Várias temaricas de ciência para estudar.
Teoria de Albert Einstein é comprovada em escala milimétrica pela primeira vez.
Cientistas acabam de medir o efeito da distorção do espaço-tempo na Terra com precisão ainda maior que aquelas alcançadas em experimentos anteriores. Eles usaram um relógio atômico especialmente projetado para medir o tempo através de ondas de luz em escalas milimétricas e comprovaram, mais uma vez, que Albert Einstein estava certo.
Em colaboração com o National Institute of Standards and Technology e com a Universidade do Colorado, pesquisadores do Joint Institute for Laboratory Astrophysics (JILA) usaram o relógio atômico para obter o resultado previsto pela Relatividade Geral de Einstein, mas, dessa vez, em pequenas escalas. É que até então, essas medições foram feitas em distâncias entre 30 cm e milhares de quilômetros, mas nunca em milímetros.
O relógio atômico usado pela equipe foi especialmente projetado para medir o tempo das ondas de luz separadas por 1 milímetro, "melhorando a incerteza de medição de frequência fracionária em mais de um fator de 10", conforme escreveram os cientistas. A diferença de tempo para as ondas de luz mensuradas foi de 0,76 milionésimo de um trilionésimo de um por cento — a menor já calculada.
Claro, as ondas de luz viajaram na mesma velocidade, que é constante, mas uma diferença no tempo pode ser detectada através de algo chamado desvio para o vermelho gravitacional, fenômeno causado pela influência da gravidade sobre a frequência de duas ondas idênticas em comparação uma com a outra. Isso ocorre porque o campo gravitacional de um objeto atrasará ligeiramente o tempo da onda mais próxima, exercendo menor influência sobre a onda mais distante.
Para obter esse resultado, os pesquisadores atualizaram um experimento realizado há uma década, que mediu a diferença na frequência relativa da luz emitida por átomos separados por uma distância vertical de pouco mais de 30 centímetros. Desta vez, eles usaram um tipo de câmara diferente para reduzir a densidade atômica, o que permitiu uma distância de apenas alguns milímetros.
Então, eles empurraram 100 mil átomos de estrôncio nesta câmara, forçando uma diminuição de movimento das partículas, ou seja, removendo energia cinética. Em palavras mais simples, eles removeram o máximo de calor possível, aproximando-se do zero absoluto. Então, mediram a luz emitida da parte superior e inferior da pilha de átomos e corrigiram quaisquer efeitos que não fossem de natureza gravitacional. Depois de 92 horas de observação, eles coletaram dados que apontaram para uma média muito próxima do que a Relatividade Geral sugere.
Isso não foi uma surpresa, mas o que realmente impressionou foram as escalas milimétricas que separavam as duas ondas de luz. Isso pode ajudar a tornar as equações mais fáceis de resolver quando se trata de pequenas distâncias, mas há muito mais por trás de estudos como esse — principalmente a tentativa de unificar a Relatividade Geral e a mecânica quântica, ou mostrar que uma delas está errada ou incompleta.
Esses estudos que constantemente comprovam que "Einstein estava certo de novo" estão, na verdade, buscando pistas para resolver o problema da incompatibilidade. É que, em escalas quânticas, a teoria gravitacional de Einstein — a melhor e mais bem sucedida até o momento — deixa de funcionar como deveria, e medir velocidade e posição de partículas ainda é o "pesadelo" de físicos teóricos. Ilustração da sonda Probe B, da NASA, que comprovou a distorção do espaço-tempo na órbita da Terra.
"Mudanças na Terra": frequência do campo eletromagnético do planeta está aumentando rapidamente
A Ressonância Schumann, que mede o campo eletromagnético da Terra, disparou nos últimos dois meses, e os pesquisadores não conseguem encontrar uma razão para explicar o fato. Segundo os cientistas, o deslocamento da Terra está acontecendo mais rapidamente, e as pessoas já estão começando a sentir essa mudança.
Para os especialistas, o mundo está prestes a passar por um grande momento de transição, algo que envolverá os seres humanos e o planeta como um todo.
