2026, a paleontologia continua a revelar que o tamanho dos dinossauros não foi um "acidente" da natureza, mas o resultado de evoluções complexas, adaptações ambientais e, muitas vezes, uma vida longa e de crescimento flexível / Seleção Biométrica de Edson Ecks 



Destaques e Descobertas Recentes (2025-2026):


Novas Espécies Gigantes: Em fevereiro de 2026, cientistas anunciaram a descoberta de uma nova espécie de Spinosaurus, chamada Spinosaurus mirabilis, no Níger. Esta descoberta destaca a diversidade de grandes predadores.


Tamanho do T. Rex: Estudos publicados em janeiro de 2026 indicam que o Tyrannosaurus rex levava mais tempo para atingir seu tamanho máximo do que se pensava anteriormente. Eles demoravam cerca de 35 a 40 anos para atingir cerca de 8 toneladas, indicando que o gigantismo era um processo de longo prazo.


Gigantes Brasileiros: Pesquisas apontaram que dinossauros de pescoço comprido no Brasil podiam atingir até 26 metros de comprimento e tinham a capacidade de se levantar sobre duas patas, sugerindo adaptações para alimentação e defesa.


Pegadas no Brasil e Itália: Novas pegadas foram encontradas no Brasil e Itália no início de 2026, demonstrando o comportamento e o tamanho desses animais em diferentes ambientes. Natural History Museum


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Tamanho e Evolução (Não foi Acidente):


Evolução do Tamanho: Ao surgirem, há cerca de 233 milhões de anos, os dinossauros eram pequenos (média de 1,5m e 7-10 kg). O gigantismo foi uma estratégia evolutiva que se desenvolveu ao longo de milhões de anos.


Variação de Nicho: O tamanho variava desde pequenos dinossauros semelhantes a pássaros até os grandes saurópodes de 40 metros.


Flexibilidade de Crescimento: O crescimento dos dinossauros era flexível e influenciado pela disponibilidade de recursos e condições ambientais. UFSM – Universidade Federal de Santa Maria


As novas descobertas em 2026, como o Spinosaurus mirabilis e estudos sobre o T. Rex, continuam a aprofundar nossa compreensão de como esses animais gigantes dominaram a Terra antes da sua extinção. 102.5 KZOK - Seattle's Classic Rock Station




Seleção natural é o mecanismo evolutivo proposto por Alfred Wallace e Charles Darwin, que afirmou que o meio ambiente atua como um selecionador de características, perpetuando os organismos mais aptos a sobreviver em determinado local...




Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio fisioquimico (Espacial-Terrestre- artificial) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo. 


A vida funciona através de biomas dentro de biomas 

Para a evolução Biométrica,.a evolução ocorre de forma lenta, rápida, acelerada


Edson Ecks, ORIGENS da Vida, Amazon ebook, 2021


 



Este debate coloca frente a frente a visão teórica de Edson Ecks (autor de Origens da Vida, 2021) e o corpo de evidências empíricas trazido por pesquisadores e instituições como o Natural History Museum e a Universidade Federal de Santa Maria, com base nas descobertas de 2025 e 2026.


O Debate: Seleção Natural vs. Seleção Biométrica


1. O Papel do Ambiente: Cenário ou Agente Ativo?


Edson Ecks: "A evolução não é apenas o organismo tentando sobreviver em um meio estático. Na Seleção Biométrica, o meio físico-químico — seja ele espacial, terrestre ou artificial — é um agente ativo. Não existe separação real: ambiente e organismo são interdependentes. O gigantismo dos dinossauros não é apenas uma 'estratégia' do bicho, mas uma resposta à luta pela existência do conjunto ambiente-organismo. Se o Spinosaurus mirabilis surgiu no Níger com tamanha magnitude, é porque aquele bioma específico 'biometricamente' selecionou essa forma como a mais apta para aquele espaço-tempo."


