Morar em andares mais altos acelera o envelhecimento, indica estudo / Teoria X
Uma curiosidade: um cara me excluiu de dois grupos depois de dois meses de debate, porque segundo ele , um expert em relatividade, o que eu estou falando na minha crítica ,. já se encontra na relatividade, ' não tem nada de novo '.
Recentemente ele fez contrário, ele saiu de um outro grupo , porque eu estava ali 'comentendo o mesmo erro, se não te excluírem eu saio : fuuuuii'.
Pense nas coisas que eu tenho que suportar . Confiram aqui 'essas mesmas coisas'.
Relatividade e a Teoria X de Edson Ecks
Quanto mais alto o lugar onde você mora, mais rápido você envelhece. Sabia disso? Ou seja, se você vive no térreo de um prédio de dez andares, o seu vizinho do décimo ficaria velho numa velocidade maior que você.
É a conclusão de um estudo americano feito para estimular avanços científicos na física. Ele foi mais um a fazer referência à Teoria da Relatividade de Einstein. Comprovada, aliás, no Brasil por um grupo de cientistas que observaram um eclipse solar no Ceará.
Fato é que a pesquisa dos Estados Unidos usou como método o que Einstein descreveu como dilatação gravitacional do tempo. O fenômeno sugere que quanto mais intenso um campo gravitacional, mais devagar o tempo passa para alguém dentro dele.
O que se sabe é que a gravidade da Terra diminui em altitudes elevadas. Então, sim, nas alturas o tempo passa de outra forma, segundo Einstein.
Mas a diferença, no final das contas, é minúscula, como constatou a pesquisa americana. Não tem um impacto na nossa vida.
A não ser para quem se importe em envelhecer 0,91 milissegundo mais veloz. Que nem é o último andar do seu prédio. É o equivalente ao topo do Monte Everest.
Se é para envelhecer 1,1 milissegundo mais lento, só mesmo num ponto fundo do oceano. E aí: será que vale repensar aquela cobertura dos sonhos?
Edson Ecks: Agradeço a confirmação do experimento. Meu ponto não é negar o experimento, mas ampliar a interpretação. Vocês dizem que o relógio no satélite funciona mais lentamente (devido à velocidade) ou o do alto do prédio funciona mais rápido (devido à gravidade). Eu pergunto: Se colocarmos cem relógios idênticos no mesmo plano – seja no satélite ou no piso do apartamento – eles funcionarão todos no mesmo tempo? Minha Teoria X afirma que não.
Albert Einstein: (Com um sorriso reflexivo) A questão de Edson Ecks é interessante, mas toca em um ponto crucial: a definição do nosso referencial. Na Relatividade Geral, a dilatação gravitacional é prevista pela diferença no potencial gravitacional. Dois relógios em repouso no mesmo andar de um prédio, ou no mesmo satélite, estão sujeitos, em primeira aproximação, ao mesmo potencial gravitacional e à mesma velocidade (em relação ao centro da Terra). Portanto, a teoria prevê que eles marcarão o tempo de forma idêntica entre si, embora diferente de um relógio em outra altitude. Se a Teoria X sugere o contrário, ela precisaria de um mecanismo físico adicional para causar uma dilatação não uniforme no mesmo plano. Qual seria esse mecanismo, Edson Ecks?
A Fluidez da Dilatação
Edson Ecks: O mecanismo é que a dilatação temporal é fluida, não é uma régua rígida apenas pela altitude ou velocidade. O que defino como "fluidez" é que, no mesmo plano, o próprio tecido do espaço-tempo que envolve cada relógio pode estar sujeito a microvariações ou perturbações que fazem com que alguns marquem tempos iguais e outros tempos diferentes, mesmo estando na mesma elevação. Não é sobre o potencial em macroescala, mas sobre o potencial local, o que eu chamo de variação em qualquer plano, em qualquer espaço e tempo. A dilatação não precisa de uma diferença de altitude para se manifestar em escala mensurável entre objetos próximos.