A "Ressonância Schumann" tem sido uma frequência natural e constante do planeta Terra, pulsando exatamente em 7.83 Hz por milhares de anos. Para os antigos Rishis indianos, este número tinha um significado especial, pois era considerado o som sagrado e cósmico na religião hindu.
Para o mundo ocidental, Ressonância Schumann representa a frequência do campo eletromagnético da Terra. Ela se encontrava em 7,83 Hz, com poucas variações, desde 1952, mas tudo mudou em junho de 2014, quando o Sistema do Observatório Espacial Russo mostrou um aumento súbito da atividade, com um alongamento variando de 8,5 Hz a 16,5 Hz.
Os pesquisadores ficaram de fato desconcertados com essa anormalidade, que nunca havia sido registrada dessa maneira. Recentemente (2018), outros picos foram detectados, aumentando a frequência do planeta para mais de 30 Hz.
O que os pesquisadores concordam é que essas mudanças significam claramente que o planeta está sendo alterado de alguma maneira. Alguns estudiosos acreditam que os seres humanos, quando atuam em um nível de "consciência coletiva", podem afetar a estrutura do campo magnético.
Essa especulação baseia-se no fato de que a frequência de Schumann está "em sintonia" com os estados do cérebro humano alfa e theta. Essas ressonâncias crescentes correspondem naturalmente à atividade de ondas cerebrais humanas, o que significa que a Terra estaria ajustando sua frequência de vibração.
Essa pode ser uma explicação para a estranha sensação que temos de que o tempo está passando mais rapidamente nos dias de hoje. A razão aparentemente está ligada ao excesso de velocidade da Ressonância Schumann, que nos faz perceber um período de 24 horas como se ele tivesse aproximadamente 16 horas.
O tempo não é a nossa única noção de aceleração. Atualmente, o acesso à informação e o aumento da consciência mundial também influenciam nossa noção de tempo.
Para os mais espiritualizados, as mudanças do campo magnético estão afrouxando os blocos de memória e fazendo com que a humanidade passe a viver um período de maior consciência e visão, o que pode levar a um renascimento espiritual e cognitivo. Este pode ser o próximo estágio da evolução na história da Terra!
(Fonte: Trinfinity8, Nasa)"
A TERRA ESTÁ VIBRANDO A 432 Hz.
Muitas pessoas ainda permanecem com medo, devido aos eventos que estão sendo gerados em nosso planeta com vírus, furacões, ciclones, chuvas torrenciais, terremotos, incêndios, inundações, mudanças bruscas de temperatura, etc ... sem saber a causa.
Nos últimos anos, a Terra tem se encarregado de elevar sua vibração a esta cifra: 432 Hz, que é a forma "correta" de vibrar a Terra.
Medo, tristeza, opressão, raiva, angústia, crítica, preocupação, ódio, ressentimento, incerteza, estresse, etc., etc ... são vibrações baixas.
Nós, sendo parte da Terra, devemos elevar nossa Vibração junto com ela e parar de "colidir" com sua vibração ...
A Mãe Natureza está nos dando aquele choque que qualquer mãe ou pai daria a seus filhos para acordar e fazer a coisa certa.
É para isso que viemos a esta Terra ...
É por isso que tantos desastres estão ocorrendo em todo o mundo; porque não estamos sendo compatíveis com a Mãe Gaia - Terra
Então, vamos vibrar alto!
Ouça músicas que o ajudem a aumentar sua vibração, medite, faça exercícios regularmente, alimente-se de maneira saudável, beba água pura, seja tolerante, paciente, amoroso, fale bem dos outros, respire e sinta cada respiração.
Praticar um hobby pelo qual você é apaixonado, o que você faz com amor, ajuda a elevar a sua vibração e a de todo o planeta.
Vamos fazer isso, a Terra está clamando por isso! E não estamos ouvindo, fora do estresse; elimine as preocupações e, o mais importante, elimine o medo!
Se entendermos o processo de que a Mãe Terra está apenas limpando o planeta das vibrações baixas e ficarmos cientes, as mudanças seriam benéficas para nós e para todo o mundo.
