As Correntes Gravitacionais Ou Panticas) de Edson X
As Correntes Gravitacionais, propostas pela a minha teoria X, explica que essas Correntes Gravitacionais, são análogas às correntes marítimas,.que transportam grandes quantidades de matérias marítimo, de uma região para outra a longas distâncias rapidamente, assim mesmo são ao Correntes Gravitacionais (Edson X), transportam grandes quantidades, por exemplo, de partículas de uma região para outra do cosmos, de forma mais rápida, do que seria 'normalmente'.
EDSON ECKS , membro da Academia de Letras, Ciências e Culturas da Amazônia (ALCAMA),
LIVROS NA AMAZON
CIENSOFIA l
CIENSOFIA ll
PENSAMENTOS SOBRE PENSAMENTOS l e LL
CONTOS ,. PARÁBOLAS E FABULAS DE EDSON ECKS
ORIGENS DA VIDA (BIOQUIMIOFISICA)
Generanalise - O Navegador Da Alma (psico-neuto)
As 15 Leis Universais de Edson X
https://edson-exs.blogspot.com/2024/03/blog-post_22.html?m=1
Retribua com o trabalho de Edson Xésus Ecks para ele pessoa produzir livros físicos .
Pix
luminadox@gmail.com
Nathalia Maquine Gonçalves
Mapeamento de correntes estelares fora da Via Láctea pode dar detalhes sobre a matéria escura
Por Rafael Arbulu, editado por Rafael Rigues
13/01/22 19h11, atualizada em 14/01/22 11h22
Um novo estudo feito pela Instituição de Ciências de Carnegie, nos EUA, promete trazer novos detalhes sobre a matéria escura do universo, ao analisar as correntes estelares posicionadas na fronteira da Via Láctea.
Basicamente, “correntes estelares” são grandes associações de estrelas que formam cadeias alongadas, que formam um arco ao redor da borda de nossa galáxia. O estudo as analisou na esperança de entender como a matéria escura se distribui pela Via Láctea, além de traçar o histórico de como ela cresceu ao longo das eras, devorando várias estrelas.
Ilustração da Via Láctea, mostrando as correntes estelares no lado externo
Na parte mais externa da Via Láctea, correntes estelares mostram que nossa galáxia vem se alimentando de corpos que encontra fora dela, o que evidencia a presença de matéria escura em nossa “casa” no espaço (Imagem: Zakharchuk/Shutterstock)
“Correntes estelares são, de uma forma resumida, os restos mortais despedaçados de galáxias menores e aglomerados de estrelas que são destruídos pela Via Láctea”, disse Josh Simon, co-autor do estudo e um astrônomo a serviço da Instituição de Carnegie. “Esses restos continuam a se mover juntos em ‘fios’ longos, arqueados, orbitando a nossa galáxia”.
Segundo ele e sua equipe, a ideia do estudo foi examinar várias correntes estelares simultaneamente, o que permitiu que eles identificassem a presença de matéria escura em nossa galáxia, não muito diferente de como pisca-piscas mostram a forma da árvore ao redor da qual estão enrolados, mesmo que você não consiga ver seus troncos ou galhos.
O estudo valeu-se do uso do Anglo-Australian Telescope, localizado no Observatório Spring, na Austrália, bem como informações do telescópio espacial Gaia, da agência espacial europeia (ESA) para medir a velocidade de órbita das correntes, bem como determinar suas composições químicas.
A conclusão a que eles chegaram foi a de que a química dessas correntes possui uma identidade distinta, diferente da maioria das outras estrelas da Via Láctea, o que, segundo os autores, serve como evidência de que elas vieram de outras populações estelares – provavelmente, estrelas anãs, galáxias menores e aglomerados externos que ficaram presos à força gravitacional da nossa galáxia e acabaram absorvidos por ela.
“Estamos vendo essas correntes estelares sendo impactadas pela Via Láctea, eventualmente se tornando parte dela”, disse Ting Li, co-autor do estudo pela Universidade de Toronto. “Este estudo nos deu, basicamente, uma fotografia dos hábitos alimentares da Via Láctea, como por exemplo quais estrelas menores ela ‘devora’. Conforme nossa galáxia fica mais velha, ela também fica mais gordinha”.
O estudo completo foi publicado no Astrophysical Journal.
Raios espaciais atingem 10.000ºC ao redor da Terra
Com informações da ESA - 04/04/2017
Raios espaciais atingem 10.000ºC ao redor da Terra
O fenômeno dos "raios espaciais" - jatos supersônicos de plasma - ocorre na fronteira entre as correntes de Birkeland.
Correntes de Birkeland
Informações obtidas pela constelação de satélites Swarm, lançada para mapear o campo magnético da Terra, levaram à descoberta de jatos de plasma supersônicos na porção superior da nossa atmosfera que podem atingir temperaturas de quase 10.000°C.
A teoria de que há enormes correntes elétricas, movidas pelo vento solar e guiadas através da ionosfera pelo campo magnético da Terra, foi postulada há mais de um século pelo cientista norueguês Kristian Birkeland. Mas só nos anos 1970, após o advento dos satélites, essas "correntes de Birkeland" foram confirmadas por medições diretas feitas no espaço.
Essas correntes levam até 1 terawatt de energia elétrica para a atmosfera superior - cerca de 30 vezes a energia consumida em uma cidade como Nova Iorque ou São Paulo.
Elas também são responsáveis pelos arcos das auroras boreais e austrais, as belas cortinas verdes que dançam lentamente, podendo se estender de horizonte a horizonte. Os dados mostraram que o fenômeno é mais forte no hemisfério norte e varia com a estação.
Raios espaciais atingem 10.000ºC ao redor da Terra
O fenômeno também leva à perda de material atmosférico para o espaço.
Jatos de plasma supersônicos
Embora já houvesse muitas informações sobre esses sistemas de correntes elétricas, as observações recentes feitas pelos satélites Swarm revelaram que eles estão associados com grandes campos elétricos, atingindo tensões muito elevadas. Esses campos, que são mais fortes no inverno, ocorrem onde as correntes de Birkeland verticais e horizontais se conectam através da ionosfera.
"Ao utilizar dados dos instrumentos de campo elétrico dos satélites Swarm, descobrimos que estes fortes campos elétricos impulsionam jatos de plasma supersônicos," explicou Bill Archer, da Universidade de Calgary. "Os jatos, aos quais chamamos de 'fluxos fronteiriços das correntes de Birkeland', marcam claramente a fronteira entre as camadas de correntes movendo-se em direção oposta e levam a condições extremas na atmosfera superior."
A confluência desses fluxos pode fazer com que regiões da ionosfera atinjam momentaneamente temperaturas próximas dos 10.000°C, o suficiente para alterar sua composição química. "Também fazem com que a ionosfera flua para cima, para altitudes mais elevadas, onde a energização adicional pode levar à perda de material atmosférico para o espaço," acrescentou Archer.







Comentários
Postar um comentário