AUTIS de Edson Exs
Já tive,,e é uma experiência bizarra,,tive a sensação que tive dois dias iguais com o mesmos acontecimentos
André Luiz Alves gosto muito desses eventos , creio que o cérebro é um grande 'iluzionista', como diz a Autis. Ele brinca com as imagens, emoções dentro dele.
A Autis diz o seguinte, vocêe esteve,.ou quase.esteve,.e cérebro, ele faz uma justaposição (uma.sobre a outra),.e.crianem nós essa sensação estranha nesse momento que elas se.'acoplam'.
Analogamente...metafóricamente...conforme a neurociência:-'todos temos a tendência de confundir fantasia c realidade...porém, alguns conseguem superar a fase infantil, e separar o mundo imaginário do mundo real...'Dante Pacheco Dos Santos Dante Pacheco Dos Santos
Tenho estudo neurociência, principalmente, os estudos recentes, e a base é isso mesmo,.como expliquei no meu trb de 2003.
Mas a Autis é muito.mais ampla.do que isso, não é só no uma questão infantil, na.verdade a fase infantil é apenas mais um critério entre milhares da Autis, como esta explanado no trabalho apresentado isso ocorre todo o tempo como um processo de registro neuro-imagetico-emocional. São milhares de.imagens que o cérebro trabalha todos os dias, durante a vida, e é desses registros que nascem as Autis.
Edson Exs perdão se ñ fui claro, quis me referir especificamente a alienação qto a seres imaginários...Dante Pacheco Dos Santos
Não, foi muito bom, fui atrás de.pesquisas recentes da neurociência. Agora,.nobre homem, se isso não estava completamente dentro do meu trabalho sobre as Autis!?
mundo é como a sala de espelhos de um parque de diversões. Tudo parece extremamente real, mas, na verdade, não passa de ilusões ; nesse caso, criadas pelo cérebro. De memórias da infância a imagens registradas no dia a dia, o que as pessoas veem e sentem quase nunca é o que parece. Poucos sabem, por exemplo, que quatro horas do dia útil são passadas em total cegueira. Mas os neurônios dão um jeito de resolver, levando luz à escuridão. O que pensar, então, daquela lembrança tão vívida dos primeiros anos da vida que, se descobre mais tarde, jamais aconteceu?
Pode parecer assustador, mas a realidade é um jogo da mente. Pesquisas neurológicas têm demonstrado a capacidade do cérebro de ;enganar; as pessoas, tornando a percepção do mundo uma experiência bastante individual. A distância, por exemplo, pode ser medida com precisão por equipamentos, mas quem define o que é 1cm, 1m ou 1km são os neurônios de cada um. A explicação oficial para a percepção do que é grande ou pequeno, perto ou longe está na forma como o cérebro processa as informações capturadas pela retina em um determinado campo visual. Isso é verdade. Mas a altura do próprio corpo também é determinante, de acordo com um estudo recém-publicado na revista especializada PloS One.
Cientistas do Instituto Karolinska, da Suécia, provaram que, quanto mais alta é uma pessoa, menor lhe parece a distância. Se dois indivíduos, um de 1,80m e outro de 1,60m, partem da linha de largada em uma pista de corrida de 100m, o primeiro vai achar que percorreu um caminho mais curto. Porém, os 100m são iguais para ambos. Embora alguns pesquisadores acreditassem que isso ocorria, só agora foi possível provar o fato.
Há tempos, a equipe do cientista Henrik Ehrsson faz pesquisas sobre o poder da ilusão. Em fevereiro, o neurocientista mostrou que é possível passar pela estranha sensação de ter duas cabeças ou mais de dois braços e pernas. Também na PloS One, ele descreveu como duas pessoas perfeitamente saudáveis ;sentiram;, no laboratório de experimentos, os membros extras. Em uma mesa, os cientistas colocaram um braço protético muito parecido com um de verdade, localizado perto do braço direito do voluntário. Para produzir na pessoa o sentimento de ser dona dos três membros, os pesquisadores tocavam rapidamente a mão do voluntário e, em seguida, a do braço falso, no mesmo local.
Pode parecer assustador, mas a realidade é um jogo da mente. Pesquisas neurológicas têm demonstrado a capacidade do cérebro de ;enganar; as pessoas, tornando a percepção do mundo uma experiência bastante individual. A distância, por exemplo, pode ser medida com precisão por equipamentos, mas quem define o que é 1cm, 1m ou 1km são os neurônios de cada um. A explicação oficial para a percepção do que é grande ou pequeno, perto ou longe está na forma como o cérebro processa as informações capturadas pela retina em um determinado campo visual. Isso é verdade. Mas a altura do próprio corpo também é determinante, de acordo com um estudo recém-publicado na revista especializada PloS One...
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Aqui está o texto sobre a Auts, aqui de.2005, que agora estou ampliando dentro da neurociência
Estava com uma lembrança latente na minha mente de um evento para mim absolutamente real, mas aquilo me.pertubava,.e.passeindias questionando aquilo, e.lembrei, sim, não foi real,. era lembrança de um sonho. Dai.analisiei que.muitas acontecimentos que juramos que dão reais pode apenas ser irreais, resquícios por exemplo,.de.sonhos.como.ocorreu comigo. Aqui eu estava austisciado por um sonho,.como se.ele fosse um advento real.


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