Se você vibrar alto não conhecerá doença alguma, realizará seus sonhos, alcançará objetivos, espalhará felicidade e segurança, produzirá o "efeito dominó". Seremos TODOS UM e UM seremos TODOS.
Alfredo Mate
Por @despertarodivino
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O núcleo da Terra está crescendo em um padrão “desequilibrado”
Um mistério está se formando no centro da Terra e, como indica a manchete, até agora os cientistas não têm explicação.

É sabido que o núcleo da Terra está perdendo calor muito mais rápido sob a Indonésia do que sob o Brasil, e isso está alterando as ondas sísmicas que passam por esses lugares.
Os cientistas só podem ver isso quando estudam ondas sísmicas (tremores subterrâneos gerados por terremotos) que passam pelo núcleo interno de ferro sólido do planeta.
Por alguma razão, as ondas se movem através do núcleo significativamente mais rápido quando viajam entre os polos norte e sul do que quando viajam através do equador.
Os pesquisadores sabem dessa discrepância, conhecida como anisotropia sísmica, há décadas, mas não conseguiram encontrar uma explicação que seja consistente com os dados disponíveis.
Agora, usando simulações de computador do crescimento do núcleo ao longo dos últimos bilhões de anos, um novo estudo na edição de 3 de junho da Nature Geoscience oferece uma solução que finalmente parece se encaixar:
A cada ano, pouco a pouco, o núcleo interno da Terra está crescendo em um “padrão desequilibrado”, com novos cristais de ferro se formando mais rapidamente no lado leste do núcleo do que no lado oeste.
Daniel Frost, sismólogo da Universidade da Califórnia em Berkeley e principal autor do estudo, disse em um comunicado:
O movimento do ferro líquido no núcleo externo retira o calor do núcleo interno, fazendo com que ele congele. Isso significa que o núcleo externo tem recebido mais calor do lado leste [na Indonésia] do que do oeste [no Brasil]”.
Frost adicionou:
Para visualizar esse crescimento desequilibrado no núcleo, imagine um tronco de árvore com anéis de crescimento irradiando de um ponto central, mas o centro dos anéis está deslocado do centro da árvore, então os anéis estão mais espaçados do lado leste da árvore e mais próximos no lado oeste”.
Uma seção transversal do núcleo interno da Terra pode ser semelhante a isso.
No entanto, esse crescimento assimétrico não significa que o núcleo interno em si esteja deformado ou em risco de se desequilibrar, disseram os pesquisadores.
Em média, o raio do núcleo interno cresce uniformemente em cerca de 0,04 polegadas (1 milímetro) a cada ano. A gravidade corrige o crescimento desequilibrado no leste, empurrando novos cristais para o oeste.
Lá, os cristais são agrupados em estruturas reticuladas que correm ao longo do eixo norte-sul do núcleo.
Essas estruturas cristalinas, alinhadas paralelamente aos polos terrestres, são autoestradas sísmicas que permitem que as ondas sísmicas viajem mais rápido nessa direção, de acordo com os modelos da equipe.

Uma possível explicação
O que está causando esse desequilíbrio no núcleo interno, afinal?
É difícil dizer sem olhar para todas as outras camadas de nosso planeta,”
disse Frost, adicionado:
Cada camada da Terra é controlada pela que está acima e influencia a que está abaixo. O núcleo interno está lentamente congelando do núcleo externo líquido, como uma bola de neve adicionando mais camadas.
O núcleo externo é então resfriado pelo manto sobre ele, então, perguntando por que o núcleo interno está crescendo mais rápido de um lado do que o outro, você pode estar se perguntando por que um lado do manto está mais frio do que o outro.
As placas tectônicas podem ser parcialmente culpadas,”
disse Frost.
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À medida que as placas tectônicas frias mergulham profundamente abaixo da superfície da Terra em zonas de subducção (lugares onde uma placa afunda sob a outra), elas resfriam o manto abaixo.
No entanto, se o resfriamento do manto pode afetar o núcleo interno permanece uma questão de debate,”
disse Frost.
