Guerra na Ucrânia causa mutações e altera evolução de cães de rua / Terceira Lei, a lei do cérebro e corpo e a seleção Biométrica de Edson Ecks
A pesquisa baseou-se em amostras coletadas em áreas como Chernobyl e regiões próximas à linha de frente. Os cientistas observaram que, embora os cães de Chernobyl já fossem um grupo geneticamente distinto devido à radiação, o conflito atual introduziu uma nova camada de pressão seletiva: a violência humana e a alteração drástica do habitat urbano para ruínas.
Do doméstico ao feral: a involução forçada
A domesticação é um processo milenar de seleção baseada na docilidade e na dependência humana. No entanto, a guerra reverte esse fluxo. Em cidades ucranianas sitiadas, os cães que mantêm um comportamento excessivamente dócil ou dependente tendem a sucumbir mais rapidamente. A seleção natural agora favorece o “oportunismo biológico”, onde a capacidade de detectar ameaças sonoras (como mísseis) e a resistência a invernos rigorosos sem abrigo tornam-se traços dominantes.
Além disso, o estudo levanta questões sobre a “deriva genética”. Com a morte de grandes quantidades de cães ou a fuga de tutores com seus pets, certas linhagens desapareceram, enquanto outras, mais resilientes ao ambiente de guerra, proliferam, alterando permanentemente o perfil das raças de rua da região.
“Estamos observando a evolução em tempo real sob as condições mais brutais possíveis. A guerra não destrói apenas cidades, ela reescreve o código biológico das espécies que as habitam.”
Seleção natural é o mecanismo evolutivo proposto por Alfred Wallace e Charles Darwin, que afirmou que o meio ambiente atua como um selecionador de características, perpetuando os organismos mais aptos a sobreviver em determinado local.
Terceira lei,a lei do cérebro e corpo
Fenômenos abstratos (mundo virtual). desenvolvem fenômenos bio- fisioquimicos biofisioquímicos (emoções, doenças, dormir, ações...), como fenômenos biofisioquímicos desenvolvem fenômenos abstratos (Ler, musica, escrever...): Tanto o cérebro depende do corpo, como o corpo depende do cérebro e do Universo ao seu redor.
3. Lei do Corpo e Cérebro (Segunda Menção)
Explicação: Esta lei enfatiza a relação bidirecional entre fenômenos abstratos (como emoções, pensamentos, doenças) e fenômenos biofísico-químicos (como a leitura, a música, a escrita, ou processos biológicos). Ou seja, o cérebro afeta o corpo e vice-versa, e ambos são interdependentes do universo ao redor. Há uma circularidade e interdependência entre o abstrato e o concreto, o mental e o físico. Edson Ecks, Generanalise, Amazon ebook, 2022
Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio fisioquimico (Espacial-Terrestre- artificial) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo.
A vida funciona através de biomas dentro de biomas
Para a evolução Biométrica,.a evolução ocorre de forma lenta, rápida, acelerada
Edson Ecks, ORIGENS da Vida, Amazon ebook, 2021
Debate: As Fronteiras da Evolução e a Resposta Biométrica e da terceira lei, a lei do cérebro e corpo de Edson Ecks
Participantes:
Charles Darwin: Naturalista inglês, autor de "A Origem das Espécies".
Edson Ecks: Autor de "Generanálise" e "Origens da Vida", proponente da Seleção Biométrica.
Pesquisadores do Consórcio Internacional de Genética Animal: Representando o artigo da Revista Scientific Reports (citado pela IstoÉ, 16/02/2026), focados no estudo dos cães de rua na Ucrânia.
Ato I: O Mecanismo da Mudança
Charles Darwin: Meus caros, observo com fascínio os dados da Ucrânia. É a Seleção Natural em sua forma mais crua. O meio ambiente — agora um cenário de guerra — atua como um juiz severo. Os cães que não possuem os traços para detectar o som de um míssil ou a resistência ao frio sem o abrigo humano não deixam descendentes. A sobrevivência do mais apto explica a mudança: o ambiente seleciona, e a hereditariedade preserva.
