Bactérias nos troncos das árvores da Amazônia são capazes de absorver metano / Seleção Biométrica de Edson Ecks
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Bactérias que habitam as cascas das árvores parecem ser capazes de absorver um dos mais importantes gases do efeito estufa, o metano (CH4), conforme indica artigo publicado esta semana (24/7) na revista Nature. Isso é importante porque, ao longo da última década, medições de gases que contribuem para o aquecimento global indicaram que a floresta amazônica poderia estar contribuindo para o problema, em vez de ser a solução. A entrada em cena dos novos atores sugere uma equação mais complexa do que parece, além de propor armas adicionais na busca pela mitigação dos danos globais agravados pela ação humana...
Este é um debate imaginário que une a teoria evolutiva clássica, a proposta contemporânea da Seleção Biométrica e as evidências científicas recentes publicadas na Nature (julho de 2024).
Painel de Debate: A Evolução e o Ciclo do Metano na Amazônia
Participantes:
Charles Darwin: Naturalista, autor de A Origem das Espécies.
Edson Ecks (Edson X): Autor da teoria da Seleção Biométrica.
Alex Enrich Prast: Biólogo e pesquisador líder do estudo (UFRJ/Unifesp).
Vincent Gauci: Biólogo e pesquisador líder (Universidade de Birmingham).
Júlia Gontijo: Engenheira Agrônoma e pesquisadora (UC Davis/Cena-USP).
Charles Darwin: Meus caros, observo com fascínio essas descobertas. No meu tempo, foquei em como o ambiente seleciona os mais aptos através da Seleção Natural. Ver que bactérias nos troncos das árvores se adaptaram para consumir metano é um exemplo primoroso de como organismos ocupam nichos para sobreviver. A luta pela existência ocorre até na escala microscópica das cascas das árvores.
Alex Enrich Prast: Precisamente, Sir Darwin. Nosso estudo mostra que a superfície dos troncos não é apenas madeira; é um ecossistema em miniatura. Descobrimos que essas bactérias "metanotróficas" absorvem o metano da atmosfera, especialmente em áreas de terra firme. É uma adaptação que altera todo o balanço de gases da Amazônia.
Edson Ecks: É aqui que minha proposta de Seleção Biométrica se encaixa perfeitamente. Alex, o que você descreve é a prova de que o "meio bio-fisioquímico" é ativo. Não é apenas o organismo mudando; é o ambiente-organismo como uma unidade interdependente. Quando você diz que a absorção é maior em climas quentes, você confirma que o espaço-tempo e as condições físico-químicas determinam quem está "biometricamente apto". Como eu escrevi: "Biomas dentro de biomas mantêm a vida ativa".
Vincent Gauci: De fato, Ecks. O gradiente de temperatura que observamos — da Amazônia à Suécia — dita o ritmo dessa microbiota. Na Amazônia, o ambiente "quente" potencializa essa função. O que medimos não foi apenas sobrevivência, mas uma eficiência metabólica que escala para o planeta inteiro, mitigando o aquecimento global em cerca de 10% a mais do que prevíamos para as florestas tropicais.
Júlia Gontijo: Gostaria de acrescentar um ponto sobre a plasticidade. Em minhas pesquisas, notei que microrganismos de áreas alagadas (várzeas) lidam melhor com mudanças drásticas do que os de terra firme. Se o ambiente muda (temperatura sobe), a aptidão biométrica, como sugere Edson Ecks, é posta à prova. Algumas bactérias podem ficar dormentes, outras tornam-se protagonistas. A "luta" que Darwin mencionou é mediada pela composição genética e metabólica frente ao estresse térmico.
Edson Ecks: Exato, Júlia. A Seleção Biométrica foca nessa "luta" entre ambientes-ambientes e organismos-organismos. O tronco da árvore (ambiente) e a bactéria (organismo) não estão separados; eles são um sistema que desprende ou mantém caracteres conforme a necessidade de equilíbrio no espaço-tempo. A floresta é um sumidouro de metano porque o sistema biométrico árvore-bactéria-clima assim o exige para a manutenção da vida ativa.
Charles Darwin: Entendo o ponto de Edson Ecks .Enquanto eu foquei na descendência com modificação pela seleção de traços, vocês estão expandindo isso para a interação fisioquímica global. Se essas bactérias protegem o clima, elas estão, indiretamente, garantindo a sobrevivência de milhões de outras espécies. É a interdependência levada ao nível molecular.
Alex Enrich Prast: E o mais fascinante, Charles, é que esse "caráter" de absorver metano é mais eficiente onde é mais necessário. O desafio agora, como disse Edson Ecks, é entender essa "distinção entre espécies" de árvores — se cascas rugosas ou lisas selecionam microbiotas diferentes.
Resumo do Debate
O debate encerra com um consenso: a Amazônia não é apenas um "pulmão" de oxigênio, mas um sofisticado filtro biométrico de metano. A visão clássica de Darwin ganha camadas de complexidade com a Seleção Biométrica de Edson Ecks, que enfatiza a fusão organismo-ambiente, enquanto os pesquisadores Prast, Gauci e Gontijo fornecem os dados empíricos que provam que a vida microscópica nos troncos é peça-chave para o futuro climático do planeta.
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Nathalia Maquine Gonçalves
EDSON ECKS , escritor e compositor, membro da Academia de Letras, Ciências e Culturas da Amazônia (ALCAMA),
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