O efeito acréscimo e descrecimo Da Gravidade De Edson X



O efeito "acréscimo", que nos primórdios participou a formação dos planetas..., continua indefinidamente acrescentando massas... a estes, p. exemplo, através de dezenas de meteoros que caem constantemente em solo marciano, assim como na Terra, os meteoros que desintegram-se no choque com a atmosfera terrestre, tem suas partículas armazenadas na própria atmosfera, ou são "puxadas" pela Gravidade (processos quimiofísicos gerais) terrestre, significando assim que os sistemas, continuam a crescer em massa..., o que pode acarretar daqui a milhares de anos o enfraquecimento... na Gravidade dos sistemas (dos planetas) que os sustentam...

                                       

Se o núcleo da Terra é limitado, ou seja, que seus elementos que queimam no centro, responsável pela a interação térmica e de pressão pantica (gravitacional quimiofisica); universo-atmosfera-terra-núcleo, não for alimentado, haverá limitação, consumo nuclear, até o mesmo se extinguir, então, faz se necessário para o mesmo manter a temperatura conveniente e adequado funcionamento, a reposição na mesma medida em que gasta seus recursos, queima seus elementos internos. 

A Terra retém, partículas subatômicas..., captadas pelo o manto que este capturou de outros elementos, como o próprio oxigênio, hidrogênio..., e os transforma nos elementos necessários a sua combustão nuclear e os repele, através dos vulcões e relativos, o excedente.

Com isto há crescimento da massa terrestre. Com esta indicação, é o mesmo que afirmar que o planeta está ficando maior, isto é, ao menos que haja também por parte da atmosfera; liberação pantica (quimiofisica), para assim, manter mais ou menos o volume ‘constante’. 


Mas, mesmo assim, implicaria que a Terra; mesmo que em milhares de anos, está aumentando ou diminuindo (inclui-se os demais sistemas inclusive os micros) em massa.


 Se diminui as placas tectônicas, perdem resistência, se aumenta, ganha resistência (inclui-se a massa d’água). Ao menos que a atmosfera siga o mesmo processo, poderia ocasionar descompressão interativa de partículas da camada atmosférica, atingindo o núcleo. 


Ao menos que haja composição e decomposição de todos os fatores relativos à sua sustentação, ou seja, ‘harmonia’. Todos os outros sistemas, como por exemplo, o do Sol, que captura as partículas no seu horizonte, transformando-as nos elementos necessários a sua combustão, como os átomos de hidrogênio, e o material excedente, lança fora, através de suas ‘tempestades solares’, que ocorrem de 11 em 11 anos. 

O que chamamos de ‘gravidade’, não passa da: ‘interatividade pantica energética gravitacional das partículas e relativos’.






Tem hélio primordial vazando do núcleo da Terra; saiba o motivo





Por Rafael Arbulu, editado por André Lucena

04/04/22 14h09, atualizada em 05/04/22 14h56


Um tipo muito raro de gás hélio – chamado de “hélio primordial” ou ainda “hélio-3”, está escapando do núcleo da Terra, de acordo com novo estudo publicado no jornal científico Geochemistry, Geophysics, Geosystems ao final de março.

O hélio primordial é um isótopo – ou “variante” – bem mais rara do hélio comum, pois contém apenas um nêutron em seu núcleo ao invés dos costumeiros dois. Segundo os pesquisadores, ele é uma “maravilha da natureza” que pode nos ajudar a entender profundamente a história da Terra, já que essa variante do gás apareceu na explosão do Big Bang, o evento que levou ao nascimento do universo há 13,8 bilhões de anos.

Na Terra, o hélio primordial corresponde a 0,0001% de todo o hélio do planeta. Ele pode ser criado por vários processos – como o desgaste radioativo do trítio, um isótopo raro de hidrogênio. O fato de ele escapar do nosso núcleo não é bem uma novidade: cientistas estimam que esse escape corresponda a mais ou menos dois quilogramas (kg) do material por ano – o suficiente para encher uma bexiga do tamanho de uma mesa.

Mas os pesquisadores não sabiam exatamente quanto do hélio-3 vinha do núcleo da Terra se comparado ao manto, nem tampouco quanto dele nós temos em nossos “reservatórios naturais”. A fim de responder a essa pergunta, pesquisadores da Universidade do Novo México compararam dois modelos da Terra – um durante a formação do nosso planeta (quando o hélio primordial ainda estava sendo acumulado) e outro após a formação da Lua (quando, supostamente, um choque com outro corpo planetário formou o satélite e nos fez perder muito do gás).

