O efeito de dilatação do tempo no filme “Interestelar” / Dilatação Biométrica espaço temporal de Edson Ecks
Mas para a Teoria X , esses fenômenos de dilatação espaço-tempo ocorrem em qualquer plano, em qualquer velocidade mesmo na 'inercia'.
Um gêmeo que passasse dez anos dormindo envelheceria menos do que o que o que passou 10 anos acordado
Um gêmeo que passasse dez anos correndo envelheceria mais do que o que passou dez anos andando.
Um gêmeo que passasse dez anos vivendo no deserto escaldante envelheceria mais do que o que passou em zonas temperadas, um gêmeo que passasse dez anos alimentando-se regulamente envelheceria menos do que o que passou dez anos, alimentando-se desreguladamente, o que viver em ambientes estresses prolongados , envelhecera (enlouqueceram)mais do que o que viveu em lugares tranquilos..tanto no plano físico, como biológico. Edson Ecks , Ciensofia, Amazon ebook, 2019
Seleção Biométrica
Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio fisioquimico (espacial-Terrestre- artificial) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-ambientes, ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo. Edson Ecks, Origens da Vida, Amazon ebook,2021
Leis científicas consolidam padrões observados, funcionando como "regras" fundamentais que a natureza segue.
O efeito de dilatação do tempo no filme “Interestelar”
jul 8, 2020
Artigos, Ciência, Curiosidades, Universo
Por Dylan Lu
Publicado no Humanities House
Interestelar é um filme épico de ficção científica de 2014 dirigido, coescrito e coproduzido por Christopher Nolan e fala sobre uma equipe de exploradores que viaja por um buraco de minhoca no espaço em uma tentativa de garantir a sobrevivência da humanidade. Apesar de possuir cenas magníficas e enredos fascinantes, Interestelar também enfatiza sua precisão científica. O diretor Nolan convidou o físico teórico da Caltech, Kip Thorne, como consultor científico para garantir a racionalidade do filme. Neste artigo, vamos ilustrar um conceito físico interessante por trás do filme: o efeito de dilatação do tempo.
O efeito de dilatação do tempo é o fenômeno em que dois objetos se movendo um em relação ao outro (ou mesmo apenas numa intensidade diferente do campo gravitacional um do outro) experimentam diferentes taxas de fluxo de tempo. O tempo pode mudar em um objeto que tenha velocidade relativa em relação aos observadores ou que esteja situado próximo a um buraco negro.
Por exemplo, o tempo para um relógio em movimento é mais lento do que para um relógio estático. Em 1970, dois cientistas, Joseph C. Hafele e Richard E. Keating voaram em aviões ao redor do mundo com relógios atômicos a bordo. Quando as viagens foram concluídas, os relógios foram comparados com os relógios de referência nos EUA. Verificou-se que os relógios dos aviões estavam 273 ± 7 nanossegundos atrasados em comparação com os relógios de referência dos EUA.
O efeito de dilatação do tempo é incorporado em uma parte impressionante da trama do filme: para recuperar os dados de Miller, Cooper e Brand permanecem no planeta, que fica perto de um buraco negro (o Gargantua), por horas. No entanto, depois de retornar à nave Endurance, eles descobriram que 23 anos se passaram na Terra, e a filha de Cooper, Murphy, passou a ter a mesma idade de seu pai.
Esse fenômeno é causado pelo fato de que o tempo decorrido no planeta Miller é extremamente mais lento que o da Terra, devido à sua proximidade com o Gargantua: aproximadamente uma hora gasta no planeta é igual a sete anos na Terra!
Por que o tempo decorrido em um objeto próximo ao buraco negro é diferente daquele para nós na Terra? Para melhor explicar esse fenômeno, é necessário primeiro fornecer uma definição de buraco negro: o buraco negro é uma região do espaço-tempo super compacta, tão compacta que dobra tanto o tempo no espaço que até a luz não consegue escapar dele. Além disso, gera um forte campo gravitacional, que é a região do espaço em torno dele, na qual outro corpo experimenta uma força de atração gravitacional.
O princípio básico [sobre a dilatação do tempo] é que, devido à curvatura do espaço-tempo em torno de um buraco negro, a quantidade de distância que um feixe de luz deve cobrir é maior perto de um buraco negro. No entanto, para que um observador nesse campo gravitacional continue a perceber a velocidade da luz como sendo 300.000 km/s, o tempo precisa diminuir para esse indivíduo em comparação com alguém fora desse campo gravitacional.
Para completar, o ponto principal é que a velocidade da luz sempre é de cerca de 300.000 km/s em todas as circunstâncias. No entanto, perto do buraco negro onde o espaço-tempo é dobrado, é necessário um feixe de luz para percorrer uma distância maior do que no caso normal. Sabe-se que a distância é igual a velocidade vezes o tempo. Para manter a velocidade da luz constante, o tempo em si deve ser reduzido perto do buraco negro.