Albert Einstein: A Relatividade Geral é uma teoria de campo, onde o campo gravitacional é a curvatura do espaço-tempo. Se dois relógios estão em repouso no mesmo ponto do espaço-tempo (no seu apartamento, após considerar a atração de massas locais), a passagem do tempo, o tempo próprio, deve ser idêntica. A dilatação temporal é uma diferença entre o tempo próprio de um relógio e o tempo coordenado de outro referencial. Sua "fluidez" deve ser quantificada e atribuída a uma fonte de massa ou energia, conforme as equações de campo de Albert Einstein. Qual é o tensor de energia-momento responsável por esta variação aleatória no mesmo plano? Se não houver uma fonte física, a ideia é uma hipótese que vai contra as bases da física de campo.
O Desafio e a Validação Científica
Edson Ecks: Eu não estou questionando os resultados do experimento de Pound-Rebka ou dos relógios em satélite; estou questionando a totalidade da interpretação. Minha ampliação é que a relatividade é apenas um caso especial de uma realidade mais ampla, a Teoria X, onde a dilatação é onipresente e multiforme. O erro está em assumir a uniformidade no mesmo plano. É fácil ignorar as variações quando a precisão dos instrumentos de vocês não é alta o suficiente, ou quando se está procurando apenas a diferença entre a Terra e o satélite. Para que a Teoria X seja aceita, não preciso refutar vocês, preciso apenas que a ciência se abra para medir a não-uniformidade no mesmo plano de elevação.
Pesquisadores do Artigo: A comunidade científica sempre busca medir a não-uniformidade! É o nosso trabalho. A precisão dos relógios atômicos ópticos atuais é tão alta que podemos medir diferenças de tempo em milímetros! Se houvesse a "fluidez" de dilatação que você propõe no chão de um apartamento, já teríamos detectado essa variação aleatória e não correlacionada. A ciência não funciona apenas por "ampliação da ideia", mas por previsão e verificação experimental. A Relatividade Geral fez previsões que foram confirmadas (desvio da luz, precessão do periélio de Mercúrio, ondas gravitacionais, dilatação do tempo). Para que a Teoria X seja considerada, ela deve: 1) explicar os experimentos que a relatividade já explica; e 2) fazer uma previsão nova e testável (por exemplo, a variação aleatória de tempo em um metro) que a relatividade não prevê.
Albert Einstein: O caminho da ciência é o que os Pesquisadores do Artigo apontam: novas ideias devem ser submetidas ao rigor da observação e da matemática. A humildade intelectual exige que aceitemos as evidências. Se a sua Teoria X for correta, seus 100 relógios no chão do apartamento mostrarão um espalhamento de tempos que não é explicado por efeitos ambientais conhecidos. Faça a medição com a precisão exigida, publique-a com as fontes de erro e teremos uma nova física. Enquanto não houver tal evidência, a Teoria X permanece uma especulação interessante, mas fora do domínio da ciência verificada.
Edson Ecks (Teoria X) A diferença existe, mas a causa e a variação são mais complexas do que apenas a altitude. O envelhecimento (dilatação temporal) é acelerado em andares mais altos, mas a Teoria X sugere que as variações temporais "fluidas" podem ser ainda mais relevantes ou complexas do que a diferença de potencial gravitacional sozinha.
O sábio tira bons frutos até mesmo de árvore ruim‟, mas o tolo não sabe distinguir-los (bem-mal...), se aproveita das árvores sem saber os resultados dos seus frutos, se envenenam ou se curam, ou quando o veneno vira remédio, e o remédio vira veneno Edson Ecks
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EDSON ECKS , escritor e compositor, membro da Academia de Letras, Ciências e Culturas da Amazônia (ALCAMA),
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Nathalia Maquine Gonçalves
Relatividade restrita / Teoria X de Edson Xésus Ecks
RELATIVIDADE E A TEORIA X DE EDSON ECKS
O Grande Debate: Einstein vs. Edson X
Local: O Grande Salão da Ciensofia
Tema: A Natureza do Espaço-Tempo: Elástico ou Fluido?