Pesquisadores (Baseados em dados de 2026): "Concordamos que o ambiente é crucial, mas nossos dados do início de 2026 sobre o Tyrannosaurus rex e os saurópodes brasileiros mostram que essa 'interdependência' tem mecânicas biológicas muito específicas. O gigantismo foi uma estratégia evolutiva de longo prazo. Observamos que o T. rex levava de 35 a 40 anos para atingir 8 toneladas. Isso sugere que o ambiente permitia o crescimento, mas a biologia do animal exibia uma flexibilidade de crescimento conforme a disponibilidade de recursos. O ambiente seleciona o resultado, mas a 'plasticidade' está no DNA da linhagem."


2. A Velocidade da Evolução: Gradualismo ou Saltos?


Edson Ecks: "A ciência clássica se prende muito ao tempo lento. Na minha visão, a evolução biométrica ocorre de forma lenta, rápida ou acelerada. Quando os 'biomas dentro de biomas' sofrem alterações físico-químicas bruscas, a resposta do sistema vida-ambiente pode ser acelerada para garantir a sobrevivência no espaço-tempo. O gigantismo pode ter tido gatilhos de aceleração que a cronologia linear às vezes mascara."


Pesquisadores (UFSM / Natural History Museum): "Nossas evidências mostram um caminho que parece lento, mas com picos de diversificação. Os dinossauros começaram pequenos (1,5m) há 233 milhões de anos. No entanto, as novas pegadas encontradas no Brasil e na Itália em 2026 confirmam que o domínio de diferentes nichos exigiu adaptações morfológicas complexas, como saurópodes que ficavam sobre duas patas. Se chamamos isso de 'acelerado', precisamos de cautela; os dados do Spinosaurus mirabilis indicam uma especialização extrema, o que corrobora a ideia de que o ambiente molda o organismo de forma incisiva, quase como uma peça de um encaixe biométrico."


Edson Ecks: "Disse que a evolução Biométrica ocorre de forma rápida, rápida e acelerada. Nesse caso , vocês falam de uma evolução lenta, com picos rápidos .


3. A Unidade de Seleção: O Indivíduo ou o Bioma?


Edson Ecks: "Vocês falam do indivíduo T. rex. Eu falo do ambiente-organismo. A vida funciona através de biomas dentro de biomas. O gigantismo não é um acidente, é uma necessidade de equilíbrio biométrico. Se um dinossauro atinge 26 metros no Brasil, ele é a expressão macro daquela química ambiental. Se o ambiente muda, o 'caratere' se desprende porque a unidade biométrica se desfez."


Pesquisadores: "Essa visão de 'unidade' é interessante para explicar por que o gigantismo não foi um acidente. Nossos estudos de 2026 reforçam que o tamanho era uma resposta à variação de nicho. No entanto, a paleontologia ainda foca na adaptação funcional. O fato de os gigantes brasileiros conseguirem se erguer para alimentação e defesa mostra que a seleção atua na funcionalidade mecânica do organismo para explorar o bioma. O organismo é o agente que 'testa' as pressões do ambiente."


Tabela Comparativa de Perspectivas


Ponto de DiscussãoVisão de Edson Ecks (Biométrica)Visão dos Pesquisadores (Paleontologia 2026)Agente EvolutivoMeio físico-químico ativo e interdependente.Seleção natural sobre mutações e adaptações.O GigantismoAjuste biométrico necessário ao espaço-tempo.Estratégia de longo prazo e nicho ecológico.VelocidadeLenta, rápida ou acelerada.Processo gradual com flexibilidade de crescimento.Unidade de VidaBiomas dentro de biomas (Ambiente-Organismo).Organismos individuais em populações adaptativas.


Conclusão do Debate


Enquanto a Teoria Biométrica de Ecks propõe uma fusão intrínseca entre o meio e a vida, onde a evolução é uma resposta sistêmica e por vezes veloz, os pesquisadores de 2026 fornecem a prova material de que essa "fusão" se manifesta em ciclos de vida longos, crescimento flexível e uma história de milhões de anos de especialização em nichos específicos.


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