O Poder do Abstrato.



NeurAnalise de Edson Exs



Uma gêmea que se dedicar mais a processos abstratos (lê, ouvir música, desenhar, escrever...), Envelhecera mais do sua irmã que não se dedicou a esses processos...


Isso se dá porque fenomenos abstratos (cores, imagens, sons ...) E fisioquimicos são intercambiáveis. O que significa que um não está desassociado do outro. Por isso, estamos conectados de múltiplas formas, de ondas neurais, magnetismo, energia cinética, atômica... Edson Exs, 2005. Ciensofia.


Assim sendo, seria possível transmitir informções de cérebro para cérebro (imagens, sons...), Ou mesmo vê as imagens que estão dentro de nossos cérebros , porque nosso cérebro não constroi a imagem toda vez que penso nela (isso desprenderam muito energia dele). Ela (imagem) já está gravada lá dentro do nosso filme neural-energetico, quando recorremos a ela.


Quando garoto, imaginava que poderia lê os pensamentos das pessoas, claro principalmente os da minha mãe, pensando bem, esse era fácil, bastava olhar para os seus belos olhos verdes tempestuosos de raiva, por eu não ter chegado no horário certo marcado da brincadeira da rua. Isso não ia 'ficar de graça'.


Às vezes olhava para o caderno aberto sobre a mesa , imaginava se poderia fazer uma página virar para o outro lado, com o 'super poder da minha mente', igual os personagens das revistas em quadrinhos, qual colecionava, assim como também tínhamos nosso grupinho de desenhistas, onde fazíamos nossos 'cadernos em quadrinhos'.


Ficava olhando, olhando, nada, a página teimava em não virar para o outro lado, pensava: "Não tem força o suficiente". E assim me consolava.


Porem o 'menino Exs', pode sim, 'mover paginas', 'ler pensamnetos' (não somente os de sua mãe), enviar mensagens de cérebro para cérebro, vê imagens dentro do cérebro, lê emoções através de imagens... Porque o abstrato e o fisioquimico são interdependentes , na verdade uma 'coisa só'.


Se assim não fosse, esses fenômenos seriam impossíveis de serem verificados. São verificações?


Essas pretensões parecem de ficção científica, mas uma simples olhada em alguns feitos da neurociência nos últimos tempos revela que elas estão ao alcance da mão. Em 2014, cientistas espanhóis conseguiram transmitir “oi” diretamente do cérebro de um indivíduo ao de outro, situado a 7.700 quilômetros de distância, por meio de impulsos elétricos. Em vários laboratórios foi possível recriar uma imagem mais ou menos nítida do que uma pessoa está vendo apenas analisando as ondas cerebrais que ela produz. Graças à eletroencefalografia, cientistas puderam ler diretamente do cérebro palavras como “colher” e “telefone” quando alguém pensava nelas. Também serviu para identificar estados de ânimo. Na Universidade de Berkeley, foram capazes de identificar a cena que os voluntários estavam vendo graças à nuvem de palavras que seu cérebro gerava ao vê-las: cachorro, céu, mulher, falar... Uma tecnologia que poderia servir para descobrir sentimentos, dependendo das palavras que surjam ao ver uma imagem: por exemplo, seria possível ler “ódio” ao ver a imagem de um ditador.


Alguns desses marcos já completaram uma década, e desde então bilhões de dólares foram investidos em monumentais projetos privados e governamentais, do Facebook à DARPA, passando pela Academia de Ciências da China. “Pense que o projeto chinês é três vezes maior que o norte-americano, e vai diretamente ao assunto, ao fundir as duas vertentes: inteligência artificial e neurotecnologia”, adverte Yuste, que se diz otimista quanto aos benefícios da neurotecnologia, daí seu desejo de regulá-la.