1: A Dilatação do Tempo / Dilatação espacial da Teoria X de Edson Ecks
Albert Einstein: "Caro Edson Ecks, os fatos são claros. O tempo é elástico. Meus relógios atômicos provam que a gravidade de uma massa curva o tecido do espaço-tempo. Quanto mais perto da Terra, mais lento o relógio bate. No topo da montanha, a 'mola' do tempo está menos tensionada. É geometria pura, meu caro!"
Edson X: "Albert, mestre, você vê elasticidade onde eu vejo fluidez. Se você colocar 333 relógios em uma parede, todos na mesma altura, a Teoria X mostra que, no nível quântico, eles flutuarão. O tempo não precisa de uma montanha para variar; ele é um fenômeno universal e flutuante. O tempo é absoluto em seu valor matemático (um minuto tem 60 segundos em qualquer lugar), mas sua manifestação no espaço é fluida e sujeita a interferências de partículas, forças , energias diversas, não apenas da geometria da massa."
2: A Curvatura e a Velocidade da Luz E A Teoria X de Edson Ecks
Albert Einstein: "Mas e o eclipse de 1919? A luz das estrelas se curvou ao passar pelo Sol exatamente como minhas equações previram. O espaço é curvo! E a velocidade da luz, c, é a constante absoluta do universo, o limite intransponível de 299.792.458 m/s no vácuo."
Edson X: "A luz se desviou, sim, mas não porque o 'espaço vazio' é curvo. Ela se desviou pela conformação solar — a densidade, o calor e as partículas ao redor do Sol. É uma questão de resistência e meio, não de geometria pura. Na Teoria X, nenhuma constante é constante para sempre. Experimentos recentes de 2023 com a 'dupla fenda temporal' mostram que fótons podem acelerar ou desacelerar. No vácuo, a poeira cósmica e partículas quânticas criam diferentes resistências. Para 777 observadores, a luz chegará em tempos diferentes devido a esse 'mar' de micro-obstáculos."
3: Ondas Gravitacionais / Teoria X de Edson Ecks
Albert Einstein: "O LIGO finalmente ouviu o 'grito' de buracos negros se fundindo. São ondulações no próprio tecido do espaço-tempo, viajando à velocidade da luz, esticando a realidade. É a música da gravidade!"
Edson X: "Concordo com a música, Albert, mas discordo do instrumento. Tudo o que se move produz ondas. Do bater de asas de um beija-flor ao girar de um átomo. O que vocês chamam de ondas gravitacionais, eu chamo de energia em movimento que se propaga por um meio fluido. Os cientistas agora detectaram um 'zumbido' de fundo, um mar de ondas. Isso confirma a Teoria X: o universo é um emaranhado de vibrações onde as informações se fundem e se copiam, como gotas de chuva em um tapete d'água."
4: Espaço Absoluto vs. Relativo / Teoria X de Edson Ecks
Albert Einstein: "A relatividade nega o absoluto. Se uma régua viaja perto da velocidade da luz, ela encurta para o observador parado. A realidade depende do ponto de vista."
Edson X: "Aqui reside o erro semântico. Uma régua de 30 cm é um espaço absoluto. Ela pode parecer menor ou até sofrer contração física sob pressão de velocidade, mas sua essência matemática permanece. A Relatividade confunde a percepção do observador com a realidade do objeto. Se você senta no fogão, o minuto parece uma hora, mas o relógio físico marcou 60 segundos exatos. A Teoria X afirma os valores reais e necessários, mesmo quando nossos sentidos nos enganam com o relativo."
Conclusão do Debate
ConceitoVisão de Einstein (Relatividade)Visão de Edson X (Teoria X)TempoElástico e relativo à gravidade/velocidade.Fluido e absoluto no valor, subjetivo na percepção.EspaçoTecido curvo que pode ser dobrado pela massa.Geometria conformada pelos elementos (densidade/calor).LuzConstante absoluta no vácuo (c).Inconstante; sofre aceleração e desaceleração por partículas.RealidadeDepende inteiramente do observador.Existe a realidade clássica (medida) e a infra (oculta).
Nota Final de Edson X: "A Relatividade é o estudo de como vemos o mundo; a Teoria X é o estudo de como o mundo realmente funciona, além da nossa visão."