Igualmente intrigante é se o resfriamento desequilibrado no núcleo poderia estar afetando o campo magnético da Terra. O campo magnético de hoje é impulsionado pelo movimento do ferro líquido no núcleo externo.
O movimento desse líquido é, por sua vez, impulsionado pela perda de calor do núcleo interno. Se o núcleo interno está perdendo mais calor no leste do que no oeste, o núcleo externo também se moverá mais no leste,”
disse Frost.

A questão é: isso muda a força do campo magnético?”
Completa Frost.
Essas são questões muito grandes e estão além do escopo do novo artigo da equipe, mas Frost disse que começou a trabalhar em novas pesquisas com uma equipe de geomagnetistas para investigar algumas possibilidades adicionais.
Os resultados da pesquisa foram publicados na Nature Geoscience.
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Na física fundamental, distinguimos entre dois tipos de partículas, por um lado esses férmions e, por outro lado, bósons. E essa distinção é feita de acordo com uma característica muito particular delas chamada spin. O spin é uma propriedade física, como carga elétrica, relacionada ao momento angular quântico. As partículas que compõem a matéria são férmions e têm um spin de ½. Por outro lado, temos bósons que têm um spin inteiro e que são as partículas responsáveis pela força, ou seja, que os férmions interagem uns com os outros. Poderíamos dizer que os bósons são a cola que liga os férmions.
Dentro dos bósons existem vários tipos de classes dependendo do tipo de força em que agem. Por um lado, há o fóton, responsável pela luz, pela interação eletromagnética; as partículas W e Z, responsáveis pela interação fraca, que é a força relacionada ao decaimento nuclear dos átomos; o terceiro tipo de bósons são os glúons, responsáveis pela interação forte, ou seja, a interação entre os quarks que são, como mencionei antes, um tipo de férmions; e existe um quarto tipo de bóson que é o bóson de Higgs. Fótons, partículas W e Z e glúons têm spin igual a 1. Mas o bóson de Higgs é o único que possui spin igual a 0.
Os férmions também são classificados em dois tipos, quarks e léptons. A primeira diferença entre eles é a carga elétrica, os quarks, dos quais existem seis tipos, sempre têm cargas fracionárias e são aqueles que constituem, por exemplo, os prótons e nêutrons que estão dentro do núcleo. Os léptons, dos quais existem seis outros tipos, têm carga elétrica negativa ou positiva se forem antipartículas ou carga 0, que é o mesmo que nulo. Os elétrons têm uma carga negativa e seus neutrinos correspondentes (uma partícula muito especial) não têm carga. Outra diferença entre eles é que os quarks têm uma carga de cor, o que significa que são afetados por uma interação forte, enquanto os léptons não são.
Como expliquei no começo, os férmions são o que constituem a matéria e os bósons são mediadores das forças. O bóson de Higgs é particular porque explica a origem da massa das partículas. Ou seja, é acoplado a outras partículas proporcionalmente à sua massa. O fóton responsável pela interação eletromagnética nos diz qual carga elétrica os férmions possuem; os bósons W e Z explicam o spin das partículas; os glúons nos dizem se os férmions têm ou não uma carga de cor: com quarks, que possuem uma carga de cor, eles interagem, mas com léptons, que não têm, eles não interagem.
O que dá massa às partículas não é o próprio bóson de Higgs, mas sua interação com o campo de Higgs. Este campo pode ser imaginado como um oceano que permeia todo o universo e no qual as partículas estão nadando. As partículas interagem com o campo de Higgs e adquirem massa. Este campo de Higgs requer uma partícula que a compõe e é o que chamamos de bóson de Higgs. Uma maneira de visualizá-lo é imaginar uma sala cheia de campos de Higgs e na qual uma pessoa entra. Essa pessoa, de acordo com sua massa, interagirá mais ou menos com esse campo de Higgs. Quanto maior a interação, maior será seu peso e sua massa. Mas essa massa não sai do bóson de Higgs, mas é uma troca de energia entre o férmion e o campo de Higgs.






