Respostas A QUÂNTICA DE MAX.PLANCK, E A FÍSICA PANTICA DE EDSON EXS.
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Trabalho 'completo' sobre Relatividade, Eisntein, gravidade , Newton, física quântica , Planck, buracos Negros, neurociência, e etc
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Este experimento simples pode derrubar a interpretação padrão da mecânica quântica
Medir o tempo que leva para partículas viajarem entre dois pontos pode oferecer o melhor teste até o momento para a mecânica bohmiana.

Interpretação padrão da mecânica quântica pode ser abalada por proposta de novo experimento. Crédito Tim Paulawitz Getty Images
Um experimento aparentemente simples que envolve realizar medições precisas do tempo que leva para uma partícula viajar entre um ponto A e um ponto B pode desencadear um grande avanço na física quântica. As descobertas podem direcionar a atenção para uma alternativa à interpretação padrão da mecânica quântica chamada mecânica bohmiana. Ela postula que existe um submundo de ondas indetectáveis que guiam partículas entre lugares.
Um novo estudo, feito por uma equipe da Universidade Luís Maximiliano de Munique (LMU, na sigla em inglês), na Alemanha, faz previsões precisas para um experimento deste tipo usando a mecânica bohmiana, uma teoria formulada pelo físico teórico David Bohm nos anos 1950 e melhorada por físicos teóricos dos dias de hoje. A interpretação padrão da mecânica quântica fracassa neste quesito, e físicos tiveram que recorrer a suposições e aproximações para calcular os tempos de trânsito de partículas.
Se as pessoas sabem que uma teoria que elas amam tanto — a mecânica quântica padrão — não pode fazer previsões [precisas] em um caso tão simples, isso deveria fazê-las ponderar,” disse Serj Aristarhov, físico teórico e membro da equipe da LMU.

Interpretação padrão da mecânica quântica pode ser abalada por proposta de novo experimento. Crédito Tim Paulawitz Getty Images
Um experimento aparentemente simples que envolve realizar medições precisas do tempo que leva para uma partícula viajar entre um ponto A e um ponto B pode desencadear um grande avanço na física quântica. As descobertas podem direcionar a atenção para uma alternativa à interpretação padrão da mecânica quântica chamada mecânica bohmiana. Ela postula que existe um submundo de ondas indetectáveis que guiam partículas entre lugares.
Um novo estudo, feito por uma equipe da Universidade Luís Maximiliano de Munique (LMU, na sigla em inglês), na Alemanha, faz previsões precisas para um experimento deste tipo usando a mecânica bohmiana, uma teoria formulada pelo físico teórico David Bohm nos anos 1950 e melhorada por físicos teóricos dos dias de hoje. A interpretação padrão da mecânica quântica fracassa neste quesito, e físicos tiveram que recorrer a suposições e aproximações para calcular os tempos de trânsito de partículas.
Se as pessoas sabem que uma teoria que elas amam tanto — a mecânica quântica padrão — não pode fazer previsões [precisas] em um caso tão simples, isso deveria fazê-las ponderar,” disse Serj Aristarhov, físico teórico e membro da equipe da LMU.
Já chegamos lá?
Não é nenhum segredo que o mundo quântico é estranho. Considere um arranjo experimental que atire elétrons em uma tela. Não é possível prever exatamente onde nenhum elétron vai chegar para formar, digamos, um ponto fluorescente. Mas podemos prever com precisão a distribuição especial, ou padrão, de pontos que se formam ao longo do tempo, conforme os elétrons chegam um por um. Alguns locais terão mais elétrons; outros terão menos. Mas essa peculiaridade esconde algo ainda mais estranho. Se todo o resto for igual, cada elétron vai alcançar o detector em um impulso ligeiramente diferente — seu “tempo de chegada”, como é chamado. Assim como as posições, os tempos de chegada terão uma distribuição: alguns serão mais comuns, e outros menos.
Mas a física quântica clássica não possui nenhum mecanismo para prever com precisão essa distribuição temporal. “A teoria quântica normal só está preocupada com ‘onde’; ela ignora o ‘quando,’” disse Siddhant Das, membro da equipe e físico teórico. “Essa é uma maneira de perceber que algo não está certo.”
Existe uma razão importante para essa insuficiência curiosa. Na interpretação padrão da mecânica quântica, uma propriedade física que pode ser mensurada é chamada de uma “observável.” A posição da partícula, por exemplo, é uma observável. Cada uma das observáveis está associada com um ente matemático correspondente, chamado de “operador”. Mas a interpretação padrão não tem um operador para observar o tempo. Em 1933, Wolfgang Pauli, um físico teórico austríaco, mostrou que a teoria quântica não poderia acomodar um operador de tempo, pelo menos não na maneira padrão de interpretá-la. “Portanto, nós podemos concluir que a introdução de um operador de tempo […] deve ser fundamentalmente abandonada,” escreveu ele.
Não é nenhum segredo que o mundo quântico é estranho. Considere um arranjo experimental que atire elétrons em uma tela. Não é possível prever exatamente onde nenhum elétron vai chegar para formar, digamos, um ponto fluorescente. Mas podemos prever com precisão a distribuição especial, ou padrão, de pontos que se formam ao longo do tempo, conforme os elétrons chegam um por um. Alguns locais terão mais elétrons; outros terão menos. Mas essa peculiaridade esconde algo ainda mais estranho. Se todo o resto for igual, cada elétron vai alcançar o detector em um impulso ligeiramente diferente — seu “tempo de chegada”, como é chamado. Assim como as posições, os tempos de chegada terão uma distribuição: alguns serão mais comuns, e outros menos.