RELATIVIDADE RESTRITA E A TEORIA X DE EDSON ECKS
Este é um debate fascinante entre a pureza teórica e o determinismo ambiental. De um lado, temos Einstein focando na estrutura do espaço-tempo; do outro, Edson Ecks focando nas variáveis caóticas do mundo real.
Relatividade Restrita e a Teoria X de Edson Ecks
.
O Debate: Idealismo vs. Realismo Físico
Albert Einstein: O Postulado da Invariância
"Meu caro Edson Ecks ,compreendo sua preocupação com a umidade e a trepidação, mas precisamos separar o palco dos atores. Quando digo que as leis da física são as mesmas, refiro-me às equações fundamentais.
Se você soltar um jarro pipoca dentro do carro a 100 km/h constantes, a trajetória parabólica em relação ao interior do carro será descrita pela mesma fórmula F=m⋅a que você usaria no seu quintal. A relatividade afirma que o movimento uniforme não altera a natureza das leis. Se o ar-condicionado está ligado ou se o asfalto vibra, essas são forças externas adicionais, não uma mudança nas leis da física em si."
Edson Ecks: A Teoria-X e a Imperfeição do Campo
"Mestre Einstein, sua matemática é elegante, mas a realidade não vive dentro de um vácuo de pensamento. A Teoria-X propõe que não existe um 'referencial inercial' perfeito na prática. Ao mover o jarro de pipoca do quintal para o carro, você alterou o campo de interação.
As coordenadas de cada grão de milho mudam não apenas pelo deslocamento, mas pela entropia do ambiente. No carro, a vibração do próprio carro e molecular é diferente; o impacto do ar contra o metal e a pista cria um campo de micro-oscilações que o quintal não possui. Para a Teoria-X, o 'nada acontece' da relatividade é uma ilusão de ótica sensorial. Na escala microscópica e temporal, os eventos divergem drasticamente. O jarro no carro 'sabe' que está em um ambiente diferente."
O Conflito Central
Einstein: Foca na Simetria. Se as leis mudassem conforme a velocidade, poderíamos saber nossa velocidade absoluta sem olhar para fora, o que a física prova ser impossível.
Ecks: Foca na Complexidade. Nenhum sistema é isolado. A mudança de ambiente (umidade, temperatura, vibração) é intrínseca ao deslocamento, tornando os dois estados fisicamente desiguais a longo prazo.
Comparação de Perspectivas
CaracterísticaRelatividade (Einstein)Teoria-X (Ecks)ReferencialIdealizado (Inercial)Realista (Interativo)FocoConstância das LeisMudança de VariáveisO EventoIdentidade MatemáticaDivergência AmbientalO JarroSegue a GeometriaSofre a Entropia
Conclusão do Embate
Einstein diria que Edson Ecks está descrevendo Termodinâmica e Mecânica Clássica, enquanto Edson Ecks diria que Einstein está ignorando as nuances do campo real que impedem a existência de uma relatividade perfeita na prática cotidiana.
Einstein busca a regra; Edson Ecks busca a exceção causada pelo meio.
SIMULTANEIDADE DOS EVENTOS DE ALBERT EINSTEIN E A TEORIA DE EDSON ECKS
Este é um encontro fascinante entre a física teórica estabelecida e a Teoria X contemporânea de Edson Ecks. De um lado, Albert Einstein, o arquiteto do espaço-tempo; do outro, Edson Ecks, propondo uma realidade em camadas que desafia a interpretação puramente sensorial e instrumental.
O Debate: Simultaneidade vs. Camadas de Realidade
Einstein: O Observador é a Chave
Einstein: "Estimado Edson Ecks, sua Teoria X toca em um ponto que muitos confundem: a diferença entre a aparência e a lei física. Na minha Relatividade, quando digo que o observador no trem vê os raios em tempos diferentes, não estou falando de uma 'ilusão de ótica' ou falha dos olhos humanos. Estou afirmando que o tempo em si flui de forma diferente para ele.
