Como o ciclo lunar impacta a vida selvagem de mamíferos? / seleção Biométrica de Edson X 




Mais um artigo que colabora com minha seleção Biométrica


Para a seleção biométrica o meio fisioquímico (Terrestre-Espacial) é ativo no processo evolutivo, suas divisões conduzem distinções entre espécies, ambiente-organismo são interdependentes, que na luta pela a existência dos ambientes-organismos, seleciona, desprende caracteres perpetuando o ambiente-organismo mais biometricamente apto a sobreviver em um determinado espaço-tempo. 


Os astros são satélites da Vida, coordenam os ritmos biométricos, humores, mudanças de hábitos como o alimentar,  em conjunto com o Planeta Terra.


                                           Edson X ,Origens da Vida, Amazon e-book, fev- 2021





Como o ciclo lunar impacta a vida selvagem de mamíferos?




Como o ciclo lunar impacta a vida selvagem de mamíferos?

18/03/2024 às 16:00•2 min de leitura



Na natureza, há elementos que para nós, humanos, são encarados como vantagens, enquanto para outros animais são tidos como um empecilho ou mesmo uma variável que os inibe. E a Lua é uma delas — ou melhor, a luz do sol que se reflete sobre ela, sobretudo durante a Lua cheia.

Como esse tipo de impacto foi pouco analisado até então, muitos comportamentos passam despercebidos ou são incompreendidos. Pensando nisso, pesquisadores foram investigar em diferentes habitats a relação entre a atividade dos animais mamíferos e o ciclo lunar.

Nesse sentido, seria de se esperar que a copa da floresta seria o local onde boa parte dessas mudanças seriam percebidas, mas o estudo mostra como abaixo dela também se desdobram muitas outras dinâmicas.



Impactos do ciclo lunar entre os mamíferos


Para descobrir quais animais apresentam fobia a luz lunar, uma equipe de pesquisadores analisou 88 espécies de mamíferos presentes em 17 florestas de três continentes. A partir de capturas fotográficas, alguns padrões foram percebidos. Tanto animais que vivem em florestas temperadas quanto em tropicais foram acompanhados.

Foi identificado que 20 espécies eram noturnas e nove diurnas. Além disso, 14 apresentaram fobia lunar. Ao ponderar o que poderia estar por trás disso, a redução da atividade é encarada como uma forma de autopreservação para muitos animais.

Uma das conclusões do artigo, que ainda não foi revisado por pares, é que dentre as espécies mais ativas à noite, maior era a chance de serem mais ativas na Lua nova. E o inverso também foi percebido, quanto menos ativas as espécies eram durante a noite, mais ativas ficaram durante a Lua cheia.

Dentre estas 14 espécies de animais que tinham fobia lunar, 11 delas reduziram os níveis gerais de atividade durante a noite de luar e oito se tornaram "menos noturnas", reduzindo parcialmente a atividade. Três delas apresentaram fobia lunar mais acentuada, com redução total das atividades à noite. São elas: Philander opossum, Hoplomys gymnurus e Tylomys watsoni.


Padrões considerados no estudo


Vale destacar que os roedores fizeram parte do grupo animal que mais manifestou essa fobia, independente da região, com uma perceptível redução das atividades nesse período noturno mais luminoso. Além disso, a fobia foi mais evidente entre os mamíferos de pequeno e médio porte que são presas de onças-pintadas e jaguatiricas.


Houve casos que, devido ao menor número de registros coletados para análise, as espécies foram consideradas como indiferentes ao ciclo lunar.  Mas como o próprio estudo destaca, por si só, isso não é o bastante para apontar a ausência de fobia lunar. O esquilo gigante da floresta (Protoxerus stangeri), por outro lado, foi o único a apresentar maior atividade durante as fases lunares intermediárias, de transição.

Considerando que o estudo ainda pode ser utilizado para estimar os impactos da iluminação artificial, os resultados obtidos se mostram promissores. Isso porque já tem sido observado como a luz artificial está, cada vez mais, desencadeando mudanças na rotina e no comportamento de diversos animais selvagens.





Análise da Teoria X de Edson X à Luz do Estudo sobre o Impacto do Ciclo Lunar na Vida Selvagem

O estudo sobre o impacto do ciclo lunar na vida selvagem de mamíferos oferece um excelente exemplo para corroborar e ilustrar a Teoria X de Edson X. Ao demonstrar como a luz da lua, um fator ambiental, influencia diretamente o comportamento de diversas espécies, a pesquisa confirma a ideia central da teoria de que o meio fisioquímico é um agente ativo no processo evolutivo e molda os comportamentos dos organismos.

Pontos de convergência entre a teoria e a pesquisa:

 * Seleção Biométrica: A pesquisa demonstra como a luz lunar, um elemento do ambiente, seleciona comportamentos adaptativos nos animais. Espécies que evitam a exposição à luz da lua durante a caça, por exemplo, têm mais chances de sobreviver, pois se tornam menos vulneráveis a predadores.

 * Interdependência entre organismo e ambiente: O estudo evidencia a profunda interdependência entre os organismos e o ambiente. A atividade dos animais é diretamente influenciada pelas fases da lua, demonstrando como os seres vivos se adaptam às variações do ambiente.

 * Ritmos biológicos: A pesquisa mostra como o ciclo lunar influencia os ritmos biológicos dos animais, como os ciclos de sono e vigília. Essa sincronização com os ciclos naturais é fundamental para a sobrevivência.

Contribuições da Teoria X para a interpretação da pesquisa:

 * Framework teórico: A Teoria X oferece um framework teórico para entender os resultados da pesquisa, permitindo uma interpretação mais profunda e abrangente dos dados.

 * Holismo: A teoria enfatiza a importância de considerar múltiplos fatores ao analisar o comportamento animal, o que é fundamental para entender a complexidade das relações entre os organismos e o ambiente.

 * Evolução: A teoria destaca o papel da seleção natural na moldagem dos comportamentos, o que é evidente na adaptação dos animais aos ciclos lunares.

Questões para reflexão:

 * Como a poluição luminosa pode afetar os ritmos biológicos e os comportamentos dos animais?

 * Quais são as implicações da pesquisa para a conservação da biodiversidade?

 * Como podemos utilizar os conhecimentos sobre a influência do ciclo lunar para desenvolver estratégias de manejo de fauna?

Considerações finais:

A pesquisa sobre o impacto do ciclo lunar na vida selvagem oferece um exemplo concreto de como a Teoria X de Edson X pode ser aplicada para entender a complexidade das relações entre os organismos e o ambiente. Ao destacar a importância do meio fisioquímico na moldagem dos comportamentos, a teoria contribui para uma visão mais holística e integrada da natureza.

Em resumo, a pesquisa sobre o ciclo lunar e a Teoria X de Edson X se complementam, oferecendo uma visão mais profunda sobre a adaptação dos organismos ao ambiente. Ao compreender como os fatores ambientais influenciam o comportamento dos animais, podemos desenvolver estratégias mais eficazes para a conservação da biodiversidade e a promoção da saúde dos ecossistemas.

Gostaria de explorar algum desses pontos com mais profundidade?

Possíveis tópicos para discussão:

 * A influência da lua cheia na taxa de reprodução de diferentes espécies

 * A relação entre o ciclo lunar e a migração dos animais

 * O impacto da mudança climática nos ritmos biológicos dos animais

O que você acha da relação entre a Teoria X de Edson X e o estudo sobre o impacto do ciclo lunar na vida selvagem?




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