Mas a física quântica clássica não possui nenhum mecanismo para prever com precisão essa distribuição temporal. “A teoria quântica normal só está preocupada com ‘onde’; ela ignora o ‘quando,’” disse Siddhant Das, membro da equipe e físico teórico. “Essa é uma maneira de perceber que algo não está certo.”
Existe uma razão importante para essa insuficiência curiosa. Na interpretação padrão da mecânica quântica, uma propriedade física que pode ser mensurada é chamada de uma “observável.” A posição da partícula, por exemplo, é uma observável. Cada uma das observáveis está associada com um ente matemático correspondente, chamado de “operador”. Mas a interpretação padrão não tem um operador para observar o tempo. Em 1933, Wolfgang Pauli, um físico teórico austríaco, mostrou que a teoria quântica não poderia acomodar um operador de tempo, pelo menos não na maneira padrão de interpretá-la. “Portanto, nós podemos concluir que a introdução de um operador de tempo […] deve ser fundamentalmente abandonada,” escreveu ele.
Misturando clássico com quântico
Mas medir tempos de chegada de partículas e seus “tempos de voo” é um aspecto importante da física experimental. Por exemplo, essas medições são feitas com detectores no LHC (Large Hadron Collider) ou instrumentos chamados de espectrômetros de massa, que usam essas informações para calcular a massa e impulso de partículas, íons e moléculas.
Ainda que esses cálculos envolvam sistemas quânticos, físicos não podem usar mecânica quântica inadulterada até o fim. “Você não teria nenhuma maneira de encontrar uma previsão [não ambígua],” disse Das.
Ao invés disso, eles recorrem a suposições para chegar nas respostas. Por exemplo, em um método, experimentos assumem que uma vez que as partículas deixam a fonte, ela se comporta classicamente. Ou seja, segue as equações de Newton para o movimento.
Isso resulta em uma abordagem híbrida — parcialmente quântica e particularmente clássica. Começa com a perspectiva quântica, na qual cada partícula é representada por uma abstração matemática chamada de função de onda. Partículas preparadas de forma idêntica terão funções de onda idênticas quando são emitidas por sua fonte. Mas medir o impulso de cada partícula (ou sua posição) no instante que são liberadas resultará em valores diferentes cada vez. Ao considerá-los juntos, esses valores seguem uma distribuição que é precisamente prevista pela função de onda inicial. Ao começar com essa coleção de valores para partículas preparadas de forma idêntica, e assumir que a partícula segue uma trajetória clássica no momento que é emitida, o resultado é uma distribuição de tempos de chegada ao detector que depende do impulso inicial de distribuição.
interpretação padrão também é frequentemente usada para outro método da mecânica quântica para calcular os tempos de chegada. Conforme uma partícula vai em direção ao detector, sua função de onda evolui de acordo com a equação de Schrödinger, que descreve as mudanças que uma partícula sofre ao longo do tempo. Ao considerar a caso unidimensional de um detector que está a uma certa distância horizontal de uma fonte emissora. A equação de Schrödinger determina a função de onda da partícula e, dessa forma, a probabilidade de detectá-la em um determinado local, assumindo que só passa pelo local uma vez (claro, não há nenhuma forma clara de provar essa suposição na interpretação padrão). Usando essas suposições, físicos podem calcular a probabilidade que a partícula vai chegar no detector em um determinado momento (t) ou mais cedo.
“Da perspectiva da interpretação padrão da mecânica quântica, isso parece perfeitamente razoável,” disse Aristarhov. “E você espera ter uma boa resposta a partir disso.”
Porém, há um problema. Para passar da probabilidade do tempo de chegada de uma partícula é menor ou igual a t para a probabilidade que esse tempo é exatamente igual a t envolve calcular uma quantidade que físicos chamam de fluxo quântico, ou corrente de probabilidade quântica — uma medição de como a probabilidade de encontrar a partícula no local do detector muda com o tempo. Isso funcionou bem, exceto que, às vezes, o fluxo quântico pode ser negativo, mesmo que seja difícil encontrar funções de onda para os quais a quantidade se torna apreciavelmente negativa. Mas nada “proíbe essa quantidade de ser negativa,” afirma Aristarhov. “E isso é um desastre.” Um fluxo quântico negativo leva a probabilidade negativas, e probabilidades nunca podem ser menores que zero.
Usar a evolução de Schrödinger para calcular a distribuição de tempos de chegada só funciona quando o fluxo quântico é positivo — um caso que, no mundo real, só existe definitivamente quando o detector está consideravelmente distante da fonte, e a partícula está se movendo livremente, na ausência de potenciais. Quando pesquisadores medem esses tempos de chegada distantes, tanto abordagens híbridas como o fluxo quântico fazem previsões similares que se encaixam bem com evidências experimentais. Mas eles não fazem previsões claras para casos nos quais o detector está bem próximo da fonte.
Mas medir tempos de chegada de partículas e seus “tempos de voo” é um aspecto importante da física experimental. Por exemplo, essas medições são feitas com detectores no LHC (Large Hadron Collider) ou instrumentos chamados de espectrômetros de massa, que usam essas informações para calcular a massa e impulso de partículas, íons e moléculas.
Ainda que esses cálculos envolvam sistemas quânticos, físicos não podem usar mecânica quântica inadulterada até o fim. “Você não teria nenhuma maneira de encontrar uma previsão [não ambígua],” disse Das.
Ao invés disso, eles recorrem a suposições para chegar nas respostas. Por exemplo, em um método, experimentos assumem que uma vez que as partículas deixam a fonte, ela se comporta classicamente. Ou seja, segue as equações de Newton para o movimento.