Imagem feita pelo telescópio espacial Hubble mostra a Nebulosa Laguna, uma área do espaço com altas concentrações de hélio primordial – ou hélio-3 (Imagem: NASA/ESA/Reprodução)

Segundo Peter Olson, geofísico e autor primário do estudo, nem todo o gás foi expelido após o impacto. O que ficou aqui continuou sendo derramado pelas partes internas da Terra. E faz sentido que o núcleo seja seu reservatório pois ele “é menos vulnerável a impactos maiores se comparado a outras partes do sistema da Terra”.

Ao comparar o comportamento do isótopo com a sua taxa de escape, os autores determinaram que existem cerca de 10 teragramas (10 milhões de toneladas) do hélio primordial no núcleo da Terra. “Nosso modelo de troca [de hélio-3] durante a formação e evolução da Terra implica no núcleo metálico do planeta como um reservatório com vazamento, mas que fornece o gás ao resto da Terra”.

Entretanto, o próprio estudo reconhece que seus resultados não são definitivos, devido ao fato dos seus autores terem que fazer uma série de suposições. Essas suposições, ao longo de diversas outras incertezas, podem também indicar que há menos hélio primordial no nosso núcleo do que o estudo antecipa.



Hélio – um elemento em perigo de extinção?




ilustração divertida de hélio escapando para o espaço
Não, não é a Terra rindo! São átomos de hélio escapando para o espaço! 🙂
Infelizmente alguns elementos muito úteis em aplicações industriais, científicas e cotidianas são bastante raros na Terra. Um desses elementos raros é o hélio!

O hélio é um gás bastante escasso na atmosfera, sendo apenas 0,00052% da composição total de gases que respiramos. E pior! O hélio que for liberado na atmosfera lentamente escapa para o espaço – já que as condições médias de pressão e temperatura não são eficientes em prender os átomos junto ao planeta.

As reservas que temos estão presas em rochas, sendo em boa parte produzido pelo lento decaimento de elementos radioativos ao longo de milhões de anos. Não existindo uma forma econômica de produzir artificialmente em grandes quantidades. E é junto às reservas de gás natural que encontramos uma concentração de hélio suficiente para compensar a sua purificação e estocagem.

Não seria interessante uma escassez de um elemento tão importante!
Veja algumas das aplicações:
– como atmosfera inerte em processos industriais e laboratoriais
– em soldagem em altas temperaturas; quando presença de ar (oxigênio, nitrogênio…) poderia enfraquecer a solda
– hélio líquido é utilizado como líquido refrigerante em aparelhos de ressonância magnética
– em dirigíveis e balões recreativos; principalmente por não ser inflamável como o hidrogênio
– em misturas gasosas para mergulho em grandes profundidades; sendo conhecidas como Trimix, Heliox e Heliair, dependendo das proporções e diferente gases misturados com o hélio
– detecção de vazamentos
– em laser; misturado com 15% de neônio (HeNe laser)
– em disco rígido para computadores; a presença do gás no interior do equipamento torna a operação mais rápida e precisa
– em cromatografia gasosa; como gás carreador
– na forma líquida é utilizado na refrigeração de equipamentos científicos de grande precisão; por exemplo, são necessários aproximadamente 120 toneladas de hélio para refrigerar o Grande Colisor de Hádrons.

Existem diversas estimativas das quantidades totais de hélio existentes e de quantos anos levaremos para consumir. Podemos enfrentar dificuldades nos próximos 100 anos; e tudo depende do nosso comportamento em não desperdiçar esse precioso elemento!






Rafael Arbulu

Redator(a)

    

Jornalista formado pela Universidade Paulista, Rafael é especializado em tecnologia, cultura pop, além de cobrir a editoria de Ciências e Espaço no Olhar Digital. Em experiências passadas, começou como repórter e editor de games em diversas publicações do meio, e também já cobriu agenda de cidades, cotidiano e esportes.


André Lucena

Ex-editor(a)

 

Pai de três filhos, André Lucena é o Editor-Chefe do Olhar Digital. Formado em Jornalismo e Pós-Graduado em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte, ele adora jogar futebol nas horas vagas


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