Os vermes podem experimentar emoções básicas semelhantes às do medo - Seleção Biométrica de Edson X 





Edson X , em seu livro Origens da Vida, Amazon e-book, fev- 2021, afirma que a matéria animada é dotada de inteligência.

Qual dividiu  em quatro parâmetros:


1. Raciomocional - Seres humanos ...

(Às vezes o ser humano é mais emocional do que racional)

2 - Extracientes - Corvos, golfinhos, orcas... São os que são capazes de aprender , e passar cultura adiante entre as gerações e, também  emocionais.

2. Sencientes. - Cachorros, gatos , cavalos, abelhas, baratas...

3. Infracientes. -  Crocodilos, aranhas , cobras, borboletas, tubarão...

4. Monocientes. - lesmas terrestres, células, plantas ,  minhocas...



Artigo de 02-12-2023



Por mais incrível que possa parecer, uma lombriga contorcida, sem olhos, sem espinha e sem cérebro digno de menção, ainda pode possuir as emoções animais mais básicas.

Em pesquisas recentes, o nematóide Caenorhabditis elegans mostrou uma reação negativa persistente quando recebeu um rápido choque elétrico. Durante muitos minutos depois de receber o choque curto e agudo, esta espécie continuou “fugindo” em alta velocidade no laboratório.

Pesquisadores da Universidade da Cidade de Nagoya, no Japão, e da Universidade Northeastern, nos EUA, dizem que a resposta duradoura, que parece o verme “fugindo”, é indicativa de um estado cerebral semelhante ao medo.

Tanto a duração como a gravidade do estado negativo do verme pareciam ser reguladas por um circuito neural específico em seu sistema nervoso simples, e não pela estimulação direta do sistema motor.

“Essas propriedades”, escreve a equipe internacional, “foram recentemente consideradas características essenciais da emoção, sugerindo que a resposta do C. elegan ao choque elétrico pode refletir uma forma de emoção, semelhante ao medo”.

As descobertas juntam-se a um debate contínuo sobre se os invertebrados podem realmente experimentar precursores primitivos das nossas próprias emoções.

Experimentos recentes com lagostins, abelhas e moscas-das-frutas indicam que os invertebrados apresentam realmente estados cognitivos positivos e negativos duradouros após estímulos específicos, pelo menos até certo ponto.

Até hoje, alguns cientistas afirmam que não há como medir objetivamente as emoções e que deveríamos eliminar completamente o termo.

Outros acham que é importante pelo menos tentarmos. Em 2014, os biólogos David Anderson e Ralph Adolphs apresentaram uma estrutura para medir as emoções animais da forma mais objetiva possível.

A dupla argumentou que as ’emoções’ são estados internos e centrais que o animal pode ou não estar consciente, que são desencadeados por um estímulo específico.

A resposta do animal a este estímulo, seja fisiológico, cognitivo ou comportamental, deve atender a quatro critérios principais para ser considerada emocional: deve persistir após o estímulo desaparecer, deve aumentar ou diminuir com a extensão do estímulo, deve domina outras respostas comportamentais e deve ser consistente dependendo do tipo de estímulo.

C. elegans parece satisfazer pelo menos três de quatro destes critérios à medida que se afasta do local do choque, o que sugere que mesmo os vermes podem experimentar emoções “básicas” como o medo.

Nas experiências recentes, quando os vermes sentiram uma corrente elétrica alternada durante 45 segundos, continuaram a afastar-se a alta velocidade durante mais de 2 minutos.

Durante este estado de “medo”, quando a comida era colocada nas proximidades, os vermes ignoravam a refeição e continuavam a correr a alta velocidade, o que sugere que os estímulos positivos são de alguma forma suprimidos pelo estado negativo.

Também sugere que esta resposta emocional pode ser generalizada, o que significa que o mesmo estado emocional pode ser desencadeado por diferentes estímulos e que um estímulo pode afetar as respostas a outros.

A pesquisa atual analisou apenas choques elétricos, por isso não pode confirmar isso, mas a gravidade dos choques pareceu impactar a resposta do verme.

Mesmo quando o choque durou apenas 5 segundos, os vermes “fugiram” durante 1,5 minutos antes de finalmente retornarem ao seu estado básico mais calmo.