Isso resulta em uma abordagem híbrida — parcialmente quântica e particularmente clássica. Começa com a perspectiva quântica, na qual cada partícula é representada por uma abstração matemática chamada de função de onda. Partículas preparadas de forma idêntica terão funções de onda idênticas quando são emitidas por sua fonte. Mas medir o impulso de cada partícula (ou sua posição) no instante que são liberadas resultará em valores diferentes cada vez. Ao considerá-los juntos, esses valores seguem uma distribuição que é precisamente prevista pela função de onda inicial. Ao começar com essa coleção de valores para partículas preparadas de forma idêntica, e assumir que a partícula segue uma trajetória clássica no momento que é emitida, o resultado é uma distribuição de tempos de chegada ao detector que depende do impulso inicial de distribuição.
interpretação padrão também é frequentemente usada para outro método da mecânica quântica para calcular os tempos de chegada. Conforme uma partícula vai em direção ao detector, sua função de onda evolui de acordo com a equação de Schrödinger, que descreve as mudanças que uma partícula sofre ao longo do tempo. Ao considerar a caso unidimensional de um detector que está a uma certa distância horizontal de uma fonte emissora. A equação de Schrödinger determina a função de onda da partícula e, dessa forma, a probabilidade de detectá-la em um determinado local, assumindo que só passa pelo local uma vez (claro, não há nenhuma forma clara de provar essa suposição na interpretação padrão). Usando essas suposições, físicos podem calcular a probabilidade que a partícula vai chegar no detector em um determinado momento (t) ou mais cedo.
“Da perspectiva da interpretação padrão da mecânica quântica, isso parece perfeitamente razoável,” disse Aristarhov. “E você espera ter uma boa resposta a partir disso.”
Porém, há um problema. Para passar da probabilidade do tempo de chegada de uma partícula é menor ou igual a t para a probabilidade que esse tempo é exatamente igual a t envolve calcular uma quantidade que físicos chamam de fluxo quântico, ou corrente de probabilidade quântica — uma medição de como a probabilidade de encontrar a partícula no local do detector muda com o tempo. Isso funcionou bem, exceto que, às vezes, o fluxo quântico pode ser negativo, mesmo que seja difícil encontrar funções de onda para os quais a quantidade se torna apreciavelmente negativa. Mas nada “proíbe essa quantidade de ser negativa,” afirma Aristarhov. “E isso é um desastre.” Um fluxo quântico negativo leva a probabilidade negativas, e probabilidades nunca podem ser menores que zero.
Usar a evolução de Schrödinger para calcular a distribuição de tempos de chegada só funciona quando o fluxo quântico é positivo — um caso que, no mundo real, só existe definitivamente quando o detector está consideravelmente distante da fonte, e a partícula está se movendo livremente, na ausência de potenciais. Quando pesquisadores medem esses tempos de chegada distantes, tanto abordagens híbridas como o fluxo quântico fazem previsões similares que se encaixam bem com evidências experimentais. Mas eles não fazem previsões claras para casos nos quais o detector está bem próximo da fonte.
Previsões bohmianas
Insatisfeito com esse status quo imperfeito, em 2018 Das e Aristarhov e seus colegas — junto com seu então conselheiro de pós-doutorado Detlef Dürr, especialista em mecânica bohmianas na LMU que faleceu mais cedo neste ano — começaram a trabalhar em previsões de tempos de chegada baseadas em Bohm. A sua teoria acredita que cada partícula é guiada por sua função de onda Diferente da interpretação padrão, na qual é considerado que uma partícula não possui posição ou impulso precisos antes de uma medição — e, dessa forma, nenhuma trajetória — partículas na mecânica bohmiana são reais e possuem trajetórias onduladas. Essas trajetórias podem ser descritas por equações precisas de movimento (ainda que essas sejam diferentes das equações de Newton para o movimento).
Entre as primeiras descobertas dos pesquisadores estava o fato de que medições distantes falhariam em distinguir entre previsões da mecânica bohmiana e aquelas feitas com métodos híbridos ou com o fluxo quântico. Isso acontece porque, ao longo de grandes distâncias, trajetórias bohmianas tornam-se linhas retas, então a aproximação semi-clássica híbrida se mantém. Além disso, para trajetórias retas de longas distâncias, o fluxo quântico é sempre positivo, então o seu valor é previsto com exatidão pela mecânica bohmiana. “Se você colocar um detector longe [o bastante], e você realizar uma análise bohmiana, verá que ela coincide com a abordagem híbrida e com a abordagem do fluxo quântico,” disse Aristarhov.
Portanto, a chave está em fazer medições de distâncias curtas, mas estas têm de ser consideradas como impossíveis. “O regime das medições de distâncias curtas é muito volátil. É muito sensível em relação à função de onda inicial que foi criada,” disse Das. Além disso, “se você se aproximar muito da região da preparação inicial, a partícula será detectada instantaneamente. Não é possível resolver [os tempos de chegada] e observar as diferenças entre essa uma ou outra previsão.”
Para evitar este problema, Das e Dürr propuseram um arranjo experimental que permitiria com que as partículas sejam detectadas distantes da fonte, mas ainda gerando resultados únicos que podem distinguir entre as previsões da mecânica bohmiana daqueles métodos mais comuns.
Insatisfeito com esse status quo imperfeito, em 2018 Das e Aristarhov e seus colegas — junto com seu então conselheiro de pós-doutorado Detlef Dürr, especialista em mecânica bohmianas na LMU que faleceu mais cedo neste ano — começaram a trabalhar em previsões de tempos de chegada baseadas em Bohm. A sua teoria acredita que cada partícula é guiada por sua função de onda Diferente da interpretação padrão, na qual é considerado que uma partícula não possui posição ou impulso precisos antes de uma medição — e, dessa forma, nenhuma trajetória — partículas na mecânica bohmiana são reais e possuem trajetórias onduladas. Essas trajetórias podem ser descritas por equações precisas de movimento (ainda que essas sejam diferentes das equações de Newton para o movimento).
