Tartarugas marinhas usam magnetismo terrestre para retornar precisamente às praias natais - Seleção Biométrica de Edson Ecks 




A navegação das tartarugas marinhas fascina cientistas há décadas, revelando um dos maiores espetáculos da engenharia biológica. Esses animais cruzam oceanos inteiros e retornam com precisão absoluta à praia onde nasceram para desovar. O segredo dessa jornada épica reside na capacidade única de utilizar o campo magnético da Terra como um guia natural.



Como funciona a navegação das tartarugas marinhas?


Terceira lei , a lei do corpo e cérebro  de Edson Ecks 


Fenômenos abstratos desenvolvem fenômenos bio- fisioquimicos biofisioquímicos (emoções, doenças, dormir, ações...), como fenômenos biofisioquímicos desenvolvem fenômenos abstratos (Ler, musica, escrever...):

Tanto o cérebro depende do corpo, como o corpo depende do cérebro e do Universo ao seu redor.


3. Lei do Corpo e Cérebro (Segunda Menção)


Explicação: Esta lei enfatiza a relação bidirecional entre fenômenos abstratos (como emoções, pensamentos, doenças) e fenômenos biofísico-químicos (como a leitura, a música, a escrita, ou processos biológicos). Ou seja, o cérebro afeta o corpo e vice-versa, e ambos são interdependentes do universo ao redor. Há uma circularidade e interdependência entre o abstrato e o concreto, o mental e o físico. Edson Ecks, Generanalise, Amazon ebook, 2022



Seleção Natural


 Seleção natural é o mecanismo evolutivo proposto por Alfred Wallace e Charles Darwin, que afirmou que o meio ambiente atua como um selecionador de características, perpetuando os organismos mais aptos a sobreviver em determinado local...


Seleção Biométrica


Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio fisioquimico (espacial-Terrestre- artificial) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo. Edson Ecks, ORIGENS da Vida, Amazon ebook, 2021



Leis científicas consolidam padrões observados, funcionando como "regras" fundamentais que a natureza segue.





Este é um debate simulado entre o pensador Edson Ecks e os pesquisadores Joaquim Luppi e Gabriel do Rocio Martins Correa, autores do artigo "Como as tartarugas marinhas sempre voltam à mesma praia", publicado no Olhar Digital em 06/02/2026



Debate: A Biometrica do Retorno e a Lei do Corpo e Cérebro



Edson Ecks: É fascinante observar como o comportamento dessas tartarugas ilustra com perfeição a minha Terceira Lei: A Lei do Corpo e Cérebro. Vocês descrevem uma "bússola interna" que detecta o campo magnético. Para mim, isso é a prova da bidirecionalidade: o fenômeno abstrato da orientação e da memória do "lar" desenvolve fenômenos biofísico-químicos (a reação da magnetita nos tecidos nervosos). O cérebro da tartaruga não está isolado; ele depende do Universo — neste caso, do campo magnético da Terra — para existir e agir.


Joaquim Luppi: Concordo que há uma interdependência, Edson Ecks. No nosso artigo, mostramos que a navegação não é apenas um "instinto" vago, mas uma engenharia biológica precisa. A tartaruga processa o ângulo de inclinação e a intensidade do campo magnético simultaneamente. Isso cria o que chamamos de sistema de coordenadas bicoordenadas. É o físico (o magnetismo do planeta) moldando o biológico (o sistema nervoso do animal).


Edson Ecks: Exatamente! E isso nos leva à Seleção Biométrica. A teoria clássica da Seleção Natural de Darwin e Wallace foca muito no meio ambiente como um selecionador externo. Mas a minha proposta de Seleção Biométrica diz que o meio físico-químico — no caso, o campo magnético espacial-terrestre — é ativo e interdependente do organismo. A tartaruga e o oceano são um sistema único. Sobrevive o "ambiente-organismo" que está mais biometricamente apto a sintonizar esse espaço-tempo.


Gabriel do Rocio Martins Correa: Esse conceito de "ambiente-organismo" é interessante quando analisamos os riscos climáticos que citamos no artigo. Se o homem altera a temperatura da água ou interfere no magnetismo local com poluição luminosa e eletrônica, ele não está apenas mudando o "cenário", ele está quebrando a funcionalidade do "corpo" da tartaruga. Sem os sinais secundários do ambiente, o cérebro dela não consegue processar o retorno. A sobrevivência depende dessa "assinatura química e magnética" estar intacta.


Edson Ecks: Precisamente, Gabriel. Se o fenômeno abstrato (a rota migratória herdada) depende do físico (as correntes e o magnetismo), qualquer alteração no Universo ao redor desestabiliza o corpo. A tartaruga volta à praia porque ela é, biometricamente, uma extensão daquela praia e daquele campo magnético. Ela não "usa" o campo; ela faz parte dele.


Joaquim Luppi: De fato, os sensores de magnetita funcionam 24 horas por dia, filtrando ruídos. Isso mostra que o corpo está em constante diálogo com o globo. A nossa pesquisa foca na mecânica desse processo, mas sua visão teórica sobre a interdependência entre o concreto (o imã terrestre) e o mental (a memória natal) amplia a discussão sobre como a vida se mantém integrada ao cosmos.







Síntese do Debate


Ponto de Convergência: Tanto a ciência de Luppi e Correa quanto a lei da seleção Biométrica de Ecks concordam que a vida animal não é um evento isolado, mas um processo de troca constante de informações físicas e químicas com o planeta.


Diferença de Perspectiva: Enquanto os pesquisadores focam no mecanismo técnico (magnetita, coordenadas, latitude), Ecks foca na lei universal de que mente, corpo e ambiente são uma unidade indissociável (Seleção Biométrica).









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