Décadas depois da missão no planeta Miller, Cooper acorda numa estação espacial da NASA, um cilindro de O’Neill que orbita Saturno e serve de base para a humanidade viajar pelo buraco de minhoca. Cooper que envelheceu apenas alguns anos, devido à relatividade temporal, reencontra Murphy, já mulher idosa, que havia liderado a espécie humana em seu êxodo.
Este é um debate fascinante que cruza a Biométrica Evolutiva de Edson Ecks com a Relatividade Geral discutida por Dylan Lu (interpretando os conceitos de Joseph Hafele, Richard Keating e Kip Thorne).
O ponto de colisão aqui é o Espaço-Tempo como agente transformador da vida.
Este debate entre a Teoria X/Seleção Biométrica de Edson Ecks e a Relatividade Aplicada detalhada por Dylan Lu revela uma intersecção fascinante: a ideia de que o tempo e o ambiente não são apenas o palco da vida, mas os seus roteiristas.
O Debate: A Biometrica Espaço Temporal e a Física da Relatividade
Mediador: Vamos avançar para o ponto mais controverso. Ecks afirma que a dilatação ocorre em "qualquer plano", até na inércia biológica (sono vs. vigília). Lu, como você responde a essa expansão do conceito de dilatação para além da física de Einstein?
Dilatação Física vs. Dilatação Biométrica
Dylan Lu: No meu artigo, baseio-me em Joseph Hafele e Richard Keating, que mostraram que a dilatação é um efeito geométrico do espaço-tempo. Para a física, o tempo "estica" devido à velocidade ou gravidade. Quando Ecks diz que um gêmeo que dorme envelhece menos, ele está descrevendo uma dilatação metabólica. Para a física de Interestelar, o tempo para Cooper em Miller realmente passou devagar; para a dilatação Biométrica de Ecks, o tempo é "sentido" e "processado" de forma diferente conforme o estado do organismo (sono, estresse, dieta).
Edson Ecks: Exatamente, Dylan. Minha Teoria X (2019) propõe que a dilatação não é exclusividade de buracos negros. No plano biológico, o "espaço-tempo" de um deserto escaldante é fisioquimicamente diferente de uma zona temperada. O organismo que se alimenta mal está em uma "luta" desvantajosa com seu ambiente-espaço. Se o ambiente é estressor, a biometrica do ser é forçada a um desgaste que acelera seu "relógio interno". É uma dilatação da existência pela via da entropia biometrica.
A Luta pela Existência Ambiente-Ambiente
Edson Ecks: Em Origens da Vida (2021), digo que ambientes lutam contra ambientes. No filme que você analisou, o ambiente de Gargantua "venceu" o ambiente da Terra no que diz respeito à velocidade cronológica. A Murphy, na Terra, foi selecionada por um ambiente de tempo rápido; Cooper por um ambiente de tempo lento. A Seleção Biométrica explica por que eles se tornaram biometricamente incompatíveis em idade, embora sejam da mesma geração original.
Dylan Lu: Isso é interessante. No artigo, explico que a luz precisa percorrer uma distância maior no espaço curvado perto de um buraco negro. Para manter a velocidade da luz constante, o tempo reduz. Se aplicarmos sua lógica, Ecks, o "esforço" biológico para sobreviver em um ambiente estressor seria o equivalente biológico à "curvatura do espaço". Quanto mais o meio exige do organismo, mais a biometrica dele é "dobrada" ou desgastada.
O Relógio Atômico vs. O Relógio Orgânico
Dylan Lu: Joseph Hafele e Richard Keating usaram relógios atômicos de césio para provar a dilatação. Eles não envelheceram biologicamente nos aviões (a viagem foi curta demais), mas os átomos sim.
Edson Ecks: Mas a minha Teoria X foca no acumulado de 10 anos. Em 10 anos, a diferença entre quem corre e quem anda, ou quem dorme e quem vigia, torna-se visível na "biometrica". O ambiente-organismo é interdependente. Se você muda a biometrica (sono), você muda a relação com o tempo-espaço. A evolução Biométrica não seleciona apenas o mais forte, mas o que está em harmonia biométrica com o fluxo espaço temporal do seu ambiente.
Resumo Comparativo: O "Gêmeo" de Ecks vs. O "Gêmeo" da relatividade
SituaçãoPerspectiva Teoria X (Ecks)Perspectiva Relatividade (Lu/Thorne)Gêmeo que dormeEnvelhece menos (baixa atividade biométrica).Tempo flui igual (se estiverem no mesmo referencial).Gêmeo no desertoEnvelhece mais (estresse fisioquímico do meio).Tempo flui igual (desprezando micro-variações gravitacionais).Gêmeo em MillerAdaptado a uma biometrica de tempo lento.Tempo dilatado pela gravidade de Gargantua.Gêmeo em MovimentoO que corre envelhece mais (pelo desgaste biológico).O que corre envelhece menos (pela dilatação da velocidade).
