ESTRADAS ESPACIAIS E AS CORRENTES GRAVITACIONAIS DE EDSON X

 


Essa teoria das Estradas, Correntes Gravitacionais, ou Regiões X, foi proposta por mim, em 2019, no meu livro Ciensofia, publicada na Amazon.


E ela não é só uma teoria gravitacional, ela é uma teoria fisioquimica. Ou seja, sua visão é ampla.


Por exemplo, pelo o tipo de conformação do material de que é feita a espaçonave, ao entrar em uma Região X que tenha um sistema eletromagnético extremo, ela  terá suas funções elétricas- energéticas danificadas.



Também como uma espaçonave pode cair em uma Teia ou Rede, que seriam Regiões X, que por causa de processos fisioquimicos (Panticos) ali presentes,  por exemplo, alta densidade de partículas, poderiam as espaçonaves ali  ficarem retidas.


                            As regiões X não são apenas caminhos , Estradas, caminhos, atalhos, mas uma determinada região ampla pode causar os fenômenos supra citados.

Uma Espaçonave ao entrar nas regiões X,  pode por exemplo ter sua energia 'sugada' por poderosos campos eletromagnéticos ali agindo. Ou de ser uma região X constituída por uma forte densidade de partículas que entraram em atrito com a matéria pela a qual a espaço nave é composta, moléculas, átomos, partículas subatômicas, partículas ... Sofrerão 'n' fenômenos de dilatação , compressão, explosão, implosão, esfacelamento....


Artigo que coopera com as Estradas Espaciais de Edson X





BBC Brasil - Corredores Espaciais


08 de fev 20121


No futuro, as rodovias espaciais podem permitir viagens espaciais super-rápidas


A fascinante descoberta da rede de 'estradas celestiais' que poderia revolucionar viagens espaciais


Se você já teve o prazer de dirigir rápido em uma estrada vazia, imagine fazer o mesmo percorrendo uma via expressa no espaço.


Corredores Invisíveis


"Para simplificar, essas rodovias são produzidas pelos planetas", diz Aaron Rosengren, um dos autores do estudo e professor de engenharia mecânica e aeroespacial na Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos.

Essas rotas expressas são formadas devido à atração gravitacional entre os planetas, criando assim um corredor invisível que se estende do cinturão de asteroides localizado entre as órbitas de Júpiter e Marte, para além de Urano.


Rodovias de Jupiter


Coletores de Júpiter poderia ser a explicação para o comportamento de cometas e asteroides que tendem a pairar em torno do planeta antes de filmar fora de órbita.

"É incrível como os coletores que emanam de Júpiter podem penetrar no sistema solar", escreve Rosengren no Live Science.





















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