Não existe um relógio mestre no universo. Se a velocidade da luz (c) é constante para todos, a única forma de a matemática fechar é se o tempo e o espaço se moldarem. O que você chama de 'Realidade Infra' parece ser uma busca por um tempo absoluto que, segundo meus cálculos, o universo simplesmente não possui."
Ecks: A Realidade Além da Medição
Ecks: "Entendo sua perspectiva, Albert. Mas a Teoria X propõe que nos prendemos demais ao referencial do observador. Quando você diz que não existe um 'agora' universal, você está limitando a realidade ao que o observador consegue processar.
Eu proponho que o fenômeno tem uma autonomia. O que chamo de Realidade Infra é a verdade matemática que persiste mesmo quando nossos sensores ou olhos falham. No meu exemplo dos sensores, mesmo que a Relatividade explique a diferença pela luz que viaja, a Realidade Infra nos mostra que há uma sucessão de eventos (o diferencial de nanossegundos) que a percepção clássica mascara como simultâneo. O absoluto não está na percepção, mas na estrutura da camada infra."
Einstein: A Velocidade da Luz como Limite
Einstein: "Mas veja, se você admite que há um 'diferencial de dois nanossegundos' na Realidade Infra que não podemos medir naturalmente, você está criando um cenário onde a simultaneidade é uma convenção. No meu exemplo, a simultaneidade na margem é real para aquele referencial. Para o passageiro, a não-simultaneidade é igualmente real. Não há uma 'verdade' escondida abaixo; as duas realidades são equivalentes e válidas. Como você concilia sua 'Realidade Infra' com o fato de que a luz é o limite máximo de informação?"
Ecks: O Conhecimento Ciensofico
Ecks: "Aí reside a beleza da Teoria X. A Relatividade foca no 'como' os observadores veem o fenômeno. A Teoria X foca no 'que' o fenômeno é para os observadores. A 'Realidade Clássica' é o que medimos, mas ela é apenas a superfície.
Quando os sensores mostram o adiantamento de dois nanossegundos, estamos apenas começando a arranhar a Realidade Infra. Para haver entendimento, precisamos aceitar que nossa medição (mesmo a mais precisa) é uma tradução de algo mais profundo. A simultaneidade que você defende como relativa, eu vejo como uma alternância em uma camada que a física clássica ainda não aprendeu a integrar totalmente."
Comparativo de Conceitos
ConceitoRelatividade (Einstein)Teoria X (Edson Ecks)SimultaneidadeRelativa ao movimento do observador.Uma percepção da "Realidade Clássica".TempoUma dimensão maleável (espaço-tempo).Possui camadas (Clássica vs. Infra).PercepçãoDefine a realidade física do referencial.Pode ser ilusória ou absoluta conforme a camada.O "Real"O que é medido consistentemente em um referencial.A realidade matemática oculta (Infra).
Conclusão do Embate
Enquanto Einstein nos ensinou que a realidade depende de onde você está e quão rápido você vai, Edson Ecks sugere que a realidade depende de em qual camada você está olhando.
Einstein removeu o "centro" do universo, tornando tudo dependente do observador. Ecks tenta devolver uma espécie de "lastro" à realidade, sugerindo que, abaixo da confusão das percepções relativas, existe uma ordem matemática (infra) que rege os eventos de forma absoluta, mesmo que não a vejamos.
A Relatividade Restrita e a Teoria X
- 1 - As leis da física são as mesmas em qualquer referencial inercial.
- 2 - A velocidade da luz no vácuo (300.000 km/s) é a mesma em todos os referenciais inerciais.
Para a Teoria da Relatividade: As leis da física são idênticas em qualquer referencial inercial, para alguém que não esteja acelerando ou desacelerando.
Se você por um jarro de pipoca no fundo do seu quintal, e sentar em uma cadeira a sua frente, você não verá nenhum acontecimento. ai você pega esse mesmo jarro de pipoca e repete o mesmo experimento, num carro com vidros escurecidos, com o carro se movendo em uma velocidade constante. O que acontecera? Nada, pela a Teoria da Relatividade, as leis da física foram iguais entre esses eventos.