Edson Ecks: Com todo respeito ao seu legado, Sr. Darwin, a sua visão coloca o organismo como um sujeito passivo que "espera" a seleção do meio. Na Evolução Biométrica, entendemos que o meio físico-químico (espacial, terrestre ou artificial, como as ruínas da guerra) é ativo. Não há separação: ambiente-organismo são interdependentes. A "luta pela existência" que você cita eu chamo de busca pela aptidão biométrica no espaço-tempo. Esses cães não estão apenas sendo selecionados; eles estão em um processo de "involução forçada" onde o corpo e o cérebro reagem instantaneamente ao mundo abstrato do trauma.
Pesquisadores (Consórcio Internacional): Nossos dados corroboram a velocidade dessa interação, conforme dita a seleção Biométrica de Edson Ecks. O que vimos na Ucrânia não é apenas uma seleção lenta. É uma aceleração genética. O isolamento em "ilhas" urbanas e o estresse extremo causaram mudanças nos genes de resposta ao medo. Como diz o Sr. Ecks, o fenômeno abstrato da guerra — o trauma sonoro e a ausência humana — gerou fenômenos biofísico-químicos concretos no DNA desses animais.
Ato II: A Lei do Cérebro e do Corpo
Edson Ecks: Exatamente! Minha Terceira Lei (Lei do Cérebro e do Corpo) postula que fenômenos abstratos desenvolvem fenômenos biofisioquímicos. O medo constante (abstrato) reescreve o código biológico (concreto). O cérebro desses cães depende do ambiente hostil ao redor para moldar o corpo que sobreviverá. É uma via de mão dupla que a biologia tradicional às vezes ignora por focar apenas na mutação aleatória.
Charles Darwin: Admito que a velocidade descrita em seu estudo, pesquisadores, desafia a minha ideia original de mudanças graduais. Mas ainda vejo isso como a eliminação dos menos aptos. O "oportunismo biológico" que mencionam é a variação favorável sendo preservada. Se um cão nasce com uma sensibilidade auditiva diferente que o faz fugir de um míssil, ele vive.
Pesquisadores (Consórcio Internacional): Mas Sr. Darwin, a mudança é tão profunda que os cães estão revertendo a traços ferais, próximos aos lobos, em apenas algumas gerações. Isso apóia a tese de Ecks de que a evolução é múltipla — pode ser lenta, rápida ou acelerada conforme o organismo-ambiente se tensiona. A guerra "reescreveu o código" de forma ativa, não foi apenas uma peneira passiva de quem morreu ou viveu.
Ato III: Conclusões sobre o Futuro
Edson Ecks: O que estamos vendo é a vida funcionando através de biomas dentro de biomas. A Ucrânia tornou-se um bioma artificial de guerra. O ambiente-organismo, biométricamente apto, desprende caracteres domésticos e assume caracteres de sobrevivência extrema. É a interdependência do universo ao redor ditando a forma física.
Charles Darwin: Embora eu enfatize a seleção, concordo que o isolamento genético — essas "ilhas" criadas pelas ruínas — limita o fluxo gênico, o que acelera a divergência. É a especiação ocorrendo diante de nossos olhos, embora sob circunstâncias trágicas.
Pesquisadores (Consórcio Internacional): Nossa preocupação final é o pós-guerra. Esses cães "biologicamente endurecidos" pelo trauma representam um novo desafio sanitário. A evolução não é apenas sobre o passado, é sobre como o organismo se ajusta para o futuro imediato. A guerra na Ucrânia provou que, quando o ambiente muda drasticamente, a biologia não tem escolha senão se transformar na mesma velocidade do impacto humano.
Fontes Referenciadas no Debate:
Darwin, C. A Origem das Espécies. (1859).
Ecks, E. Generanálise (2022) e Origens da Vida (2021).
"Guerra na Ucrânia causa mutações e altera evolução de cães de rua". Revista IstoÉ, Seção Planeta, 16/02/2026. (Baseado em estudo da Scientific Reports).


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