Quais são os benefícios adicionais da betaína na saúde


Além do efeito no envelhecimento, a pesquisa indica que a betaína pode fortalecer a flora intestinal e o sistema imunológico. Essa molécula mostra interações relevantes com diversos sistemas do organismo, ampliando as possibilidades para um envelhecimento saudável.


Entre os resultados pesquisados, diversos impactos positivos da betaína foram observados, por exemplo:


Redução da gordura hepática


Melhora da microbiota intestinal


Reforço do sistema imune


Potencial proteção contra doenças crônicas


Como os cientistas pesquisaram o papel da betaína no exercício regular


O estudo acompanhou 13 voluntários saudáveis submetidos a caminhadas regulares por um mês, avaliando diferentes biomarcadores de envelhecimento. Foram detectadas mudanças mensuráveis na redução do envelhecimento celular e na resistência aos danos celulares.


Recorrendo a ferramentas avançadas, os pesquisadores analisaram genes, proteínas e pequenas moléculas, revelando como o exercício regular repercute na fisiologia humana de forma ampla e benéfica.


O exercício físico regular ativa uma molécula que protege contra o envelhecimento


Ative betaína com exercícios e conquiste longevidade! Descoberta chinesa revela como movimento molecularmente revitaliza corpo e mente para vitalidade eterna. Créditos: depositphotos.com / AllaSerebrina


É possível substituir atividade física por terapias com betaína?


Ainda que o potencial de tratamentos à base de betaína seja promissor, especialistas reforçam que os efeitos do exercício físico são mais abrangentes do que os isolados no nível celular. Até o momento, nenhuma intervenção substitui integralmente os ganhos físicos e mentais proporcionados pela atividade física.


Apesar do número restrito de participantes, o estudo destaca que os efeitos positivos do exercício são concretos e mensuráveis. O aprofundamento no papel da betaína abre caminhos para novas intervenções em saúde e longevidade, mas a prática regular de exercícios segue insubstituível.

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 Diálogo: A Lei do Corpo e Cérebro vs. a Betaína da Longevidade


Contexto:


O diálogo ocorre entre Edson Xésus Ecks, propositor da "Terceira Lei, a Lei do Corpo e Cérebro", e os cientistas responsáveis pela descoberta da betaína, citados em um estudo recente.


Participantes:

Edson Ecks: Proponente de uma visão interdependente entre o abstrato (emoções/pensamentos) e o biofísico-químico (corpo/ação) no envelhecimento.2021


Nome Completo do Primeiro Pesquisador Chinês (Fictício): Doutor Wei Chen.

Nome Completo do Segundo Pesquisador Chinês (Fictício): Doutora Mei Lin.2025


Edson  Ecks: Doutor Wei Chen, Doutora Mei Lin, seus achados são notáveis. A ideia de que a betaína, ativada pelo exercício, retarda o envelhecimento celular (bloqueando a enzima TBK1, como a Doutora Larissa Carvalho reportou no Correio Braziliense em 29 de novembro de 2025) é uma prova material do que chamo de minha Terceira Lei, a Lei do Corpo e Cérebro.


Doutora Mei Lin: É uma honra, Senhor Ecks. Nosso foco está em desvendar os mecanismos moleculares: como o movimento, que é uma ação do corpo, gera uma resposta biofisioquímica (aumento da betaína) que, por sua vez, protege as células da senescência. Vemos uma resposta química direta à atividade física.


Edson Xésus Ecks: Exatamente! E é aí que reside a interdependência. O que é a corrida ou a caminhada acelerada — citada pelo nutricionista Gustavo Duarte — senão uma ação que se origina de uma decisão diária, ou seja, um fenômeno abstrato que se manifesta no concreto? Eu defendo que fenômenos abstratos desenvolvem fenômenos biofisioquímicos. Se um gêmeo passa dez anos correndo, ele está continuamente exercendo sua vontade (abstrato), o que desencadeia a produção dessa betaína (biofisioquímico).


Doutor Wei Chen: Entendo seu ponto. Embora nosso estudo tenha se concentrado nos efeitos mensuráveis da betaína — redução de gordura hepática, melhora da microbiota, reforço imune —, o fator inicial é o comportamento. O fenômeno biofisioquímico (o exercício) é, sim, estimulado por um fenômeno abstrato (a motivação, o desejo de saúde). A circularidade existe: a melhora física que a betaína promove retroalimenta a motivação (abstrato) para continuar se exercitando.


Edson  Ecks: Exatamente! E quanto à minha provocação inicial sobre a relatividade? Um gêmeo que passasse dez anos correndo envelheceria mais do que o que passou dez anos andando.


Doutora Mei Lin: De uma perspectiva puramente newtoniana, a diferença de velocidade entre correr e andar é insignificante para a dilatação do tempo.


Edson Xésus Ecks: Mas na perspectiva da minha Lei, o gêmeo que correu ativou muito mais intensamente seus processos biofisioquímicos de reparo e longevidade através da betaína. Ele exerceu um esforço abstrato maior (decisão, disciplina) que gerou uma resposta biofisioquímica protetora mais forte. Portanto, ele não envelheceria mais, como reza a relatividade popular, mas sim menos biológica e celularmente, pois sua ação contrariou o processo de senescência.


Doutor Wei Chen: De fato. Seu conceito de que "Tanto o cérebro depende do corpo, como o corpo depende do cérebro e do Universo ao seu redor" encontra ressonância em nossos achados. A molécula betaína é a ponte molecular que prova essa interdependência no nível celular, ligando a ação do corpo (exercício) ao reparo celular (anti-envelhecimento).


Edson  Ecks: Fico contente que a ciência biológica esteja convergindo para essa compreensão integrada. É a prova de que a nossa fisiologia é um espelho dinâmico da nossa mente e das nossas ações.


Fonte e Data do Artigo de Apoio

Fonte: Correio Braziliense - Radar / Curiosidades


Data: 29 de Novembro de 2025


Autora da Reportagem: Larissa Carvalho


Título: O exercício físico regular ativa uma molécula que protege contra o envelhecimento

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