Com 140 mil anos, menino pode ser híbrido mais antigo de Homo sapiens e neandertais
Para Evolução Biométrica de Edson X, a evolução Humana não foi gradual, como proposto pela a seleção Wallace-darwiniana, mas expansiva biométrica. Ou seja, o homo habilis, o neandertal, e o homo sapiens são os 'mesmos", essa variações corporais se deram no decorrer dos milênios, através da seleção Biométrica de Edson X, através dos processos fisioquimicos por onde onde os grupos iniciais de homo habilis sapiens, se espalharam pelas várias Regiões do continente. E conforme os grupos de famílias desse gênero se diversificou, e se espalharam pela a Terra. O homo neandertal é um filho dos habilis sapiens, mais robusto, mais adaptável a Regiões frias.
Para a Evolução Biométrica de Edson X, não há dúvida que o principal fenômeno de sobrevivência humana, vem do campo abstrato, a imaginação, a capacidade de identificação geométrica, simetria, identificação de sequências na natureza, o trouxeram até qui, e ao espaço sideral.
A partir do ...homo habilis sapiens o homem conquistará o espaço sideral. Na verdade podemos chamar o homo habilis, de homo habilis sapiens, o homo de neandertal, já é um homo sapiens sapiens, já possuíam 'alta' cultura, inclusive eram religiosos, como estudos recentes apontam.
O Biométrismo considera todos os hominídeos sapiens, todos tinhas seus níveis psicorganicos , culturais , logo , muitos desses grupos trocaram informações e se misturaram geneticamente. Essa foi nossa primeira 'proto civilização ' :
'Todos somos um'
Origens da Vida, Amazon e-book, Edson X, 2021
Com 140 mil anos, menino pode ser híbrido mais antigo de Homo sapiens e neandertais
Crânio de criança que viveu há 140 mil anos foi descoberto em uma caverna de Israel, e pode revolucionar o que se sabe da evolução da nossa espécie
Publicado em 24/11/2025, às 18h00
Crânio descoberto em caverna em Israel / Crédito: Divulgação/Universidade de Tel Aviv/Centro Dan David de Evolução Humana
Até o fim da década de 1990, era consenso na comunidade científica que os neandertais (Homo neanderthalensis) e os humanos modernos (Homo sapiens) não poderiam ter se cruzado, visto que eram duas espécies distintas. Hoje, no entanto, sabemos que não é bem essa a verdade: em vez de os humanos modernos terem dizimado os neandertais através da violência, na verdade, as duas espécies se misturaram até que se tornassem uma coisa só — e hoje temos uma herança genética neandertal que varia entre 1% e 5%.
Porém, os detalhes dessa miscigenação ainda são incertos para muitos cientistas; como, por exemplo, quando ela teve início. Em 1998, foi descoberto um esqueleto de um menino em Lapedo, Portugal, que viveu há cerca de 19 anos mil anos e tinha características mistas entre sapiens e neandertais, evidenciando uma hibridização — o que foi confirmado na década de 2010, quando foi sequenciado o primeiro genoma neandertal.
Mas há quase um século, em 1931, a arqueóloga britânica Dorothy Garrod e o antropólogo físico americano Theodore McCown exploraram a região noroeste de Israel, e em uma das cavernas do Monte Carmelo realizaram uma descoberta que pode ser revolucionária para a compreensão da evolução da nossa espécie: o crânio de uma criança que viveu há 140 mil anos, cuja morfologia, segundo uma pesquisa recente, pode ser a evidência mais antiga de miscigenação entre os neandertais e os humanos modernos.
“O que dizemos agora, na verdade, é revolucionário”, explica o paleoantropólogo israelense Israël Hershkovitz, professor do Departamento de Anatomia e Antropologia da Universidade de Tel Aviv, em Israel, e líder da pesquisa, à BBC News Mundo. “Nós demonstramos que o primeiro encontro entre os neandertais e o Homo sapiens não ocorreu há cerca de 50 mil anos, como se imaginava, mas sim pelo menos cerca de 100 mil anos antes, há 140 mil anos, o que é extremamente significativo.”
Skhūl 1°
Denominado Skhūl 1° — porque foi o primeiro fóssil encontrado por Garrod e McCown quando exploraram a região —, o que os pesquisadores puderam determinar foi que ele morreu de causas naturais, e com pouca idade. Infelizmente, não se sabe muito sobre como ele viveu, e nem é possível determinar seu sexo biológico ou a doença que pode ter causado sua morte tão jovem.
Mas o que se sabe é que ele foi enterrado ao lado de outras crianças e adultos, no que os pesquisadores consideraram ser um cemitério coletivo — sendo este considerado o cemitério mais antigo conhecido. No novo estudo, publicado na revista L’Anthropologue, a morfologia de seu crânio e de sua mandíbula (que acabou se separando do esqueleto durante a escavação) foi reavaliada através de imagens de tomografia computadorizada e reconstruções em 3D.
E foi quando o crânio foi comparado ao de outras crianças, tanto Homo sapiens quanto neandertais, que os cientistas observaram “uma natureza em mosaico das suas características morfológicas” e uma “dicotomia morfogenética”, de acordo com Hershkovitz. A estrutura craniana tinha traços bastante próprios do Homo sapiens, enquanto a mandíbula tinha “forte afinidade” com o grupo dos neandertais, o que causou grande impacto nos estudiosos.
