Alimentação de nossos antepassados na pré-história pode não ser como você imagina! / Seleção Biométrica de Edson Xésus Ecks
Seleção natural
Seleção natural é o mecanismo evolutivo proposto por Alfred Wallace e Charles Darwin, que afirmou que o meio ambiente atua como um selecionador de características, perpetuando os organismos mais aptos a sobreviver em determinado local
Seleção Biométrica
Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio bio-fisioquimico (natural/artificial) fisioquimico (Espaço sideral-Terrestre) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, organismos-organismos , ambientes-ambientes, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo.
A alimentação é um dos principais fatores da Biométrica, ela pode gerar centenas de variações nas espécies, como ela age nos organismos, em conjunto seu meio Ambiente (através da física gerando novas vitaminas). A variante alimentícia humana, a trouxe até aqui, e mudou sua morfologia no decorrer dos milênios. Quanto mais seu cérebro aprendia sobre novos alimentos, mais se desenvolvia, e conquistava espaço tempo.
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As 15 Leis Universais de Edson X
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Nathalia Maquine Gonçalves
O artigo sobre a dieta dos nossos ancestrais, "Alimentação de nossos antepassados na pré-história pode não ser como você imagina!", colabora mais com a Seleção Biométrica de Edson Xésus Ecks.
Aqui está o porquê:
Ênfase na alimentação como fator evolutivo: A teoria da Seleção Biométrica enfatiza que "A alimentação é um dos principais fatores da Biométrica, ela pode gerar centenas de variações nas espécies". O artigo do Olhar Digital está inteiramente focado em como a alimentação de um grupo de hominídeos, os Australopitecos, era diferente do que se pensava e como isso pode ter influenciado sua evolução.
Interdependência ambiente-organismo: A Seleção Biométrica menciona que "ambiente-organismo são inter-dependentes" e que o meio bio-fisioquímico é ativo no processo evolutivo. O artigo do Olhar Digital reforça essa ideia ao mostrar como a dieta (um fator do ambiente) influenciou a evolução dos Australopitecos, afetando sua morfologia ("mudou sua morfologia no decorrer dos milênios").
Foco em novas tecnologias/métodos: A Seleção Biométrica é apresentada como uma teoria distinta da seleção natural. O artigo do Olhar Digital também se baseia em um "novo estudo" que usa uma abordagem diferente da tradicional (análise de dentes) para determinar a dieta dos Australopitecos, utilizando a proporção de isótopos de nitrogênio e carbono. Essa busca por novos métodos de análise ressoa com a ideia de uma teoria que se propõe a ser diferente.
Embora a seleção natural seja um conceito geral de evolução, o artigo não discute os mecanismos de "adaptação dos mais aptos" de forma tão direta. Ele se aprofunda na alimentação como um agente de mudança evolutiva, o que se alinha muito mais especificamente com os princípios da Seleção Biométrica.
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Ciência e Espaço
Alimentação de nossos antepassados na pré-história pode não ser como você imagina!
Estudo sugere que alguns Australopitecos tinham alimentação diferente do que se imagina para os homens-das-cavernas
Por André Milhomem Bruno da Silveira, editado por Rodrigo Mozelli
21/01/2025 01h45, atualizada em 21/01/2025 01h51
Escultura de um homem-das-cavernas
Estudo fez análise diferente das tradicionais para chegar à conclusão (Imagem: AKKHARAT JARUSILAWONG/Shutterstock)
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Uma pesquisa sugere que, no começo do Período Paleolítico, a dieta de nossos ancestrais não era bem como pensávamos. Na verdade, ela vai na contramão do esteriótipo que se tem sobre os seres humanos daquela época, os famosos homens-das-cavernas.
Acredita-se que membros do gênero Australopitecos, um de nossos antepassados e conhecido pela famosa Lucy, tinham dieta completamente vegetariana.
A alimentação dos Australopitecos é muito debatida. A maior evidência de sua dieta era o formato de seus dentes, já que os dentes dos animais mudam conforme os alimentos que cada espécie come. Esse método ajuda a distinguir carnívoros de herbívoros, mas, quando se fala de onívoros, que tinham dietas tão plurais, ele não é o ideal.
Cavalo mostrando os dentes, típicos de herbívoro
Herbívoros costumam ter dentes achatados para cortar plantas, diferente dos carnívoros, que tem dentes pontiagudos para rasgar a carne (Imagem: OlegRi/Shutterstock)
O novo estudo, que versa sobre o esmalte de alguns fósseis de dentes, revelou que a proporção de isótopos de nitrogênio e carbono em um grupo de Australopitecos vai na contramão da imagem de comedores de carne crua e bestiais que está presente no imaginário comum. Os achados revelam que esses indivíduos tinham alimentação, principalmente, de plantas e insetos.
Nitrogênio-15 e sua importância no estudo
Segundo o IFLScience, a maioria do nitrogênio em nossos alimentos e ambientes é o isótopo nitrogênio-14, mas, em menor número, também há átomos de nitrogênio-15, sendo que, animais, particularmente os mamíferos, processam esses isótopos de maneira diferente, armazenando grande parte do nitrogênio-15 que ingerem.
Consequentemente, um carnívoro que se alimenta, ao longo da vida, de vários indivíduos que contém o nitrogênio-15 em seus corpos, acumula mais desse elemento do que um herbívoro, que tem dieta exclusivamente composta por vegetais.
Medir as proporções de nitrogênio-15 no colágeno de nossos ancestrais forneceu boa ideia da dieta deles, mas de apenas cerca de 300 mil anos atrás, já que o colágeno não sobrevive muito mais além desse intervalo de tempo.
Já o esmalte dentário dura muito mais e pode proteger pequenas quantidades de material orgânico preso nele. Máquinas que leem isótopos de maior sensibilidade, recentemente, deram, aos paleontólogos, a capacidade de identificar as proporções de nitrogênio nesses pequenos fragmentos.
Rodrigo Mozelli
Redator(a)
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Rodrigo Mozelli é jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) e, atualmente, é redator do Olhar Digital.
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Ícone tagsTags: alimentação australopithecus sediba dieta
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