Por que é preciso proibir que manipulem nosso cérebro antes que isso seja possível


O cientista Rafael Yuste, que comanda projeto de pesquisa do cérebro, pede que os governos criem novas leis contra os riscos da neurotecnologia



“Temos uma responsabilidade histórica. Estamos num momento em que podemos decidir que tipo de humanidade queremos.” São palavras de peso, tanto quanto o desafio ao qual se propõe Rafael Yuste. Esse neurocientista espanhol, catedrático da Universidade Columbia (EUA), escuta sussurrarem em sua consciência os fantasmas de outros grandes cientistas da história que abriram a caixa de Pandora. Ele, que impulsionou a iniciativa BRAIN, a maior aposta já feita na descoberta dos segredos do cérebro, não foge à sua responsabilidade: “Carrego isso como um dever”, afirma. Yuste sabe bem o que seu campo, a neurotecnologia, já é capaz de ver e fazer em nossas mentes. E teme que isso escape de nossas mãos se não for regulado. Por isso reivindica aos governos de todo o mundo que criem e protejam direitos inéditos: os neurodireitos. O Chile deverá ser o primeiro país a incluí-los em sua Constituição, e já há negociações para que esse espírito se reflita na estratégia do Governo espanhol para a inteligência artificial....


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Ciclo da Lua influencia qualidade de sono das pessoas, aponta estudo

A pesquisa sueca acompanhou noites de sono de 492 mulheres e 360 ​​homens durante as fases minguante e crescente do ciclo lunar. A Lua pode impactar o sono através da luz do Sol refletida por ela nos horários em que pessoas vão dormir

21:12 | SET. 15, 2021


Descobrimos que os homens acompanhados durante as noites do período crescente do ciclo lunar exibiram menor eficiência do sono e maior tempo acordado após o início do sono, em comparação com os homens cujo sono foi medido durante as noites no período de declínio”, explicou o autor do estudo, Christian Benedict, professor no departamento de Neurociências da Instituicao...O PoVo




















          

Lua afeta nossa mente e emoções, segundo neurocientista


Desde os tempos antigos, sabe-se que a Lua influencia o comportamento dos oceanos e das culturas mas agora o neurocientista norte-americano, Dr. Mark Filippi, demonstrou por meio de seu estudo que o nosso satélite natural emite uma frequência que afeta a frequência da mente e as emoções dos seres humanos.

Autor do método somática, o pesquisador analisou a relação entre a lua e o ser humano de uma perspectiva neurocientífica.

Filippi ressalta que a ideia de que os ciclos emocionais estão ligados à Lua vem de Gay Gaer Luce, um escritor que afirmou que há uma influência do calendário nos sintomas de pessoas saudáveis.

Isso significa que a frequência que emana da Lua afeta a frequência da mente, o que impacta diretamente no controle de nossas emoções, sentimentos e desejos e, por sua vez, no pensamento e comportamento de cada pessoa.

Então a conexão entre nosso corpo e o ciclo lunar pode ser expressa de diferentes maneiras: alteração na ovulação, menstruação, retenção de líquidos e até mesmo problemas cardiovasculares.

Embora as razões para essa influência por parte da Lua sejam desconhecidas especificamente, presume-se que isso se deva ao fato de o ser humano ser composto principalmente de água, que é o sangue, que transporta oxigênio, nutrientes e neurotransmissores por todo o planeta. corpo

A influência da Lua pode ser dividida de acordo com as quatro fases lunares e pode ser interpretada da seguinte forma:

  • Primeira semana lunar: acetilcolina
  • Segunda semana lunar: serotonina
  • Terceira semana lunar: dopamina
  • Quarta semana lunar: norepinefrina.

Desde os tempos antigos, sabe-se que a Lua influencia o comportamento dos oceanos e das culturas mas agora o neurocientista norte-americano, Dr. Mark Filippi, demonstrou por meio de seu estudo que o nosso satélite natural emite uma frequência que afeta a frequência da mente e as emoções dos seres humanos.

Autor do método somática, o pesquisador analisou a relação entre a lua e o ser humano de uma perspectiva neurocientífica.

Filippi ressalta que a ideia de que os ciclos emocionais estão ligados à Lua vem de Gay Gaer Luce, um escritor que afirmou que há uma influência do calendário nos sintomas de pessoas saudáveis.

Isso significa que a frequência que emana da Lua afeta a frequência da mente, o que impacta diretamente no controle de nossas emoções, sentimentos e desejos e, por sua vez, no pensamento e comportamento de cada pessoa....


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Lua afeta nossa mente e emoções, segundo neurocientista

 








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