Entre as primeiras descobertas dos pesquisadores estava o fato de que medições distantes falhariam em distinguir entre previsões da mecânica bohmiana e aquelas feitas com métodos híbridos ou com o fluxo quântico. Isso acontece porque, ao longo de grandes distâncias, trajetórias bohmianas tornam-se linhas retas, então a aproximação semi-clássica híbrida se mantém. Além disso, para trajetórias retas de longas distâncias, o fluxo quântico é sempre positivo, então o seu valor é previsto com exatidão pela mecânica bohmiana. “Se você colocar um detector longe [o bastante], e você realizar uma análise bohmiana, verá que ela coincide com a abordagem híbrida e com a abordagem do fluxo quântico,” disse Aristarhov.
Portanto, a chave está em fazer medições de distâncias curtas, mas estas têm de ser consideradas como impossíveis. “O regime das medições de distâncias curtas é muito volátil. É muito sensível em relação à função de onda inicial que foi criada,” disse Das. Além disso, “se você se aproximar muito da região da preparação inicial, a partícula será detectada instantaneamente. Não é possível resolver [os tempos de chegada] e observar as diferenças entre essa uma ou outra previsão.”
Para evitar este problema, Das e Dürr propuseram um arranjo experimental que permitiria com que as partículas sejam detectadas distantes da fonte, mas ainda gerando resultados únicos que podem distinguir entre as previsões da mecânica bohmiana daqueles métodos mais comuns.
Dando um giro nisso
Conceptualmente, o arranjo proposto pela equipe é bastante simples. Imagine um guia de ondas — um caminho cilíndrico que confina o movimento da partícula (uma fibra óptica é um desses guias, mas para fótons de luz, por exemplo). Em uma das pontas desse guia de ondas prepare uma partícula — idealmente um elétron ou um partícula de matéria — em sua forma aterrada ou de menor energia, e prenda-a em um poço de potencial elétrico em forma de tigela. Esse poço é composto por duas barreiras adjacentes que coletivamente criam um formato de parábola. Se uma dessas barreiras está desligada, a partícula ainda será bloqueada pela outra, mas ela está livre para escapar do poço no guia de ondas.
Das realizou a meticulosa tarefa de ajustar os parâmetros do experimento, fazendo cálculos e simulações para determinar qual distribuição teórica de tempos de chegada no detector colocado distante da fonte ao longo do eixo do guia de ondas. Depois de alguns anos de trabalho, ele obteve resultados claros para dois tipos diferentes de funções de ondas iniciais. Elas eram, associadas com partículas como elétrons. Cada função de onda pode ser caracterizada por sua matriz de rotação, como é chamada. Imagine uma flecha, que pode estar apontando para qualquer direção, associada com a função de onda. A equipe analisou dois casos: em um deles a flecha apontava ao longo do eixo do guia de ondas. No outro, ela era perpendicular a este eixo.
A equipe mostrou que quando a matriz de rotação da função de onda está alinhada ao longo do eixo do guia de ondas, a distribuição de tempos de chegada previstos pelo fluxo quântico e pela mecânica bohmiana são idênticos. Mas ela difere significativamente da abordagem híbrida.
No entanto, quando a matriz de rotação é perpendicular, as diferenças se tornam mais nítidas. Com ajuda de Markus Nöth, colega da LMU, os pesquisadores mostraram que todas as trajetórias bohmianas irão atingir o detector antes ou no momento desse limite. “Isso foi bastante inesperado,” disse Das.
Novamente, as previsões bohmianas diferem significativamente das previsões da teoria semi-clássica híbrida, que não exibe nenhum limite preciso para os tempos de chegada. E, de forma crucial, neste cenário, o fluxo quântico é negativo, o que significa que calcular tempos de chegada usando a evolução de Schrödinger torna-se impossível. Os teóricos da interpretação padrão “colocam suas mãos para cima quando [o fluxo quântico] se torna negativo,” disse Das.
Mas a mecânica bohmiana continua a realizar preivisões. “Há uma clara distinção entre [ela] e todo o resto,” afirma Aristarhov.
Conceptualmente, o arranjo proposto pela equipe é bastante simples. Imagine um guia de ondas — um caminho cilíndrico que confina o movimento da partícula (uma fibra óptica é um desses guias, mas para fótons de luz, por exemplo). Em uma das pontas desse guia de ondas prepare uma partícula — idealmente um elétron ou um partícula de matéria — em sua forma aterrada ou de menor energia, e prenda-a em um poço de potencial elétrico em forma de tigela. Esse poço é composto por duas barreiras adjacentes que coletivamente criam um formato de parábola. Se uma dessas barreiras está desligada, a partícula ainda será bloqueada pela outra, mas ela está livre para escapar do poço no guia de ondas.
Das realizou a meticulosa tarefa de ajustar os parâmetros do experimento, fazendo cálculos e simulações para determinar qual distribuição teórica de tempos de chegada no detector colocado distante da fonte ao longo do eixo do guia de ondas. Depois de alguns anos de trabalho, ele obteve resultados claros para dois tipos diferentes de funções de ondas iniciais. Elas eram, associadas com partículas como elétrons. Cada função de onda pode ser caracterizada por sua matriz de rotação, como é chamada. Imagine uma flecha, que pode estar apontando para qualquer direção, associada com a função de onda. A equipe analisou dois casos: em um deles a flecha apontava ao longo do eixo do guia de ondas. No outro, ela era perpendicular a este eixo.
A equipe mostrou que quando a matriz de rotação da função de onda está alinhada ao longo do eixo do guia de ondas, a distribuição de tempos de chegada previstos pelo fluxo quântico e pela mecânica bohmiana são idênticos. Mas ela difere significativamente da abordagem híbrida.
