Estudo da Nasa Revela Ligação Surpreendente entre Campo Magnético e Níveis de Oxigênio na Terra / Seleção Biométrica de Edson X 



Pela primeira vez, ao comparar dois conjuntos de dados distintos, uma equipe de pesquisa do Centro de Voos Espaciais Goddard, da Nasa, em Greenbelt, Maryland, e da Universidade de Leeds, no Reino Unido, descobriu que o campo magnético da Terra seguiu padrões de alta e baixa semelhantes aos dos níveis de oxigênio na atmosfera por quase meio bilhão de anos.

“Essa correlação levanta a possibilidade de que tanto a intensidade do campo magnético quanto o nível de oxigênio atmosférico estejam respondendo a um único processo subjacente”, explica o coautor do estudo Benjamin Mills, biogeoquímico da Universidade de Leeds__

Também é possível que exista um ciclo de retroalimentação entre a vida e a atmosfera. Há cerca de 300 milhões de anos, o campo magnético do planeta era extraordinariamente forte, coincidindo com o surgimento das primeiras grandes florestas em terra firme e um aumento significativo na produção de oxigênio"





Seleção Biométrica 


Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio bio-fisioquimico (natural/artificial)  fisioquimico (Espaço sideral-Terrestre) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, organismos-organismos , ambientes-ambientes,  seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo. Edson X, fev-2021, Amazon e-book 




O artigo da NASA colabora com a Lei da Seleção Biométrica de Edson X ao fornecer evidências concretas e um mecanismo físico que apoia a ideia de que o "meio bio-fisioquímico" é ativo e interdependente com a vida, influenciando o processo evolutivo. 

Como o Artigo Colabora com a Seleção Biométrica
A Lei da Seleção Biométrica postula que o meio bio-fisioquímico (natural/artificial) — abrangendo o espaço sideral e terrestre — é um agente ativo no processo evolutivo. Ela enfatiza a interdependência entre ambiente e organismo na "luta pela existência", que seleciona e perpetua o "ambiente-organismo mais biométricamente apto".

O estudo da NASA, ao revelar uma correlação surpreendente entre a intensidade do campo magnético da Terra e os níveis de oxigênio atmosférico ao longo de 540 milhões de anos, oferece um exemplo específico e poderoso dessa interdependência e da ativação do meio:

Atividade do Meio Bio-Fisioquímico: O campo magnético da Terra, gerado por correntes no núcleo externo, é um componente fundamental do "meio fisioquímico" terrestre. O artigo mostra que as flutuações nesse campo têm uma relação direta com os níveis de oxigênio na atmosfera, um elemento crucial para a vida. Isso demonstra como processos geoquímicos e geofísicos (componentes do meio) atuam ativamente, não apenas como pano de fundo, mas como motores ou moduladores das condições essenciais para a vida.

Interdependência Ambiente-Organismo: A correlação observada sugere que fenômenos internos da Terra (campo magnético) influenciam as condições atmosféricas (níveis de oxigênio), que por sua vez são cruciais para a existência e evolução dos organismos. Por exemplo, o artigo menciona que um campo magnético forte coincidiu com o surgimento de grandes florestas e o aumento da produção de oxigênio. Isso ilustra uma retroalimentação entre a vida e a atmosfera, onde as condições ambientais moldam a vida, e a vida, por sua vez, pode influenciar as condições ambientais, reforçando a ideia de interdependência mútua proposta por Edson X.

Seleção de Caracteres e Aptidão: Embora o artigo da NASA não fale diretamente em "seleção de caracteres" ou "organismo biométricamente apto", ele estabelece uma base fundamental para essa seleção. Condições ambientais como a disponibilidade de oxigênio são fatores seletivos primários. Um campo magnético robusto, por exemplo, pode ter contribuído para proteger a atmosfera da Terra de ventos solares nocivos, permitindo o acúmulo de oxigênio e, consequentemente, a evolução de formas de vida que dependem desse elemento. Assim, o estudo adiciona uma camada de complexidade e profundidade à compreensão de como o ambiente físico do planeta atua como um selecionador, definindo o que é "apto" a sobreviver e prosperar.

