Seleção natural
Seleção natural é o mecanismo evolutivo proposto por Alfred Wallace e Charles Darwin, que afirmou que o meio ambiente atua como um selecionador de características, perpetuando os organismos mais aptos a sobreviver em determinado local.
Seleção Biométrica
Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio bio-fisioquimico (natural/artificial) fisioquimico (Espaço sideral-Terrestre) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, organismos-organismos , ambientes-ambientes, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo. Edson X, Origens da Vida, Amazon,2021
O artigo "Comunicação vegetal" colabora mais com a Seleção Biométrica.
Embora o artigo sobre Comunicação vegetal descreva um processo que pode, em última análise, influenciar a sobrevivência e a reprodução (e, portanto, a seleção natural), ele se alinha mais diretamente com os princípios da Seleção Biométrica de Edson X por várias razões:
Interdependência Ambiente-Organismo: A Seleção Biométrica enfatiza a interdependência entre o ambiente e o organismo ("ambiente-organismo são inter-dependentes"). O artigo sobre comunicação vegetal demonstra essa interdependência ao mostrar como as plantas interagem com seu ambiente (outras plantas, animais, luz, química) e como essas interações afetam sua sobrevivência e crescimento.
Múltiplos Fatores de Seleção: A Seleção Biométrica postula que o "meio bio-fisioquímico (natural/artificial) fisioquímico (Espaço sideral-Terrestre) é ativo no processo evolutivo". O artigo de comunicação vegetal explora diversas modalidades de comunicação (química, luminosa, tátil e, potencialmente, vibrações nanomecânicas), o que se encaixa na ideia de um ambiente com múltiplos fatores atuando na seleção.
Comunicação Além dos Mecanismos Conhecidos: A Seleção Biométrica sugere que a luta pela existência "seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biometricamente apto". O estudo na Austrália, mencionado no artigo, explora uma forma de comunicação entre plantas que vai além dos sensores químicos, luminosos e táteis, indicando mecanismos mais complexos e talvez ainda não totalmente compreendidos, o que pode ser interpretado como um exemplo de caracteres sendo "desprendidos" ou selecionados por meio de interações complexas no ambiente.
Enquanto a Seleção Natural de Darwin e Wallace se concentra na sobrevivência do mais apto através da adaptação às condições ambientais, a Seleção Biométrica parece oferecer uma lente mais abrangente, incluindo a complexidade das interações entre organismos e o ambiente em um nível mais detalhado e multidimensional, o que ressoa com as descobertas sobre a comunicação vegetal que vão além dos mecanismos tradicionais.
Comunicação vegetal
Plantas também se comunicam, não só entre si como também com animais. Elas lançam mão de recursos como luzes e sombras, aromas químicos e toque físico para atrair polinizadores, ajudar no processo de crescimento e até evitar contaminações por fungos e outras doenças. Assim, plantas que ficam perto umas das outras auxiliam na sobrevivência mútua.
Recentemente, um estudo publicado por uma universidade na Austrália indicou que pode existir outro tipo de comunicação cooperativa entre vegetais que vai além dos sensores químicos, luminosos e táteis.
Partindo do fato de que o manjericão ajuda pés de pimenta a germinar com mais rapidez, pesquisadores colocaram um vaso com uma semente de pimenta ao lado do vaso de manjericão, mas separados para que não houvesse comunicação química, de luzes e sombras ou contato físico entre elas.
A experiência comprovou que, mesmo isolado destes tipos de comunicação, o manjericão conseguiu ajudar o pé de pimenta a germinar muito mais rápido do que se ele estivesse sozinho. Isso significa que a vizinhança entre as plantas promoveu a comunicação.
Ainda não há certeza sobre como os dois vegetais se comunicaram. O estudo sugere que oscilações nanomecânicas de componentes dos troncos e dos galhos produzem vibrações sonoras que as plantas vizinhas podem captar.
Uma certeza é que as cores das flores se comunicam com insetos polonizadores. As pétalas da espécie Desmodium setigerum, por exemplo, podem mudar de cor após receberem a visita de uma abelha.