No entanto, quando a matriz de rotação é perpendicular, as diferenças se tornam mais nítidas. Com ajuda de Markus Nöth, colega da LMU, os pesquisadores mostraram que todas as trajetórias bohmianas irão atingir o detector antes ou no momento desse limite. “Isso foi bastante inesperado,” disse Das.
Novamente, as previsões bohmianas diferem significativamente das previsões da teoria semi-clássica híbrida, que não exibe nenhum limite preciso para os tempos de chegada. E, de forma crucial, neste cenário, o fluxo quântico é negativo, o que significa que calcular tempos de chegada usando a evolução de Schrödinger torna-se impossível. Os teóricos da interpretação padrão “colocam suas mãos para cima quando [o fluxo quântico] se torna negativo,” disse Das.
Mas a mecânica bohmiana continua a realizar preivisões. “Há uma clara distinção entre [ela] e todo o resto,” afirma Aristarhov.
Experimentalistas entram no embate
Charis Anastopoulos, físico quântico teórico da Universidade de Patras, na Grécia, e especialista em tempos de chegada — que não esteve envolvido com o trabalho — ficou ao mesmo tempo impressionado e circunspecto. “O arranjo que eles estão propondo parece plausível,” afirma ele. E porque cada abordagem para calcular a distribuição de tempos de chegada envolve uma forma diferente de pensar sobre a realidade quântica, um achado experimental claro poderia sacudir as fundações da mecânica quântica. “Isso vai legitimar algumas maneiras de se pensar. Então, dessa maneira, terá algum impacto,” disse Anastopoulos. “Se [corresponde com] a mecânica bohmiana, que é uma previsão bastante particular, isso teria um grande impacto, é claro.”
Pelo menos um experimentalista está se preparando para transformar a proposta da equipe em realidade. Antes da morte de Dürr, Ferdinand Schmidt-Kaler, da Universidade Johannes Gutenberg de Mainz, na Alemanha, discutiu com ele sobre o teste de tempos de chegada. Schmidt-Kaler é especialista em um tipo de armadilha de íons na qual campos elétricos são usados para confinar um único íon de cálcio. Um leque de lasers é usado para esfriar o íon para seu estado quântico aterrado, no qual as incertezas sobre o impulso e posição do íon estão no seu mínimo.
A armadilha é uma região tridimensional em formato de tigela criada pela combinação de dois potenciais elétricos; o íon fica no fundo do seu potencial “harmônico”. Desligando um dos potenciais cria condições similares a o que é preciso para a proposta teórica: uma barreira em um lado e um potencial elétrico inclinado no outro lado. O íon desliza ao longo deste potencial inclinado, acelera e ganha velocidade. “Podemos ter um detector fora da armadilha e medir o tempo de chegada,” afirma Schmidt-Kaler. “É isso que o torna tão cativante.”
Por enquanto, seu grupo fez experimentos nos quais os pesquisadores ejetam o íon para fora da armadilha e o detectam no lado de fora. Eles mostraram que o tempo de voo depende da função de onda inicial da partícula. Os resultados foram publicados no New Journal of Physics, neste ano. Além disso, Schmidt-Kaler e seus colegas também realizaram testes ainda não publicados do íon saindo da armadilha e sendo refletido para dentro e recapturado por um “espelho elétrico” — um processo atingido pelo arranjo com 98% de eficiência, diz ele. “Nós estamos no caminho,” afirma Schmidt-Kaler. “Claro, não está ajustado para otimizar as medições da distribuição do tempo de chegada, mas poderia estar.”
Porém, isso é mais fácil dizer do que fazer. O detector fora da armadilha de íons será provavelmente um feixe de luz de lasers, e a equipe terá que medir a interação do íon com a luz com o feixe de luz com precisão nos nanosegundos. Os experimentalistas também terão de desativar metade do potencial harmônico com uma precisão de tempo similar — outro desafio. Estas e outras dificuldades estão ao redor do caminho tortuoso que deve ser transcorrido entre previsões teóricas e realizações experimentais.
Ainda assim, Schmidt-Kaler está animado com as perspectivas de usar medições do tempo de voo para testar as fundações da mecânica quântica. “Isto é atrativo por ser completamente diferente de [outros tipos] de testes. É realmente algo novo,” afirma ele. “Isso ainda atravessará muitas iterações. Veremos os primeiros resultados, eu espero, no próximo ano. Essa é minha expectativa clara.”
No meio tempo, Aristarhov e Das estão também procurando outros. “Esperamos que os experimentalistas ao redor do mundo notem nosso trabalho,” disse Aristarhov. “Vamos juntar forças para fazer os experimentos.”
Uma conclusão escrita por Dürr em um ainda não publicado artigo possui palavras finais que podem quase servir como um epitáfio. “Agora, deve estar claro que o capítulo sobre medições de tempo na mecânica quântica só pode ser escrito se dados genuínos de tempos de voo forem obtidos,” escreveu ele. Qual teoria os dados experimentais irão decidir estar correta — se é que vai escolher alguma? “É uma pergunta muito interessante,” adicionou Dürr.
Anil Ananthaswamy é o autor de The Edge of Physics, The Man Who Wasn’t There e mais, recentemente, Through Two Doors at Once: The Elegant Experiment That Captures the Enigma of Our Quantum Reality.
Publicado originalmente em 21/10/2021.