“A combinação de traços observada em Skhūl 1° pode indicar que a criança era um híbrido“, segundo o estudo. Antes disso, a criança era simplesmente classificada como um Homo sapiens comum, mas o que os pesquisadores sugerem agora é que é “quase impossível” classificá-lo em apenas um dos grupos...
Título da Matéria: "Com 140 mil anos, menino pode ser híbrido mais antigo de Homo sapiens e neandertais".
Nome do Autor da Matéria: Éric Moreira.
Data de Publicação da Matéria: 24/11/2025.
Os pesquisadores principais citados no estudo são:
Israel Hershkovitz (Professor do Departamento de Anatomia e Antropologia da Universidade de Tel Aviv, líder da pesquisa).
Antonio Rosas (Professor de pesquisa do Departamento de Paleobiologia do Museu Nacional de Ciências Naturais da Espanha, um dos cientistas que expressa dúvidas sobre a conclusão).
Os descobridores originais dos fósseis em 1931:
Dorothy Garrod (Arqueóloga britânica).
Theodore McCown (Antropólogo físico americano).
Diálogo hipotético, baseado nas ideias de Edson Ecks (do Origens da Vida, Amazon e-book, 2021) e nas informações dos pesquisadores Israel Hershkovitz e Antonio Rosas (com base na matéria de Éric Moreira de 24/11/2025).
Diálogo: Evolução Biométrica vs. Hibridização Arcaica
Participantes:
Edson Ecks: Proponente da Evolução Biométrica.
Israel Hershkovitz: Paleoantropólogo da Universidade de Tel Aviv, líder da pesquisa Skhūl 1°.
Antonio Rosas: Professor de Paleobiologia do Museu Nacional de Ciências Naturais da Espanha, crítico da conclusão de Skhūl 1°.
Edson Ecks: Boa tarde, Doutores. Para a minha perspectiva da Evolução Biométrica, o achado do Skhūl 1° com 140 mil anos e suas características em mosaico não é uma surpresa. Desde o início, os hominídeos eram o "Homo habilis sapiens." O que vocês chamam de Homo neanderthalensis e Homo sapiens são, fundamentalmente, o "mesmo", apenas variações corporais dadas por processos físico-químicos das regiões onde se espalharam, conforme minha tese de seleção Biométrica.
Israel Hershkovitz: Professor Ecks, é intrigante o seu conceito de Evolução Biométrica, mas nossa descoberta em Skhūl, que denominamos como uma população com introgressão, corrobora parcialmente essa ideia de continuidade, embora por um mecanismo diferente da sua "seleção biométrica". O que o Skhūl 1° nos mostra é que o cruzamento e a assimilação entre neandertais e humanos modernos não começou há 50 mil anos, mas sim pelo menos 100 mil anos antes! Isso sugere uma coexistência e mistura progressiva, em vez de aniquilação.
Edson Ecks: Exatamente! Essa coexistência e mistura é a chave. Para o Biométrismo, todos os hominídeos eram sapiens, todos com seus níveis psicorgânicos e culturais. Eles se misturaram geneticamente e trocaram informações. Essa foi a nossa primeira 'proto civilização'. O menino de Skhūl, com sua mandíbula neandertal e crânio sapiens, é a prova material de que as diferenças são apenas variações de um único gênero que se adaptou, tornando o Neandertal um "filho dos habilis sapiens" mais robusto.
Antonio Rosas: Com todo respeito, Professor Ecks, e Professor Hershkovitz, a interpretação morfológica de Skhūl 1° como um híbrido de 140 mil anos é metodologicamente arriscada. Dizer que a base do crânio é Homo sapiens e a mandíbula é neandertal, e que isso indica hibridização, tem pouco sentido biológico. A determinação genética da anatomia não se distribui de forma tão hermética.
Israel Hershkovitz: Professor Rosas, nós observamos uma "natureza em mosaico das suas características morfológicas" e uma "dicotomia morfogenética." Embora reconheçamos as dúvidas, a combinação é sugestiva. Classificá-lo em apenas um grupo é "quase impossível." Não estamos dizendo que ele é o filho direto de um neandertal e um sapiens, mas o fruto de uma miscigenação progressiva que levou à introgressão genética na população.
Edson Ecks: Em outras palavras, Professor Rosas, se a variação é a regra, como propõe a Evolução Biométrica, então a dificuldade em classificar o indivíduo é a prova de que ele pertence à mesma linha expansiva. E, como vocês mencionaram, o fato de ele ter sido sepultado em um cemitério coletivo, com oferendas, reforça minha tese: o principal fenômeno de sobrevivência humana vem do campo abstrato, da imaginação e da cultura. Eles eram religiosos e tinham um senso de pertencimento, como meus estudos apontam.
Antonio Rosas: A presença de um enterro não é exclusiva do Homo sapiens, e isso é um ponto importante para entender que as capacidades culturais eram compartilhadas. No entanto, para comprovar a hibridização e o momento do primeiro encontro, a única coisa que irá dirimir a dúvida metodológica será uma análise de DNA mais completa e detalhada do Skhūl 1°.
Fonte e Data do Artigo/Matéria:
Fonte: Revista Aventuras na História (do Grupo Perfil).
Título: Com 140 mil anos, menino pode ser híbrido mais antigo de Homo sapiens e neandertais.
Autor: Éric Moreira.
Data de Publicação: 24 de novembro de 2025.

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