Alimentação de nossos antepassados na pré-história pode não ser como você imagina! / Seleção Biométrica de Edson Xésus Ecks 




Seleção natural 


 Seleção natural é o mecanismo evolutivo proposto por Alfred Wallace e Charles Darwin, que afirmou que o meio ambiente atua como um selecionador de características, perpetuando os organismos mais aptos a sobreviver em determinado local


Seleção Biométrica 


Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio bio-fisioquimico (natural/artificial)  fisioquimico (Espaço sideral-Terrestre) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, organismos-organismos , ambientes-ambientes,  seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo.



A alimentação é um dos principais fatores da Biométrica, ela pode gerar centenas de variações nas espécies, como ela age nos organismos, em conjunto seu meio Ambiente (através da física gerando novas vitaminas). A variante alimentícia humana, a trouxe até aqui, e mudou sua morfologia no decorrer dos milênios. Quanto mais seu cérebro aprendia sobre novos alimentos, mais se desenvolvia, e conquistava espaço tempo. 

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As 15 Leis Universais de Edson X 

https://edson-exs.blogspot.com/2024/03/blog-post_22.html?m=1


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Nathalia Maquine Gonçalves 




O artigo sobre a dieta dos nossos ancestrais, "Alimentação de nossos antepassados na pré-história pode não ser como você imagina!", colabora mais com a Seleção Biométrica de Edson Xésus Ecks.

Aqui está o porquê:

Ênfase na alimentação como fator evolutivo: A teoria da Seleção Biométrica enfatiza que "A alimentação é um dos principais fatores da Biométrica, ela pode gerar centenas de variações nas espécies". O artigo do Olhar Digital está inteiramente focado em como a alimentação de um grupo de hominídeos, os Australopitecos, era diferente do que se pensava e como isso pode ter influenciado sua evolução.

Interdependência ambiente-organismo: A Seleção Biométrica menciona que "ambiente-organismo são inter-dependentes" e que o meio bio-fisioquímico é ativo no processo evolutivo. O artigo do Olhar Digital reforça essa ideia ao mostrar como a dieta (um fator do ambiente) influenciou a evolução dos Australopitecos, afetando sua morfologia ("mudou sua morfologia no decorrer dos milênios").

Foco em novas tecnologias/métodos: A Seleção Biométrica é apresentada como uma teoria distinta da seleção natural. O artigo do Olhar Digital também se baseia em um "novo estudo" que usa uma abordagem diferente da tradicional (análise de dentes) para determinar a dieta dos Australopitecos, utilizando a proporção de isótopos de nitrogênio e carbono. Essa busca por novos métodos de análise ressoa com a ideia de uma teoria que se propõe a ser diferente.

Embora a seleção natural seja um conceito geral de evolução, o artigo não discute os mecanismos de "adaptação dos mais aptos" de forma tão direta. Ele se aprofunda na alimentação como um agente de mudança evolutiva, o que se alinha muito mais especificamente com os princípios da Seleção Biométrica.



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Alimentação de nossos antepassados na pré-história pode não ser como você imagina!




Estudo sugere que alguns Australopitecos tinham alimentação diferente do que se imagina para os homens-das-cavernas

Por André Milhomem Bruno da Silveira, editado por Rodrigo Mozelli

21/01/2025 01h45, atualizada em 21/01/2025 01h51


Escultura de um homem-das-cavernas

Estudo fez análise diferente das tradicionais para chegar à conclusão (Imagem: AKKHARAT JARUSILAWONG/Shutterstock)

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Uma pesquisa sugere que, no começo do Período Paleolítico, a dieta de nossos ancestrais não era bem como pensávamos. Na verdade, ela vai na contramão do esteriótipo que se tem sobre os seres humanos daquela época, os famosos homens-das-cavernas.


Acredita-se que membros do gênero Australopitecos, um de nossos antepassados e conhecido pela famosa Lucy, tinham dieta completamente vegetariana.


A alimentação dos Australopitecos é muito debatida. A maior evidência de sua dieta era o formato de seus dentes, já que os dentes dos animais mudam conforme os alimentos que cada espécie come. Esse método ajuda a distinguir carnívoros de herbívoros, mas, quando se fala de onívoros, que tinham dietas tão plurais, ele não é o ideal.


Cavalo mostrando os dentes, típicos de herbívoro

Herbívoros costumam ter dentes achatados para cortar plantas, diferente dos carnívoros, que tem dentes pontiagudos para rasgar a carne (Imagem: OlegRi/Shutterstock)

O novo estudo, que versa sobre o esmalte de alguns fósseis de dentes, revelou que a proporção de isótopos de nitrogênio e carbono em um grupo de Australopitecos vai na contramão da imagem de comedores de carne crua e bestiais que está presente no imaginário comum. Os achados revelam que esses indivíduos tinham alimentação, principalmente, de plantas e insetos.




Nitrogênio-15 e sua importância no estudo

Segundo o IFLScience, a maioria do nitrogênio em nossos alimentos e ambientes é o isótopo nitrogênio-14, mas, em menor número, também há átomos de nitrogênio-15, sendo que, animais, particularmente os mamíferos, processam esses isótopos de maneira diferente, armazenando grande parte do nitrogênio-15 que ingerem.


Consequentemente, um carnívoro que se alimenta, ao longo da vida, de vários indivíduos que contém o nitrogênio-15 em seus corpos, acumula mais desse elemento do que um herbívoro, que tem dieta exclusivamente composta por vegetais.


Medir as proporções de nitrogênio-15 no colágeno de nossos ancestrais forneceu boa ideia da dieta deles, mas de apenas cerca de 300 mil anos atrás, já que o colágeno não sobrevive muito mais além desse intervalo de tempo.


Já o esmalte dentário dura muito mais e pode proteger pequenas quantidades de material orgânico preso nele. Máquinas que leem isótopos de maior sensibilidade, recentemente, deram, aos paleontólogos, a capacidade de identificar as proporções de nitrogênio nesses pequenos fragmentos.




Rodrigo Mozelli

Redator(a)

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Rodrigo Mozelli é jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) e, atualmente, é redator do Olhar Digital.


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