo são interdependentes. Se um indivíduo dorme em um ambiente com 1.300 ppm de CO2, ele está em uma 'luta pela existência' onde seu desempenho cognitivo e saúde são testados. A 'vida funciona através de biomas dentro de biomas'; o quarto é um bioma artificial que afeta o bioma biológico do ser humano."
Prof. Pawel Wargocki: "Interessante sua visão sobre 'biomas dentro de biomas'. Nossas pesquisas na Universidade Técnica da Dinamarca confirmam que a qualidade do ar no quarto afeta diretamente as habilidades cognitivas no dia seguinte. Se o 'ambiente-organismo' não está 'biometricamente apto' devido à má ventilação, há uma perda de eficiência. O dado concreto é que, com 1.000 ppm, a eficiência do sono já cai 1,3%. Isso mostra que o organismo humano reage de forma rápida — e às vezes acelerada — a mudanças sutis na química do ambiente imediato."
3: A Circularidade do Sistema
Edson Ecks: "Minha obra Generanálise enfatiza essa circularidade. O abstrato (a decisão de fechar a porta por segurança ou silêncio) gera um efeito concreto (hipóxia leve, aumento de CO2). Esse efeito concreto volta a gerar um efeito abstrato: pior desempenho intelectual, irritabilidade ou falta de concentração. O cérebro depende do corpo, que depende do ar. Não há separação."
Gessika Julia Carvalho (Mediadora/Jornalista): "Os pesquisadores trazem a solução prática: ventilação. Seja uma fresta de 2 a 5 cm na janela ou a porta entreaberta. Isso reduz o CO2 de 1.150 ppm para níveis saudáveis de 717 ppm. Isso corrobora a tese de Ecks?"
Edson Ecks: "Sim. Ao abrir a porta, você está integrando o bioma do quarto ao bioma da casa e ao universo externo. Você está otimizando a relação 'ambiente-organismo' para que o fenômeno biofisioquímico (o sono profundo) possa ocorrer plenamente. A evolução biométrica é múltipla: pequenas mudanças no espaço (abrir uma porta) geram grandes mudanças no tempo (a qualidade de vida a longo prazo)."
Conclusão do Debate
Ponto de ConvergênciaVisão de Edson EcksVisão dos Pesquisadores (Lu/Wargocki)AmbienteO meio fisioquímico é ativo na evolução.O ar do quarto determina a química do sangue.InterdependênciaCérebro e corpo dependem do Universo.CO2 elevado ativa o sistema nervoso simpático.EfeitoFenômenos abstratos e físicos se moldam.Ar viciado reduz sono profundo e cognição.



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