Missão espacial chinesa produz oxigênio sem plantas no espaço através de “fotossíntese artificial / Seleção Biométrica
Seleção natural
Seleção natural é o mecanismo evolutivo proposto por Alfred Wallace e Charles Darwin, que afirmou que o meio ambiente atua como um selecionador de características, perpetuando os organismos mais aptos a sobreviver em determinado local.
Seleção Biométrica
Para a seleção Biométrica, de Edson X, o meio bio-fisioquimico (natural/artificial) fisioquimico (Espaço sideral-Terrestre) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são inter-dependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, organismos-organismos , ambientes-ambientes, seleciona, desprende caracteres, perpetuando o ambiente-organismo mais biométricamente apto a sobreviver em determinado espaço-tempo. Edson X, fev-2021, Amazon e-book
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Análise Comparativa: Seleção Biométrica vs. Fotossíntese Artificial na Missão Shenzhou-19
Seleção Biométrica de Edson X
* Foco: Processo evolutivo em ambientes bio-fisicoquímicos, tanto naturais quanto artificiais, terrestres e espaciais.
* Mecanismo: Interação entre organismos e ambiente, levando à seleção de características mais aptas à sobrevivência.
* Aplicabilidade espacial: Poderia ser utilizada para estudar a adaptação de organismos a ambientes extraterrestres, inclui não a produção de oxigênio.
Fotossíntese Artificial da Missão Shenzhou-19
* Foco: Reprodução artificial do processo de fotossíntese para a produção de oxigênio e combustíveis.
* Mecanismo: Utilização de semicondutores catalíticos para converter dióxido de carbono e água em oxigênio e outras substâncias.
* Aplicabilidade espacial: Diretamente aplicada à produção de recursos essenciais para missões espaciais de longa duração.
Comparativo:
| Característica | Seleção Biométrica | Fotossíntese Artificial |
|---|---|---|
| Objetivo | Evolução em diversos ambientes | Produção de oxigênio e combustíveis |
| Mecanismo | Interação organismo-ambiente através de processos fisioquimicos (luz)| Reações químicas catalisadas por luz |
| Aplicabilidade espacial | Estudo da adaptação | Sustentação de vida em missões espaciais |
Pontos-chave a serem considerados:
* Complementaridade: A seleção biométrica poderia ser utilizada para estudar a adaptação de organismos aos sistemas de suporte de vida baseados em fotossíntese artificial, criando um ciclo mais completo.
* Desafios: A fotossíntese artificial ainda enfrenta desafios como a eficiência dos catalisadores e a produção em larga escala.
* Potencial: Ambas as abordagens apresentam grande potencial para o desenvolvimento de tecnologias espaciais e para a compreensão da vida em diferentes ambientes.
Conclusão:
A missão Shenzhou-19 representa um avanço significativo na exploração espacial, demonstrando a viabilidade da produção de recursos no espaço. A fotossíntese artificial, ao lado de outras tecnologias inovadoras, abre caminho para missões espaciais mais longas e complexas, como a colonização de outros planetas. A seleção biométrica, por sua vez, oferece uma perspectiva mais ampla sobre a adaptação da vida e pode auxiliar no desenvolvimento de sistemas de suporte de vida mais sustentáveis.
Missão espacial chinesa produz oxigênio sem plantas no espaço através de “fotossíntese artificial”
Além de oxigênio, também foi possível produzir os combustíveis à base de carbono, importantes para a continuidade dos programas espaciais e da autossuficiência no espaço
Shenzhou-19.
Créditos: (Xinhua/Liu Fang)
Anne Silva
Por Anne Silva
TECNOLOGIA21/1/2025 · 11:51 hs
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A missão Shenzhou-19, liderada por Cai Xuzhe e formada pelos taikonautas Song Lingdong e Wang Haoze, à bordo da estação espacial chinesa de Tiangong desde outubro de 2024, informou que foi bem-sucedida na reprodução do processo de fotossíntese direto no espaço.
Com uma série de 12 experimentos realizados na estação espacial chinesa, na órbita da Terra, foi possível reproduzir as etapas fundamentais da produção de oxigênio, usando "semicondutores catalíticos" (catalisadores de reações químicas cuja atividade é ativada pela luz) para converter dióxido de carbono e água em oxigênio, enquanto se produzia, também, etileno, um hidrocarboneto usado na produção de combustíveis líquidos para a propulsão de espaçonaves, de acordo com a agência China Manned Space (CMS), responsável pelo Programa Espacial Tripulado chinês.
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Os experimentos, que querem abrir caminho para um pouso tripulado chinês na lua até 2030, focaram na conversão do dióxido de carbono à temperatura ambiente, com o controle de fluxos de gás e líquido em microgravidade, e na “detecção em tempo real dos produtos de reação”.
São passos essenciais para permitir as condições de sobrevivência a longo prazo no espaço, e permitem simular o processo natural de fotossíntese das plantas verdes com métodos "físicos e químicos" avançados.
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Além de oxigênio, também foi possível produzir os combustíveis à base de carbono, importantes para a continuidade dos programas espaciais sem que haja necessidade de envio de novos recursos ou do retorno à Terra para reabastecimento.
Algumas empresas já se dedicam à implantação de "postos de abastecimento" espaciais, mas o projeto chinês é mais ambicioso: quer gerar o próprio combustível diretamente em "espaços confinados ou atmosferas extraterrestres", como informou a CCTV no último domingo (19).
Leia também: Cientistas desenvolvem "postos de gasolina cósmicos" para abastecimento no espaço | Revista Fórum
Alguns experimentos anteriores na Estação Espacial Internacional (EEI) já haviam tentado reproduzir a fotossíntese no espaço, mas sua tentativa envolvia cultivar plantas no ambiente de microgravidade para que elas realizassem o processo naturalmente.
O intuito dos experimentos de Shenzhou-19 é, no entanto, realizar uma fotossíntese "artificial" em ambiente extraterrestre, e os estudos para um projeto desse tipo começaram ainda em 2015.
Produzir oxigênio com plantas no espaço é pouco prático no longo prazo, especialmente em missões extensas como seria, por exemplo, uma ida a Marte, porque depende-se, em grande parte, do processo de eletrólise, que “usa a eletricidade dos painéis solares da estação espacial para transformar moléculas de água em hidrogênio e oxigênio”. Para isso, consome-se muita energia.
A tecnologia chinesa, por sua vez, aproveita as condições ambientes, como a temperatura e a pressão atmosférica, e ajusta os catalisadores para transformar moléculas em propelentes de foguete, ou ácido fórmico em açúcares.
O dispositivo instalado em Tiangong para esse processo "foi projetado para ser atualizado enquanto estiver em órbita, permitindo que os cientistas testem diferentes catalisadores e reações", diz o SCMP. A intenção é produzir as reações em volume suficiente para permitir uma ida mais longa e autossuficiente ao espaço.
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