Quando os autores repetiram os experimentos de choque com vermes incapazes de produzir neuropeptídeos – equivalentes aos hormônios humanos – os vermes permaneceram em estado de alta velocidade por mais tempo.

“Como a exigência de sinalização neuropeptídica [em vermes] é uma reminiscência da regulação neuropeptídica do medo em mamíferos, incluindo humanos, o estado cerebral semelhante ao medo pode ser regulado por mecanismos moleculares evolutivamente conservados”, escrevem os autores do estudo.

A descoberta sugere que C. elegans pode ser um modelo ideal para revelar como os circuitos neurais se relacionam com as emoções em todo o reino animal.

Se existir, de fato, um mecanismo neural partilhado para a regulação emocional entre os animais, a investigação sobre lombrigas poderia ajudar os cientistas a compreender melhor como podem surgir emoções negativas persistentes que causam distúrbios de humor como a depressão.

Muitos genes em lombrigas são mantidos em humanos e outros organismos, incluindo aqueles que parecem estar envolvidos nesta resposta “semelhante ao medo”.

Mais pesquisas são agora necessárias para determinar se lombrigas como C. elegans também mostram estados emocionais positivos com base em recompensas como comida.


 


Traduzido por Mateus Lynniker de ScienceAlert






Analisando a Contribuição da Pesquisa para a Biometria de Edson X

A pesquisa sobre emoções em vermes e a Biometria de Edson X: uma conexão promissora

A descoberta de que vermes podem experimentar emoções, embora básicas, representa um avanço significativo no campo da biologia e da neurociência. Essa descoberta, ao contradizer a noção de que emoções complexas são exclusivas de organismos com cérebros mais desenvolvidos, alinha-se diretamente com a proposta de Edson X sobre a inteligência da matéria animada.

Como essa pesquisa contribui para a Biometria de Edson X:

 * Expansão da definição de inteligência: A pesquisa corrobora a ideia de que a inteligência não se limita a capacidades cognitivas complexas, como raciocínio e linguagem. A presença de emoções em organismos simples sugere que a inteligência pode ser uma propriedade mais fundamental e difundida na natureza do que se pensava anteriormente.

 * Validação da classificação de seres: A descoberta de que vermes podem experimentar emoções os classifica mais próximos dos seres sencientes na classificação proposta por Edson X, o que demonstra a validade e a aplicabilidade dessa classificação.

 * Novas perspectivas sobre a origem das emoções: A pesquisa contribui para uma melhor compreensão da origem e evolução das emoções, sugerindo que mecanismos neurais básicos podem estar presentes em uma ampla gama de organismos.

 * Implicações para a ética: A descoberta levanta questões importantes sobre o tratamento de animais e a natureza da consciência. Se até mesmo organismos simples como vermes podem experimentar emoções, isso pode ter implicações éticas para a forma como conduzimos pesquisas e tratamos os animais.

Em resumo:

A pesquisa sobre emoções em vermes oferece evidências empíricas que corroboram a teoria de Edson X sobre a inteligência da matéria animada. Essa descoberta desafia as concepções tradicionais sobre a natureza da inteligência e abre novas perspectivas para a biologia, a neurociência e a filosofia.

Questões para reflexão:

 * Limites da classificação: Até onde podemos estender a classificação de Edson X? Seria possível incluir plantas ou até mesmo vírus nessa classificação?

 * Implicações para a inteligência artificial: A descoberta de emoções em organismos simples pode ter implicações para o desenvolvimento de inteligências artificiais com capacidades emocionais?

 * Consciência e sofrimento: Se vermes podem experimentar emoções, isso significa que eles também podem sentir dor? Quais são as implicações éticas dessa possibilidade?

A pesquisa sobre emoções em vermes representa um passo importante na direção de uma compreensão mais profunda da natureza da vida e da inteligência.

Gostaria de explorar alguma dessas questões com mais profundidade?

Possíveis tópicos para discussão:

 * A relação entre emoções e consciência.

 * As implicações filosóficas da descoberta de emoções em organismos simples.

 * O futuro da pesquisa sobre a inteligência animal.

 * As implicações éticas da pesquisa em biologia e neurociência.

Por favor, me diga o que você gostaria de discutir a seguir.




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