Estudo aponta efeitos do espaço no cérebro dos astronautas / Seleção Biométrica de Edson X
Pesquisa revela que, em microgravidade, o cérebro dos astronautas tende a se mover para cima e para trás dentro da cabeça
Um estudo recente publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences confirmou que o cérebro de astronautas sofre deslocamentos físicos durante missões espaciais, especialmente em ambientes de microgravidade. A pesquisa analisou imagens de ressonância magnética de tripulantes antes e depois de suas viagens ao espaço e constatou que, em comparação ao estado pré-voo, o cérebro tende a se mover na direção posterior (para trás) e superior (para cima) dentro do crânio.
Cientistas da Massachusetts Institute of Technology (MIT) e outras instituições dividiram o cérebro em mais de cem regiões distintas para entender melhor como cada área se comporta em ausência de gravidade. Ao longo de diferentes durações de missão — desde duas semanas a cerca de um ano — foi possível observar que quanto maior era o tempo no espaço, maiores eram os deslocamentos. Em alguns casos, principalmente em viagens longas, partes do cérebro se moveram até 2,5 milímetros em relação às posições anteriores à missão.
Efeitos nos astronautas
Os pesquisadores compararam essas mudanças com um grupo de controle formado por voluntários terrestres submetidos a um experimento que simula microgravidade em repouso com a cabeça inclinada para baixo. Embora os padrões de movimento tenham algumas semelhanças, o deslocamento para cima foi mais pronunciado nos astronautas, sugerindo que o ambiente espacial provoca efeitos únicos no sistema nervoso central.
A teoria principal para explicar esses fenômenos é que, em microgravidade, a ausência do peso que a gravidade terrestre exerce sobre os fluidos corporais altera a distribuição de sangue e de líquido cefalorraquidiano na cabeça. Isso pode “soltar” o cérebro dentro do crânio, permitindo que ele se reposicione de maneira diferente de quando sob a influência da gravidade...
Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio fisioquimico (Espacial-Terrestre- artificial) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo.
A vida funciona através de biomas dentro de biomas
A Evolução Biométrica é múltipla , funciona lenta, rápida , acelerada,.dependendo de cada espaço tempo e organismo -ambiente.
Edson Ecks, ORIGENS da Vida, Amazon ebook, 2021
Este debate coloca em diálogo a teoria de Edson Ecks (também referido como Edson X), extraída de sua obra ORIGENS da Vida (2021), e as descobertas de pesquisadores liderados pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), reportadas pelo jornalista Felipe Sales Gomes em fevereiro de 2026.
O Debate: Seleção Biométrica vs. Adaptação Neurológica Espacial
1. A Natureza do Meio e do Organismo
Edson Ecks: Defende que o meio físico-químico (seja ele espacial, terrestre ou artificial) é um agente ativo no processo evolutivo. Para Ecks, ambiente e organismo são interdependentes: a vida funciona como "biomas dentro de biomas".
Pesquisadores (MIT/PNAS): Confirmam essa "atividade" do meio ao observar que o ambiente de microgravidade física e mecanicamente altera a estrutura do cérebro. O deslocamento de até 2,5 mm do cérebro para cima e para trás não é apenas um acidente, mas uma resposta biológica direta a um meio "espacial-artificial".
2. A "Luta pela Existência" no Espaço-Tempo
Edson Ecks: Afirma que a evolução seleciona e desprende caracteres para perpetuar o organismo "biometricamente apto" a sobreviver em determinado espaço-tempo.
Pesquisadores (MIT/PNAS): O estudo aponta que o cérebro "se solta" e se reposiciona devido à redistribuição de fluidos (sangue e líquido cefalorraquidiano).
Ponto de Convergência: Se a estadia no espaço se tornasse permanente (geracional), a teoria de Ecks sugere que esses "deslocamentos" poderiam se tornar caracteres selecionados. O fato de algumas mudanças persistirem após o retorno à Terra indica uma tentativa do organismo de se tornar "apto" ao novo bioma espacial.
3. A Velocidade da Evolução
Edson Ecks: Propõe que a Evolução Biométrica é múltipla e pode ser lenta, rápida ou acelerada, dependendo da interação organismo-ambiente.
Pesquisadores (MIT/PNAS): Observaram mudanças estruturais significativas em missões que variam de duas semanas a um ano.
Argumento de Ecks: O caso dos astronautas seria um exemplo de evolução/adaptação acelerada. O ambiente artificial da estação espacial força o sistema nervoso central a uma reconfiguração física em tempo recorde para garantir a funcionalidade em um ambiente onde a gravidade terrestre (o bioma original) está ausente.
Tabela Comparativa de Conceitos
Conceito de Edson EcksEvidência no Estudo (MIT/PNAS)Meio AtivoA microgravidade desloca fisicamente a massa encefálica.InterdependênciaO cérebro muda sua posição posterior e superior para se ajustar à falta de peso.Espaço-TempoQuanto maior o tempo no espaço, maior o deslocamento (até 2,5 mm).Biomas dentro de BiomasO crânio é um bioma interno que reage ao bioma externo (espaço).
Síntese do Debate
Edson Ecks argumentaria que os astronautas estão passando por um processo inicial de Seleção Biométrica. O deslocamento cerebral é o organismo "desprendendo" a configuração terrestre para buscar uma aptidão espacial.
Por outro lado, os pesquisadores do MIT focam na patologia e na funcionalidade imediata, alertando para implicações neurológicas. Enquanto a ciência acadêmica vê um "efeito colateral" da viagem espacial, a teoria de Ecks enxerga a própria mecânica da evolução agindo em tempo real: o organismo tentando se fundir ao novo meio físico-químico para não ser descartado pela "luta pela existência".
Nota: O estudo citado foi publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) e divulgado em 17 de fevereiro de 2026.


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