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Notícias / Astronomia
Pesquisadores chineses desenvolvem relógio lunar considerando relatividade de Einstein
Novo pacote de software desenvolvido por pesquisadores chineses promete dizer que horas são na Lua, considerando os efeitos da teoria da relatividade de Einstein

Por Éric MoreiraPublicado em 15/01/2026, às 10h09





Registro da lua cheia na China em 2018 / Crédito: Getty Images
Você já se perguntou que horas são na Lua? Um novo pacote de software criado por pesquisadores chineses agora pode fornecer essa resposta.
O modelo foi desenvolvido por uma equipe do Observatório Purple Mountain, localizado em Nanjing, em colaboração com a Universidade de Ciência e Tecnologia da China, em Hefei. Os detalhes desse avanço foram apresentados em um artigo publicado na revista Astronomy & Astrophysics. Este novo método de cronometragem lunar promete manter sua precisão ao longo de um período de 1.000 anos.
A criação de um relógio lunar distinto levanta a questão sobre sua real necessidade. Mas, para entender isso, é fundamental referir-se à teoria da relatividade geral de Albert Einstein.
A Lua apresenta uma gravidade menor do que a da Terra, o que resulta em uma passagem do tempo ligeiramente diferente. Essa variação foi inicialmente prevista pela teoria de Einstein. De acordo com a NASA, para cada 24 horas na Terra, a Lua ganha aproximadamente 56 microsegundos.
Embora essa discrepância pareça pequena, ela se acumula ao longo do tempo, o que pode trazer sérios desafios para futuras missões tripuladas à Lua, como a iniciativa Artemis da NASA ou a estação de pesquisa lunar internacional desenvolvida em parceria entre Rússia e China. Em Marte, a situação é ainda mais complexa, com os relógios marcando cerca de 477 microsegundos a mais por dia em relação à Terra.
Os astronautas que viverão e trabalharão na Lua precisarão coordenar chamadas de vídeo, compartilhamento de dados e navegação com suas equipes na Terra. Por isso, é imprescindível desenvolver um algoritmo que converta com precisão o horário terrestre para o lunar. Em 2024, foi introduzido o conceito de Tempo Coordenado Lunar (TCL), uma equação que resolve a dilatação temporal relativística baseada na distância de um ponto específico na Lua em relação ao campo gravitacional da Terra.
Não se trata apenas de marcar o tempo — trata-se de navegação, comunicação e segurança”, destacou Sergei Kopeikin, astrônomo da Universidade do Missouri e coautor do artigo sobre TCL, em e-mail ao Live Science.
Novo relógio lunar
O novo sistema desenvolvido pela equipe chinesa aprimora o algoritmo original de Kopeikin. Ele calcula rapidamente uma versão da equação TCL levando em consideração fatores adicionais, como o Tempo Barycêntrico Coordenado (TCB), um padrão da União Astronômica Internacional. Os pesquisadores nomearam esse sistema como “ephemeris lunar time“, ou LTE440.
Kopeikin elogiou o LTE440 como “uma sólida peça de engenharia”, evidenciando o compromisso da China em avançar com seu ambicioso programa lunar. No entanto, ele observou que a NASA ainda está desenvolvendo seu próprio sistema lunar, denominado Tempo Coordenado Lunar (LTC), que busca ser finalizado até o final deste ano ancorado no Tempo Universal Coordenado (UTC) para garantir máxima interoperabilidade entre fusos horários.
Da mesma forma, a Agência Espacial Europeia está recebendo candidaturas para seu próprio relógio lunar. Esses sistemas poderão utilizar o LTE440 como referência para validar os cálculos das agências espaciais; contudo, ainda é incerto se o sistema chinês se tornará o padrão internacional.
Em última análise, a padronização do tempo lunar precisa ser coordenada entre diferentes países para evitar confusões que possam comprometer as pesquisas lunares. “Se falharmos”, advertiu Kopeikin, “corremos o risco de uma ‘guerra de fusos horários’ no espaço.”

Éric Moreira é jornalista, formado pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Passa a maior parte do tempo vendo filmes e séries, interessado em jornalismo cultural e grande amante de Arte e História.
