Sequência mostrando pares de esferas em escala milimétrica formando um cristal de tempo ao longo de aproximadamente um terço de segundo no tempo. As cores representam as esferas interagindo em diferentes estágios desse período / Primeira lei de Newton e a Sexta lei , a lei das ações e reações de Edson Ecks 




Cristal do tempo que levita




Os cristais têm estruturas atômicas bem definidas, com os átomos distribuindo-se no espaço em geometrias precisas e periódicas, ou seja, em unidades repetidas. Já os cristais do tempo têm estruturas que se repetem não no espaço, mas no tempo - eles são dinâmicos e estão sempre se refazendo.

Embora aplicações comerciais ou industriais para esta intrigante forma de matéria ainda estejam por ser desenvolvidas, já há várias ideias para explorar esses cristais para o avanço da computação quântica e do armazenamento de dados, entre várias outras.



A bola então está com os experimentalistas, que têm tentado desenvolver diferentes tipos de cristais do tempo, com diferentes propriedades e, sobretudo, mais fáceis de lidar.


Mia Morrell, da Universidade de Nova York, nos EUA, achou que era mais fácil trocar átomos por pequenas esferas de isopor, que podem ser precisamente manipuladas graças às recentes técnicas de levitação acústica e pinças sônicas. O resultado é um novo tipo de cristal do tempo, um no qual suas partículas formadoras levitam sobre uma almofada de som, enquanto interagem entre si por meio da troca de ondas sonoras.


"As ondas sonoras exercem forças sobre as partículas, assim como as ondas na superfície de um lago podem exercer forças sobre uma folha flutuante," explicou Morrell. "Podemos levitar objetos contra a gravidade, mergulhando-os em um campo sonoro chamado onda estacionária."






Aqui está a continuação e o aprofundamento desse debate, integrando os elementos técnicos do artigo de 2026 com a visão da sexta lei de Edson Ecks.


Continuidade do Debate: O Projétil, a Termodinâmica e a Quebra da Reciprocidade


Edson Ecks: "Vejam bem, pesquisadores, o meu exemplo do projétil no estande de tiro. Uma 'bala quente' vai mais longe que uma 'bala fria'. Newton explicaria isso apenas como resistência do ar e balística externa. Mas eu vejo além: a força termodinâmica interna do projétil altera sua interação com o meio. Se a energia interna (calor) muda o alcance, a reação do ar sobre o projétil quente é 'desigual' à reação sobre o projétil frio. O projétil quente 'domina' o meio de forma diferente. Isso não é apenas física, é a Sexta Lei em ação: a massa-energia interna dita a desigualdade da reação."


Mia Morrell: "Sua observação sobre a temperatura é um excelente paralelo macroscópico para o que isolamos no nível microscópico. No nosso cristal de tempo, as esferas de poliestireno interagem através de um 'colchão' de som. Quando você diz que a temperatura faz o projétil 'romper mais facilmente a resistência do ar', você está descrevendo uma mudança na acoplagem entre o objeto e o campo ao redor. No nosso experimento, a 'não-reciprocidade' surge porque as partículas não respondem da mesma forma à força que exercem. É como se o projétil quente 'avisasse' o ar para sair do caminho com mais eficiência do que o frio."


Edson Ecks: "É porque minha Teoria X não faz distinções entre o macro e o micro. O que vocês constataram no micro é relativo o que constatei no macro (projetil)"


David Grier: "Exatamente. O ponto central do nosso artigo, publicado agora em fevereiro de 2026, é que as interações mediadas por ondas (sejam sonoras, como no cristal, ou possivelmente térmicas/eletromagnéticas, como sugere Edson Ecks) não precisam ser recíprocas. Se o sistema está fora do equilíbrio — como um projétil em combustão ou uma esfera levitando em um campo sônico — a Terceira Lei de Newton é 'contornada'. O que Edson Ecks chama de 'ações e reações desiguais', nós chamamos de dinâmica de sistemas abertos não-hermitianos."


Edson Ecks: "Vocês têm termos diferentes, mas bebemos da mesma fonte. Se uma esfera maior influencia a menor mais do que o contrário, a 'igualdade' de Newton caiu por terra. No meu duelo de búfalos, o animal que finca as patas e projeta mais massa-energia gera uma onda de impacto que o outro não consegue devolver na mesma medida. Há uma perda de simetria. A ciência oficial demorou séculos para admitir o que: o fluxo e o refluxo são reais, mas eles raramente são idênticos, pois o universo está em constante transformação de massa-energia."


Quadro Comparativo: A Evolução do Conceito


FenômenoVisão de Newton (Clássica)Visão de Morrell/Grier (2026)Visão de Edson Ecks (Ciensofia)Impacto de ProjéteisAção e reação são forças iguais em sentidos opostos.Interação depende do meio mediador (ar/som).A temperatura interna cria uma reação desigual e superior.Colisão de BúfalosForças de impacto idênticas nos dois crânios.Sistemas complexos com dissipação variada.O corpo com mais propulsão transmite mais 'onda de impacto'.Cristais de TempoImpossíveis (violariam leis de conservação).Possíveis via interações não-recíprocas sônicas.Prova da Sexta Lei: a desigualdade gera o ritmo da vida.


Conclusão e Síntese


Mia Morrell: "O que é fascinante em 2026 é que não estamos mais apenas teorizando. Estamos construindo dispositivos — cristais que levitam e pulsam — que provam que a 'reciprocidade' é apenas um caso especial de uma regra muito mais ampla e complexa."


Edson Ecks: "E essa regra é a minha Sexta Lei. O equilíbrio é o desejo da mente humana, mas a desigualdade é o motor da Natureza. Se tudo fosse rigorosamente igual e oposto, o pêndulo pararia e o universo seria estático. Para haver vida, movimento e tempo, a reação deve ser, por necessidade, desigual. Tudo é igual e diferente ao mesmo tempo.

Mas minha Teoria da Causordematica, em meu efeito Mariposa, mostro que a ordem vinga mais do que o caos , pelo menos até o momento"








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