Assim, se elas não forem polinizadas com eficiência pela primeira abelha, elas ganham uma cor ainda mais forte para atrair mais um inseto. Se a primeira polinização for eficiente, elas ficam menos chamativas, indicando que não sobrou nada para o próximo visitante.
Fontes: artigos "An Introduction to Animal Communication",de Erin Gillam (Departamento de Ciências Biológicas, da Universidade Estadual da Dakota do Norte, nos Estados Unidos); "Animal Systems of Communication", de Edward Vajda (Universidade Western Washington, nos Estados Unidos); "Functional ecology of colour change and breeding biology in Desmodium setigerum", de Dara Stanley (Trinity College Dublin, na Irlanda) e Karin Steijven (Universidade Wageningen, na Holanda); e "Love thy neighbour: facilitation through an alternative signalling modality in plants", de Monica Gagliano e Michael Renton (da Universidade Western Australia); e o site Animal Diversity Web, que é mantido pelas universidades de Michigan (EUA) e de St Andrews (Reino Unido).
Gemini
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Com qual seleção o artigo colabora mais ?
Seleção natural
Seleção natural é o mecanismo evolutivo proposto por Alfred Wallace e Charles Darwin, que afirmou que o meio ambiente atua como um selecionador de características, perpetuando os organismos mais aptos a sobreviver em determinado local.
Seleção Biométrica
Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio bio-fisioquimico (natural/artificial) fisioquimico (Espaço sideral-Terrestre) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, organismos-organismos , ambientes-ambientes, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo. Edson X, Origens da Vida, Amazon,2021
Comunicação vegetal
Plantas também se comunicam, não só entre si como também com animais. Elas lançam mão de recursos como luzes e sombras, aromas químicos e toque físico para atrair polinizadores, ajudar no processo de crescimento e até evitar contaminações por fungos e outras doenças. Assim, plantas que ficam perto umas das outras auxiliam na sobrevivência mútua.
Recentemente, um estudo publicado por uma universidade na Austrália indicou que pode existir outro tipo de comunicação cooperativa entre vegetais que vai além dos sensores químicos, luminosos e táteis.
Partindo do fato de que o manjericão ajuda pés de pimenta a germinar com mais rapidez, pesquisadores colocaram um vaso com uma semente de pimenta ao lado do vaso de manjericão, mas separados para que não houvesse comunicação química, de luzes e sombras ou contato físico entre elas.
A experiência comprovou que, mesmo isolado destes tipos de comunicação, o manjericão conseguiu ajudar o pé de pimenta a germinar muito mais rápido do que se ele estivesse sozinho. Isso significa que a vizinhança entre as plantas promoveu a comunicação.
Ainda não há certeza sobre como os dois vegetais se comunicaram. O estudo sugere que oscilações nanomecânicas de componentes dos troncos e dos galhos produzem vibrações sonoras que as plantas vizinhas podem captar.
Uma certeza é que as cores das flores se comunicam com insetos polonizadores. As pétalas da espécie Desmodium setigerum, por exemplo, podem mudar de cor após receberem a visita de uma abelha.
Assim, se elas não forem polinizadas com eficiência pela primeira abelha, elas ganham uma cor ainda mais forte para atrair mais um inseto. Se a primeira polinização for eficiente, elas ficam menos chamativas, indicando que não sobrou nada para o próximo visitante.
Fontes: artigos "An Introduction to Animal Communication",de Erin Gillam (Departamento de Ciências Biológicas, da Universidade Estadual da Dakota do Norte, nos Estados Unidos); "Animal Systems of Communication", de Edward Vajda (Universidade Western Washington, nos Estados Unidos); "Functional ecology of colour change and breeding biology in Desmodium setigerum", de Dara Stanley (Trinity College Dublin, na Irlanda) e Karin Steijven (Universidade Wageningen, na Holanda); e "Love thy neighbour: facilitation through an alternative signalling modality in plants", de Monica Gagliano e Michael Renton (da Universidade Western Australia); e o site Animal Diversity Web, que é mantido pelas universidades de Michigan (EUA) e de St Andrews (Reino Unido).


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