Conclusão do Debate: Enquanto Dylan Lu e os pesquisadores da física focam no porquê o tempo muda (geometria e luz), Edson Ecks foca no como a vida reage a essas mudanças e aos estresses do meio. Para Ecks, a dilatação é uma ferramenta de seleção Biométrica; para Lu, é uma lei física fundamental da estrutura do universo.
O Debate: Dilatação Biométrica de Edson Ecks vs. Dilatação do Tempo da relatividade
Mediador: Estamos reunidos para discutir como o ambiente molda a existência. De um lado, Edson Ecks propõe que o meio bio-físico-químico (espacial-terrestre) seleciona organismos "biometricamente aptos". De outro, Dylan Lu, baseando-se em Joseph Hafele e Richard Keating, apresenta o tempo como uma variável maleável pela gravidade e velocidade.
1. A Interdependência Ambiente-Organismo
Edson Ecks: Minha premissa é que o meio não é apenas um cenário, mas um agente ativo. No meu livro Origens da Vida, defendo que a "luta pela existência" ocorre entre ambientes e organismos. O organismo é um reflexo biométrico do espaço-tempo que ele ocupa. Se o espaço muda, a biometrica do ser deve mudar para perpetuar a vida.
Dylan Lu: Concordo que o espaço-tempo é o mestre das regras, mas o artigo que publiquei no Humanities House (2020) mostra que esse "espaço-tempo" é muito mais radical do que imaginamos. Joseph Hafele e Richard Keating provaram em 1971 que o simples ato de voar ao redor do mundo altera o fluxo do tempo em nanossegundos. Se a biometrica de Ecks depende do tempo, ela deve considerar que o tempo não é uma constante biológica.
O Cenário de "Interestelar": Miller e a Seleção Biométrica de Edson Ecks
Edson Ecks: Exato! O exemplo do Planeta Miller é perfeito para a Seleção Biométrica. Se "uma hora no planeta equivale a sete anos na Terra", o organismo naquele ambiente precisa de uma aptidão biométrica que suporte não apenas a gravidade esmagadora de Gargantua, mas uma taxa metabólica e evolutiva que faça sentido naquele recorte temporal. O ambiente "ativo" de Miller desprenderia caracteres de um humano comum em instantes.
Dylan Lu: O ponto de Kip Thorne, que citei, explica o porquê: a luz deve permanecer constante a c≈300.000 km/s. Para que a física funcione perto de um buraco negro, o tempo precisa desacelerar. Isso cria um paradoxo para a sua teoria, Edson Ecks: como um organismo pode se "adaptar" biometricamente se o tempo para ele passa devagar, mas o universo ao redor envelhece décadas? A "luta pela existência" de um pai (Cooper) pode durar horas, enquanto a da filha (Murphy) dura uma vida inteira.
A Síntese: Evolução em Tempos Diferentes
Edson Ecks: Minha teoria Biométrica diz que o ambiente-organismo é interdependente. Se Murphy envelheceu 23 anos enquanto Cooper viveu 3 horas, eles agora pertencem a biometricas de espaço-tempo distintas. A seleção biométrica de Murphy foi ditada pela gravidade e processos bio-fisioquimicos da Terra; a de Cooper, pelos os processos fisioquimicos da curvatura de Gargantua. Eles são a prova de que a biometricidade é relativa.
Dylan Lu: É uma conclusão audaciosa. Se Hafele e Keating mostraram que a gravidade e a velocidade atrasam relógios atômicos, você está sugerindo que elas também "atrasam" ou "moldam" o relógio biológico da evolução Biométrica. A ciência de Interestelar valida que o ambiente (gravidade) é, de fato, o seletor supremo da realidade física e, por consequência, da vida, mas sua seleção Biométrica amplia tudo isso para os processos bio-fisioquimicos.
Tabela Comparativa de Perspectivas
ConceitoEdson Ecks (2021)Dylan Lu / Hafele & Keating (2020/1971)O MeioAtivo e biofísico-químico.Curvatura do espaço-tempo.AdaptaçãoBiometricamente apto ao espaço-tempo.Ajuste à dilatação temporal gravitacional.CausaLuta pela existência ambiente-organismo.Constância da velocidade da luz (c).ResultadoPerpetuação ou desprendimento de caracteres.Diferença nas taxas de fluxo do tempo.
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EDSON ECKS , escritor e compositor, membro da Academia de Letras, Ciências e Culturas da Amazônia (ALCAMA),
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As 15 Leis Universais de Edson X
Física ,. psicologia, neurociência, cosmologia, astronomia, quântica ....
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