Charis Anastopoulos, físico quântico teórico da Universidade de Patras, na Grécia, e especialista em tempos de chegada — que não esteve envolvido com o trabalho — ficou ao mesmo tempo impressionado e circunspecto. “O arranjo que eles estão propondo parece plausível,” afirma ele. E porque cada abordagem para calcular a distribuição de tempos de chegada envolve uma forma diferente de pensar sobre a realidade quântica, um achado experimental claro poderia sacudir as fundações da mecânica quântica. “Isso vai legitimar algumas maneiras de se pensar. Então, dessa maneira, terá algum impacto,” disse Anastopoulos. “Se [corresponde com] a mecânica bohmiana, que é uma previsão bastante particular, isso teria um grande impacto, é claro.”
Pelo menos um experimentalista está se preparando para transformar a proposta da equipe em realidade. Antes da morte de Dürr, Ferdinand Schmidt-Kaler, da Universidade Johannes Gutenberg de Mainz, na Alemanha, discutiu com ele sobre o teste de tempos de chegada. Schmidt-Kaler é especialista em um tipo de armadilha de íons na qual campos elétricos são usados para confinar um único íon de cálcio. Um leque de lasers é usado para esfriar o íon para seu estado quântico aterrado, no qual as incertezas sobre o impulso e posição do íon estão no seu mínimo.
A armadilha é uma região tridimensional em formato de tigela criada pela combinação de dois potenciais elétricos; o íon fica no fundo do seu potencial “harmônico”. Desligando um dos potenciais cria condições similares a o que é preciso para a proposta teórica: uma barreira em um lado e um potencial elétrico inclinado no outro lado. O íon desliza ao longo deste potencial inclinado, acelera e ganha velocidade. “Podemos ter um detector fora da armadilha e medir o tempo de chegada,” afirma Schmidt-Kaler. “É isso que o torna tão cativante.”
Por enquanto, seu grupo fez experimentos nos quais os pesquisadores ejetam o íon para fora da armadilha e o detectam no lado de fora. Eles mostraram que o tempo de voo depende da função de onda inicial da partícula. Os resultados foram publicados no New Journal of Physics, neste ano. Além disso, Schmidt-Kaler e seus colegas também realizaram testes ainda não publicados do íon saindo da armadilha e sendo refletido para dentro e recapturado por um “espelho elétrico” — um processo atingido pelo arranjo com 98% de eficiência, diz ele. “Nós estamos no caminho,” afirma Schmidt-Kaler. “Claro, não está ajustado para otimizar as medições da distribuição do tempo de chegada, mas poderia estar.”
Porém, isso é mais fácil dizer do que fazer. O detector fora da armadilha de íons será provavelmente um feixe de luz de lasers, e a equipe terá que medir a interação do íon com a luz com o feixe de luz com precisão nos nanosegundos. Os experimentalistas também terão de desativar metade do potencial harmônico com uma precisão de tempo similar — outro desafio. Estas e outras dificuldades estão ao redor do caminho tortuoso que deve ser transcorrido entre previsões teóricas e realizações experimentais.
Ainda assim, Schmidt-Kaler está animado com as perspectivas de usar medições do tempo de voo para testar as fundações da mecânica quântica. “Isto é atrativo por ser completamente diferente de [outros tipos] de testes. É realmente algo novo,” afirma ele. “Isso ainda atravessará muitas iterações. Veremos os primeiros resultados, eu espero, no próximo ano. Essa é minha expectativa clara.”
No meio tempo, Aristarhov e Das estão também procurando outros. “Esperamos que os experimentalistas ao redor do mundo notem nosso trabalho,” disse Aristarhov. “Vamos juntar forças para fazer os experimentos.”
Uma conclusão escrita por Dürr em um ainda não publicado artigo possui palavras finais que podem quase servir como um epitáfio. “Agora, deve estar claro que o capítulo sobre medições de tempo na mecânica quântica só pode ser escrito se dados genuínos de tempos de voo forem obtidos,” escreveu ele. Qual teoria os dados experimentais irão decidir estar correta — se é que vai escolher alguma? “É uma pergunta muito interessante,” adicionou Dürr.
Anil Ananthaswamy é o autor de The Edge of Physics, The Man Who Wasn’t There e mais, recentemente, Through Two Doors at Once: The Elegant Experiment That Captures the Enigma of Our Quantum Reality.
Publicado originalmente em 21/10/2021.
'Rafael Sena Rafael Sena me prove que a Simultaneidade dos eventos da Relatividade está correta.
Me.prove que.multivesos existem.
Me prove que a dualidade onda partícula existe?
Me prove que a teoria das cordas é científica?
Me.prove que um gato pode estár vivo e morto ao mesmo tempo, isso é possível?
Me prove que um gêmeo que.viajou a velocidade da luz não envelheceu?
Me prove o que é gravidade.
Me prove se existe átomo.
Acho que está bom,.apenas para começar. Estou aguardando tua resposta, mui respeitosamente.
Se.voce provar esses dados, tua crítica estara fundamentada.
ate mesmo um relógio parado, pode marcar A.mwsma hora duas vezes ao dia' Paulo Coelho.
Similar isso com o Emaranhamento quântico criando universos foi inevitável. Nesse caso ampliei a questão para o macro através das forças, energias e massas, assim, toranando a história múltipla.
Ramificações neurais,.segue o 'mesmo' princípio,
A questão não é se estou vendo o passado, mas se o passado que vejo, nunca existiu.
Muitos fenomenos pode chegar diferentes ou contaminados, através de contatos fisioquimicos que encontram no caminho:sofrerem deflaxções, refrações, .. não negando o exem
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assim como temos a coral e a falsa-coral, também podemos ter no espaço, um buraco negro, e um falso-buraco negro, que não exercem as mesmas funções,.por exemplo.
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Quando Newton dizia que a Gravidade era uma força que agia a distância e instantaneamente, sofreu muitas críticas dos sabios de sua época, pois isso para eles era fisicamente inconcebível.