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Notícias / Astronomia
Pesquisadores chineses desenvolvem relógio lunar considerando relatividade de Einstein
Novo pacote de software desenvolvido por pesquisadores chineses promete dizer que horas são na Lua, considerando os efeitos da teoria da relatividade de Einstein

Por Éric MoreiraPublicado em 15/01/2026, às 10h09





Registro da lua cheia na China em 2018 / Crédito: Getty Images
Você já se perguntou que horas são na Lua? Um novo pacote de software criado por pesquisadores chineses agora pode fornecer essa resposta.
O modelo foi desenvolvido por uma equipe do Observatório Purple Mountain, localizado em Nanjing, em colaboração com a Universidade de Ciência e Tecnologia da China, em Hefei. Os detalhes desse avanço foram apresentados em um artigo publicado na revista Astronomy & Astrophysics. Este novo método de cronometragem lunar promete manter sua precisão ao longo de um período de 1.000 anos.
A criação de um relógio lunar distinto levanta a questão sobre sua real necessidade. Mas, para entender isso, é fundamental referir-se à teoria da relatividade geral de Albert Einstein.
A Lua apresenta uma gravidade menor do que a da Terra, o que resulta em uma passagem do tempo ligeiramente diferente. Essa variação foi inicialmente prevista pela teoria de Einstein. De acordo com a NASA, para cada 24 horas na Terra, a Lua ganha aproximadamente 56 microsegundos.
Embora essa discrepância pareça pequena, ela se acumula ao longo do tempo, o que pode trazer sérios desafios para futuras missões tripuladas à Lua, como a iniciativa Artemis da NASA ou a estação de pesquisa lunar internacional desenvolvida em parceria entre Rússia e China. Em Marte, a situação é ainda mais complexa, com os relógios marcando cerca de 477 microsegundos a mais por dia em relação à Terra.
Os astronautas que viverão e trabalharão na Lua precisarão coordenar chamadas de vídeo, compartilhamento de dados e navegação com suas equipes na Terra. Por isso, é imprescindível desenvolver um algoritmo que converta com precisão o horário terrestre para o lunar. Em 2024, foi introduzido o conceito de Tempo Coordenado Lunar (TCL), uma equação que resolve a dilatação temporal relativística baseada na distância de um ponto específico na Lua em relação ao campo gravitacional da Terra.
Não se trata apenas de marcar o tempo — trata-se de navegação, comunicação e segurança”, destacou Sergei Kopeikin, astrônomo da Universidade do Missouri e coautor do artigo sobre TCL, em e-mail ao Live Science.
Novo relógio lunar
O novo sistema desenvolvido pela equipe chinesa aprimora o algoritmo original de Kopeikin. Ele calcula rapidamente uma versão da equação TCL levando em consideração fatores adicionais, como o Tempo Barycêntrico Coordenado (TCB), um padrão da União Astronômica Internacional. Os pesquisadores nomearam esse sistema como “ephemeris lunar time“, ou LTE440.
Kopeikin elogiou o LTE440 como “uma sólida peça de engenharia”, evidenciando o compromisso da China em avançar com seu ambicioso programa lunar. No entanto, ele observou que a NASA ainda está desenvolvendo seu próprio sistema lunar, denominado Tempo Coordenado Lunar (LTC), que busca ser finalizado até o final deste ano ancorado no Tempo Universal Coordenado (UTC) para garantir máxima interoperabilidade entre fusos horários.
Da mesma forma, a Agência Espacial Europeia está recebendo candidaturas para seu próprio relógio lunar. Esses sistemas poderão utilizar o LTE440 como referência para validar os cálculos das agências espaciais; contudo, ainda é incerto se o sistema chinês se tornará o padrão internacional.
Em última análise, a padronização do tempo lunar precisa ser coordenada entre diferentes países para evitar confusões que possam comprometer as pesquisas lunares. “Se falharmos”, advertiu Kopeikin, “corremos o risco de uma ‘guerra de fusos horários’ no espaço.”

Éric Moreira é jornalista, formado pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Passa a maior parte do tempo vendo filmes e séries, interessado em jornalismo cultural e grande amante de Arte e História.
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