Em suma, o estudo da NASA fornece um exemplo científico robusto e fascinante de como as dinâmicas geofísicas do planeta, um aspecto do "meio bio-fisioquímico", estão intrinsecamente ligadas às condições que permitem e moldam a vida, fornecendo suporte empírico para os princípios fundamentais da Seleção Biométrica de Edson X.




As 15 Leis Universais de Edson X 


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Nathalia Maquine Gonçalves



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Estudo da Nasa Revela Ligação Surpreendente entre Campo Magnético e Níveis de Oxigênio na Terra



“Essa correlação levanta a possibilidade de que ambos correspondem a um único processo subjacente”, explica o coautor do estudo Benjamin Mills, biogeoquímico da Universidade de Leeds

David Bressan
05/07/2025
Atualizado há 6 dias

Getty Images

L L A- A+ ◐
  

Durante os últimos 540 milhões de anos, o vai e vem na intensidade do campo magnético da Terra tem se correlacionado com flutuações nos níveis de oxigênio atmosférico, de acordo com uma nova análise divulgada por cientistas da Nasa.
A pesquisa sugere que processos que ocorrem nas profundezas da Terra podem influenciar as chances de vida no planeta.

A atmosfera primitiva da Terra era composta por uma mistura tóxica de dióxido de carbono, nitrogênio e vapor d’água. Depois, entre 2,4 bilhões e 400 milhões de anos atrás, os níveis de oxigênio começaram a aumentar exponencialmente, talvez impulsionados por uma fase intensa de desgasificação vulcânica ou pelo surgimento dos primeiros microrganismos fotossintéticos, capazes de dividir a água em hidrogênio e oxigênio.


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Cientistas conseguem deduzir os níveis históricos de oxigênio analisando rochas antigas (como as Formações de Ferro Bandado), pois sua composição química depende da quantidade de oxigênio disponível no momento em que foram formadas.
A evidência mais antiga do campo magnético terrestre vem de rochas com 3,7 bilhões de anos, preservadas na Groenlândia. A história está registrada em minerais magnetizados.

Quando os minerais que sobem com o magma nas fendas entre placas tectônicas em expansão esfriam, eles se solidificam, preservando a direção e a intensidade do campo magnético ao redor.

A origem do campo magnético terrestre ainda não é totalmente compreendida. No entanto, acredita-se que correntes circulantes no interior da liga de ferro e níquel derretida do núcleo externo da Terra geram e sustentam o campo por meio de um processo conhecido como geodínamo. Como o fluxo não é perfeitamente estável, a estrutura oscila ao longo do tempo.

Pela primeira vez, ao comparar dois conjuntos de dados distintos, uma equipe de pesquisa do Centro de Voos Espaciais Goddard, da Nasa, em Greenbelt, Maryland, e da Universidade de Leeds, no Reino Unido, descobriu que o campo magnético da Terra seguiu padrões de alta e baixa semelhantes aos dos níveis de oxigênio na atmosfera por quase meio bilhão de anos.

“Essa correlação levanta a possibilidade de que tanto a intensidade do campo magnético quanto o nível de oxigênio atmosférico estejam respondendo a um único processo subjacente”, explica o coautor do estudo Benjamin Mills, biogeoquímico da Universidade de Leeds.

Quanto às causas específicas que ligam o geodínamo terrestre aos níveis de oxigênio atmosférico, os cientistas só podem especular. Por exemplo, o crescimento e a fragmentação dos continentes durante uma flutuação magnética podem influenciar as taxas de intemperismo global, um processo que remove o oxigênio da atmosfera.

Também é possível que exista um ciclo de retroalimentação entre a vida e a atmosfera. Há cerca de 300 milhões de anos, o campo magnético do planeta era extraordinariamente forte, coincidindo com o surgimento das primeiras grandes florestas em terra firme e um aumento significativo na produção de oxigênio.

Os pesquisadores esperam analisar conjuntos de dados maiores e mais antigos para verificar se a correlação se estende ainda mais no tempo. Eles também planejam investigar a abundância histórica de outros elementos químicos essenciais à vida como a conhecemos, como o nitrogênio, para determinar se eles também seguem esses padrões.

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