Pesquisadores coreanos conseguiram quintuplicar vida útil das placas de perovskita graças a um ciclo de regeneração sem fim / Seleção Biométrica de Edson Ecks 




Por mais de uma década, as células de perovskita têm sido a grande promessa — e a grande frustração — da energia limpa. Em laboratório, elas já rivalizam com o silício, mas sempre falharam no mesmo ponto: degradavam-se muito rapidamente. Agora, uma descoberta rompe com o consenso. A solução não veio de uma complexa máquina industrial, mas de uma molécula que polvos e lulas utilizam há milhões de anos para se protegerem de danos químicos.



Sabotagem que vem de dentro


De acordo com o estudo publicado na revista Advanced Energy Materials, o problema não é apenas o ar ou a umidade, mas uma reação química que é ativada dentro do próprio dispositivo.




Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio fisioquimico (Espacial-Terrestre- artificial) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo. 


A vida funciona através de biomas dentro de biomas 



A Evolução Biométrica é múltipla , funciona lenta, rápida , acelerada,.dependendo de cada espaço tempo e organismo -ambiente.



Edson Ecks, ORIGENS da Vida, Amazon ebook, 2021






Este é um debate fictício baseado nos conceitos da Seleção Biométrica de Edson Ecks (do livro Origens da Vida, 2021) e nas descobertas tecnológicas relatadas por PH Mota no artigo do portal Xataka (fevereiro de 2026), que detalha o trabalho de pesquisadores do Instituto de Ciência e Tecnologia de Daegu Gyeongbuk e do Instituto Coreano de Ciência e Tecnologia.


 Biometrica Evolutiva vs. Bioengenharia de Materiais


Participantes:

Edson Ecks: Autor e proponente da teoria da Evolução Biométrica.

Pesquisadores Coreanos: Representados pelos achados sobre o uso de taurina em células de perovskita (estudo publicado na Advanced Energy Materials).


1: O Organismo-Ambiente e a Interface Externa


Edson Ecks: "Minha tese é clara: o meio físico-químico não é um cenário passivo, ele é ativo no processo evolutivo. A vida funciona através de 'biomas dentro de biomas'. Quando vocês tentam criar uma placa solar de perovskita, vocês estão criando um 'organismo-artificial' que deve lutar pela existência em um espaço-tempo específico. O fracasso anterior das placas deveu-se à falta de compreensão de que o ambiente e o objeto são interdependentes. A degradação era a seleção biométrica eliminando o que não estava apto."


Pesquisadores (DGIST/KIST): "Concordamos em parte. Percebemos que o 'ambiente' não era apenas o exterior (umidade e ar), mas algo intrínseco. O oxigênio residual aprisionado durante a fabricação e os radicais superóxido criavam um ambiente interno hostil. Como você diz, o 'espaço-tempo' dentro da célula solar degradava a estrutura. Nossa solução foi buscar na biologia — especificamente nos polvos — uma forma de tornar essa interface interna 'biometricamente apta' a processar energia sem se destruir."


2: A Adaptação e o Ciclo de Regeneração


Edson Ecks: "Vocês mencionam que a taurina protege polvos e lulas há milhões de anos. Isso confirma que a Evolução Biométrica seleciona e perpetua caracteres que permitem a sobrevivência em biomas específicos. A introdução da taurina na perovskita é uma forma de acelerar a evolução desse material. A vida funciona de forma múltipla — lenta ou rápida. Vocês saltaram milênios de adaptação física ao 'hibridizar' o mineral com o biológico."


Pesquisadores (DGIST/KIST): "Exato. A taurina atua como um escudo químico zwitteriônico. Ela não apenas sobrevive, ela regenera. Diferente de outros aditivos que são consumidos, a taurina intercepta radicais e retorna ao estado original. Isso reflete o que você chama de 'perpetuar o organismo mais apto'. Ao reduzir o iodo molecular e estabilizar os cátions, criamos uma simbiose onde o componente orgânico garante a imortalidade funcional do componente inorgânico."


3: O Espaço-Tempo e a Eficiência


Edson Ecks: "Ao atingirem 24,8% de eficiência e quintuplicarem a vida útil, vocês provaram que a interdependência ambiente-organismo foi harmonizada. O 'caráter' (taurina) foi desprendido da biologia marinha e integrado à tecnologia solar. O resultado é um novo bioma tecnológico que sobrevive melhor ao calor e à luz — o nosso espaço-tempo atual que exige energia limpa."


Pesquisadores (DGIST/KIST): "Nossos testes de 450 horas a 65°C confirmam essa aptidão. Onde antes havia colapso e perda de elétrons (calor), agora há uma 'ponte molecular'. O futuro da ciência, como sugere sua visão, parece ser este: parar de lutar contra as leis biométricas e começar a integrar as soluções que a natureza já selecionou como vencedoras."


Conclusão do Debate


O encontro de ideias sugere que a Seleção Biométrica de Ecks fornece a base teórica para o que os cientistas coreanos executaram na prática: a compreensão de que a durabilidade de um sistema depende da harmonia química entre suas camadas internas e o ambiente que o rodeia.


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