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Creio que todos os astros possuem algum tipo de atmosfera, ou campo de força, mesmo os satélites como a Lua, mesmo que muito infimo, nesse caso para ela poder ficar presa ao campo de massa-energia da Terra....
Você não quer envelhecer, ou pelo menos, envelhecer mais lentamente?
Sem ter que viajar na velocidade da luz, mas aí mesmo onde você está, no espaço tempo normal, não relativistico?
A Teoria X de Edson Exs (2005) propõe caminhos, leia o artigo científico abaixo.
Da dilatação espaço temporal de Hendriz surgira Paradoxo dos gêmeos...
foi um experimento mental proposto pelo físico Paul Langevin (1872-1946). Nesse paradoxo, dois gêmeos eram separados: um ficava na Terra, e o outro era mandado em uma viagem de longa duração a bordo de uma nave que se movia com velocidades próximas à velocidade da luz. No retorno, o irmão que permaneceu na Terra havia envelhecido alguns anos a mais que o irmão em viagem. Isso teria acontecido em razão do fenômeno da Dilatação temporal.
Os Gêmeos Sem Paradoxo Da Teoria X de Edson Exs (2005)
Mas para a Teoria X de Edson Exs, esses fenômenos de dilatação espaço-temporal, ocorrem em qualquer plano (fisioquimico), em qualquer velocidade, mesmo na 'inercia'.
Um gêmeo que passasse dez anos dormindo envelheceria menos do que o que o que passou 10 anos acordado, um gêmeo que passasse dez anos correndo envelheceria mais do que o que passou dez anos andando, um gêmeo que passasse dez anos vivendo no deserto escaldante envelheceria mais do que o que passou em zonas temperadas, um gêmeo que passasse dez anos alimentando-se regulamente envelheceria menos do que o que passou dez anos, alimentando-se desregulamente, o que viver em ambientes de estresses prolongados, envelhecera (enlouquecera) mais do que o que viveu em lugares tranquilos, tanto no plano físico, como biológico, mental.
Pesquisas recentes comprovam exatamente esses postulados da Teoria X de Edson Exs, vejamos os dados científicos que comprovam isso:
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Trabalho 'completo' (resumo), sobre Newton, Gravidade, física Clássica , Einstein, Relatividade, Buracos Negros, Big Bang, origem do sistema solar-Lua, viagens no tempo, chuvas de meteoros...
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FISICA QUÂNTICA: questionamentos sobre os fenomenos Quânticos, onda-particula, gato vivo-morto de Chrodinger, efeito fotoelétrico...
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No início de agosto, o Telescópio Espacial Hubble, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) registrou um anel de Einstein composto por duas galáxias e um quasar que juntos parecem emitir sete pontos de luz.
No centro da imagem captada, é possível ver seis pontos de luz que formam um círculo brilhante: quatro traçam o contorno da forma e dois estão em seu interior. Embora possa se imaginar que se trata de seis galáxias individuais, na verdade estamos diante de apenas duas, além de um quasar muito distante. Os dados do Hubble indicam ainda um sétimo ponto de luz no centro, mas que não conseguimos observar no registro.
O fenômeno registrado foi descrito por Albert Einstein em sua teoria geral da relatividade há mais de um século e acontece quando há uma sobreposição de objetos e sistemas capaz de agir como uma lente gravitacional. Esse fenômeno ocorre quando a massa de determinado astro deforma o espaço, fazendo com que a luz emitida por outro objeto seja desviada de seu percurso antes de chegar ao observador — nesse caso, até a Wide Field Camera 3 (WFC3), câmera instalada no Hubble. A luz de um único objeto distante acaba chegando como múltiplos pontos que formam um círculo ao redor das galáxias, daí o nome de “anel de Einstein”.
Segundo comunicado da ESA, o par de pontos no centro do círculo representa de fato duas galáxias distintas. Já os quatro pontos mais visíveis ao seu redor, junto ao quinto que não vemos tão facilmente, são imagens separadas de um mesmo objeto, o quasar conhecido como 2M1310-1714 — quasares são os objetos mais brilhantes e energéticos do Universo. Muito mais longe da Terra do que as duas galáxias, o quasar emite uma luz que é “dobrada” ao atravessar o par galáctico, que tem enorme massa.
Usando simulações de computador, um grupo de astrônomos e engenheiros detectou uma série de corredores gravitacionais que aceleram o caminho de objetos que cruzam o sistema solar.
Os cálculos dos pesquisadores mostram que um asteroide pode viajar de Júpiter a Netuno em menos de uma década por meio dessas supervias.
Um objeto que viaja por um século por uma rodovia celestial poderia completar uma distância de 15 bilhões de quilômetros, o que equivale a 100 vezes a distância entre a Terra e o Sol. 08022021
Nossa galáxia pode ser, em teoria, um grande túnel semelhante a um buraco de minhoca (ou túnel de viagens no espaço e no tempo), possivelmente "estável e navegável" e, portanto, "um sistema de transporte galático". É o que sugere um artigo publicado no periódico Annals of Physics.
O estudo - que, ressaltam os cientistas, ainda é uma hipótese - é resultado de uma colaboração entre pesquisadores italianos, americanos e indianos. 23 Jan 2015.
Gêmeos da X e vírus cora
Os astronautas Mark e Scott Kelly deixaram de ser gêmeos idênticos
O que os pesquisadores observaram foram mudanças na expressão gênica, que é como seu corpo reage ao seu ambiente. Isso provavelmente está dentro do esperado para humanos sob estresse, como escalando montanhas ou praticando mergulho", complementa a agência. Nada de muito extraordinário, portanto.
O fato é que 93% da expressão gênica de Scott voltou ao normal após seu retorno à Terra, exceto por um conjunto de 7% de seus genes, cujo comportamento "espacial" parece ter sido perpetuado. As implicações como um todo ainda estçao sendo analisadas, mas há muita expectativa em torno do chamado estudo dos gêmeos.
O Gato Vivo Morto de Shrodinger, tanto une, para a física Pantica, o macroscópico como o microscópico, vamos definir.
Se a amostra do elemento radioativo decai, o contador vai detectar esse rádio, vai acionar um sistema ligado a um martelo, tem uma ampola com um veneno qualquer, se a amostra desse elemento decai, o contador vai detectar, e isso vai liberar o martelo, quebrar o frasco e liberar o veneno.
Sacada de Shrodinger, pó isso essa partícula pode co-existindo ao mesmo tempo, enquanto não faço uma medição, está em dois lugares ao mesmo tempo, o estado em que aquele núcleo está co-existindo em depois estados , um estado em que ele decai ou seja, está num nivel de energia menor,porem, ele ainda está num nivel de maior energia, então, ele ainda não liberou o veneno, e o gato ainda está vivo, pela a interpretação de Companhague, antes do gato abri a caixa , para o observador medir, não posso afirmar se i núcleo de aí ou não decaiu, logo não posso dizer se o gato está vivo ou se está morto, o formalismo da física Quântica diz que o gatão está vivo e morto ao mesmo tempo.
Estamos sempre vendo o passado, só vemos os objetos depois que a luz bate neles, e atinjam nossa visão.
Não tempo o eco do tempo (que é abstração), mas.o eco do espaço. EDSON EXS
Trabalho 'completo' (resumo), sobre Newton, Gravidade, física Clássica , Einstein, Relatividade, Buracos Negros...
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Rodrigo Picardi todos as equações matematicas nascem do espaço, e o espaço é um Entrelaçamento Pantico (do Todo). O tempo calssico continua, mas apenas na matemática, no Abstrato. Dez minutos é dez minutos em qualquer lugar.
Rodrigo Picardi o problema que a realidade é complicada, inicialmente, até chegar no simples, a não materia.
em saber não devemos ser apresados antes de entender a Teoria, nesse caso a Minha teoria X, ela não está negando o paradoxo dos gêmeos. Mas,.mostrado que os fenômenos de dilatação espaço temporal ocorrem até .mesmo na inércia.
E você não precisa está na velocidade da.luz para testa-los. Voce pode prova-la pessoalmente na frente do espelho. Ptire uma foto sua hoje, e passe três dias sem dormir, e se alimentando ruim, tire agora uma foto, e a compare.
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termo buraco de minhoca (wormhole em inglês) foi criado pelo físico teórico estadunidense John Archibald Wheeler em 1957. Todavia, a ideia dos buracos de minhoca já havia sido proposta em 1921 pelo matemático alemão Hermann Weyl em conexão com sua análise da massa em termos da energia do campo eletromagnético.[1
Kepler no seu livro Nova Astronomia, explica que, tanta a Terra atrai a pedra, como a pedra atrai a Terra, porem, minimamente. É a.mesma ideia da lendária Queda da Maçã de Newton, provavelmente , criada pelo o filósofo Voltaire.
Kepler' também explica que há atração entre os corpos terrestres: uma pedra pequena perto de uma pedra grande, será atraída mais pela a pedra grande, do que a pedra grande grande pela a pequena.
No final do Astronomia, Kepler desiste da teoria magnética para explica a gravidade, e diz que uma força atrai os planetas.
Unificando essas teorias de Kepler, e também utilizando as três leis de Kepler, Newton define seus cálculos para a força do,a Gravidade no seu livro Principia. Aplicando sua matemática nesses termos keplernianos.
A força instantânea entre os corpos no vazio, sofreu críticas severas por sábios como Chrystian Huygens.
Newton postula a teoria do éter para explicar a gravidade, mas depois desiste da ideia e diz, "Não sei o que é a Gravidade, deixo para meus leitores a explicação".
Tanto Kepler,como Newton postulavam a imobilidade das estrelas.
Para a teoria X de Edson Exs, todos os fenômenos, todas as quatro forças conhecidas até então, formam a Gravidade. Para você está 'preso' a Terra, fenômenos fisioquimicos desde o núcleo da Terra a Atmosfera, ao nucleo da Lua, de planeta para planeta, ao núcleo do Sol, ao núcleo da via Láctea agem para esse efeito.
E toda a Pantica (fisioquimica) age para manter a Terra em torno do Sol, e girando sobre seu próprio eixo, desde seu núcleo até o núcleo do Sol: porque matéria não atrai (ou repulsa) matéria, mas a energia contida nos corpos e no espaço, é que causam os efeitos gravitacionais.
Por isso, não existe a não-gravidade, a gravidade zero, a anti-gravidade. Isso representaria o não movimento, ou seja, o fim do universo.
Quanto maior a massa de um corpo, maior sua força de atração.
Tanto Kepler' como Newton, diziam que, quanto maior a massa de um objeto, maior sua força atrativa.
Teoria X de Edson Exs: um objeto menor, pode atrair ou repulsar um objeto maior, conforme o nível de concentração massa-energia contida nele. A recente descoberta da estrela anã branca super massiva comprova isso...
Continua
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Gêmeos
Seja um corpo macro ou micro, ele só pode viajar no tempo, se ele se.preservar no espaço.
Mc=ec: massa vezes conservação é igual a energia conservada e vice-versa.
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Trabalho 'completo' (resumo), sobre Newton, Gravidade, física Clássica , Einstein, Relatividade.
FISICA QUÂNTICA: questionamentos sobre os fenomenos Quânticos, onda-particula, gato vivo-morto de Chrodinger...
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FÍSICA QUÂNTICA DE MAX.PLANCK, E A FÍSICA PANTICA DE EDSON EXS.













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